| Município de Guaratinguetá | |||||
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" Atenas do Vale do Paraíba" "Município das Garças Brancas" |
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| Hino | |||||
| Aniversário | 13 de junho | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 13 de junho de 1630 | ||||
| Gentílico | guaratinguetaense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Antônio Gilberto Filippo Fernandes Junior (DEM) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | São Paulo | ||||
| Mesorregião | Vale do Paraíba Paulista IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Guaratinguetá IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Campos do Jordão, Delfim Moreira, Piquete (N), Cunha, Lagoinha, Aparecida, Potim (S), Pindamonhangaba (O) e Lorena (L) | ||||
| Distância até a capital | 176 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 751,443 km² | ||||
| População | 113.357 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 150,4 hab./km² | ||||
| Altitude | 530 m | ||||
| Clima | tropical de altitude | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,818 elevado PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 1.618.565 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 14.494,00 IBGE/2005 | ||||
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Guaratinguetá é um município brasileiro do estado de São Paulo, localizada na região do Vale do Paraíba, sede de microrregião e um dos pólos sub-regionais do Brasil. Sua microrregião vive um processo de urbanização e pode ser elevada a Região Metropolitana. O município é uma dos mais importantes do Vale do Paraíba e é um município turístico, industrial e comercial.
Nasceram no município várias personalidades tais como Frei Galvão, primeiro santo brasileiro, Dilermando Reis, músico e violonista, Rodrigues Alves, Presidente do Brasil, Euríclides de Jesus Zerbini, médico cardiologista e pioneiro no transplante de coração no Brasil.
Nas terras de Guaratinguetá foi achada a imagem de Nossa Senhora de Aparecida, o local hoje deu origem ao município de Aparecida.
É conhecida na região pela tradição da comemoração do Carnaval, iniciado no município pela tradição portuguesa do entrudo. Atualmente o município possui desfiles de escolas de samba e blocos canavalescos.
Índice |
Guaratinguetá é um importante centro de comércio e serviços da região do fundo do Vale do Paraíba, atraindo pessoas dos municípios vizinhos e do sul de Minas Gerais. É também, a segunda melhor economia e uma dos maiores municípios da região com relação à população. Além disso, possui o melhor índice de distribuição de renda de sua região e baixos índices de criminalidade. Se destaca, também, por ser uma das mais industrializadas de sua região, e por ter sido pioneira nessa atividade econômica. Ela abriga o maior complexo químico da América Latina, a BASF. Além das indústrias químicas, destacam-se no município as indústrias dos setores: têxtil, alimentício, de laticínios e de metal-mecânico. Apesar da indústria dar destaque ao município, não é ela o setor econômico que mais emprega no município. O setor de comércio e serviços é o que gera a maior quantidade de empregos para a população.
O município ganha destaque por ser um importante ponto turístico de caráter religioso, juntamente com o município vizinho de Aparecida. Juntas movimentam grande quantidade de turistas durante o ano. Guaratinguetá, juntamente com os municípios vizinhos Aparecida e Cachoeira Paulista, desenvolveu o Circuito da Fé, na tentativa de ampliar seu setor turístico. O turismo também vem se diversificando com o passar do tempo, o município hoje, apresenta também roteiros turísticos Urbanos, Históricos e Ecológicos.
É diferenciada por sua riqueza histórica, já foi no passado, apelidada de Atenas do Vale do Paraíba devido ao seu importante peso sócio cultural, principalmente exercido no período de 1920 a 1960. O município após a instalação da Escola Normal na década de 1920, passou a atrair professores e estudantes de diversas regiões do estado e de Minas Gerais, o que gerou um grande crescimento de espaços artísticos, culturais e sociais no município. Possui vários representantes nos ramos da pintura, poesia e principalmente da música.
Foi um dos principais municípios produtores de café, além de ter sido uma das maiores bacias leiteiras do país. Ela possui, ainda, inúmeros casarões da época colonial, que contrastam com os prédios e casas da atualidade.
Seu município possui a área urbana praticamente toda em planícies, sendo recortada em alguns bairros por colinas e morros. O principal rio que recorta o município, o rio Paraíba do Sul, já foi responsável pelo escoamento da produção de café em tempos anteriores, hoje em dia serve, apenas, para traçar as divisas políticas-administrativas.
O município é recortado pela Rodovia Presidente Dutra, sendo esta responsável pela recuperação econômica de todo o Vale do Paraíba; é recortada também por rodovias como SP-171, que liga Guaratinguetá ao município de Cunha; SP-62, que liga o município a Lorena; BR-459, partindo de Lorena, ligando o município ao sul de Minas Gerais, entre outras.
De origem indígena, em língua Tupi-guarani Guaratinguetá significa "Terra das Garças Brancas" (guará=garça, tinga=branca e eta=muito). Muitos confundem o significado do nome com "Reunião das Garças Brancas", o que é errado. Recebeu esse nome pela grande quantidade de garças existente nos domínios do município. Guaratinguetá, mais conhecida como "Guará", também é facilmente confundida com o município de Guará no interior do Oeste paulista.
Guaratinguetá durante seus 378 anos de existência, recebeu diversos apelidos, alguns como:
É como é chamada na sua região por ser um importante polo comercial e industrial, abastecendo comercialmente municípios vizinhas e do sul de minas. Além disso o município é uma das maiores da região, tanto em população como em importância econômica. O alto indicador social também contribuiu para tal título.
