Iúna - Espirito Santo - Informações sobre a cidade

Município de Iúna
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Brasão Bandeira desconhecida
Hino
Aniversário
Fundação 11 de novembro de 1890
Gentílico iunense
Lema
Prefeito(a) José Ramos Furtado (DEM)
(2009 – 2012)
Localização

20° 20' 45" S 41° 32' 09" O20° 20' 45" S 41° 32' 09" O
Unidade federativa  Espírito Santo
Mesorregião Sul Espírito-santense IBGE/2008
Microrregião Alegre IBGE/2008
Região metropolitana
Municípios limítrofes Irupi, Ibatiba, Muniz Freire, Ibitirama, Alto Caparaó, Alto Jequitibá, Manhumirim, Manhuaçu, Durandé, Lajinha
Distância até a capital 180 km
Características geográficas
Área 460,522 km²
População 26.239 hab. est. IBGE/2009
Densidade 61,7 hab./km²
Altitude sede: 670 m
Clima Tropical de altitude Cwa
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,729 médio PNUD/2000
PIB R$ 135.040 mil IBGE/2005
PIB per capita R$ 4.809,00 IBGE/2005

Iúna é um município brasileiro do estado do Espírito Santo.

Índice

Geografia

Sua população estimada em 2006 era de 28.433 habitantes. O município de Iúna é localizado a 15 km da BR-262 e a 180 km da capital do estado, Vitória.

O município tem parte de sua área no Parque Nacional do Caparaó, embora o Pico da Bandeira (maior do estado e 3° maior do país) fique no município de Ibitirama. No município de Iúna fica o Pico do Colosso, com 2849m.

Clima

Sede

Temperatura média anual: 16,8°C, mínima no Inverno: 8,8°C máxima no Verão: 26°C, amplitude térmica diária: 10°C.

Parque Nacional do Caparaó

Temperatura média anual: 11,8°C, mínima no Inverno: 4,3°C máxima no Verão 22°C, amplitude térmica diária: 10°C.

Gelo e neve

Não há registros de neve na sede do município, apenas de aguaneve e geada, já na região do parque, especialmente nos cumes dos picos, a temperatura pode chegar a até -10°C negativos, com geadas diárias no Inverno e registros de neve nos invernos rigorosos.

História

A história da região do Caparaó pode ser contada a partir da vinda da família real, em 1808. Em 1814, o príncipe regente João, filho de D. Maria I, determinou que as remessas de ouro, pedras preciosas ou madeira fossem feitas obrigatoriamente pelo Rio de Janeiro.

Para tanto, o governador da província, Francisco Alberto Rubim, recebeu ordens para construir uma estrada ligando Minas Gerais ao Espírito Santo. Vários povoados se formariam futuramente nesse caminho, em volta dos postos militares então instalados.

Um desses foi o povoado de São Pedro de Alcântara do Rio Pardo, erguido em volta da capela erguida em 1855 em terreno doado pelo fazendeiro Joaquim Ferreira Val. O povoado foi primeiro subordinado a Vitória, e depois a Cachoeiro de Itapemirim.

Em 14 de julho de 1859, esse povoado é elevado à condição de paróquia; em 24 de outubro de 1890, obtém a emancipação de Cachoeiro de Itapemirim. O município foi criado em 11 de novembro de 1890, e instalado em 3 de março de 1891, com o nome de Rio Pardo.

O nome de Iúna seria adotado em 1943. Significa "águas pardas", em língua tupi.


Economia

As principais plantações da cidade são as de pinheiros de eucaliptos e de Café.Com a implantação do centro comercial que foi citado em projetos anteriores, o município de Iúna tem grandes chances de alavancar sua economia com a adaptação de industrias. Este projeto, se colocado em prática, ajudará muito no crescimento da economia, criando empregos e desafogando os pólos cafeicultores.

