| Município de Carnaubais | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 18 de Setembro | ||||
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| Fundação | 1963 | ||||
| Gentílico | carnaubaense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Luizinho Cavalcante (PSB) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Rio Grande do Norte | ||||
| Mesorregião | Oeste Potiguar IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Vale do Açu IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | |||||
| Distância até a capital | 203 km km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 529,835 km² | ||||
| População | 9.712 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 16,4 hab./km² | ||||
| Altitude | m | ||||
| Clima | |||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,651 (RN: 49°) – médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 48.968 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 5.694,00 IBGE/2005 | ||||
Carnaubais é um município no estado do Rio Grande do Norte (Brasil), localizado na microrregião do Vale do Açu. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano 2003 sua população era estimada em 8.393 habitantes. Área territorial de 530 km².
História de Carnaubais
Foi Antônio Pereira de Albuquerque o primeiro habitante de uma localidade, onde situava-se uma área com vista ampla, verde e bela, com muitas carnaubeiras ao redor e com boa terra para cultivar. Logo depois chegava Abel Alberto da Fonseca que iniciou as primeiras construções, se tornando pioneiro na organização urbana da povoação que estava nascendo.
Através da participação de figuras dedicadas a comunidade o povoado começou a se desenvolver, e entre elas destacaram-se o Monsenhor Honório, primeiro vigário, a professora Adalgisa Emídia da Costa, a incentivadora cultural Celina Moura e Olavo Lacerda Montenegro, que lutou pela sua emancipação política.
Em 18 de setembro de 1963, através da Lei nº 2.927, Carnaubais desmembrou-se de Assu. Após onze anos de sua emancipação política enfrentou sua mais terrível batalha, a luta contra a fúria das águas. Em 1974, uma enchente destruiu a cidade e a população ficou desabrigada. Apesar do sofrimento o povo resistiu e com a participação dos Governos Federal, Estadual e Municipal, a cidade foi reconstruída em outro local.
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