Foi o título dado ao município principalmente ente 1920 e 1960, por causa da instalação da Escola Normal, na época uma das poucas do interior do Brasil. Com isso outras instituições de ensino se instalaram no município, trazendo professores e estudantes para o município. Outro fator que influenciou esse apelido foi a grande quantidade de eventos culturais que haviam na época como: o Clube Literário, as serenatas, cabarets, o Centro Social, os Grêmios, os Hipódromos, os teatros e os cinemas.
É como Guaratinguetá é conhecida por muitos. Por ser o município mais velho do Vale do Paraíba e terra natal de muitas personalidades artísticas como Dilermando Reis e Bonfiglio de Oliveira, Guaratinguetá é considera o município mais rico em cultura na região, por isso recebeu esse apelido.
Como o nome do município é grande: Guaratinguetá, para ficar mais fácil de se falar, os moradores e visitantes preferiram falar apenas Guará; o que muitas vezes gera confusão com o município de Guará, no Oeste paulista.
Garça do Vale é o apelido dado o município de Guaratinguetá pela grande quantidade de garças brancas no município. Hoje esse apelido também está ligado ao time de futebol do município que recebeu o apelido do município: A Garça do Vale.
Desde de o início de seu povoamento, em 1600, Guaratinguetá teve em seu território uma grande quantidade de garças que marcavam a paisagem. Os índios dominavam as terras do município até a chegada dos brancos; estes chegam ao município em 1628, através da doação a Jacques Félix e seus filhos, de terras no Vale do Paraíba. Em torno da antiga capela de Santo Antônio, hoje a Catedral do município, é que se desenvolveu o município de Guaratinguetá. No ano de 1651, foi elevada a Vila, pelo Capitão Domingos Luiz Leme.
Por sua localização, Guaratinguetá era ponto de passagem para Minas Gerais e para as vilas de Taubaté e São Paulo, além de ser ponto de partida para Parati. Durante as primeiras décadas do século XVIII, o município teve importante participação no ciclo do ouro em Minas Gerais. Foi o principal centro abastecedor do território mineiro, e para lá mandou vários bandeirantes, juntamente com os bandeirantes de Taubaté e de Pindamonhangaba. Nessa época o município recebeu uma Casa de Fundição de Ouro, que mais tarde foi transferida para Parati. A economia não era desenvolvida, e estava voltada para o comércio de beira de estrada.
Morgado de Mateus, Governador da Capitania na época, no ano de 1765 nomeou Guaratinguetá para ser sede do "Segundo Grupo de Infantaria" e do "Segundo Corpo de Dragões de Guaratinguetá e Vilas do Norte".
No século XVIII, também foi achada no Rio Paraíba a imagem de Nossa Senhora Aparecida, hoje Padroeira do Brasil. Em 1739, nasce em Guaratinguetá, Antônio Galvão de França, Frei Galvão, primeiro santo brasileiro. Neste século novos templos religiosos se ergueram na cidade como é o caso da "Igreja de Nossa Senhora do Rosário".
No final do século XVIII, Guaratinguetá perde uma grande parte de seu território, com a emancipação do município de Cunha. Ainda assim, a economia do município começa a se desenvolver, junto com o plantio da cana-de-açúcar e produção de açucar, que passa a ser a principal fonte de renda de Guaratinguetá. Por consequência, Guaratinguetá se tornou uma das principais vilas da Capitania de São Paulo.
O café foi no século XIX, a principal atividade econômica do município, do Vale do Paraíba e Brasil, ocasionando o declínio dos engenhos de cana-de-açúcar. O desenvolvimento do café atinge em 1886, apenas em Guaratinguetá, 350 mil arrobas anuais. Junto com o progresso do café, vem o desenvolvimento econômico, político, social e urbano à vila, que em 1844 era elevada a categoria de cidade, e, logo depois, no ano de 1852 à categoria de comarca.
A população da cidade aumentou com a vinda de escravos, que trabalhavam nas plantações. A cidade começou a viver um período de embelezamento com a iluminação das ruas através dos lampiões, e perto da igreja Matriz, foi instalado um gasômetro para a iluminação do templo.
Nessa época chegam a cidade as primeiras escolas para moças, e em 1858 é inaugurado o jornal "O Mosaico", tornando Guaratinguetá a primeira cidade do Vale do Paraíba a ter um jornal. O comércio teve grande desenvolvimento, trazendo mercadorias importadas da Europa para a cidade, mercadorias trazidas através do porto de Parati.
Por duas vezes a cidade foi visitada pela Família Imperial, em 1868 e em 1884. Em 1860, a cidade envia para a Guerra do Paraguai, voluntários da Pátria, Guardas Nacionais e escravos oferecidos a serviço de guerra.
Em 1869, Guaratinguetá recebe a Santa Casa de Misericórdia, regida na época pela Irmandade dos Passos, que também em 1855 tinha dado origem ao Cemitério dos Passos.
A estrada de Ferro é inaugurada na cidade em 1877, ligando Guaratinguetá à Corte do Rio de Janeiro e a São Paulo. Data da mesma época a criação de um Clube Republicano, junto à intensa atividade abolicionista.
