Produtos rurais Classificados rurais negócios rurais Compra venda de trator MF Rural Site de classificados de fazendas e intermediação de negócios rurais Agronegócio Compra e venda de trator e fazendas Site de anúncios de classificados rurais trator para compra e venda de produtos rurais Portal de negocios rurais

Veja mais detalhes de Luiz Alves
Município de Luiz Alves
[[Ficheiro:|270px|none|center|]]
""
Brasão de Luiz Alves
Bandeira de Luiz Alves
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário 18 de julho - Feriado Municipal
Fundação 18 de julho de 1958
Gentílico luisalvense
Lema
Prefeito(a) Viland Bork (PMDB)
(2009 – 2012)
Localização
Localização de Luiz Alves
Localização de Luiz Alves em Santa Catarina
Localização de Luiz Alves em Brasil
Luiz Alves
Localização de Luiz Alves no Brasil
26° 43' 15" S 48° 55' 58" O26° 43' 15" S 48° 55' 58" O
Unidade federativa  Santa Catarina
Mesorregião Vale do Itajaí IBGE/2008 [1]
Microrregião Blumenau IBGE/2008 [1]
Região metropolitana
Municípios limítrofes Barra Velha, Blumenau, Gaspar, Ilhota, Massaranduba, Navegantes, Piçarras e São João do Itaperiú
Distância até a capital 130 km
Características geográficas
Área 260,079 km²
População 9.506 hab. est. IBGE/2009 [2]
Densidade 35,0 hab./km²
Altitude 70 m
Clima Temperado quente, com temperatura média entre 16°C e 28°C.
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,84 elevado PNUD/2000 [3]
PIB R$ 131.000 mil IBGE/2005 [4]
PIB per capita R$ 14.661,00 IBGE/2005 [4]

Luiz Alves[nota 1] é um município brasileiro do Estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 26º43'14" sul e a uma longitude 48º55'58" oeste. Sua população estimada em 2009 é de 9.506 habitantes, mas acredita-se que passa de 10.000. A cidade apresenta beleza em suas paisagens destacando sempre a natureza, levando o título de "O Paraíso Verde do Vale". Luiz Alves é o segundo maior produtor de banana do estado, destaca pela qualidade de suas verduras, do arroz e de outras culturas.

Luiz Alves é denominada "Capital Catarinense da Cachaça".

Em novembro de 2008, ocorreu em Luiz Alves e no Vale do Itajaí, a grandiosa “catástrofe ambiental”, sendo que em Luiz Alves registrou – se vários: - Prejuízos como: alagamentos, deslizamentos, aproximadamente: 500 pessoas desalojadas, 300 desabrigadas, 500 casas danificadas e 110 destruídas. Serviços de água, energia elétrica, telefonia, transportes e comunicação prejudicados por alguns dias. Deslizamento de terra e crateras na rodovia SC – 413 e na estrada que dá acesso a Blumenau. Luiz Alves ficou 5 dias isolado, ocorreram 11 mortes por deslizamentos de terra, tendo sido decretada situação de calamidade pública.

Índice

História

Em dezembro de 1876 a Comissão encarregada de discriminar as terras do domínio particular, no então município de Itajaí, segue para o Rio Luís Alves, a fim de escolher o melhor local para o estabelecimento de uma colônia, e, em função de tal desejo foram medidos 16 lotes, com 275 metros de frente e 1.100 metros de fundos.

Em 1877 a área territorial da colônia “Luís Alves” era de 12 léguas quadradas. Isto significava, em fins de setembro de 1877, que haviam sido medidos 224 lotes. E, em novembro de 1877, a colônia “Luís Alves” tem iniciado o seu povoamento. Os italianos foram os pioneiros na colonização de Luís Alves e logo após foram seguidos pelos alemães, austríacos e portugueses. Em 29 de novembro de 1877 chegava a primeira remessa de colonos eram 79 colonos. A segunda remessa chegou em 10 de dezembro de 1877 e a terceira remessa chegou dia 30 de dezembro de 1877.

Eram esses colonos italianos e austríacos, que ocuparam os primeiros 52 lotes, sendo 28 lotes às margens do Rio Luís Alves e 24 lotes às margens do Braço do Norte. Já os alemães que chegaram ocuparam 11 lotes às margens do ribeirão Máximo, enquanto os colonos nacionais tiveram 30 lotes, às margens dos ribeirões Serafim e Braço Seco. E por último os portugueses ocuparam lotes cedidos a eles às margens do Rio do Peixe. O diretor da colônia, era Júlio Grothe, administrou - a muito mal e foi demitido. Grothe então foi substituído pelo engenheiro Pedro Luís Taulois, a 13 de setembro de 1878, esse por sua vez exerceu a função até emancipação política de Luís Alves.

