| Município de Cordeiro | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
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| Fundação | 31 de dezembro de 1943 (66 anos) | ||||
| Gentílico | cordeirense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Silvio Abreu Daflon (PDT) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Rio de Janeiro | ||||
| Mesorregião | Centro Fluminense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Cantagalo-Cordeiro IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Bom Jardim, Cantagalo, Duas Barras, Trajano de Moraes e Macuco | ||||
| Distância até a capital | 190 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 116,044 km² | ||||
| População | 19.902 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 172,1 hab./km² | ||||
| Altitude | 485 m | ||||
| Clima | Tropical de Altitude Cwa | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,789 (18º) – médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 129.982 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 6.577,00 IBGE/2005 | ||||
Cordeiro é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro. Localiza-se a uma latitude 22º01'43" sul e a uma longitude 42º21'39" oeste, estando a uma altitude de 485 metros. Sua população estimada em 2009 era de 19.902 habitantes. Possui uma área de 116,38 km².
Índice |
Inicialmente ocupada por índios goytacazes e coroados, a região de Cordeiro constou como rota para os colonos que se aventuravam à procura de ouro e pedras preciosas no interior da colônia, no final do século XVIII. A colonização de Cordeiro teve origem à margem esquerda do Rio Macuco, próximo da fazenda Cordeiro, propriedade do bandeirante Manoel Rosendo Cordeiro, que cedeu parte de suas terras para a trilha de ferro Cantagalo. Em 1883, novos fluxos de colonização, lavradores e artífices chegaram à região, dando origem ao pequeno núcleo. O desenvolvimento da localidade proporcionou a criação, em 1890, do distrito de Cordeiro, subordinado ao município de Cantagalo.
O progresso apresentado pelo distrito motivou a criação do município de Cordeiro, em 1891, sendo a sede municipal elevada à categoria de vila. No entanto, essa autonomia durou pouco tempo, retornando o município de Cordeiro a sua antiga situação de distrito de Cantagalo. Em 1920, Cordeiro já era o mais importante centro comercial da região Centro-Norte Fluminense.
Esse fato determinou a instalação de um parque industrial, que teve início em 1922 com a Fábrica de Tecidos Nossa Senhora da Piedade. Em 1936, Cordeiro foi elevada à categoria de sub-prefeitura, no governo do Almirante Protógenes Guimarães. Data, verdadeiramente, daí, o grande desenvolvimento de Cordeiro, com a execução de inúmeros serviços, dentre os quais se destacam os melhoramentos nos serviços de abastecimento de água, construção de várias linhas de esgoto, pontes, praças públicas, jardins, avenidas e etc.
A reintegração na categoria de município somente realizou-se em 1943. Cordeiro era uma área eminentemente agrícola, cultivando, sobretudo café, que aos poucos foi substituído pela pecuária. O município se tornou centro urbano de importância, em nível regional, pois, apesar da implantação das indústrias de cimento ter sido em Cantagalo, a maioria dos trabalhadores reside em Cordeiro.
A ocupação do núcleo urbano se processou em torno da antiga estação ferroviária. A expansão deu-se em direção às áreas planas nas margens do Rio Macuco, ao longo da linha férrea e em direção às principais vias de acesso.
No aspecto turístico, Cordeiro é conhecida em todo o estado como a “Cidade Exposição”, devido à fama da exposição agropecuária, industrial e comercial que todos os anos acontece no Parque Raul Veiga, um dos melhores do país. Além dos tradicionais concursos de animais, dos quais participam bovinos e eqüinos de todos os cantos do Brasil, os grandes shows atraem milhares de pessoas. A média diária de público atinge a casa de 10 mil pessoas.
A mais antiga exposição do país, inaugurada pela primeira vez em 1921, já serviu de palco para grandes nomes da música brasileira. Apesar de ainda não contar com uma rede hoteleira de grande porte, a cidade recebe muitos visitantes nos finais de semana. Os pontos turísticos são poucos ainda.