Funda-se em 1882 o "Clube Literário de Guaratinguetá" e a "Banda Municipal da União Beneficente".
Com a abolição da escravatura, o município busca a colaboração estrangeira para o cultivo do solo. Em 1892 ocorre a instalação da "Colônia do Piaguí", com a integração de mão de obra de imigrantes italianos, austríacos, alemães, suecos, belgas, franceses e poloneses.
No final do século XIX, a cidade contava com duas agências consulares, uma da Itália e a outra de Portugal.
Nesta mesma época, ocorre a inauguração do "Teatro Carlos Gomes" (atual prédio da prefeitura), a construção da ponte metálica, que ligava a cidade ao bairro do Pedregulho, a inauguração do "Banco Popular", do "Mercado Municipal", inaugurado em 7 de novembro de 1889 com estilo arquitetônico de galeria clássica toscana.
, da "Caixa d’Água" e da rede de esgoto urbano. Nessa mesma época, é fundado na cidade o primeiro Grupo Escolar, no "Edifício Doutor Flamínio Lessa".
O século XX inicia-se com o alteamento das torres da Catedral. Em 1901, é construída a "Igreja de Nossa Senhora da Piedade" no distrito de Roseira, que na ocasião fazia parte de Guaratinguetá.
No ano de 1902, ocorre a instalação da Escola Complementar e depois da Escola Normal, para a formação de professores. Nesta época também há a criação do "Ginásio Nogueira da Gama" e do seu internato. A Escola de Comércio, Escola de Farmácia e a de Odontologia, são fundadas na cidade. Com a abertura das escolas, principalmente, da Escola Normal, Guaratinguetá torna-se na época, um importante centro de cultura, pois atraía para a cidade estudantes e professores vindos de diversas regiões do estado e de Minas Gerais.
A rede de energia elétrica é inaugurada na cidade, em 1905, e com isso é instalado uma linha de bonde elétrico, ligando Guaratinguetá até o seu antigo distrito de Aparecida. O bonde deixa de funcionar em 1952.
Por volta de 1915, são inauguradas na cidade mais duas casas de espetáculos, o "Parque Cinema" e o "Cine Homero Ottoni". Ocorre também a criação do "Cine Teatro Central", e a formação da "Associação Esportiva de Guaratinguetá" e a criação do "Clube de Regatas" (onde hoje é a Câmara Municipal), além de um Derby e um Jockey Clube.
No século XX, também ocorre o declínio da produção de café no Vale do Paraíba. A cultura cafeeira cede lugar à prática da agropecuária extensiva. Começa a pecuária leiteira no município, e em poucas décadas, Guaratinguetá se torna uma das maiores bacias leiteiras do Brasil.
No ano de 1928, Guaratinguetá perde os territórios de Aparecida e de Roseira, e no ano de 1991, perde seu último distrito, o de Potim.
O desenvolvimento da economia do município, fez com que surgissem na cidade as primeiras associações de classe, como a "Associação dos Empregados do Comércio", a "Associação Comercial e Industrial de Guaratinguetá", a "União Produtora de Laticínios", a "Cooperativa de Laticínios de Guaratinguetá", a "Associação Agro-Pecuária", além da fundação de uma loja maçônica e de uma caixa rural.
Em 1914, a cidade começa seu processo de industrialização, com a fundação da "Fábrica de Cobertores e Companhia de Fiação e Tecidos de Guaratinguetá". Seis anos depois, Monsenhor Filippo, funda a "União dos Operários Católicos", e ainda a "Sociedade Operária de Guaratinguetá".
A partir dos anos 50, atividade industrial cresce em Guaratinguetá com a abertura da Rodovia Presidente Dutra, em 1951 e com a chegada de famílias mineiras, vindas da Mantiqueira, as antigas propriedades rurais transformam-se em fazendas de pecuária. No parque industrial da cidade, juntamente com as industrias de laticínios, de fiação e de tecelagem, desenvolvem-se indústrias de produtos químicos, de mecânica pesada, de papel, entre outras.
Na área educacional, chegam à cidade o SENAC "Nelson Antônio Mathídios dos Santos", a FATEC (Faculdade Tecnológica), ocorre a criação do "Museu Frei Galvão" e "Museu Rodrigues Alves".Também nesta década é criada a Escola de Especialistas de Aeronáutica, dando grande impulso à economia da cidade.
No início do século, com a canonização de Frei Galvão, em 2007, a atividade turística começa a aumentar no município.
A conurbação de Guaratinguetá com cidades vizinhas como Aparecida, Potim, Roseira, Lorena, Cruzeiro e Cachoeira Paulista é visível a todos que passam pela região. Apesar deste processo se dar de forma lenta, a população da área conurbada gira em torno de 430 mil habitantes.
A Microrregião de Guaratinguetá inteira possui por volta de 500 mil habitantes, e um grande potencial agrícola e industrial, além do turismo.
Guaratinguetá se limita com as cidades de Aparecida ao Sul, com Lorena ao Leste, com Potim ao Oeste.
