| Município de Formosa do Rio Preto | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 22 de dezembro | ||||
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| Fundação | 1961 | ||||
| Gentílico | formosense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Manoel Afonso de Araujo (PMN) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Bahia | ||||
| Mesorregião | Extremo Oeste Baiano IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Barreiras IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Santa Rita de Cássia, Mateiros, Riachão das Neves, Cristalândia do Piauí, Sebastião Barros | ||||
| Distância até a capital | 1026 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 16.185,171 km² | ||||
| População | 22.171 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 1,3 hab./km² | ||||
| Altitude | m | ||||
| Clima | |||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,646 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 264.311 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 13.159,00 IBGE/2005 | ||||
Formosa do Rio Preto é um município brasileiro do estado da Bahia. Em 1º de Julho de 2009, sua população era estimada em aproximadamente 22.171 habitantes.
É o município baiano mais distante de sua capital. Entre Salvador e Formosa são 1026 km.
O território integrava o sertão de Pernambuco. Seu povoamento iniciou-se na primeira metade do século XIX por aventureiros procedentes do Piauí, à procura de ouro e pedras preciosas numa região habitada pelos índios aimorés. Estabelecendo-se à margem esquerda do rio Preto, dedicaram-se à criação de gado e à agricultura de subsistência, formando o povoado de Formosa, que se tornou ponto de pouso para tropeiros e viajantes em trânsito para o Piauí, norte de Goiás (atual Tocantins), além do sul do Maranhão.
Em 1840, criou-se o distrito subordinado ao município de Santa Rita do Rio Preto. Em 1943, mudou-se o nome para Itajuí (que significa pedra bonita) e, em 1953, para Formosa do Rio Preto, em razão da sede municipal localizar-se à margem do Rio Preto. Somente em 1961 o município se emancipou.
Agricultura (1º produtor baiano de soja, 6º produtor baiano de arroz, 12º produtor baiano de milho, 1º produtor baiano de Algodão (tem o melhor algodão do mundo) e 37º produtor baiano de feijão).
Na pecuária destacam-se os rebanhos de asininos, bovinos e equinos. Conforme registros na JUCEB, possui 43 indústrias, ocupando o 98º lugar na posição geral do Estado da Bahia, 476 estabelecimentos comerciais, 103º posição dentre os municípios baianos.
Seu parque hoteleiro registra 96 leitos.
Registro de consumo elétrico residencial (kwh/hab): 77,53 - 202º no ranking dos municípios baianos.
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