A colônia de Luís Alves teve também, vida acidentada, registrando – se vários motins entre os colonos, obrigando o emprego e a permanência da força policial para manter a ordem perturbada com relativa freqüência. Tal situação motivou o seu lento progresso até que, em 1890 o Governo da Província de Santa Catarina viu – se na contingência de lhe retirar os favores coloniais, extinguindo a colônia Luís Alves.

Iniciada em 1877 com 230 colonos, em 1878 elevava o seu número para 500 colonos. Apesar da extinção da colônia, nela se localizam ainda novas levas de colonos: em 1892 são 83, em 1893 outros 78 e, por fim, em 1894 mais 6.

Após que Pedro Luiz Taulois começou a dirigir a colônia, os interesses da colônia passaram a ser dirigidos por Bruque e mais tarde por Blumenau.

Em 1893, a companhia Torrens estabeleceu 83 colonos em área medida em Luís Alves, seguindo – se nos dois anos seguintes mais 84, aproveitando assim 167 dos 475 lotes demarcados. Após os interesses da colônia terem sido dirigidos por Brusque e mais tarde por Blumenau, ela foi completamente esquecida pouco que se fazia pela colônia Luís Alves. Então ela passou a ser Distrito do município de Itajaí por decreto de 10 de janeiro de 1903, Luís Alves de 1903 até 1958 foi Distrito de Itajaí. Até em 1958, eleva –se a categoria de município pela lei Nº. 348 de 21 de junho. E a Emancipação política no dia 18 de julho de 1958, sendo o 1º prefeito e eleito de Luís Alves o senhor Guilherme Schwanke. E o município começa a regredir nas décadas de 60 e 70. Agricultura é desvalorizada. O governo despreza os pequenos municípios e são incentivados os operários. As fábricas começam a pagar bem e os luisalvenses vão para as cidades pelas décadas de 1970 e 1980 surgiu o plantio da banana, que fez com que diminuísse o êxito rural e com que o município se desenvolveu – se bastante economicamente.

Aproximadamente em 1977 iniciou - se a abertura da SC 413, a eletrificação rural, a retificação das estradas, o ginásio de esporte e o campo da SERAL, Calçamento da Rua 18 de Julho (Centro), construção do prédio do BESC, construção de pontes nas comunidades, abastecimento de água – represa e reservatório. Tudo isso no governo de Wilibaldo Bylardt (Prefeito) e Miro Hess (Vice – Prefeito) nos anos de 1977 a 1982.

As maiores enchentes

  • 1880: Logo nos primeiros anos de colônia já houve uma grande enchente que geraram muitos prejuízos para os que ali viviam. As chuvas duraram de 22 a 23 de setembro, os mais antigos contavam que as águas levavam o gado, as plantações, tudo o que vinha pela frente. Perderam a vida 25 colonos (afogados e soterrados), houve deslizamentos de terra, e diversas plantações e pastagens próximas às margens dos rios foram soterradas com terra e areia que veio com as águas. (esta enchente pelo que se consta foi semelhante a ocorrida em novembro de 2008 em Luís Alves e região)
  • 1911: Neste ano Luís Alves, viu – se outra vez sob o domínio das águas. Não se registrou vítimas humanas. Os prejuízos foram todos indenizados com auxílio vindos de diversos pontos do país e de Hamburgo.
  • 1927 e 1948: Foram enchentes de menores proporções os níveis das águas ficou semelhante a enchente de 1911.
  • 1970: Uma tromba d’água que desabou em todo o município na noite do dia 2 de fevereiro, fez com que os rios enchessem rapidamente, o nível das águas superou a de 1880. Grandes quantidades de animais afogaram – se, plantações ficaram debaixo das águas nada se pôde aproveitar. Não houve vítimas humanas.
  • 1983 e 1984: Muita chuva nestes dois anos, porém o nível das águas segundo os mais antigos não superou a enchente de 1970, não houve vítimas humanas, os prejuízos também foram incalculáveis com animais, plantações, etc.
  • 2008: 21,22 e 23 de novembro de 2008, ocorreu uma das maiores tragédias na região, em Luís Alves o nível das águas superou a enchente de 1983/1984, porém não superou a de 1970, mas em prejuízos superou – se: deslizamentos de terra, pastagens e plantações as margens dos rios foram praticamente todos aterrados com terra e areia, 11 pessoas perderam a vida por deslizamentos de terra (porém nenhuma por afogamento), o município ficou cerca de 5 dias sem energia elétrica, 6 dias sem os serviços telefônicos, 5 dias isolado dos demais municípios, e sendo que centenas de casas foram destruídas ou danificadas e centenas de pessoas desabrigadas, várias pontes caíram, estradas e ruas sem condições de tráfego por terem se abertos crateras e deslizamentos de terra em ruas,

