| Município de Canguaretama | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 19 de abril de 1858 | ||||
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| Fundação | |||||
| Gentílico | canguaretamense | ||||
| Lema | Teu maior filho é aquele que mais te ama! | ||||
| Prefeito(a) | Welinson (PDT) (2005 – 2008) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Rio Grande do Norte | ||||
| Mesorregião | Leste Potiguar IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Litoral Sul IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Norte: Vila Flor, Tibau do Sul, Goianinha e Espírito Santo Sul: Mataraca (PB) |
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| Distância até a capital | |||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 245,529 km² | ||||
| População | 30.541 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 122,3 hab./km² | ||||
| Altitude | 10 metros m | ||||
| Clima | Litorâneo | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,6 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 91.199 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 3.084,00 IBGE/2005 | ||||
Canguaretama, município no estado do Rio Grande do Norte (Brasil), localizado na microrregião do Litoral Sul. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), sua população está estimada em 30.000 habitantes atualmente. Área territorial de 276 km².
O primeiro núcleo colonizador foi a aldeia Gramació, fundada em 1743 por um jesuíta, o padre André do Sacramento, situada à margem esquerda e acima uma légua da Barra de Cunhaú. A aldeia Gramació foi elevada a vila com o nome de Vila Flor, em obediência à Carta Régia de 3 de maio de 1755, que transformava em vilas os antigos aldeamentos indígenas.
Com a expulsão dos jesuítas, a sede municipal de Vila Flor foi transferida para o povoado de Uruá, com a denominação de Vila de Canguaretama em 19 de julho de 1858, através da Lei n° 567, criando então, o município de Canguaretama. O nome Canguaretama significa vale das matas, onde há muitas árvores.
A circunscrição religiosa da povoação tinha o nome de Penha, dado pelo missionário capuchinho frei Serafim de Catania e conservada pela Lei Provincial n° 468, de 27 de 1860, para a freguesia.
A vila tinha como base econômica de sobrevivência o comércio do pau-brasil, o plantio da cana-de-açúcar e a pesca. No dia 31 de outubro de 1882, foi instalada a estação ferroviária.
A Lei Provincial n° 955,de 16 de abril de 1885, elevou a sede do município à categoria de cidade, instalada em 18 de setembro do mesmo ano.
A história da região registra o trágico acontecimento chamado Martírio de Cunhaú, ocorrido no Engenho Cunhaú, no dia 16 de julho de 1645: O delegado do Conde Maurício de Nassau, Jacob Rabi, chegou a Cunhaú acompanhado pelos índios Potiguares e Janduís. Durante a missa dominical, celebrada pelo padre André de Soveral, o delegado Jacob mandou os índios invadirem a capela e matarem o padre e todos os devotos. O ataque feroz e de surpresa transformou-se num amplo massacre, que envolveu até os que se encontravam na casa grande do engenho. Apenas três pessoas conseguiram escapar para contar a história.
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