| Município de Itaiópolis | |||||
| [[Ficheiro:|270px|none|center|]] | |||||
|
|||||
| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 28 de outubro de 1918 | ||||
| Gentílico | itaiopolense | ||||
| Lema | Itaiópolis, aqui você tem valor! | ||||
| Prefeito(a) | Helio César Wendt (2009 – 2012) |
||||
| Localização | |||||
|
|
|||||
| Unidade federativa | Santa Catarina | ||||
| Mesorregião | Norte Catarinense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Canoinhas IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | José Boiteux, Mafra, Papanduva, Santa Terezinha e Vitor Meireles | ||||
| Distância até a capital | 353 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 1.295,319 km² | ||||
| População | 20.551 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 15,6 hab./km² | ||||
| Altitude | 925 m | ||||
| Clima | Mesotérmico úmido, com verão fresco e temperatura média de 16,2°C Cfb | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,738 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 233.727 mil IBGE/2007 | ||||
| PIB per capita | R$ 11.833,00 IBGE/2007 | ||||
Itaiópolis é um município brasileiro do Estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 26º20'11" sul e a uma longitude 49º54'23" oeste, estando a uma altitude de 925 metros. Sua população estimada em 2005 era de 20.014 habitantes.
Possui uma área de 1.295,32 km².
Índice |
O nome Itaiópolis é um hibrismo tupi-grego, formado por "ita" (pedra) + "i-ó" (molhada) + "pólis" (cidade). O significado "cidade da pedra (ou laje) molhada" pode ser por causa dos rios bem característicos da região, que apresentam em seus leitos extensos trechos de lajes (pedra com a superfície plana) sobre os quais escorre uma lâmina d'água (que mantém as lajes sempre molhadas).
A história de Itaiópolis se inicia sobre antiga rota de tropeiros que faziam a ligação comercial entre o sudeste e o sul do Brasil em lombo de mulas, e tem sua origem em conjunto com a fundação da cidade paranaense de Rio Negro.
Os primeiros habitantes do município foram as famílias de João Reichardt, José Wiergenawski e João Becker, que chegaram à região em 1889, e defende-se, portanto, como data inicial do povoamento o ano de 1890. Em 1890 eles fundaram, com mais três famílias do lugar, a Colônia Federal Lucena, na região das nascentes dos rios São João, Lança, Negrinho, São Lourenço, Preto e outros, iniciando o desenvolvimento da região. Os primeiros colonos chegaram em 1891, de nacionalidade inglesa, ex-trabalhadores de Londres, e mais alguns poloneses e russos. Não se sabe precisar a data exata da criação da Colônia Lucena, considerada o marco inicial da cidade de Itaiópolis. Acredita-se que o nome tenha sido dado pelo Engenheiro Carlos Leopoldo Ferreira, então Chefe da Comissão de Terras de Rio Negro, em homenagem ao Barão Henrique Pereira de Lucena, na ocasião Ministro da Agricultura, Comércio e Obras Públicas.
Entre os anos 1.890 e 1895, a Comissão de Rio Negro PR, foi responsável pela formação das colônias polonesas de Lucena e Itaiópolis num total de 1488 pessoas e a colônia de Augusta Vitória com 120 pessoas. Outros colonos chegavam em 1891, vindos da Inglaterra, e os imigrantes russos, rutenos, poloneses e alemães oriundos de São Bento do Sul vieram a partir de 1903 formando, com as famílias de tropeiros que já acampavam na região, o povoado onde hoje se localiza a cidade.
Criou-se a Paróquia de Santo Estanislau, em Paraguaçu, em 1901, o Distrito em 1903, integrado no município de Rio Negro e, havendo a emancipação da Colônia, deu-se a municipalização, em 18 de março de 1909, pela lei estadual do Paraná número 850, com sede em Colônia Lucena, sendo instalado em 1° de julho de de 1909. Constituiu-se, então, a 1ª câmara municipal, com os integrantes: Henrique Köenig, José Wiergenovski, João Reichardt, Mathias Pieczarka, Leonardo Becker, José Pscheidt, Estanislau Procopiak, sendo que esse foi o primeiro prefeito.
Também foi criado em 1903, em Iraputã (ex Iracema), o Curato Sagrada Família, para os católicos do rito ruteno sem limites definidos.