Origem do nome do município

Muitas são as versões sobre o nome do município de Luiz Alves, mais a mais aceita é a de Dom Luiz Alves, e de seu escravo que também era chamado de Luiz Alves. Esse garoto era escravo de Dom Luiz Alves, um rico fazendeiro que morava na foz do Rio Luís Alves em Ilhota. Por ele ter começado ali a colonização de Ilhota, então foi dado o nome ao rio de Luiz Alves. Ele também acompanhou os imigrantes italianos até a colônia de Luiz Alves.

Com a grande popularidade da cachaça e de outros produtos, a nova colônia necessitava de comunicação. Então começava a aparecer as correspondências. Oferecer – se este trabalho ao negrinho Luiz Alves que pegava as encomendas e saia correndo até os núcleos. Quando alguém lhe perguntava como era o nome da colônia, simplesmente respondia que não sabia. Apenas tinha certeza que ia a 3 núcleos; dos italianos, alemães e portugueses. Todos o chamavam de “Negrinho Maluco”, mas ele tinha orgulho em dizer que se chamava Luiz Alves, o nome do patrão que originou o nome do rio, que ele seguia. Em uma assembleia do legislativo catarinense foi levado e aprovado o nome de Luís Alves. A dúvida é, será que é homenagem a Dom Luís Alves, ou ao “escravo”?

O histórico da religião Católica em Luís Alves

A colônia Luís Alves, foi iniciada em 1877 com a chegada dos primeiros imigrantes italianos, logo após seguidos pelos alemães e portugueses ao município. Em 1879 já estava edificada a primeira e simples capela dedicada a São Vicente de Paulo. Em 1899, foi construída a segunda capela, com licença dada pelo bispo de Curitiba, Dom Duarte Leopoldo e Silva.

Em 1912 foi criada a Paróquia São Vicente de Paulo. A atual igreja matriz São Vicente de Paulo foi iniciada a sua construção em 1941 e concluída em 1952. Em setembro de 2002 foi comemorado o seu jubileu áureo da sua construção.

Em novembro de 1977 foi comemorado o centenário da fundação da colônia de Luís Alves. No dia 2 de dezembro de 2007 foram comemorados os 130 anos da imigração italiana. Em 18 de julho de 2008 foi comemorado o cinqüentenário de emancipação política do município de Luís Alves. Em 2012, será comemorado o centenário da criação da Paróquia São Vicente de Paulo.

Atualmente a Paróquia São Vicente de Paulo (Centro de Luís Alves), tem 17 capelas espalhadas por toda a extensão territorial de Luís Alves.

Símbolos oficiais

Luís Alves possui três símbolos oficiais: o brasão, a bandeira e o hino.

Brasão de Luís Alves.
  • O brasão de Luís Alves (significado das cores e figuras):

Escudo Português, a Cruz, a Moenda, o Arado (todos estes estilizados em prata), quadriculado em cor verde. Coroa mural de prata forrada de vermelho com quatro torres abertas do segundo. Divisa, “Luís Alves”, de prata em listel vermelho, que contém as seguintes datas: 1877 e 1958 (o período da colônia Luís Alves)

Bandeira de Luís Alves.
  • A Bandeira municipal de Luís Alves (significado das cores e figuras):

Verde: matas do nosso município; Amarelo: a riqueza do nosso município; Escudo/centro: Arado: a agricultura do nosso município; Cruz: a forte religiosidade em nosso município; Moenda: a forte produção de cachaça em nosso município;

  • O hino da cidade, simplesmente intitulado "Hino de Luís Alves", e foi instituído pela Lei nº 278/77 - Institui o Hino do município de Luís Alves e de outras providências.


Prefeitos

Pela lei estadual n° 348 de 21 de Junho de 1958, Luiz Alves passou a município, sendo instalado oficialmente em 18 de julho de 1958, sendo nomeado prefeito provisório Remaclo Otaviano Seara – mandato – 18 de agosto de 1958 a 31 de janeiro de 1959.