O Projeto de Lei Complementar nº 33/2005) (dados do Censo 2000), que pretende criar regiões metropolitanas no interior paulista, contabiliza a Região Metropolitana de Guaratinguetá como tendo 285.819 habitantes,
| Microrregião de Guaratinguetá | |||
|---|---|---|---|
| Município | População habitantes |
IDH | |
| Guaratinguetá (sede) | 113.443 | 0,818 elevado | |
| Aparecida | 37.629 | 0,804 elevado | |
| Lorena | 82.770 | 0,807 elevado | |
| Cachoeira Paulista | 34.666 | 0,794 médio | |
| Canas | 4.765 | 0,753 médio | |
| Piquete | 14.709 | 0,801 elevado | |
| Cruzeiro | 79.957 | 0,809 elevado | |
| Potim | 20.668 | 0,758 médio | |
| Roseira | 9.927 | 0,777 médio | |
| Total | 398.134 | 0,791 médio | |
A cidade de Guaratinguetá é dividida em cinco regiões:
O Centro da cidade pode ser dividido em centro histórico e centro expandido. As zonas que mais crescem na cidade são, a Zona Norte (frente residencial) e a Zona Sul (frente comercial). Na Zona Oeste da cidade existe uma tendência à comercialização, principalmente nos arredores da Avenida João Pessoa. A Zona Leste abriga os pólos industrias. Entre as Zonas Sul e Leste e as Zonas Norte e Leste, existe o intitulado "Cinturão de Pobreza", essa região é considerada a mais pobre da cidade e sofre de falta de rede de esgoto e água encanada.
Na região central da cidade os setores de comércio e serviço predominam.
O clima é tropical de altitude com inverno seco (Köppen: Aw), com temperatura média mínima de 15,5° e máxima de 28,4°. A cidade é considerada a mais quente do Vale do Paraíba, possui uma temperatura média de 22°, o clima é seco e quente na área urbana, e ameno e úmido nas áreas rurais. As massas de ar equatorial continental, tropical atlântica e frente intertropical, influenciam o clima da região.
| Mês | Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez | Ano |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura Máxima (média) °C | 30,4 | 30,5 | 30,1 | 28,3 | 26,3 | 25,1 | 25,4 | 27,5 | 28,4 | 29,0 | 29,6 | 29,6 | 28,4 |
| Temperatura Mínima (média)°C | 19,0 | 19,2 | 18,4 | 15,7 | 13,0 | 11,6 | 11,0 | 12,4 | 14,4 | 16,0 | 17,0 | 18,3 | 15,5 |
| Chuvas mm | 209,0 | 187,0 | 195,1 | 72,5 | 48,0 | 30,9 | 25,3 | 29,7 | 55,8 | 117,4 | 142,2 | 199,1 | 1312,0 |
| Fonte: Unicamp - Cepagri | |||||||||||||
Guaratinguetá está assentada sobre terreno arqueano, formado do grande galho da Serra do Mar que parte do espigão principal nas cabeceiras do Rio Paraíba do Sul. Para margem do Rio Paraíba do Sul o que se estende pela cidade está sobre formação moderna considerada como terciária com uma sobre-capa de quaternário. A cidade cresceu a beira do Rio Paraíba do Sul, também se estendeu sobre colinas e morros que recortam o município.
Guaratinguetá localiza-se a 530 metros de altitude em relação ao nível do mar.
A área urbana se localiza praticamente toda em região de planície. Morros recortam a cidade entre as Zonas Norte e Oeste, entre o Centro Expandido e a Zona Sul e entre a Zonas Sul e Leste.
Nas montanhas mais altas como a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira, a vegetação é formada por uma mata densa nas áreas mais altas, contrastando com a vegetação da parte mais baixa repleta de plantas miúdas e retorcidas, típicas de áreas frias.
A região onde hoje se encontra a cidade era composta pela mata ciliar do Rio Paraíba hoje, praticamente devastada em muitas partes. Também havia ocorrência de áreas de campos, com uma vegetação mais espaçada.
A vegetação no município foi muito devastada desde a época do café. Hoje com a ajuda da iniciativa privada, a cidade vem passando por um processo de reflorestamento da mata ciliar do Rio Paraíba e de alguns ribeirões.
Na Zona Leste de Guaratinguetá, existe uma Área de Preservação Ambiental, denominada, "Mata Viva". A área cobre aproximadamente 28 km de margem do Rio Paraíba. Na cidade há também o Ribeirão de Guaratinguetá, de onde é retirada a água que abastece o município, ao contrário das outras cidades do Vale, que utilizam a água do Rio Paraíba. No Ribeirão de Guaratinguetá, a Empresa Basf, que está situada no município, fez um projeto e reflorestou as margens do Ribeirão, ajudando na preservação do mesmo.
O município é recortado pelo Rio Paraíba do Sul, e pelo Ribeirão de Guaratinguetá, o último responsável pelo abastecimento de água do município. Alguns dos principais afluentes do Rio Paraíba do Sul, são os ribeirões de Guaratinguetá, dos Lemes, dos Motas, Gomeral, São Gonçalo, e Pilões; todos, influem no traçado urbano de Guaratinguetá, delimitando zonas e separando bairros. A empresa SAAEG (Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Guaratinguetá), que fornece o abastecimento de água na cidade utiliza a água desse afluente, que segundo estudos é mais limpa que a do Rio Paraíba, tornando a água da cidade de Guaratinguetá a mais limpa do Vale do Paraíba.
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Pioneira na industrialização do Vale do Paraíba Paulista, hoje Guaratinguetá mantêm sua importância econômica.