O surgimento do município de Iúna

O território que hoje corresponde ao Município de lúna, pertencia, inicialmente, ao município de Vitória. Era totalmente coberto pela Mata Atlântica e habitado por diversas tribos indígenas, da nação purí. Os purís eram de estatura mediana, de cor morena e cabelos pretos e lisos. Andavam nus, se alimentavam da caça e da pesca, cultivando alguns produtos agrícolas.

Em 1816, o Governador Francisco Alberto Rubim, valendo-se da Carta Régia do Príncipe Regente, Dom João, ordenou a construção da Estrada São Pedro de Alcântara, que ligava Vitória a Vila Rica, em Minas Gerais. O responsável pela construção em território capixaba foi o Comandante Duarte Carneiro. Para a manutenção da estrada foram estabelecidos quartéis de três em três léguas para que os viajantes pudessem descansar e encontrar proteção contra os constantes ataques das feras e índios, que viam no homem branco um invasor de suas terras.

Em território riopardense existiam três quartéis: a) Quartel de Chaves, que logo recebeu o nome de Quartel do Rio Pardo, por situar-se às margens de um rio de águas pardas; b) Quartel de Santa Cruz e Quartel do Príncipe.

Com o passar dos anos, ao redor do Quartel do Rio Pardo, surgiu a pequena povoação, denominada "Arraial de São Pedro de Alcântara do Rio Pardo".

No decorrer do ano de 1845 o missionário capuchinho Frei Paulo de Casanova, construiu, com o auxílio dos índios purís, a Capela de São Pedro de Alcântara, inaugurada com a presença do Barão de Itapemirim e benzida pelo seu idealisador.

No ano de 1855 o Alferes José Joaquim Ferreira Valle doou 42 alqueires de terra para a construção de uma capela dedicada a Nossa Senhora Mãe dos Homens e expansão do arraial que se formava às margens do Rio Pardo. Contudo, em 1858, Frei Bento di Gênova liderou a construção da capela, que foi inaugurada e dedicada a Nossa Senhora da Pureza.

Em 1859 o Arraial foi elevado a Distrito de Vitória, como nome de Freguesia de São Pedro de Alcântara do Rio Pardo. Posteriormente, o distrito passou a pertencer ao município de Viana e, em 1867, foi anexado ao recém-criado Município de Cachoeiro de Itapemirim.

Com o crescimento da Freguesia, Frei Bento di Gênova construiu a Capela e o Cemitério de São Miguel Archângelo, no qual foi sepultado no dia 2 de janeiro, de 1862, pois falecera sentado na Pedra do Pecado, na Água Santa, no dia 01.

No período compreendido entre 1865 a 1870, chegaram à Freguesia de São Pedro de Alcântara do Rio Pardo diversas famílias de origem portuguesa, remanescentes da Guerra do Paraguai e que receberam, de Sua Majestade Imperial, Dom Pedro II, sesmarias no "Sertão do Norte" como era conhecida a extensa região que compunha o Distrito de Rio Pardo, abrangendo os territórios que hoje correspondem aos municípios de Castelo, Conceição de Castelo, Venda Nova do Imigrante, Muniz Freire, Ibatiba, Irupi, no Espírito Santo e Lajinha, Chalé, Ipanema, Conceição de Ipanema e Mutum, em Minas Gerais.

Dentre os remanescentes da Guerra do Paraguai, podemos citar: Vicente Antônio da Silveira Leite, Capitão João Ignácio de Almeida, Capitão Quincas Nunes, Tenente Ambrósio Leite, Capitão Francisco Antônio Rodrigues Justo.

Ainda no século passado chegaram outras famílias de origem portuguesa, vindas de Minas Gerais: Ferreira Valle, Ferreira da Costa (Felisbino) Ferreira Viana (Laje), Mariano Antônio Pereira (Mariano/Ricarte), Osório Pereira e Osório de Mattos, Maximiniano José de Lima, Trindade, Almeida, Ribeiro de Almeida, Ribeiro Leite, Barbosa, Gonçalves, Castro, Barros, Florindo de Freitas, Machado, Goulart de Almeida, Roberto de Moraes, Gomes, Amorim, Ferreira de Almeida, Ferreira de Amorim (Tebas), Ferreira Rios, Ribeiro Leal, Bernardo, Faria, Teixeira, Fonseca, Oliveira, Souza (Flóra).