Nome Início do Mandato Fim do Mandato
Guilherme Schwanke 1959 1964
Leopoldo Shopping 1964 1969
Anselmo Kraisch 1969 1973
Orlando da Silva 1973 1977
Wilibaldo Bylardt 1977 1982
José Simão 1983 1988
João Tarcísio Rech 1989 1992
José Braz Müller 1993 1996
Valdir Schappo 1997 2000
Érico Gielow Neto 2001 2004
Érico Gielow Neto 2005 2008
Viland Bork 2009 2012

Bairros

  • Centro
  • Vila do Salto
  • Braço Paula Ramos
  • Braço Serafim
  • Alto Serafim
  • Braço Dauer
  • Braço Francês
  • Braço Joaquim
  • Braço Costa
  • Braço Bugre
  • Braço da Onça
  • Alto Máximo
  • Baixo Máximo
  • Braço Comprido
  • Braço Miguel
  • Braço Cunha
  • Braço Elza
  • Alto Braço Miguel
  • Braço Freimann
  • Ribeirão do Padre
  • Braço Belga
  • Boa Vista
  • Vila Nova
  • Baixo Canoas
  • Rio Canoas
  • Braço Arataca
  • Braço Gavião
  • Serrinha
  • Rio Novo
  • Rio do Peixe
  • Laranjeiras
  • Garuva
  • Garuvinha

Obs.: O nome de alguns dos bairros de Luís Alves traz a palavra BRAÇO na frente, BRAÇO neste sentido vem da língua italiana e significa pequenos rios, ou seja, os ribeirões.

Localização e Limites

Luís Alves está localizado a uma latitude 26º43'14" sul e a uma longitude 48º55'58" oeste, no Vale do Itajaí, Estado de Santa Catarina.

Tem como limites territoriais os municípios de Barra Velha e Massaranduba ao norte; Gaspar e Ilhota ao sul; Navegantes e Piçarras a leste; Blumenau, Gaspar e Massaranduba a oeste.

Vias de aceso

Luís Alves tem como principal ligação, no sentido norte-sul, a SC-413, que se inicia em Navegantes na conexão com a BR-470, com 29km de asfalto até a sede do município. Essa rodovia estadual está projetada para seguir até o município de Massaranduba, mas está pavimentada apenas até a divisao com esse município. O segundo acesso regional importante é o que liga Luís Alves a Gaspar e Blumenau pela rua Prefeito Wyllibald Van Den Bylaartdt, que possui 12 km de extensão até a divisao com Gaspar. Há também outras estradas municipais que ligam aos municípios vizinhos: para São João do Itaperiú estrada Braço Elza, estrada rio Canoas, estrada da Serrinha e da Arataca; para Piçarras a estrada do rio Novo; para Massaramduba a estrada do Alto Braço Miguel e o trecho da Rod. SC 413 não pavimentada e para Ilhota as estradas da Fruteira, Laranjeiras, do Máximo e do Baú Seco.

Distância de Luís Alves a algumas cidades do Estado de SC

  • Florianópolis: 140 Km
  • Itajaí: 40 Km
  • Navegantes: 36 Km
  • Blumenau: 30 Km
  • Joinville: 99 Km
  • Rio do Sul: 150 Km
  • São Joaquim: 307 Km
  • Chapecó: 487 Km

Fonte: Prefeitura Municipal de Luís Alves

A Agricultura e a Pecuária

  • A Agricultura: Luís Alves, embora o êxodo rural que sofreu entre 1970 e 1980, tem o privilégio por ser um município essencialmente agrícola. Nos últimos anos o município tem feito o máximo para evitar o êxodo rural e incentivar o cultivo agrícola.

Aproximadamente 75% das famílias luisalvenses trabalham na lavoura. Da qual tiram seu sustento. Atualmente o produto mais destacado de nosso município é a banana, sendo que Luís Alves é o segundo maior produtor catarinense de banana. São produzidos em nosso município também: a cana – de – açúcar, arroz, milho, feijão, mandioca, café, sorgo vassoreiro, e produtos como: beterraba, pepino, repolho, tomate, couve – flor, alface, cenoura, nabo entre outros tipos de tempero.

  • A Pecuária: No município de Luís Alves a pecuária é baseada essencialmente na criação de: bovinos, suínos, eqüinos e a avicultura (na qual a maioria das aves são criadas em granjas).

Aptidão Agrícola

No Município de Luís Alves, a exemplo da região, existem quatro grupos de aptidão para o uso agrícola e capacidade e exploração dos recursos naturais, derivados das condições climáticas, dos tipos de solo e da conformação do relevo dos terrenos.

