| Município de Coqueiro Baixo | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
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| Fundação | |||||
| Gentílico | |||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Verissimo Caumo (2005 – 2008) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Rio Grande do Sul | ||||
| Mesorregião | Centro Oriental Rio-grandense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Lajeado-Estrela IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | |||||
| Distância até a capital | |||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 112,322 km² | ||||
| População | 1.610 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 13,8 hab./km² | ||||
| Altitude | m | ||||
| Clima | |||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | Erro de expressão: Operador >= inesperado | ||||
| PIB | R$ 10.331 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 6.644,00 IBGE/2005 | ||||
Coqueiro Baixo é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Sua população estimada em 2008 era de 1.610 habitantes.
É um município da Região Alta do Vale do Taquari, desmembrado do município de Nova Bréscia e Relvado, através da Lei Estadual n.º 10.765, de 16 de abril de 1996 e instalado em 1.º de janeiro de 2001.
Índice |
O nome Coqueiro Baixo originou-se em 1850, quando chegaram os primeiros habitantes, as famílias de Antônio Gotardi, viúva Luiza Sbaraini, José Zanata, Bertinho Justa, Miguel Just, Pedro Weit, Antônio Propício e Noratino Propício, por existir nesse local muitos coqueiros. Dizem os antigos habitantes que o nome Coqueiro Baixo está vinculado à criação de gado e açougueiros que naquela época eram muitos na localidade e arredores. Baixo, teria surgido por existir um coqueiro baixo, de tronco bem grosso, junto a um arroio, hoje denominado de Arroio Coqueiro Baixo e que banha o município.
O local onde existia o coqueiro fica na bifurcação, hoje, da Rua Vicente Mânica com a Avenida Itália, sendo o ponto de referência para descanso, ou para narrar as viagens dos viajantes, tropeiros, mascates que transitavam pela localidade, com suas tropas de mulas e burros vindos de outras regiões, tais como de Putinga, Arvorezinha, Relvado e arredores. Seu destino era Lajeado, na época o maior centro para comercializar os produtos agrícolas, tais como banha, salames, copas, mel, nozes e outros produtos produzidos pelos primeiros desbravadores. Em seu retorno, eles traziam produtos manufaturados (industrializados), sal, açúcar, fazendas, ferramentas e utensílios usados nas lavouras e na alimentação das famílias.
A economia coqueirense é essencialmente baseada no setor primário, destacando no setor agrícola as culturas de milho, feijão, fumo e produtos de subsistência familiar, e na pecuária o setor avícola, com a produção de frangos de corte, principal fonte de renda. O setor secundário ainda encontra-se em fase de implantação, possuindo apenas moinhos coloniais e pequenos alambiques, enquanto que no setor terciário a população está servida por comércio de produtos alimentícios, confecções, transportes, farmacêuticos, postos de combustíveis, oficinas mecânicas e outros serviços oferecidos pelo Poder Público, como: escolas, unidade sanitária, Brigada Militar, correio e telefonia. O município também é servido pelos serviços do Banco Sicredi.
A topografia de Coqueiro Baixo é bastante acidentada, caracterizada por relevo montanhoso, com clima subtropical úmido, predominando a vegetação com florestas subtropicais e matas exóticas (eucalipto, acácia negra e araucárias).
Atualmente o município possui uma área de 112,33 km², com uma população 2071 habitantes (conforme Diário Oficial do Estado) e de 1.601 (conforme Censo 2000 IBGE), sendo que 30% residem na zona urbana e 70% na zona rural, distribuídas entre 16 comunidades assim elencadas: Linha Alegre Baixa, Linha Alegre Alta, Linha Pilão Alto, Linha Pilão Baixo, Linha Pilãozinho, Linha Arroio da Laje, Linha Pedras Brancas, Linha Pedras Brancas Alta, Linha São Luis, Linha Garibaldi, Linha Arroio Bonito, Linha Coqueiros (Três Reis), Linha Nossa senhora das Dores, Linha Coqueiro Alto, Linha Caçador e Coqueiro Baixo (sede).
A colonização italiana deixou marcas em todas as comunidades do município. Isso é percebido pelas edificações de igrejas e de vários capitéis religiosos que manifestam também a fé pelo catolicismo pregado até hoje pela maioria da população. As marcas da colonização também se expressão na alimentação, no modo de falar, viver e principalmente nas diversões, destacando o Festival da Canção Italiana.
O município possui três escolas municipais de ensino fundamental, duas escolas municipais de educação infantil, além de quatro escolas estaduais de ensino fundamental. Além disso, auxilia os estudantes de ensino médio e universitário, uma vez que o município não possui esses níveis de ensino em seu território.
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