Também se fixaram em Rio Pardo, no final do século passado e início deste, famílias de outras nacionalidades: a família Lamy - de origem francesa; as famílias Hubner de Miranda, Emerick, Eller, Heringer, Von Randow - de origem alemã. Montenor, Rocen de Poncem - de origem suíça,e a partir da década de 1920, do século atual, os libaneses: Amim, P.Alcure, Fadlalah, Antônio (Mansur Amar), Chequer Bou-Habib, Tanure, Abikahir, Cade, Bechepeche.

Dentre as famílias italianas que imigraram em 1879, podemos citar: Amigo, Bazzarella, Canabarro, Carlomagno, Catalano, Chrispim, Conde, De Biase, Labanca, Lofêgo, Finamore, Galotti, Gioia, Madeira, Mastrotti, Miglioni, Oggioni, Pagani, Pevidor, Poncio, Rossi, Scardini, Scussulini, Vivacqua, Tiengo. E, a partir deste século os Coletta, Campagnaro, Salotto, Bertholini, Quarto, Cassini, Henriques (Juca Italiano), Prottes, Fardim, Tomazzi (Thomaz), Vimercati e Pollastrelli.

Em 1879 foi construída a Igreja Matriz de Nossa Senhora Mãe dos Homens, criadas as escolas masculina e feminina da Vila e em 1881 foi instalado o Correio.

No dia 11 de junho de 1888 foi realizado, na Freguesia de São Pedro de Alcântara do Rio Pardo, o primeiro casamento civil da província do Espírito Santo, antes mesmo da Proclamação da República.

No dia 24 de outubro de 1890 os moradores de Rio Pardo decidiram pedir à Assembleia Constituinte a criação do município, visando o crescimento sócio-econômico da extensa região. Com efeito, no dia 11 de novembro de 1890, quando da promulgação da primeira Constituição Republicana do estado do Espírito Santo, os Deputados Constituintes aprovaram o desmembramento do distrito de São Pedro de Alcântara do Rio Pardo, então pertencente ao Município de Cachoeiro de Itapemirim, criando o Município da Villa do Rio Pardo, com sede na antiga Freguesia de São Pedro de Alcântara do Rio Pardo e tendo como distritos: Santa Cruz e São Manoel do Mutum.

Em conseqüência do desmembramento do Município de Cachoeiro de Itapemirim, no dia 3 de março de 1891, foi instalado o primeiro Conselho de Intendência Municipal, composto pelos cidadãos: Wenceslau Carvalho de Oliveira, Tenente Coronel Gabriel Norberto da Silva, Capitão João Osório Pereira, José Maria de Amigo e Antônio Carlos Rodrigues.

A Comarca do Rio Pardo foi criada em 1890, teve como pioneiros os Magistrados: Cassiano Cardoso Castello, Augusto Afonso Botelho, Epaminondas Amaral. Na Promotoria, os pioneiros foram Waldemar Pereira (depois Juiz e Desembargador), Eurípedes Queiroz do Valle (depois Juiz e Desembargador).

O primeiro estafeta de Rio Pardo foi o Francisco Augusto de Castro (Chico Augusto) que, montado em sua mula, levava as malas do correio até Muniz Freire, de onde seguiam para Castelo e daí, de trem, para Cachoeiro de Vitória. O Chico Augusto trazia as malas destinadas a Rio Pardo e fazia a distribuição para os destinatários.

O primeiro Prefeito foi José Antônio Lofêgo, que tomou posse do cargo em 1914, porém, como já era Intendente, administrou o município de 1905 a 1920. Foi o criador da Banda de Música Carlos Gomes, do teatro, do primeiro Jornal "O Boatto" iluminou a rua principal da Vila com lampiões a querosene e construiu o prédio da Prefeitura, inaugurado em 1914 e que hoje abriga a Câmara Municipal, o Sub-Núcleo/Departamento Municipal de Educação e o Museu Histórico da Casa da Cultura.