Itaiópolis estava entre as terras que foram palco da Guerra do Contestado. A questão dos limites entre Santa Catarina e Paraná iniciara em 1853, quando os paranaenses, desmembrados da Província de São Paulo, buscaram a posse das terras do oeste catarinense, alargando seu território. As rixas vão se alastrando, em especial após a Constituição de 1891, que assegurava aos estados o direito de decretar impostos sobre exportações de mercadorias de sua própria propriedade e sobre indústrias e profissões.
A questão se estenderá até 20 de outubro de 1916, quando os governadores do Paraná, Afonso Camargo, e de Santa Catarina, Felipe Schmidt, mediados pelo Presidente da República Wenceslau Braz, assinaram um acordo, estabelecendo os limites entre os dois estados. Em 26 de maio de 1917, mediante o acordo de limites assinado no ano anterior, o município foi suprimido.
Em 7 de setembro de 1917, Santa Catarina entrava na posse efetiva das terras que lhe couberam e o território do município extinto ficou fazendo parte do município catarinense de Mafra, criado à época. Ainda em 1917, pela lei n° 3, de dois de outubro, era criado outra vez o distrito de Itaiópolis, cuja instalação ocorreu em novembro do mesmo ano.
Um ano depois, Itaiópolis conquistou definitivamente sua emancipação, o município foi novamente criado, pela lei estadual n ° 1120, de 28 de outubro de 1918 e instalado a 1° de janeiro do ano seguinte. Em 01.01.1919, há a reinstalação do município, que havia sido recriado em 1918 (Lei 1.220).
Em 27 de novembro de 1953, houve a criação da paróquia de Nossa Senhora Imaculada da Medalha Milagrosa, por desmembramento da paróquia de Santo Estanislau, no Alto Paraguaçú, que já existia desde 1901.
Vários distritos foram compondo o município, tais como Iracema, Moema, Iraputã, Itaió e, em 1982, foi criado o distrito de Santa Terezinha, que em 1991 foi desmembrado definitivamente de Itaiópolis, elevando-se à categoria de município.
1° Estanislau Procopiak -1909/1912
2° Paulo Klodzinski -1912/1916
3° Nicolau Ruthes Sobrinho- 1916/1922
4° Ricardo Köning -1923/1925
5° Antônio Weiss -1925/1927
6° Nicolau Ruthes Sobrinho -1927/1930
7° Pedro Veiga Sobrinho -1930/1931
8° Germano Wünsche -1931/1936
9° Pedro Veiga Sobrinho -1936/1940
10° Guilherme Lang -1940/1940
11° Olivério José de Carvalho Costa -1940/1942
12° João Francisco de Assis -1942/1945
13° José Luciano Nunes -1945/1946
14° João Francisco de Assis -1946/1947
15° Alexandre Ricardo Worell -1947/1948
16° Paulo Eurico Wielewski -19481951
17° Alexandre Ricardo Worell -1951/1956
18° João Silveira Primo -1956/1958
19° Alois Tyska -1959/1959
20° Augusto Wendt -1959/1959
21° Francisco Stoltz -1959/1959
22° Zízimo Moreira -1959/1961
23° Alfonso Klemke 1961/1966
24° Alexandre Ricardo Worell -1966/1970
25° Teófilo Tavares -1970/1973
26° Eduardo Kazmierczak -1973/1977
27° Francisco Linzmeyer -1977/1979
28° Damião Panchiniak -1979/1982
29° Alceu Gaio -1982/1988
30° Reginaldo José Fernandes Luiz -1989/1992
31° Alceu Gaio -1993/1996
32° Reginaldo José Fernandes Luiz -1997/2000
33° Alceu Gaio -2001/2004
34° Ivo Gelbke -2005/2008
35° Hélio Wendt-2009/2012
Centro Associado - Steffen Educacional Assessoria e Serviços LTDA
A Biblioteca Pública Municipal Governador Jorge Lacerda foi criada através da iniciativa de um grupo de cidadãos de Itaiópolis, no final da década de 1960, preocupados com o desenvolvimento cultural da cidade. Cada membro contribuiu com uma importância em dinheiro para compra de livros, até o momento em que a prefeitura municipal decidiu assumir sua administração.
Em 29 de agosto de 1970, foi criada a biblioteca, pela lei municipal n° 047/70, com o objetivo de atender a toda a comunidade.
