| Município de Acajutiba | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 28 de novembro de 1952 | ||||
| Gentílico | acajutibense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Alexsandro Menezes de Freitas (PMDB) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Bahia | ||||
| Mesorregião | Nordeste Baiano IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Alagoinhas IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Esplanada, Aporá, Crisópolis e Rio Real | ||||
| Distância até a capital | 181,9 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 229,662 km² | ||||
| População | 15.192 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 57,4 hab./km² | ||||
| Altitude | 179 m m | ||||
| Clima | tropical | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,607 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 41.022 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 2.696,00 IBGE/2005 | ||||
Acajutiba é um município que fica no leste da Bahia. Sua população é de 14.762 e sua área é de 229 km² (55,08 h/km²).
Faz divisa, ao norte com os municípios de Crisópolis e Rio Real, ao sul com o município de Esplanada, a leste com o município de Rio Real e a oeste com os municípios de Aporá e Esplanada. É a terra natal de Waldir Pires e Raimundo Brito.
Índice |
Acajutiba é vocábulo tupi que significa "lugar onde há muitos cajus", cajuzal. De acayu: caju; e tyba: sítio onde há muita abundância de alguma coisa.
De acordo com os entrevistados, tudo começou em 1905, quando surgiram os primeiros trilhos da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, ligando o povoado à capital do Estado, acontecimento que marcou época, trazendo consigo expressivo surto de progresso, principalmente para o comércio local. Com isso, nos arredores próximo à estação surgiu uma pequena feirinha localizada embaixo de um pé de caju. Essa ferinha servia como ponto de encontro entre viajantes e garimpeiros que vinham em busca de merendas e alimentos típicos da região.
Em 1912, já o lugar contava com mais de 25 casas e casebres. Em 1918, pela Lei Estadual nº 1.236, de 14 de maio de 1918 assinada pelo então Governador Severino dos Santos Vieira, antigo político do Conde, o lugar deixou de ser povoação e foi elevada a categoria de Vila.
A vila tomou o nome emprestado do velho pé de caju sob o qual se deu as primeiras feiras, portanto Vila do cajueiro, município do Conde.
As décadas de 20 e 30 não trouxeram grandes transformações ao lugar além da construção da Estação Ferroviária, neste tempo já a Companhia Leste Brasileiro era a detentora do ramal.
Inaugurada em 1932, a estação marcou o centro da cidade, o ponto de encontro, o lugar das cargas e descargas, agora de toda a produção agropecuária tanto para as feiras de Alagoinhas e Salvador como para Sergipe.
Antigas lutas políticas entre Esplanada e Conde resultaram na extinção e anexação a Esplanada pelo Decreto Estadual nº 7.479 de 8 de julho de 1931. Dessa forma passamos a pertencer, por esta época ao vizinho município de Esplanada.
Em 1 de junho de 1933 por força do Decreto Estadual n° 8.464 a Vila do Cajueiro foi restaurada e novamente voltou à situação anterior.
Novamente extinto pelo Decreto nº 9.673 de 13 de agosto de 1935 a Vila de Cajueiro volta a pertencer a Esplanada. Um dos grandes artífices desta saga de decretos foi o então deputado Ladislau Cavalcante Batista, que não queria de forma alguma “perder o Cajueiro”, visto ser aqui um do seu mais fiel reduto eleitoral.
A emancipação de fato ocorreu em 28 de novembro de 1952, com a promulgação da Lei nº 505 assinada pelo então governador Regis Pacheco, que criava o município de Acajutiba, com área de 229 km² Faz divisa, ao norte com os municípios de Crisópolis e Rio Real, ao sul com o município de Esplanada, a leste com o município de Rio Real e a oeste com os municípios de Aporá e Esplanada.
Um aspecto importante é a cultura festiva, enraizadas através das manifestações religiosas e folclóricas; dentre os festejos realizados no município no passado, sobreleva a festa de Nossa Senhora das Candeias, padroeira local, que tem lugar no dia 2 de fevereiro, quando a cidade amanhece festiva. A igreja localiza-se na parte central bem próxima à estação, onde a mocidade católica reunia-se e reúnem-se para entre cânticos de louvores, prestar homenagem à santa milagrosa que em um andor é levada às ruas através de uma procissão, atraindo milhares de romeiros todos os anos.