A nova Câmara municipal começa a ser construída na rua principal da cidade em um novo prédio moderno e amplo, isso aconteceu logo depois de 2000.

No ano de 1917 foi fundado o primeiro time de futebol do município, denominado ainda hoje: "Rio Pardo Futebol Clube", com uniforme vermelho e branco. E ficando extinto após muitos anos e ainda Iúna ficou marcada com o famoso bingo vermelho e branco que atraia pessoas de várias cidades do Espírito Santo e Minas Gerais, mas o Rio Pardo Futebol Clube, não resistiu e ficou apenas nas lembranças daqueles que um dia fizeram parte de sua história.

Em 1922 chegaram os primeiros automóveis na antiga Vila do Rio Pardo. Foram recebidos com festa. Integrava a comitiva o Coronel Leôncio Vieira de Rezende e outras autoridades.

Durante a administração do jovem prefeito Antônio Lofêgo, em 1924, foi construída a primeira usina que gerou a eletricidade para toda a Vila do Rio Pardo, pioneira no sul do Estado.

Em 1930 aconteceu a Revolução, sendo deposto o então prefeito Alfredo Hybner e fechada a Câmara, presidida pelo Coronel Pedro Scardini.

A professora Terpsichore Felisberto Lacerda (dona Terpinha) agrupando as escolas feminina e masculina da Vila do Rio Pardo, fundou o Grupo Escolar "Henrique Coutinho", do qual foi a primeira Diretora, idealizadora e construtora do prédio, inaugurado dois anos depois e em funcionamento até os dias de hoje.

Em 1943 existiam no Brasil três municípios com a denominação de Rio Pardo: nos estados do Espírito Santo, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Em virtude de Lei Federal, a duplicidade de nomes foi proibida. O Rio Pardo do Rio Grande do Sul, por ser mais antigo, permaneceu com o nome inalterado. O mineiro passou a denominar-se "Rio Pardo de Minas" e o capixaba foi denominado IÚNA, numa homenagem aos primitivos habitantes, banidos de seu território, pois no idioma tupi, lúna significa "águas pardas".

Principais datas comemorativas

1816 -Abertura da Estrada São Pedro de Alcântara.

1845 - Construção da Capela de São Pedro de Alcântara.

1855 - Doação dos terrenos para Nossa Senhora Mãe dos Homens.

1858 - Construção da Capela de Nossa Senhora da Pureza.

1859 - Criação do Distrito de São Pedro de Alcântara do Rio Pardo.

1860 - Inauguração do Cemitério de São Miguel Archângelo.

1862 - Morte de Frei Bento di Gênova na Pedra do Pecado, Água Santa.

1865/1870 - Chegada dos remanescentes da Guerra do Paraguai.

1872 - Chegada dos primeiros italianos em Rio Pardo.

1879 - Construção da Matriz de Nossa Senhora Mãe dos Homens.

1881 - Instalação do Correio.

1888 - Realizado o 1° casamento civil do ES, em Rio Pardo.

1890 - Criação do Município da Villa do Rio Pardo.

1891 - Instalação do Conselho de Intendência Municipal.

1914 - Posse do 1° Prefeito: José Antônio Lofêgo e inauguração do Palacete Municipal.

1915 - Fundação do Rio Pardo F. C.

1922 - Chegada dos primeiros automóveis.

1924 - Instalação de energia elétrica.

1930 - Revolução.

1941 - Fundação do Grupo Escolar Henrique Coutinho pela prof. Terpinha Lacerda.

1943 - Mudança do nome para IÚNA.

1952 - Fundação da Sociedade Civil Santa Casa de lúna.

1953 - Fundação do Olaria F. C.

1958 - Fundação do Ginásio de lúna pelo Pe. Armando Veiga Santos.

1963 - Fundação da Escola de Comércio ":Pedro J. de Souza", pelo Nagem Abikahir.