Foi eleita a 90º melhor economia do Brasil, a 24º do estado de São Paulo e a 2º melhor do Vale do Paraíba.
Localizada no eixo Rio – São Paulo, Guaratinguetá é considerada a segunda melhor economia do Vale do Paraíba para se investir e a segunda em importância na região. Com grande crescimento dos setores Indústrias e Comerciais, a cidade vem vivendo um grande crescimento em seu setor econômico.
| Produto | Quantidade |
|---|---|
| Cana | 72,0 mil ton |
| Arroz | 9,7 mil ton |
| Frutas | 35,0 mil ton |
| Mandioca | 0,7 mil ton |
| Milho | 0,6 mil ton |
A agricultura e a pecuária estão ligadas ao setor econômico de Guaratinguetá desde de o começo da história do município, hoje, ainda contribuem para a economia do município, mas de forma menos expressiva.
Na agricultura, destaca-se a plantação de arroz, que se concentra no entorno das Zonas Norte e Leste, no chamado Cinturão Verde da cidade. Nessas regiões, e também na Zona Rural, vem ocorrendo um aumento na quantidade de frutas, verduras e legumes produzidos, ou seja, a agricultura aponta uma tendência de crescimento no setor de hortifrutigranjeiros.
| Rebanho | Quantidade |
|---|---|
| Bovino (Leite) | 17 mil |
| Bovino (Corte) | 6 mil |
| Suinos | 2 mil |
| Equinos | 2 mil |
Já na pecuária a produção de bovinos, suínos, equinos e ovinos, ganham destaque. Com a pecuária extensiva que começou no município nos anos 50, Guaratinguetá, chegou a ser uma das principais bacias leiteiras do país.
No fim do século XIX, já estão instaladas Guaratinguetá algumas pequenas fábricas, mas elas começam a surgir, com mais freqüência, nas primeiras décadas do século XX, algumas se perpetuam até os tempos de hoje. O processo de industrialização pode ser marcado em 1920, pela criação da "União dos Operários Católicos", pelo monsenhor João Filippo, e pela "Sociedade Operária de Guaratinguetá".
A industrialização se concretiza com a inauguração da Rodovia Presidente Dutra, em 1950. Marco arquitetônico da rodovia foi a construção do "Hotel Clube dos 500", com o projeto assinado por Oscar Niemeyer e plano urbanístico de Prestes Maia, tendo seu restaurante enriquecido por um grande afresco de Di Cavalcanti.
A vocação industrial de Guaratinguetá esteve e esta voltada para o setor alimentício e de laticínios, mas há um pequeno número de indústrias de outros ramos como, têxtil, química, e metal-mecânico.
A cidade possui mais de 70 hotéis com 2.500 leitos.
Considerada a segunda cidade mais importante do Vale do Paraíba, Guaratinguetá abastece o comércio de sua microrregião administrativa e de todo fundo do vale. A cidade de Guaratinguetá, desde de o seu início, apresenta uma vocação comercial. Hoje, o comércio que antes era feito na beira de estrada, se modernizou com o passar dos anos. O setor de serviços também cresce na cidade, e pela qualidade dos serviços de saúde, educação, entre outros, Guaratinguetá é procurada por moradores de cidades vizinhas, como Aparecida e Potim. Algumas avenidas da cidade vivem o processo de comercialização, como é o caso da Avenida João Pessoa, e a Avenida Juscelino Kubitschek.
O turismo na cidade de Guaratinguetá se desenvolveu com o passar dos anos, e é hoje, um dos principais meios lucrativos do município. O turismo religioso é talvez o principal e o que mais atrai visitantes para a cidade, houve um aumento ainda maior nesse setor após a canonização de Frei Galvão. Os turismos urbanos, históricos e ecológicos também atraem visitantes e lucro para o município.
O desenvolvimento desse setor teve início no final do século XX, mas ganhou força no século XXI. Em parceria com o Sebrae e as cidades de Aparecida e Cachoeira Paulista, Guaratinguetá lançou um pacote de turismo, chamado de Circuito da Fé, envolvendo visitas a pontos turísticos dos três municípios.
O turismo urbano e histórico prevalece na região central da cidade, com visitas a antigos casarões construídos na época do café, visitas a "Estação Ferroviária de Guaratinguetá" e ao "Mercado Municipal". No turismo ecológico, os bairros do "Gomeral", das "Pedrinhas", do "Taquaral" e dos "Pilões" são os roteiros principais, já que ficam nas bases de montanhas como a Serra da Mantiqueira e da Serra do Mar.
