| Município de Dores do Rio Preto | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
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| Fundação | 7 de abril de 1964 (46 anos) | ||||
| Gentílico | riopretense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Cláudia Martins Bastos (PSDB) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Espírito Santo | ||||
| Mesorregião | Sul Espírito-santense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Alegre IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Guaçuí, Ibitirama, Divino de São Lourenço (ES), Caiana, Espera Feliz (MG), Porciúncula (RJ). | ||||
| Distância até a capital | 247,00 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 153,106 km² | ||||
| População | 6.293 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 44,9 hab./km² | ||||
| Altitude | 774 m | ||||
| Clima | Tropical de Altitude Cwb | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,769 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 39.689 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 5.866,00 IBGE/2005 | ||||
Dores do Rio Preto é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Sua população estimada em 2004 era de 6.662 habitantes. É um dos municípios de acesso ao Pico da Bandeira, 3° maior pico do país, com 2892m, no Parque Nacional do Caparaó pelo lado capixaba, que tem subida com nível de dificuldade menor e urbanização que facilitam movimentação e acampamento.
Índice |
O começo do povoamento do município de Dores do Rio Preto, é do final do século XIX e início do século XX. Seu primeiro nome foi Vila Divisa, cujo terreno foi doado por Firmino Domingos Dias e pertencia ao município de Guaçuí.
Em 1912 foi construída a Estrada de Ferro Leopoldina que ligava Vila Divisa aos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Esta ferrovia ajudou muito para o desenvolvimento e o progresso local.
No período de 1912 a 1950, o distrito viveu seu apogeu comercial com a exportação de madeiras e de cereais.
Em 30 de dezembro de 1963 foi criado o município de Dores do Rio Preto, através da Lei nº 1.914, sendo fundado no dia 7 de abril de 1964. Sua denominação foi dada em homenagem a padroeira Nossa Senhora das Dores e ao Rio Preto, que banha a cidade.
Dores do Rio Preto foi palco da Guerrilha do Caparó, instabilidade política ocorrida em 1964, período em que começou a Ditadura Militar no Brasil. Em 1967 as forças armadas montaram um esquema tático para capturar ex-militares que faziam parte do grupo revolucionário e que estavam refugiados no Parque Nacional do Caparaó. O exército usou como base de acampamento todos os municípios vizinhos, assim como Dores do Rio Preto.
O primeiro prefeito do município foi o Sr. Wlademiro Azevedo Carvalho e o segundo, o Sr. Manoel Cardoso Martins, ambos nomeados pelo Governador do Estado, Francisco Lacerda de Aguiar.
A 1ª eleição no município data de 1966 quando o Augusto Otaviano foi eleito prefeito.
A sede do município fica a 774m, porém alguns pontos da cidade chegam a 2892m, porém há algumas áreas mais baixas próximas ao Rio Preto, que são exploradas para a agricultura.
O clima é tropical de altitude, da variação Cwb, a temperatura média anual é de 19.2°C, sendo as mínimas médias no mês mais frio (julho) de 9.9°C e as máximas médias do mês mais quente (março) de 28,3°C.
Faz parte da Bacia Hidrografia do Rio Itabapoana. O Principal rio é o Rio Preto, que nasce na Serra do Caparaó, contorna o município, dividindo o Espírito Santo de Minas Gerais. O Rio Preto é um afluente do Rio Itabapoana.
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