1968 - Instalação da Deita Maçônica "Filhos de Luz e Virtude".

1969/1970 - Construção da BR 262.

1970 - Inauguração da atual Matriz Nossa Senhora Mãe dos Homens.

1971 - Fundação do Lions Clube de lúna.

1980 - Fundação do lúna Campestre Clube.

1984 - Fundação da Casa da Cultura lunense.

1988 - Criação da Escola Municipal "Deolinda Amorim de Oliveira".

1990 - Comemoração do 1° Centenário de lúna.

1990 - Inauguração do Parque Municipal de Exposições.

1990 - Inauguração do Lar dos Velhinhos de lúna.

1990 - Inauguração da APAE.

1990 - Inauguração do Ginásio Poliesportivo "Prefeito Romeu Rios".

1991 - Criação da Loja Maçônica Fênix.

1992 - Criação do 1º Colégio particular "Porto Seguro".

1995 - Reabertura do Museu Histórico da Casa da Cultura lunense.

1996- Inauguração do complexo da Beira-Rio: Avenida Deputado João Rios; Praça Jonny Lamas, Rua Capitão João Ignácio de Almeida, Rua José Antônio Lofêgo, Terminal Rodoviário "Antônio Luíz de Castro", Centro Municipal de Saúde, Calçadão do Café, Monumento à Bíblia e Estacionamento da Rua de Lazer.

Histórico administrativo

Em 1890, quando promulgada a Constituição cada município era administrado por um Conselho, denominado "Conselho de Intendência", cujos membros eram titulados "Intendentes" ou "Governadores Municipais".

Cada Conselho elegia, dentre os seus membros, o seu Presidente, para o mandato de um ano. O Presidente do Conselho acumulava as funções legislativa e executiva.

De 1891, quando foi instalado o primeiro Conselho de Intendência da Vila do Rio Pardo, até 1913, quando foi eleito o primeiro Prefeito, administraram o município:

1891 - Wenceslau Carvalho de Oliveira.

1891 - Tiburcio Ribeiro Vellasco.

1891 - Capitão João Osório Pereira.

1892 - Wenceslau Carvalho de Oliveira.

1892 - Antônio Cãndido Lamy.

1893 - Vicentti Scardini.

1894 - Tenente-Coronel Gabriel Norberto da Silva.

1896 - Antônio Serapião da Trindade.

1899 - Major Joaquim Gregário da Fonseca.

1900 - Domingos Vivácqua.

1900 - Antônio Serapião da Trindade.

1901 - Coronel Francisco António Rodrigues Justo.

1905 - José Antônio Lofêgo.

1909 - José Antônio Lofêgo.

1913 - José Antônio Lofêgo.

Nas eleições realizadas em 1913, José Antônio Lofêgo, que administrava o município desde 1905, foi eleito o primeiro Prefeito de Rio Pardo, iniciando sua administração em 1914. Desta época em diante, é iniciado novo processo administrativo municipal. Pela reforma constitucional os representantes municipais passaram a ter mais autonomia. Os vereadores, compondo a Câmara Municipal, com funções legislativas.

Surge o cargo de Prefeito Municipal, cujas funções são executivas. Nesta época, o mandato do prefeito ainda era de dois anos; somente a partir do ano de 1953 passou a ser de quatro anos.

