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Município de Arujá
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"Cidade Natureza"
Brasão de Arujá
Bandeira de Arujá
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário {{{aniversário}}}
Fundação 8 de junho de 1959
Gentílico arujaense
Lema
Prefeito(a) Abel José Larini (PR)
(2009 – 2012)
Localização
Localização de Arujá
Localização de Arujá em São Paulo
Localização de Arujá em Brasil
Arujá
Localização de Arujá no Brasil
23° 23' 45" S 46° 19' 15" O23° 23' 45" S 46° 19' 15" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Metropolitana de São Paulo IBGE/2008[1]
Microrregião Guarulhos IBGE/2008[1]
Região metropolitana São Paulo
Municípios limítrofes Santa Isabel, Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Guarulhos
Distância até a capital 37 km
Características geográficas
Área 97,448 km²
População 80.922 hab. est. IBGE/2009[2]
Densidade 810,2 hab./km²
Altitude 755 m
Clima subtropical Cfb
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,788 médio PNUD/2000[3]
PIB R$ 1.172.270 mil IBGE/2005[4]
PIB per capita R$ 16.122,00 IBGE/2005[4]

Arujá é um município do estado de São Paulo, localizado na região metropolitana da capital paulista, microrregião de Guarulhos. Sua população em 2009 era de 80.922 habitantes. Ocupa uma área de 97,7 km², o que resulta numa densidade demográfica de 810,2 hab/km².

Índice

História

Arujá surgiu com um simples traçado de uma estrada vicinal, que saía da Praça da Sé, passava pelo Brás, Penha, Guarulhos, Bonsucesso, Arujá até chegar ao Rio de Janeiro.

Esta estrada era usada por tropeiros que se dispersavam pela floresta à fora, sentido Vale do Paraíba - Rio de Janeiro. Estes tropeiros eram conhecidos como “faisqueiros”. Estes “faisqueiros” eram os responsáveis pelo contato com os índios, extraíam ouro do Rio Jaguari, levando-o para Bonsucesso e de lá para Guarulhos.

Arujá, no período anterior a 1700, exibia sua flora e fauna mantidas em seu “habitat” natural. Não havia nenhuma intervenção urbana, enquanto que seus caminhos serviam de artérias de seu sistema de habitação natural.

A descoberta do ouro foi o primeiro passo para o seu desenvolvimento. Pequena aldeia e depois povoado, não se sabe ao certo em qual década de qual século aconteceu; o que se sabe, é que além da extração do ouro, foi a extração de produtos vegetais como a madeira, em escala mais acentuada, o passo decisivo de seu desenvolvimento, pois servia de fonte de energia industrial e doméstica para São Paulo, em sua fase de urbanização.

A extração desordenada de produtos vegetais, contribuiu com a primeira devastação vegetal na região. Conforme investigação, em vários pontos da mancha vegetal, existiam sulcos retangulares caracterizando grandes covas, conhecidas como “carvoeiras”. A queima de madeira em grande quantidade, coberta com capim e terra, com um respiro numa das extremidades, ficava queimando durante 3 dias ou mais, transformando a madeira em carvão vegetal.

Assim, no período do século XIX ao XX, a flora e a fauna foram devastadas quase que totalmente. Enquanto isso, os próprios canteiros de assentamento das “carvoeiras” transformaram-se em moradias, inserindo grandes manchas de plantações de subsistência. Em conseqüência disso, deu-se a origem de maiores fazendas: cafeeiras, açucareiras, etc., contribuindo para o aparecimento das primeiras manchas urbanas, caracterizando um núcleo de comunidade que se concentrava na antiga estrada vicinal denominada Arujá-Bonsucesso, também conhecida como estrada São Paulo-Rio. Naquele período de povoamento no trecho compreendido ao lado da Igreja Senhor Bom Jesus de Arujá, logo suas margens foram edificadas, permanecendo assim até a década de 50 do século XX.

À partir dessa década de 50, surgiram os primeiros loteamentos na área central, implantando-se os primeiros condomínios, em 1974 a Prefeitura de Arujá informatiza-se. Manchas urbanas estabeleceram-se até a década de 80. Outros empreendimentos envolveram a orla central da cidade tendendo para a direção norte e leste, sendo que esses loteamentos pertenciam à classe mais popular. Este avanço limitou-se no divisor de mananciais e nas superfícies íngremes, limitada esta orla por uma barreira física.

À partir dos anos 90, além do Centro Industrial, da arborização, dos Clubes de lazer e esportes e de dois Golf Clubes, "very good", a cidade toma novo impulso com a implantação de novos condominios horizontais, aumentando a qualidade de vida, no setor da comunicação, a cidade possui dois jornais diários de circulação e distribuição gratuita em todo limítrofe municipal (Jornal da Cidade e Jornal de Arujá) .

Geografia

Arujá possui 58,7 km² de área urbana, 39 km² de área rural e 52 % de seu território é considerado área de proteção de mananciais. Possuindo aproximadamente 75.000 habitantes que dão continuidade ao seu desenvolvimento iniciado em 1781, com a construção da capela dedicada ao Senhor Bom Jesus de Arujá por José de Carvalho Pinto.[carece de fontes?]

O clima, como em quase toda a Região Metropolitana de São Paulo, é subtropical. A média de temperatura anual gira em torno dos 18Cº, sendo julho o mês mais frio (média de 14°C) e fevereiro, o mais quente (média de 22°C). O índice pluviométrico anual fica em torno de 1400 mm.