A bibliotecária Gisela Maria Hullen apresentou um projeto, desenvolvido a partir de 1993, iniciando as atividades de recuperação e organização da biblioteca. Numa segunda fase, Iraci de Fátima Pereira, aprovada em concurso público em março de 1995, deu prosseguimento aos trabalhos iniciados na biblioteca e à organização do arquivo público.
Os serviços foram automatizados através da implantação do software MICRO-ISIS, desenvolvido pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciências e Cultura (UNESCO), distribuído no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Informação, Ciência e Tecnologia (IBICT), suprindo as necessidades da recuperação da informação.
O desenvolvimento e a implantação da base de dados se fundamentaram no manual de referência da Associação Catarinense de Bibliotecários (ACB).
Em 1993, foi solicitado junto à equipe do Arquivo Público de Santa Catarina orientação técnica sobre organização, avaliação e conservação de documentos do Arquivo Público de Itaiópolis (Lei ns 016/89, de 22 de fevereiro de 1989).
A Casa da Cultura oferece aulas de música, desenho, pintura, dança, coral e artesanato; no local também funciona a modalidade a distância da Faculdade de Licenciatura em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
A economia de Itaiópolis, tradicionalmente, desde a chegada dos pioneiros, tinha como base a extração, o beneficiamento e o comércio de madeira e erva-mate, pois a região conta com florestas nativas, compostas por espécies como a araucária, a imbuia, o cedro e a canela. Devido ao esgotamento destes recursos naturais o ciclo econômico desta atividade, que foi altamente predatória, se encerrou.
Para fornecer matéria prima para as indústrias instaladas em outros municípios, há uma área reflorestada municipal de mais de 20 mil hectares de reflorestamento com pinus e eucaliptos, quase tudo plantado ilegalmente, resultando em uma das maiores devastações da Mata Atlântica já vista no País nos últimos anos. Nem as matas ciliares que protegiam as nascentes e os rios foram respeitadas. E isto não trouxe desenvolvimento para Itaiópolis, provocando uma grande degradação ambiental e mais desemprego na área rural, conforme mostra os estudos do Prof. Dr. Carlos Young do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Desmatamento e o mito da geração do emprego rural.
As principais culturas de Itaiópolis são o tabaco, a soja, o feijão e a erva-mate. Pelas condições climáticas, dedica-se também ao cultivo de frutas diversificadas: laranja, tangerina, uva, pêra, pêssego, ameixa e caqui. Itaiópolis é hoje considerado o maior produtor de pêras do estado.
Itaiópolis destaca-se, também, na pecuária, com produção de leite, com 1.200.000 litros de leite ao ano, e na produção do mel, com cerca de 50 toneladas ao ano.
Na indústria, destaca-se a confecção de malhas, cerâmica, material elétrico e alimentos.
O setor terciário itaiopolense é formado por 571 empresas, sendo 290 do sub-setor comércio e 281 do sub-setor de prestação de serviços.
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA
Itaiópolis é o único município do Planalto Norte Catarinense que tem unidades de conservação da natureza de proteção integral. A criação de áreas protegidas no município foi iniciativa dos próprios itaiopolenses.
São unidades de conservação federais na modalidade de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) e fazem parte do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC). Totalizam uma área protegida de Mata Atlântica de 499,51 hectares e estão localizadas nas cabeceiras do rio Itajaí, que passa por cidades importantes de Santa Catarina, como Blumenau e Itajaí.
São as seguintes as RPPNs do Município.
RPPN CORREDEIRAS DO RIO ITAJAÍ - Área: 332,92 ha Criada através da Portaria do Ministério do Meio Ambiente n. 77 de 3 de setembro de 2009, publicada no Diário Oficial da União n.170, páginas 234 e 235
RPPN TAIPAS RIO ITAJAI - Área: 24,2 ha Criada através da Portaria do Ministério do Meio Ambiente n. 75 de 3 de setembro de 2009, publicada no Diário Oficial da União n.170, página 234
RPPN DAS ARAUCÁRIAS GIGANTES - Área 56,23 ha Em processo de criação - Protocolo n. 02070.000619/2010-04
RPPN REFÚGIO DO MACUCO - Área: 31,86 ha Criada através da Portaria do Ministério do Meio Ambiente n. 60 de 27 de julho de 2010, publicada no Diário Oficial da União n.144, página 60
RPPN TAIPA RIO DO COURO - Área: 36,3 ha Criada através da Portaria do Ministério do Meio Ambiente n. 56 de 26 de julho de 2010, publicada no Diário Oficial da União n.142, página 60
RPPN a ser protocolada – Propriedade da ONG ambientalista Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade - Área: 18 ha
As RPPNs estão no perímetro MA-086 de Áreas Prioritárias para Conservação, Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira, conforme Portaria do MMA n.09, de 23 de janeiro de 2007.