O turismo religioso envolve visitas à casa de Frei Galvão, ao seminário do Santo, a Igrejas como a "Catedral de Santo Antônio" e a "Igreja de Frei Galvão".
| Ano | População | Ano | População |
|---|---|---|---|
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| 1920 | 20.440 | 1991 | 85.692 |
| 1930 | 26.895 | 2000 | 98.313 |
| 1940 | 28.566 | 2002 | 101.023 |
| 1950 | 31.265 | 2004 | 103.632 |
| 1960 | 54.200 | 2005 | 107.369 |
| 1970 | 60.636 | 2006 | 113.996 |
| 1980 | 72.598 | 2007 | 107.895 |
| Sexo | Habitantes |
|---|---|
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| Homens | 52.895 |
| Mulheres | 55.000 |
A população é predominantemente branca, sendo os pardos o segundo maior grupo étnico da cidade. Em números arredondados, os brancos significam 80.117 habitantes, os pardos 23.413 habitantes, os negros representam 3.345 habitantes, amarelos 485 habitantes e indígenas também 485 habitantes; num total de 107.895 habitantes. (Fonte:Censo 2000)
A taxa de crescimento populacional é de 1,15% ao ano, uma das maiores taxas do Vale do Paraíba. O maior crescimento da cidade ocorreu entre 1960 e 1950, onde a cidade teve um acréscimo populacional de 22.935 habitantes, já o menor período de crescimento da cidade foi entre 1930 e 1940 onde a população aumentou em apenas 1.671 habitantes.
A população total da cidade é de 107.895 habitantes (População estimada em 01.07.2007 - Fonte IBGE), distribuidas na zona urbana 119.012 e na zona rural 6.000, oque confirma o exodo rural.
A pirâmide etária da cidade de Guaratinguetá segue a tendência da pirâmide etária nacional, com um estreitamento da base e um alargamento do topo. Isso mostra uma diminuição da taxa de natalidade e um aumento da expectativa de vida.
Guaratinguetá enfrenta alguns problemas urbanos como a falta de espaço para a manipulação do lixo, o déficit habitacional, empobrecimento da periferia e a corrupção.
Dados de Guaratinguetá em relação a infra-estrutura urbana, no ano de 2000.
Guaratinguetá está às margens da rodovia Presidente Dutra e tem dentro do território da cidade a linha Férrea da Estrada de Ferro Central do Brasil. Disponibiliza grande rede viária, com largas avenidas e grande número de vias públicas asfaltadas.
A frota total de veículos de Guaratinguetá em 2006 era de 33.491.
No acesso rodoviário destaca-se a rodovia Presidente Dutra. A rodovia estadual SP-171 é pavimentada e liga Guaratinguetá à Estância Climática de Cunha e a divisa com o estado do Rio de Janeiro, podendo-se prosseguir viagem em estrada de terra até Parati, Monumento Histórico Nacional. A estrada SP-62 faz a ligação entre Guaratinguetá e Lorena e com o acesso ao Sul do estado de Minas Gerais através da BR-459, passando por Itajubá, Pouso Alegre até Poços de Caldas.
Em tempos mais antigos a ferrovia servia para transporte de passageiros, hoje serve as indústrias como rota de saída de produtos. A Ferrovia recorta a cidade nas áreas residenciais, industriais e comerciais.
O Aeroporto Edu Chaves ou "Aeroclube de Guaratinguetá" comporta vôos leves e médios, além de helicópteros de porte médio. A pista do Aeroporto é asfaltada. Está localizado na Zona Oeste da cidade.
Guaratinguetá é considerada a cidade pioneira da imprensa do Vale do Paraíba, juntamente com Taubaté. O primeiro jornal foi "O Mosaico", que circulou entre o final da década de 1850 e o início da seguinte. Posteriormente vieram os jornais "O Parahyba" (1865), "Gazeta Paulista" (1865) e "Gazeta do Norte" (1866), como mais antigos.
Até o final do século XIX surgiram outros jornais, a maioria com vida efêmera, como "Gazetinha", "Correio do Norte", "O Século", "Estrela do Norte", "Pequeno Jornal", "O Cometa", "O Liberal" e o "Norte de São Paulo", que tinham como características principais serem noticiosos, comerciais, literários e políticos.
No começo do século XX, com os avanços tecnológicos, surgiram um grande número de outros jornais, com as mesmas características dos anteriores, ligados aos mais diversos setores da sociedade, principalmente de entidades estudantis e agremiações políticas.
Portadora do segundo melhor IDH do Vale, Guaratinguetá conta com uma ampla rede de saúde e educação que atende além da população municipal, a população das cidades vizinhas.
Guaratinguetá possui dois hospitais de porte médio-grande, diversos postos e clínicas de saúde. No centro expandido da cidade temos A "Santa Casa de Misericórdia de Guaratinguetá" e o "Hospital e Maternidade Frei Galvão". Existe também,na EEAR, o "Hospital da Aeronáutica de Guaratinguetá".
Nos bairros o atendimento é feito nos Postos e Clínicas de Saúde da cidade. Na Zona Sul existe o CEPOG (Centro Pediátrico e Ortopédico de Guaratinguetá, na Zona Oeste existe também o AME (Atendimento Médico Especializado), que atende a população da região.
Ao todo, Guaratinguetá possui mais de 40 estabelecimentos de saúde.
Guaratinguetá conta com mais de 67 escolas públicas e particulares. As escolas de Guaratinguetá são responsáveis por absorver não só os alunos do município, mas os alunos das cidades vizinhas também. Em Guaratinguetá existe o "Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim", conhecido também como COTEC, pertencente a Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá. O CTIG é a mais concorrida escola de Guaratinguetá e um dos principais centros de ensino técnico e médio do Vale do Paraíba. A UNESP tem sede em Guaratinguetá, e por causa da grande e crescente procura, está aumentando seu espaço físico para poder absorver mais alunos.
A cidade abriga ainda a Escola de Especialistas de Aeronáutica, um dos mais importantes centros de aviação do país.