Prefeitos em ordem cronológica

Mandato Prefeito
1914-1920 José Antônio Lofêgo
1920 Aníbal Freire
1922 Antônio Lofêgo
1924 Coronel Amynthas Osório de Mattos
1928 Coronel Pedro Scardini
1929 Alfredo Hubner
1930 Junta Governativa: Joaquim Cabral, Francisco Lofêgo Netto, Antônio Lacerda
1931 Antônio Lacerda
1932 Adilio Valadão
1936 Hermenegildo Hubner de Miranda
1937 Alfredo Antônio
1947 Jonas Menezes de Castro Lamas
1948 José Raposo
1951 José Roberto de Moraes
1951 João Rios (Checo)
1955 Welphani Machado
1955 José Prottes
1959 Paulo Expedicto Amaral
1963 João Rios
1967 Nahim Alcure
1971 Romeu Rios
1973 José Augusto de Oliveira
1977 Cantídio Roberto de Moraes
1981 Namir Ângelo Gonçalves
1982 Soniter Miranda Saraiva
1983 Lino Garcia
1989 Wellington Firmíno do Carmo
1992 Gumercino Gonçalves Vinand
1997-2000 Herivelton Faria
2001-2004 Lino Garcia
2005-2008 Rogério Cruz
2009-2012 José Ramos Furtado

Cultura

Atualmente, a festa mais esperada todo ano é a Caçúcar Rodeio Show, que está em sua oitava edição no ano 2008. A festa é organizada pela Associação Vida e Ação Zé Gallor e não tem vínculo com a prefeitura.

Ocorre também, em outubro, a festa de comemoração pelo aniversário da cidade.

A partir de 2006 foi incorporado à Programação da Festa de Emancipação Política do Município o "Desfile Escolar" realizado pelas escolas de ensino público e privado, sob a batuta da Secretaria Municipal de Educação. O evento tem sido considerado uma vitrine cultural em razão da demonstração de criatividade e talento dos alunos e professores.

Artesanato

A palavra arte pode assumir várias significações na linguagem, falando-se da transformação da matéria bruta pelo homem, ela pode representar uma forma de produção quando se desenvolve na procura do útil; ou uma forma de expressão se se desenvolve na procura do belo.

O artesanato de Iúna é muito rico em variedade e qualidade. Os artesãos têm o capricho de produzir com muito carinho e apresentar seus trabalhos levando a todos a cultura e nome de Iúna.

Inicialmente tem o café, a maior riqueza do município, já torrado, moído e embalado artesanalmente, que é produzido em algumas propriedades rurais, relembrando a maneira como faziam os antepassados de muitos. A cidade possui uma Cafeteria que faz este trabalho artesanal no próprio espaço, dando a oportunidade de ser tudo observado e explicado pelos proprietários.

Os alimentos, como doces de mamão em pedaços, ralado cozido com açúcar mascavo ou rapadura, de abóbora em pedaços e ralado puro ou com côco, doces de figo, goiaba, pêssego, carambola e jaca em calda; os bolos de laranja, milho, côco, as broas de fubá com melado, com erva-doce; os queijos frescal e curado; licores de sabores diversos, quentão; salgados diversos, enfim uma infinidade de guloseimas "da roça" que dão muita água na boca.

O artesanato em crochê com linha e com barbante, tricô, com fitas, bordados, marcados com ponto cruz e outros; pintura em tecido, pintura em telhas, em telas; quadros entalhados na madeira; "biscuit", bijuterias, plantas diversas, e muito mais.

Estes produtos são apresentados ao povo em Feirinhas de Artesanato, denominadas "Sábado na Praça", instituídas na calencário cultural do município durante o Governo do Prefeito Lino Garcia, sob o comando da então Secretária de Cultura Karla Leopoldino. Esses eventos acontecem geralmente uma vez por mês, num final de semana, na praça do Ginásio de Esportes Romeu Rios, ou em frente ao Fórum de Iúna.

Turismo

Iúna é uma cidade rica em belezas naturais. Tem potencial para turismo de montanha, aventura, religião, ecológico e agroturismo.

Dentre as cachoeiras mais mais belas podemos citar a Cachoeiro do Rio claro, Poço das Antas, Cachoeira do Chiador.

Em se tratando de aventura a topografia proporciona a prática de esportes radicais como rapel, tracking e parapente.

A Água Santa é palco de peregrinação, não tão intensa mas recebe turistas de várias regiões do Brasil, e, a Paróquia da Senhora Maim Dus Somi, que é uma das mais belas do estado.

Quem nasce em Iúna é iunense
Fonte: Wikipédia
Previsão do tempo em Iúna/ES

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