O lado positivo dessa história cultural, é que apesar do passar dos anos essa tradição mantêm-se viva; a cidade conserva essa comemoração até os dias de hoje, e a população logo cedo é acordada com alvorada saudando o dia festivo, argumenta o entrevistado. Além disso, a padroeira foi contemplada com uma bela praça que enobrece a região da igreja matriz.
Como o progresso é um fator evidente por toda cidade, para completar essa paisagem cultural a cidade foi presenteada com uma rodoviária nessas mediações, ampliando o desenvolvimento social do município.
Segundo as entrevistas, no passado, os meios de transportes que ligavam as cidades vizinhas eram: no sentido à capital Federal – ferrovia, 2 462, e rodovia, 1 792 km; à capital do Estado –ferrovia, 230 km, e rodovia, 246 km; às cidades vizinhas de Esplanada – rodovia, 21 km, e ferrovia, 21 km; Inhambupe – rodovia, 49 km, Itapicuru – rodovia 50 km e Rio Real – ferrovia, 34 km. Em fim esse percurso era muito lento por que não existia pavimentação adequada.
Relação dos Prefeitos. 1.Euvaldo Ferreira Lima (1952-1952) * 2.Hostílio Freire de Novais (1952-1954) ** 3.Altino Calazans de Souza (1954-1956) *** 4.Ulisses Ramos da Silva (1956-1960) 5.Adauto Motta Brito (1960-1964) 6.Pedro Almeida Guimarães (1964-1968) 7.Adauto Motta Brito (1968-1970) 8.Alcides Pereira de Aguiar (1970-1976) 9.José Antonio de Souza Santos (1976-1982) Vice: Raimundo Vitório 10.José Gustavo de Oliveira (1982-1988) Vice: Nelson Falheiro Fróes 11.José Antonio de Souza Santos (1988-1992) Vice: Raimundo Vitório 12.José Gustavo de Oliveira (1992-1996) Vice: Maria Menezes de Aguiar 13.José Luiz Mendes de Brito (1996- 2000) Vice: José Nilton Andrade 14.José Luiz Mendes de Brito (2000-2004) Vice: Jacó Lins Dantas 15.Jacó Lins Dantas (2004-2004) **** 16.Antonio Carlos Mendes de Brito Filho (2004-2008) Vice- Luiz Carlos Alves Nascimento 17.Alexsandro Menezes de Freitas (2009-) Vice: José Mílton Ferreira dos Santos
Hoje, a cidade além de urbanizada, apresenta aspectos de desenvolvimento em diversas áreas; A agricultura tem sido a base econômica, com destaque para a produção de coco-da-bahia. A citricultura é outra cultura que tem se desenvolvido significativamente nos últimos dois anos, merece destaque, ainda, o plantio de mandioca para o fabrico,local, de farinha.
Na educação, o município conta com 23 unidades escolares entre creches e escolas do Ensino Fundamental, com cerca de 1330 alunos matriculados. 03 unidades Estaduais [Col. Dem. Est. Profª Maria Esperança. Col. Est. Prof. Carlos Barros e Col. Est. A. da C. Brito]que somam perto de 950 alunos matriculados.
No geral, a cidade de Acajutiba, situada à margem da estrada Férrea Federal Leste Brasileiro, é plana, com avenidas amplas e longas e praças que lhe dão um caráter peculiar das cidades interioranas.
A indústria é ainda tímida, com algum destaque para beneficiamento da água do coco, olarias e panificadoras.
O comércio é satisfatório para o contexto local, farmácias, bares, mercearias, frigoríficos, mercadinhos,lojas de confecções, calçados, estabelecimentos de serviços de informatica, autopeças e oficinas são alguns dos mais visíveis. A feira é sempre aos sábados em praça própria.
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