Conhecido no estado como “Berço de Artistas”, Cordeiro possui talentosos filhos. O saudoso pianista Henrique Duprat é um deles. Atualmente destacam-se artistas plásticos, compositores, cantores, músicos, artesãos, poetas e escritores. Nos concursos e festivais os filhos talentosos sempre elevam o nome da “Cidade Exposição”. Vários projetos são desenvolvidos, acontecendo em especial nos dois centros culturais locais, o Ione Pecly e a Sociedade Musical Fraternidade Cordeirense.
Depois de resgatado, o carnaval de Cordeiro voltou a ser o melhor de toda a região, recebendo um número expressivo de visitantes. Os desfiles de blocos e escolas de samba e os bailes de rua são os pontos altos da festa.
Os amantes do contato com a natureza também podem desfrutar de vários pontos turísticos de rara beleza. No centro da cidade o destaque é a Mata do Posto, um pedacinho de Mata Atlântica em contato com a civilização. Lá se pode praticar caminhadas e passeios em contato com a natureza.
A pedra do Campanati é outro ponto interessante, pois além do maravilhoso visual, permite a prática de esportes radicais, como o parapente e o rapel.
Cordeiro ainda possui belíssimas fazendas centenárias, clubes sociais muito bem localizados, cachoeiras e mais uma série de atrativos para os visitantes.
JANEIRO:
FEVEREIRO:
MARÇO:
MAIO:
JUNHO:
JULHO:
AGOSTO:
SETEMBRO:
OUTUBRO:
NOVEMBRO:
DEZEMBRO:
A frota é composta por 826 automóveis, 5 micro-ônibus, 21 ônibus, 40 caminhões, 30 motocicletas [bicicletas]
Partindo da rodoviária Novo Rio, seguirá rumo à Ponte Rio–Niterói, percorrendo 14 km até a praça de pedágio. Depois, em direção à esquerda pela auto estrada Niterói-Manilha, serão percorridos 25 km até o trevo de Manilha, onde o melhor fica sendo passar por fora de Itaboraí, e pegando a estrada à direita, evitando assim os quebra-molas, e seguindo pela RJ-116, (rodovia privatizada, possuindo 4 praças de pedágio ao longo de seu curso, uma em Itaboraí, uma em Cachoeiras, uma em Friburgo e uma em Cordeiro) rumo à Venda das Pedras, passando pelas localidades de Papucaia, Japuíba até chegarmos em Cachoeiras de Macacú.
Após Cachoeiras de Macacú, passará pela 2ª praça de pedágio em Boca do Mato e subirá os 24 km da Serra de Friburgo, podendo contemplar belas paisagens naturais durante o seu trajeto, e andando mais 8 km você vai chegar em Muri, e com mais 6 km chegará ao centro de Nova Friburgo, onde deverá ter bastante atenção ao passar pelo trevo do Paysandú (ponto onde o trânsito segue várias direções), onde vai seguir rumo ao centro pelas Avenidas Comte Bittencourt e conseqüentemente a Presidente Costa e Silva, em direção a Conselheiro Paulino, para retomar a RJ 116, onde irá andar mais 5,3 km até a praça de pedágio de Furnas, e até chegar a Bom Jardim, você irá percorrer mais uns 10 km.
Continuando pela RJ 116, andará aproximadamente uns 3 km, passará pelo posto da Polícia Rodoviária Estadual e mais uns 2 km adiante pelo trevo de Duas Barras, mantendo-se na RJ 116 e seguirá em direção a Monnerat, que percorrendo mais uns 3 km chegará à última praça de pedágio já em Cordeiro. Após o pedágio, existem dois trevos, devendo seguir à esquerda em ambos. Entrando à esquerda no primeiro, chegará em Cordeiro passando pelo bairro Dois Valles, devendo seguir em frente até chegar ao Centro. Seguindo à esquerda no segundo trevo, entrará em Cordeiro passando ao lado do bairro Santa Tereza, chegando diretamente ao Centro da cidade.
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