As principais rodovias que servem Itaiópolis são a Br 116, SC 419, SC 477. A rede viária interna é de 2050 km.
O município é cortado pela linha férrea, hoje sobre responsabilidade da América Latina Logística (ALL), e conta com uma estação ferroviária no bairro Lucena.
O turismo itaiopolense se dirige ao aspecto religioso e ao aspecto rural. As igrejas de Santo Estanislau, no Alto Paraguaçu, a Paróquia da Sagrada Família e o Morro do Calvário, com sua festa típica, a Festa da Romaria ao Monte do Calvário, em Iraputã, são alguns atrativos da cidade.No âmbito rural, destaca-se a florada e a colheita da pêra, em São Pedro.
Itaiópolis conta com diversas grutas, a maioria às margens do Rio Itajaí. As principais são: Caverna em Itaió IIIª Secção (mina de Sal), Caverna de Costa Carvalho e gigantescas grutas na localidade Vontroba, nas taipas do rio do Couro, cujas rochas liberam sais.
A Igreja de Santo Estanislau é considerada um monumento histórico, por ser um marco representativo da imigração polonesa na América Latina. Fica localizada no alto de uma montanha com 1004 metros de altitude, onde se encontra o bairro denominado Alto Paraguaçu, a sete quilômetros do centro da Cidade de Itaiópolis. Foi construída por volta de 1920, e é a maior igreja da América Latina construída por imigrantes poloneses. Seu principal idealizador o Padre João Kominek.
Foi construída com tijolos maciços, argamassa feita com cal artesanalmente em forno próprio, onde das minas retiravam-se as pedras que eram reduzidas a pó por cremação e madeira.
A base de sua estrutura tem aproximadamente oito metros de profundidade, e é feita de pedras extraídas manualmente de morros próximos e transportados em carroças.
Foi construída em estilo neo-gótico, com grandes portas de madeira, possuindo a planta no formato de uma cruz: uma nave central entrecortada por duas capelas e a capela-mor. Seu telhado era coberto por telhas francesas, mas, mediante as fortes tempestades foi substituído por uma cobertura de zinco.
Possui uma torre única com aproximadamente 61 metros de altura, onde estão o relógio, os sinos e, externamente a águia branca, símbolo dos poloneses.
A pintura interna é rica em cores e detalhes, desde as bases até a abóbada, com variações de cores e desenhos.
Os bancos, o púlpito, o coro e a escada em caracol que lhe dá acesso são de madeira de imbuia maciça, entalhada com motivos delicados. O Altar e a Pia Batismal são revestidos de mármore. Há ainda um antigo órgão de pedal que está em pleno funcionamento.
O altar central foi colocado em 1952, e os altares laterais de imbuia são relíquias pertencentes à antiga capela, nos quais está registrado o nome de dois artistas que realizaram as pinturas em 1904. Exibe quadros com as estações da crucificação de Cristo, com molduras entalhadas em madeira. A pintura mural, com motivos polimórficos e painéis artísticos, foi executada por Evaldo e Valdemar Ducat, da cidade de Irati. Os vitrais são ricos em cores e detalhes e apresentam características medievais.
A igreja foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1998. Atualmente está lutando por um projeto de restauração do edifício e da pintura interna. Até os dias atuais ainda são rezadas, ali, missas na língua polonesa, como também várias apresentações como corais, sendo estas sempre de cunho religioso. Durante todo o ano recebe a visita de turistas, inclusive no acesso a torre, principalmente quando acontece a grande festa de maio em honra a Santo Estanislau, que já recebeu na comemoração do Centenário da Paróquia, a visita de mais de dez mil pessoas.