O lixo é um problema comum para as cidades de Guaratinguetá, Aparecida, Potim, Roseira e Lorena. Após o fechamento do "Lixão de Guaratinguetá", e a transformação deste em um Parque Ambiental, o lixo da cidade tem sido levado para a cidade de Cachoeira Paulista. O lixão foi um problema para a cidade de Guaratinguetá, o mesmo se localizava na Zona Oeste, e acabou sendo envolvido pela mancha urbana, era também considerado por órgãos avaliadores como tendo uma infra-estrutura muito ruim. O problema será resolvido em Guaratinguetá com a construção do Aterro Sanitário, que atendera não só Guaratinguetá, mas também alguns municípios vizinhos.
Com o desenvolvimento urbano da cidade de Guaratinguetá, duas regiões acabaram vivendo o empobrecimento. Este se deu de duas formas, como na maioria das cidades brasileiras, pela vinda de moradores de outras cidades para o município e pela vinda de moradores rurais do próprio município para a área urbana. No caso de Guaratinguetá o cinturão de pobreza se localiza entre as Zonas Sul e Leste e as Zonas Norte e Leste.
Os bairros mais atingidos, por essa falta de saneamento básico e falta de infra-estrutura urbana são, Jardim Esperança, Jardim Primavera e Vila Angelina.
Na Zona Sul da cidade, existem alguns dos bairros mais antigos do município como, Pedreira, Tamandaré e Alto das Almas, essas regiões apresentam alguns problemas de infra-estrutura por serem muito antigas. Essa falta de infra-estrutura vai desde deslizamento de terra, falta de rede de esgoto até ruas estreitas e baixo valor da terra.
Na tentativa de retirar as pessoas do Cinturão de Pobreza, unidades do CDHU estão sendo construídas em Guaratinguetá, na Zona Norte.
Guaratinguetá entre as décadas de 1920 e 1960, era conhecida em todo Brasil, como a “Atenas do Vale do Paraíba”. Este título estava relacionado a instalação da "Escola Normal" uma das primeiras na época, instaladas no interior do Brasil, pólo de atração de professores e estudantes para a cidade. Enquanto as outras cidades do Vale do Paraíba viviam na época um período de estagnação econômica e social, Guaratinguetá se revitalizava com os estudantes, pensões, bares, serenatas, pequenos e grandes jornais, com o "Clube Literário e Recreativo", Centro Social, Grêmios, Teatros, Cinemas, Hipódromo, entre outras estabelecimentos, que deram a Guaratinguetá, o título de "Capital Cultural do Interior".
Terra do violonista Dilermando Reis, e de outros grandes nomes da música, como Benedito Cipólli e Bonfiglio de Oliveira, pintores e poetas, fazem a cidade ser considerada uma das cidades mais ricas na área artística,da região.
Músicos conhecidos representatam a cidade, como Dilermando Reis (violonista e compositor), Aleixo Mafra (maestro, compositor e regente), José Mafra (cantor lírico), José Catarina Gonçalves (compositor e tenor), Benedito Cipólli (compositor), Bonfiglio de Oliveira (pistonista, contrabaixista e compositor), Clarimundo Cuba de Campos (clarinetista, tenor e regente), Benedito Carlos Oliveira (contrabaixista), José Bernardino Gonçalves (flautim), Alfredo Teixeira de Castro (pianista e regente), Firmino França (compositor, tenor e regente), Ferreira Pena (compositor) e Gisèle Galhardo (pianista).
Na área de artes-plásticas, são figuras destacadas, Virgilino Gomes, Marcelo Gomes, Manuel Beldroega, Ernesto Quissak, João Dorat e Quissak Júnior.
Os poetas José Nogueira, autor do livro de versos "Penumbras" e Luiz Freire, Benedito Diógenes da Costa conhecido como Domingos Camará, um sonetista, assim como Candido Dinamarco e Nero de Almeida Sena, conhecido pelo uso das redondilhas, são figuras de destaque nas letras.
O "Teatro Municipal de Guaratinguetá", atual sede da prefeitura, foi considerado o mais belo Teatro do Interior Paulista. Os assentos da plateia tinham a forma de uma ferradura, as cadeiras eram feitas de palhinha austríaca, existiam quinhentos lugares, na parte superior ficavam os camarotes de primeira e de segunda classe. A frontaria do palco, apresentava nas colunas laterais os emblemas da música e da comédia e no frontão um escudo com a divisa de Jean-Baptiste Poquelin, mais conhecido como Molière, "Ridendo Castigat Mores", que significa "Corrige os costumes rindo". O pano de boca apresentava a figura de um jardim de um palácio. A caixa do Teatro era a maior do Brasil na época, e foi à única no país que possibilitou a representação completa da "Ópera Zazà" de Ruggero Leoncavallo. Quando o Teatro foi transformado em prefeitura, as pessoas tradicionalistas da cidade foram contra tal ato, e condenaram o feito como um "crime contra a cultura".
Guaratinguetá conta com a "Biblioteca Municipal Doutor Diomar Pereira da Rocha", instalada no Centro expandido da cidade. Outras bibliotecas de porte menor estão instaladas nas "Pirâmides do Conhecimento", distribuídas nas demais regiões da cidade.
