| Município de Canitar | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
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| Fundação | 19 de maio de 1991 | ||||
| Gentílico | |||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Anibal Feliciano (2005 – 2008) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | São Paulo | ||||
| Mesorregião | Assis IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Ourinhos IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | |||||
| Distância até a capital | |||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 57,380 km² | ||||
| População | 4.743 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 74,1 hab./km² | ||||
| Altitude | 508 m | ||||
| Clima | |||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,738 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 19.077 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 4.615,00 IBGE/2005 | ||||
Canitar é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 23º00'23" sul e a uma longitude 49º47'00" oeste, estando a uma altitude de 508 metros. Sua população estimada em 2004 era de 4 016 habitantes. Possui uma área de 57,4 km².
Índice |
A historia de Canitar está intimamente ligada à de Chavantes, a quem pertenceu como distrito desde o desmembramento de Chavantes de Santa Cruz do Rio Pardo, da qual foi esta distrito até 1922. Chavantes foi fundada em 1887 e Canitar se tornou município independente de Chavantes em 1991. Irapé, mais ao sul, e com fronteira com o Estado do Parana', é o distrito do qual surgiu Chavantes e consequentemente Canitar. E' maior que Canitar e provavelmente mais populoso também, mas por ser Canitar mais a SO da sede do município de Chavantes, e mais próxima de Ourinhos, a sede da comarca e mesorregião, talvez tenha aspirado sua independência, principalmente por ser grande produtora de cana-de-açúcar e estar mais próxima da Usina São Luis de Ourinhos, bem como de mais facilidades para o escoamento de seu principal produto através de estradas de rodagem e ferrovias, pelas quais Ourinhos é conhecida.
Canitar foi fundada por causa da construção da estação de trem em 1910. Na mesma época foram construídas as estações de Santa Cruz do Rio Pardo e de Sodrelia. No local havia indígenas, Xavantes, que de um dia para o outro viram que chegavam pessoas para a construção. Mesmo com a área tendo fazendas e muita gente trabalhando eles se sentiam seguros no espaço que estavam. Quando da passagem da primeira maquina, tentaram parar com cordas feitas de cipó, amarrados ao corpo. Como foram arrastados e muitos mortos, resolveram ir-se. Foram em direção norte e o que não conseguiram levar, quebraram como foram encontradas provas, cântaros, panelas quebradas na beira do Rio Pardo, por exemplo no sitio de Joaquim Luiz. Quando foi anunciada a construção de Canitar, nas terras de Joaquim Bernardo de Mendonça, ele resolveu lotear a terra envolta, para formar uma cidade. A primeira casa foi construída por Joaquim Venâncio, Marciliano Venâncio, empregados de Joaquim B. Mendonça; por José Rita Graciano, morador do Poção; João Costa, que se casou com a cunhada do primeiro telegrafista. Esta casa foi de Antônio Sota, casado com Mariana, irmã mais velha de Zeca Teodoro, filha de Joaquim José. Depois vieram os povoadores: turcos, Miguel Habib, Miguel Farah (morto em frente ao armazém da estação), Azizo, Jorge Maluf; o português, Manoel Fernandes Cabete; Evaristo Saraiva (onde é o Nicola Gimenez), Gabriel Ligeiro, Domingos Torres (casa onde foi a antiga escola). A primeira casa era pequena e de pau a pique e Mariana pediu a seu marido para construir uma maior na esquina, que depois foi comprada por Joaquim B. Mendonça, para dar de presente a sua irmã Maria Bernardo, viúva, que ai se suicidou. Era mãe de Joaquim Martins, casado com Frauzina, este pai de Francisco Martins, casado com Enedina Inácio, filha de Ana e Zeferino Inácio, hoje nome da praça de Canitar. Esta casa depois foi alugada para Luis Vara, pai de Pedro Vara e em seguida vendida por Joaquim Martins, para Luiz Gimenez, cuja família ainda mantém o terreno. A segunda casa foi a de Gabriel Ligeiro, onde junto construiu uma pequena lojinha, a primeira de Canitar. Ele saiu com um burrico vendendo e trocando mercadorias com os sitiantes e pessoas que viviam no campo. E sua esposa fazia pão e comida para vender quando o trem parava em Canitar. Na época da fundação os sitiantes conhecidos eram Joaquim Jose, Joaquim Pedro, Beloto, Espírito Santo. Os fazendeiros dessa época eram: Joaquim Bernardo de Mendonça; Alberto Cintra - Fazenda S.Bento e Santa Lucia; Joaquim Cintra (Quinzinho) – Fazenda Bicudo; Antonio Leite (Tunico) – Fazenda Lageadinho (casado com a irmã dos Cintra, Lucia, por isso foi dado o nome a fazenda S. Lucia, que era filha de Leo Barbosa, dono da Santa Otalia); Joaquim Luiz – Fazenda Barreirinho, onde é a Ponte Preta; José Ventura e SinhAna Ventura – Fazenda Poção. Os fazendeiros de Chavantes por volta de 1910 eram Osório Bueno e Azarias Bueno, pai de Benedito, Olegário Bueno e Morena, mulher de Manoel Marques; Julio Silva. Em Irapé, fazendeiros Major Cobra e Onça, viram crescer a cidadezinha, que estava na divisa do estado e servia de segurança, para possíveis invasões vindas do sul. Como Chavantes, que nasceu de Irape, cresceu mais, Irapé e depois Canitar ficaram sendo seus distritos.
Principal Atividade econômica: agricultura (com predomínio de cana-de-açúcar, café, milho, arroz, feijão e soja)
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