| Município de Caculé | |||||
|
|||||
| Hino | |||||
| Aniversário | 14 de agosto de 1919 | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | meados de 1854 | ||||
| Gentílico | caculeense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Jose Luciano Santos Ribeiro (2005 – 2008) |
||||
| Localização | |||||
|
|
|||||
| Unidade federativa | Bahia | ||||
| Mesorregião | Centro-Sul Baiano IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Guanambi IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Ibiassucê, Rio do Antônio, Guajeru, Jacaraci, Licínio de Almeida, Caetité, Condeúba | ||||
| Distância até a capital | 782 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 685,914 km² | ||||
| População | 31.193 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 32,3 hab./km² | ||||
| Altitude | 587 m | ||||
| Clima | Semi-árido | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,696 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 89.841 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 4.971,00 IBGE/2006 | ||||
Caculé é um município brasileiro do estado da Bahia, distante cerca de 782 quilômetros da capital. Sua população estimada em 2005 era de 23.557 habitantes.
A lei estadual nº 1.365, de 14 de agosto de 1919, criou o Município de Caculé, com território desmembrado do de Caetité.
A sua instalação ocorreu a 1 de janeiro de 1920. Desta maneira foi o arraial de Caculé elevado à categoria de vila. Em 30 de março de 1938, a vila de Caculé transformou-se em cidade.
O Decreto-lei estadual nº 519, de 19 de junho de 1945, criou a Comarca de Caculé constituída pelo termo único de idêntico nome, desmembrado da de Caetité.
Segundo o quadro administrativo do País, vigorante em 1 de janeiro de 1960, o Município é composto de 4 distritos: Caculé, Ibiassucê, Ibitira e Rio do Antônio.
Índice |
Nas terras que hoje integram o Município de Caculé existiu primeiro a Fazenda Jacaré, de propriedade de Dona Rosa Prates: estendiam-se elas de Jacaré, povoado do distrito de Ibiassucê, até os atuais limites do distrito de Caculé.
Em 1860, Dona Rosa doou um terreno ao Santíssimo Coração de Jesus, para ser erguida uma capela sob essa invocação, no local onde atualmente se ergue a cidade.
A tradição registra que um escravo da fazendeira Manoel Caculé - após a abolição da escravatura passou a morar à margem de uma lagoa existente no local.
Os viajantes que tomavam aquela direção, ao se cruzarem pelo caminho, perguntavam, uns aos outros, de onde vinham e para onde iam, e a resposta era sempre a mesma: lagoa do Caculé. Este nome passou assim a designar o acidente geográfico, depois o povoado e mais tarde estendeu-se a todo o Município
Nós usamos cookies necessários para fazer o nosso site e sua navegação funcionarem. Também gostaríamos de coletar cookies de análise de desempenho e outros que nos ajudem a fazer melhorias medindo como você usa o nosso site. Política de Cookies.
Você pode aceitar todos os cookies clicando em “Aceitar todos” ou rejeitar os que não são necessários clicando em “Rejeitar cookies não necessários”.
Para visualizar e alterar suas preferências, clique em Definições de cookies.