| Município de Apodi | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 3 de Fevereiro | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 1766 | ||||
| Gentílico | apodiense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Gorete Silveira (PMDB) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Rio Grande do Norte | ||||
| Mesorregião | Oeste Potiguar IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Chapada do Apodi IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Governador Dix-Sept Rosado (ao norte), Felipe Guerra e Caraúbas (a leste), Umarizal e Riacho da Cruz (ao sul), Tabuleiro do Norte, Alto Santo e Potiretama (a oeste), Itaú e Severiano Melo (ao sudoeste) | ||||
| Distância até a capital | 328 km km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 1.602,659 km² | ||||
| População | 40.768 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 22,7 hab./km² | ||||
| Altitude | 67 m | ||||
| Clima | Semi-árido SA | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,654 (RN: 44°) – médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 159.551 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 4.425,00 IBGE/2005 | ||||
Apodi é um município no estado do Rio Grande do Norte (Brasil), localizado na região da Chapada do Apodi, na microrregião da Chapada do Apodi, na mesorregião do Oeste Potiguar e no Pólo Costa Branca. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2007, sua população é de 40.632 habitantes. Área territorial de 1.602 km². A pluviosidade média aferida no Sítio do Góis é de 722,0 mm.
O município foi emancipado de Portalegre através da Resolução do Conselho Geral da Província do Rio Grande.
De acordo com o IDEMA, o solo da região é do tipo Podzólico Vermelho Amarelo Equivalente Eutrófico. O solo tem aptidão restrita para lavouras. Apto para culturas de ciclo longo, regular e restrita para pastagem natural. Uma menor área com aptidão regular para lavouras de ciclo curto.
Índice |
Em 19 de Abril de 1680, o Capitão-Mor Geraldo de Suny concedeu aos irmãos Victor e Leo a sesmaria, por eles requerida, para colonizar a ribeira do Apodi. A disputa pelas terras era uma evidência. Colonizadores e índios Paiacus reivindicavam o domínio das terras. Em 1685, os Nogueiras retornaram à Paraíba, de onde eram naturais, voltando pouco tempo depois à região, dando prosseguimento aos trabalhos de colonização. Com a sublevação geral dos índios ocorrida entre os anos de 1687 e 1696, morre Baltazar Nogueira em luta travada com os índios. Não suportando mais os ataques dos silvícolas, os colonizadores tiveram que se retirar da região, onde já haviam feito plantações e instalado a criação de gado. Alguns anos depois os Nogueiras retornaram às terras da ribeira do Apodi com Manoel Nogueira no comando, na condição de Sargento-Mor da Ribeira. A partir daí, o território experimentou uma época de progresso e desenvolvimento, sendo bem explorado e conquistado em virtude da presença dos padres jesuítas que instalaram em janeiro de 1700 na Aldeia do Apodi, a Missão, com o objetivo de catequizar os índios. Em 1761, a Missão foi extinta e os índios transferidos para outra área. Segundo a tradição, o rio e a região eram conhecidos pelo nome de Podi, em referência ao índio Potiguassu e, na decisão jurídica a respeito da posse das referidas terras, a palavra Podi passou a ser Apodi, por questão de pronúncia. No ano de 1766 foi criado o distrito de Apodi. Sua freguesia foi instalada por Dom Francisco Xavier Aranha, do bispado de Olinda e Recife, em 3 de Fevereiro do mesmo ano.
De acordo com dados do IPEA do ano de 1996, o PIB era estimado em R$ 17,44 milhões, sendo que 37,8% correspondia às atividades baseadas na agricultura e na pecuária, 3,1% à indústria e 59,0% ao setor de serviços. O PIB per capita era de R$ 573,43.
Em 2002, conforme estimativas do IBGE, o PIB havia evoluído para R$ 132,34 milhões e o PIB per capita para R$ 3.777,00.
| Lavoura | Quantidade produzida (ton.) | Valor da produção (R$ mil) | Área plantada (ha.) | Área colhida (ha.) | Rendimento médio (kg/ha.) |
|---|---|---|---|---|---|
| Algodão herbáceo (em caroço) | 2.400 | 1.608 | 4.000 | 4.000 | 600 |
| Arroz (em casca) | 2.844 | 1.991 | 800 | 800 | 3.555 |
| Banana | 1.295 | 453 | 70 | 70 | 18.500 |
| Cana-de-açúcar | 300 | 60 | 12 | 12 | 25.000 |
| Coco-da-baía | 86 (mil frutos) | 30 | 20 | 20 | 4.300 frutos/ha. |
| Feijão (em grão) | 1.401 | 1.009 | 4.400 | 3.080 | 454 |
| Limão | 10 | 3 | 1 | 1 | 10.000 |
| Mamão | 600 | 108 | 10 | 10 | 60.000 |
| Manga | 600 | 240 | 50 | 50 | 12.000 |
| Milho (em grão) | 3.000 | 1.200 | 4.000 | 4.000 | 750 |
| Rebanho | Efetivo (cabeças) |
|---|---|
| Bovino | 13.090 |
| Suíno | 4.287 |
| Eqüinos | 1.850 |
| Asininos (jumentos) | 2.950 |
| Muares (mulas) | 790 |
| Ovinos | 12.300 |
| Galinhas | 26.599 |
| Galos, frangas, frangos e pintos | 27.070 |
| Caprinos | 33.395 |
| Vacas ordenhadas | 2.600 |
| Gênero | Produção |
|---|---|
| Leite de vaca | 1.520 (mil litros) |
| Ovos de galinha | 115 (mil dúzias) |
| Mel de abelha | 86.350 kg |
| Ensino | Alunos matriculados | Professores |
|---|---|---|
| Fundamental | 6.942 | 361 |
| Médio | 1.847 | 92 |
| IDH | 1991 | 2000 |
|---|---|---|
| Renda | 0,486 | 0,520 |
| Longevidade | 0,579 | 0,717 |
| Educação | 0,570 | 0,724 |
| Total | 0,545 | 0,654 |
| Serviço | Domicílios (%) |
|---|---|
| Água | 84,1% |
| Esgoto sanitário | 0,8% |
| Coleta de lixo | 96,0% |
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