Arujá é um município que apresenta uma preservação ambiental bastante visível, sendo considerada um dos "pulmões" de área verde no estado e na Região Metropolitana de São Paulo. E possui um sistema de coleta seletiva de lixo desenvolvido, considerado o melhor da Região do Alto Tietê. O que faz o município ter a alcunha de "Cidade Natureza".[5]

Seus limites são Santa Isabel a norte e nordeste, Mogi das Cruzes a sudeste, Itaquaquecetuba a sul e Guarulhos a oeste e noroeste. Localiza-se a uma altitude de 755 metros.

Condomínios

O município de Arujá possui diversos condomínios de classe média e classe alta. De acordo com a prefeitura local, existem oito condomínios registrados com mais de duas mil residências.

A criação dos primeiros condomínios ocorreu por volta dos anos 50, influenciada pela inauguração da Rodovia Presidente Dutra. Outros motivos que levaram a classe média e a classe alta a migrar para Arujá foram os problemas de trânsito e de segurança nos lugares onde habitavam. A maior parte desses condomínios era, anteriormente, apenas chácaras de final de semana. Com o tempo, as administrações municipais tomaram a decisão política de aprovar somente condomínios de alto padrão. Diferentemente de um dos seus municípios vizinhos, Itaquaquecetuba optou por loteamentos mais simples, voltados para as classes populares. Há a previsão de construção de 500 casas de alto padrão em condomínios até 2010.[6]

Índice de pobreza

Arujá é o município mais rico da Região do Alto Tietê de acordo com a Fundação Seade e o Instituto do Legislativo Paulista da Assembleia Legislativa dos Estado de São Paulo. O município integra o grupo dois na pesquisa que integra todos os 645 municípios do Estado de São Paulo, neste grupo está incluído os municípios mais ricos e também inclui na Região do Alto Tietê os municípios de Mogi das Cruzes e Suzano. A lista é elaborada com base nos indicadores sociais de cada município.[7]

População idosa

O município de Arujá e considerado o melhor da Região do Alto Tietê em relação a qualidade de vida dos idosos, ocupando a 167º lugar do ranking estadual paulista. Os dados são do Índice Futuridade elaborado pela Fundação SEADE e pela Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social. Odesenvolvimento dessa ferramenta teve a colaboração de um grupo consultivo formado por especialistas nas mais diversas áreas de atenção do idoso, que contribuíram para a elaboração de instrumentos para realizar ações voltadas aos idosos e sensibilização em relação ao processo de envelhecimento entre os paulistas.[8]

Demografia

Mapa da região central de Arujá.

Dados do Censo - 2000

População total: 59.185

  • Urbana: 56.630
  • Rural: 2.555
  • Homens: 29.514
  • Mulheres: 29.672

Densidade demográfica (hab./km²): 607,65

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 21,11

Expectativa de vida (anos): 68,64

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,20

Taxa de alfabetização: 92,13%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,788

  • IDH-M Renda: 0,745
  • IDH-M Longevidade: 0,727
  • IDH-M Educação: 0,893

(Fonte: IPEADATA)

Hidrografia

  • Rio Parateí
  • Rio Jaguari
  • Rio Baquirivu-Guaçu

Rodovias

  • SP-56 - Rodovia Albino Rodrigues Neves (trecho Arujá-Santa Isabel), Rodovia Alberto Hinoto (trecho Arujá-Itaquaquecetuba);
  • SP-70 - Rodovia Ayrton Senna - não corta o município, mas é acessada via Itaquaquecetuba;
  • SP-88 - Rodovia Pedro Eroles (Mogi-Dutra);
  • BR-116 - Rodovia Presidente Dutra.

Transportes

A cidade não possui ferrovias, apenas o transporte por ônibus nas linhas municipais, operadas pela Viação Arujá e nas linhas intermunicipais sob gerência da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU), operadas pelo Consórcio Internorte e pelo Consórcio Unileste, além de algumas linhas de responsabilidade da Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (ARTESP), que interligam Arujá a municípios interioranos e litorâneos como Jacareí, São José dos Campos, Igaratá, Nazaré Paulista, Atibaia, Bertioga e São Sebastião.

As empresas que operam no município são:

  • Viação Arujá (Linhas Municipais e Intermunicipais: Itaquaquecetuba - Village, Itaquaquecetuba - Pq. Nossa Sra. das Graças, Arujá - Recanto Primavera; Guarulhos - Bonsucesso e Guarulhos - Shopping Bonsucesso);
  • Viação Transdutra (Guarulhos, Aeroporto de Guarulhos - Term. de Passageiros e São Paulo - Metrô Armênia)
  • Julio Simões (Santa Isabel, Mogi das Cruzes, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba, São Paulo - São Miguel Paulista e São Paulo - Metrô Brás);
  • Pássaro Marron (São Paulo - Term. Rod. Tietê, Mogi das Cruzes, São José dos Campos, Jacareí, Santa Isabel);
  • Breda Serviços (Mogi das Cruzes, Bertioga, São Sebastião, Santa Isabel, Igaratá, Nazaré Paulista, Atibaia).

Educação

O município dispõe de várias escolas de ensino fundamental e ensino médio e uma faculdade particular (Faculdade de Arujá). Há a previsão de construção de uma unidade da Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo no município nos próximos anos.[9]

Existe a Faculdade Latino-Americana de Teologia Integral - FLAM desde 1977 no Bairro Mirante. Começou como instituto Biblia, em 1990 virou STJV Seminário Teológico Jovens da Verdade e em 2001 FLAM.

Administração

  • Prefeito: Abel José Larini (2009/2012)
  • Vice-prefeito: Luiz Alves, o "Luiz Bananeiro" (2009/2012)
  • Presidente da Câmara: Abel Franco Larini, o "Abelzinho" (2010)


Quem nasce em Arujá é arujaense


Fonte: Wikipedia

Produtos em Arujá





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