A cidade possui três importantes Museus, e alguns Centros de Artes. Na cidade existem também alguns pequenos museus, criados pelos moradores do município.
Guaratinguetá possui diversas quadras poliesportivas, as principais localizadas, no "Estádio Municipal Professor Dario Rodrigues Leite", no "Itaguará Country Club" e no "Ginásio da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá".
A cidade é bem representada em diversos esportes como tênis, natação, basquete e futebol de salão.
Guaratinguetá já possuiu diversos clubes recreativos, como o antigo "Clube de Regatas de Guaratinguetá" à beira do rio Paraíba na época que ele era próprio para o banho, o clube ficava onde hoje é a Câmara Municipal.
O "Clube Literário e Recreativo", com sede no centro e depois uma unidade esportiva na Vila Paraíba. O antigo "Clube Aliança" que depois foi reaberto como "Clube Centro Social", famoso na cidade pelos seus saraus e por suas comemorações carnavalescas. Hoje o "Itaguará Country Club", a "SABAP" e a "Sociedade Hípica de Guaratinguetá" são os clubes de maior porte e mais famosos da cidade. E uma boa opção para quem busca qualidade de vida é a prática de Yôga.
O Guaratinguetá Futebol Ltda é o novo nome do antigo "Guaratinguetá Esporte Clube", o time disputa a série A1 do Campeonato Paulista e foi campeão do Interior no ano de 2007.
O kartódromo que funciona em Guaratinguetá, é um kartódromo internacional, que se localiza na Zona Leste da cidade as margens da Rodovia Presidente Dutra. Ele possui boxes cobertos, e várias possibilidades de trajeto, abrigando diversos tipos de competições e campeonatos, além de ser usado pelos moradores da cidade e região como forma de diversão.
A principal praça da cidade se localiza no Centro Histórico, a Praça Conselheiro Rodrigues Alves, que nos tempos antigos, era o principal ponto de encontro da cidade. A praça hoje é um dos principais pontos de comércio popular da cidade. Existem no município diversas praças, tais como: a praça Antônio Geraldo de Carvalho (Zona Oeste), a praça Seitaro Honda (Zona Norte), a praça Joaquim Vilela de Oliveira Marcondes (Zona Sul) e a praça Francisco Marques Azevedo (Zona Leste).
Destacam-se entre os parques, o "Parque Ecológico Municipal Anthero dos Santos", na Zona Norte da cidade, que conta com áreas verdes e playgrounds, e o "Parque Ambiental Santa Luzia", na Zona Oeste, que foi construído no lugar do antigo depósito de lixo da cidade, e hoje conta com grande área verde, quadras poliesportivas e dois playgrounds.
Na cidade há também o "Bosque da Amizade", localizado entre as Zonas Sul e Norte, às margens do Rio Paraíba, o bosque conta com áreas para caminhadas, bancos, pequenos quiosques e um parquinho para as crianças.
A população é predominantemente católica. Em seu antigo território foi encontrada a imagem de Nossa Senhora Aparecida, dando depois origem ao município de Aparecida, e depois nasceu Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro.
A cidade foi visitada pelo papa Bento XVI em 12 de maio de 2007. Ele esteve na "Fazenda da Esperança" que fica localizada na zona rural da cidade. O papa também conduziu a cerimônia de canonização de Frei Galvão que aconteceu no dia 11 de maio no Campo de Marte na cidade de São Paulo.
A antiga matriz de Santo Antônio, atual "Catedral de Santo Antônio", já é datada de antes da elevação de Guaratinguetá à cidade. A casa onde nasceu Frei Galvão é hoje um Museu a ele dedicado, bem como a "Igreja de Frei Galvão". Guaratinguetá possui um seminário, além de diversas igrejas e templos de outras religiões.
Guaratinguetá pertence à jurisdição da Arquidiocese de Aparecida.
Em Guaratinguetá, são destaques as festas de origem religiosa.
O bloco da "Banda Mole", fundado em 1975,é um dos destaques no sábado de Carnaval. A concentração acontece no centro da cidade e o desfile sai a partir das 19h, quando o prefeito entrega a chave da cidade ao Rei Momo e sua Corte.
Os "Blocos de Embalo" são agremiações carnavalescas que desfilam pela cidade. A característica destes blocos é o uso de uma camiseta relacionada ao tema do ano.
A Liga das Escolas de Samba do 2º Grupo de Guaratinguetá (LESAG) representa seis escolas e tem como objetivo principal promover eventos carnavalescos que representem a cultura e o folclore de Guaratinguetá. As escolas de samba do 1º Grupo, também em número de seis, apresentam seus enredos, com carnavalescos, cantores, mestres-salas e porta-bandeiras. As agremições "Escola de Samba Bonecos Cobiçados" (1957) e a "Embaixada do Morro" (1944) são as mais antigas da cidade.
A prefeitura de Guaratinguetá, incentiva o carnaval apoiando a "Organização das Escolas de Samba de Guaratinguetá" (OESG), fundada em 2002.
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Santo Frei Galvão |
Praça Conselheiro Rodriguês Alves |
Serviço Autônomo de Águas e Esgotos de Guaratinguetá |
Mercado Municipal |
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Praça Joaquim Vilela de Oliveira Marcondes |
Rua do Mercado |
Lar São José |
Guaratinguetá Shopping |
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