| Município de Colônia Leopoldina | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 16 de julho de 1901 | ||||
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| Fundação | 1852 | ||||
| Gentílico | leopoldinense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Cássio Alexandre (PDT) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Alagoas | ||||
| Mesorregião | Leste Alagoano IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Mata Alagoana IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | a norte com o Estado de Pernambuco, a sul com Joaquim Gomes, a leste com Novo Lino e a oeste com Ibateguara. | ||||
| Distância até a capital | 84,13 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 295,7 km² | ||||
| População | 20.181 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 65,5 hab./km² | ||||
| Altitude | 140 m | ||||
| Clima | Tropical Chuvoso com verão seco As´ | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,578 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 84.325 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 4.694,00 IBGE/2005 | ||||
Colônia Leopoldina é um município brasileiro do estado de Alagoas. Sua população estimada em 2004 era de 17.880 habitantes.
O nome anterior da cidade era Colônia Militar. O nome atual da cidade tem origem em uma visita do Imperador Dom Pedro II acompanhado da princesa Leopoldina. A passagem pode ser comprovada pela construção de um marco e o plantio de duas castanheiras, que existem até hoje.
Situada no Vale do Rio Jacuípe, próximo à Serra do Teixeira, a primitiva povoação surgiu no começo do século XIX. Sabe-se que o território chegou a pertencer a Porto Calvo até 1901. A partir de 1852, com a instalação da colônia militar efetivou como povoado.
A colônia foi criada com festa e com a presença do presidente da província de Alagoas, José Bento da Cunha Figueredo. A história não registra os motivos para a instalação da colônia militar. Os antigos moradores contam que o objetivo era combater e exterminar o banditismo que dominava as matas de Porto Calvo. O primeiro comandante e diretor-fundador da colônia foi o tenente João da Gama Lobo Bentes. A colônia também foi dirigida por Olavo Elói Pessoa da Silva e pelo alferes Augusto Pereira Ramalho.
Em 5 de janeiro de 1860 a colônia recebeu o Imperador Dom Pedro II. A passagem de Dom Pedro consolidou o povoado e se tornou fato histórico. A antiga casa da diretoria onde se hospedou o Imperador existe até hoje. Quando a colônia militar foi extinta, em 1867, Leopoldina continuou sob a jurisdição de Porto Calvo e logo depois entrou em decadência. A Lei 372, de 1861, criou o distrito de Leopoldina e uma outra lei, em 1901, elevou-o à vila e depois município. Isso contribuiu para que a antiga colônia voltasse a progredir. Em 1923, passou à condição de cidade.
A freguesia foi criada sob as bênçãos de Nossa Senhora do Carmo, mas a comunidade festeja, também, São Sebastião, São João e São Pedro. Além das festas cristãs, a Colônia comemora também sua emancipação no dia 16 de julho.
População Total do Município era de 17.493,00 de habitantes, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE (2000).
Sua área é de 287,46 km² representando 1,04 % do Estado, 0,02 % da Região e 0,00 % de todo o território brasileiro.
Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,578, segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000).
Área Territorial: 295,7 km² Fonte: IBGE
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