| Município de Balneário Gaivota | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 29 de dezembro | ||||
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| Fundação | 29 de dezembro de 1995 | ||||
| Gentílico | gaivotense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | João Alberto Bonamigo (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Santa Catarina | ||||
| Mesorregião | Sul Catarinense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Araranguá IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Sombrio, Balneário Arroio do Silva, Passo de Torres | ||||
| Distância até a capital | |||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 147,710 km² | ||||
| População | 7.959 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 45,2 hab./km² | ||||
| Altitude | 7 m | ||||
| Clima | Temperado | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,786 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 39.029 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 6.018,00 IBGE/2005 | ||||
Balneário Gaivota é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 29º09'24" sul e a uma longitude 49º34'46" oeste, estando a uma altitude de 7 metros. Sua população estimada em 2004 era de 6 298 habitantes.
Possui uma área de 151,462 km².
Pela década de 1920, a família do pescador Gildo Coelho, atraída talvez pela beleza de suas praias e pela pesca farta, fixa residência às margens de um pequeno arroio, que atualmente corta o centro da cidade de Balneário Gaivota. Inicia-se assim um pequeno povoado, que logo foi chamado arroio do Gildo. Tinham um vida simples de pescador, tirando do mar, através de equipamentos e técnicas bastante rudimentares, o alimento básico de sua família, o peixe e outros frutos do mar.
O excesso do pescado era levado até a cidade próxima, Sombrio. Lá era vendido e, com o dinheiro adquirido, o restante necessário à sobrevivência do grupo era então comprado: querosene, sal, farinha de mandioca, açúcar, etc. Criavam ainda galinhas, porcos e algum gado bovino.
Com o passar dos anos, por volta de 1940, moradores de Sombrio começaram a construir pequenas casas que serviriam como área de descanso e lazer, especialmente no verão e períodos de férias.
Começa assim a comunidade, antes apenas de pescadores, a surgir como balneário, que tão logo, devido à beleza e permanência de inúmeras gaivotas, começa a ser chamada de Praia da Gaivota.
A primeira casa de veraneio construída foi a de José Quartieiro. Em seguida, outras começaram a surgir, como por exemplo as dos senhores: Ângelo André, Joventino Pereira, Agenor Rocha, etc. Para cá também se dirigem, mais ou menos por esta época, novas famílias de pescadores: a do senhor Damásio, que fixa residência ao norte do então Arroio do Gildo, e José Pedro e Deodomelo Félix, ao sul. Seus moradores, durante muitos anos viveram uma vidinha simples e tranqüila, interrompida apenas durante o verão por estas famílias que aqui construíram suas casas.
Eram famílias descendentes de açorianos e, como a maioria dos portugueses, católicos apostólicos romanos. Com o passar dos anos novos moradores fixaram aqui residência e conseqüentemente a população foi crescendo, chegando no ano de 2000 a um total aproximado de 5 450 habitantes, sendo 2 748 do sexo masculino e 2 702 do sexo feminino. O maior número da população é urbana: 2 977 por 2 473 na zona rural.
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