O Paço Municipal foi construído no local onde era uma antiga da praça da cidade, a qual foi transferida para um local em frente ao antigo prédio do Hospital Santo Antônio. Na antiga praça havia uma cancha de esportes, que servia também para ensaio da Fanfarra Municipal, então dirigida por Ernani Martinechen. Além de um play-ground existia um pequeno cedro onde aos sábados ficavam casais de namorados. Possuía um pequeno prédio, que era a estação de distribuição de energia elétrica da usina de Carlos Link, originário da Alemanha, que atendia a localidade na época, antes da entrada da Celesc. Na praça havia também um relógio de sol, construído na década de 60.
Inaugurado em 1990 com o nome de Calçadão 28 de Outubro, mais tarde sua passou a se chamar Papa João Paulo XXIII.
Executadas por Élcio e Hélio Nilsen e com mosaicos de Maria Inês Asinelli, foram inauguradas em maio de 2004, em homenagem aos 25 anos de pontificado do Papa João Paulo II e por 2003 ser o ano do rosário. No início do roteiro das capelas foi construído um pequeno santuário dedicado a Karol Wojtyla, polonês como grande parte dos colonizadores de Itaiópolis. Cada uma das 20 capelas conta os mistérios do terço.
Foi edificada em 1923 por Davi Narlock, a pedido de Fritz Heyse.
Construída na década de 1940 por Ceslau Jakubiak, mantém suas pinturas internas originais.
Construída em 1907, inicialmente a casa pertencia a Francisco e Francisca Flenik. Ela passou a ser posteriormente da neta do casal, Ana Nely K. Ostetto.
Fica na localidade de Iracema, a 26 km do centro de Itaiópolis.
Criado em 1994 em ocasião ao 76º aniversário da cidade de Itaiópolis, como homenagem aos valores da cultura herdada pelos colonizadores do município.
Com o aumento de famílias ucranianas na região de Iracema, em 1907, a igreja da comunidade de Xavier da Silva tornou-se pequena e a Igreja Sagrada Família foi inaugurada em 1909. Em 1955, um incêndio reduziu a igreja a cinzas. Após tres anos de esforço coletivo dos fiéis, a edificação ressurgiu em linhas arquitetônicas bizantinas, tal como era originalmente. Aos domingos, as missas são celebradas na língua ucraniana; aos sábados, em português.
O monumento Imagens de Nossa Terra foi projetado e executado por Analu Steffen e Raquel Zanelatto em 2004, em comemoração ao aniversário do, na época, Calçadão 28 de Outubro, atual Calçadão Papa João Paulo XXIII. Feito em tinta acrílica, o mural apresenta imagens da história de Itaiópolis.
Foi construído em 2006, no centro de Itaiópolis, resultado de um projeto de término do curso de Artes Visuais da Universidade do Contestado em homenagem aos poloneses e ucranianos que ajudaram na colonização do município. É composto de dois painéis e de uma grande pêssanka central, além de um tapete de mosaico; a imagem de uma águia, símbolo da Polônia; o hino polonês; o brasão de Itaiópolis, a imagem de Nossa Senhora de Czestochowa, padroeira da Polônia, e girassóis.
Foi idealizada pelo padre polonês João Komineck, construtor da Igreja Santo Estanislau, era denominada Sociedade Bratniey Pornocy, com a finalidade de colaborar com as questões agrícolas, instrutivas e recreativas de Itaiópolis. A construção de sua sede foi em 1902, graças às madeiras aproveitáveis da Capela de Alto Paraguaçu. Sua fundação ocorreu em 1922 e, em 1938, seu nome passou a ser Sociedade Recreativa Instrutiva e Agrícola Rui Barbosa.
É típica do município a Festa do Boi Ralado no Espeto. Tal nome provém do fato de se servir, nos dias de festa, carne bovina moída e temperada, assada em um espeto de madeira. Ocorre anualmente em outubro, no Parque de Exposições Municipal, durante o aniversário de emancipação política do município. O prato é típico da região.
Nós usamos cookies necessários para fazer o nosso site e sua navegação funcionarem. Também gostaríamos de coletar cookies de análise de desempenho e outros que nos ajudem a fazer melhorias medindo como você usa o nosso site. Política de Cookies.
Você pode aceitar todos os cookies clicando em “Aceitar todos” ou rejeitar os que não são necessários clicando em “Rejeitar cookies não necessários”.
Para visualizar e alterar suas preferências, clique em Definições de cookies.