Grupo 1 - Pouca aptidão para o uso agrícola, a não ser em casos especiais. Terras que parecem excluir a aptidão para a produção sustentada para as culturas agrícolas tradicionais. Apresentam algumas possibilidades para usos menos intensivos. Trata-se de terras ou paisagens nas quais devem ser estabelecidas ou preservadas as coberturas vegetais, não só por razões ecológicas mas também para a proteção e preservação das áreas contínuas agriculturáveis. Apresenta índices agroclimáticos superiores a 85%, declividades geralmente superiores a 55% com terras que apresentam limitações moderadas a fortes em suas propriedades físico químicas e morfológicas (Cambissolos álico) e ainda com restrições mais acentuadas quando apresentam excesso de cascalhos, pedregosidade e rochosidade.

Grupo 2 - Aptidão restrita a quase todos os níveis de manejo (baixo, médio e alto níveis tecnológicos e de aplicação de capital e pesquisa). São terras que apresentam fortes limitações para a produção sustentável de um determinado tipo de utilização, observando-se as condições de manejo considerado. Essas limitações reduzem a produtividade ou os benefícios, ou então aumentam os insumos necessários, de tal maneira, que os custos somente seriam justificados marginalmente. Apresenta índices agroclimáticos superiores a 85% com declividades entre 25 a 40%. São áreas não motomecanizáveis, mas susceptíveis a serem trabalhadas com implementos especiais. Requerem praticas intensivas e permanentes de conservação dos solos (Podzólico Vemelho-amarelo Latossólico álico). São terras que apresentam limitações fracas a moderadas em suas propriedades físico químicas e morfológicas.

Grupo 3 - Aptidão regular para a silvicultura. Baseado em práticas agrícolas que refletem um nível tecnológico médio com modesta aplicação de capital e de resultados de pesquisa. São terras que apresentam limitações moderadas para a produção sustentável de um determinado tipo de utilização, observando-se as condições de manejo considerado. Essas limitações reduzem a produtividade ou os benefícios, elevando as necessidades de insumos necessários, para aumentar as vantagens globais. Estas vantagens são sensivelmente inferiores àquelas auferidas em terra de Boa Aptidão. Sua principal restrição está relacionada ao relevo ondulado (declividades entre 40 e 55%). Áreas não mecanizáveis com limitações fracas a moderadas em suas propriedades físicas e químicas.

Grupo 4 - Aptidão regular a quase todos os níveis de manejo (médio e alto níveis tecnológicos e de aplicação de capital e pesquisa). São terras planas que apresentam fortes limitações para a produção sustentável de um determinado tipo de utilização, observando as condições de manejo considerado. Estas limitações reduzem a produtividade ou os benefícios, ou então aumentam os insumos necessários, de tal maneira, que os custos somente seriam justificados marginalmente. No município ocorre na porção mais distal da Bacia do Rio Luís Alves, em áreas planas e de deposição recente.

Apesar da geral falta de fertilidade dos solos do município, a região é bastante desenvolvida em termos de agricultura e outras culturas arbóreas. Neste sentido cabe salientar que tais culturas não são muito exigentes em termos de qualidade de solo. Desta forma há que se considerar que estes solos vão requerer, no futuro, a implementação de técnicas de manejo, direcionadas principalmente à sua conservação, pois a região é bastante susceptível ao carreamento e à erosão superficial. Este fato, aliado aos tipos de culturas agrícolas predominantes, podem em médio prazo prejudicar os cultivos ora instalados.

Fonte: Prefeitura Municipal de Luís Alves

Solos

No território de Luís Alves predominam três tipos de solo, com as seguintes variações e estrutura:

Cambissolo Álico. Compreende solos minerais não hidromórficos, caracterizados pela ocorrência de um horizonte B incipiente, definido pelo baixo gradiente textural, pela média a alta relação silte/argila ou pela presença de minerais primários de fácil decomposição . Normalmente apresenta horizontes A, (B) e C. Na região de Luís Alves geralmente apresentam baixa fertilidade, textura freqüentemente argilosa e ocorrem em relevo forte ondulado e montanhoso como os morros mais altos do município, tanto ao sul quanto ao norte. Quando ocorrem próximo das regiões mais baixas e planas a fração silte apresenta fertilidade variável podendo ser tanto eutrófico quanto distrófico.

Podzólico Vemelho-amarelo Latossólico Álico. Esta classe compreende solos minerais, não hidromórficos, com horizonte B textural, mais profundos que os vermelhoamarelo álicos, apresentando também menor diferenciação de horizontes e usualmente com menor gradiente textural que os Podzólico Vemelho-amarelo típicos. São ainda intermediários para os Latossolos vermelho-amarelos, diferindo destes por apresentarem maior contraste entre horizontes, perfil normalmente menos espesso. Maior relação textural B/A e maior desenvolvimento da estrutura do horizonte B. Apresentam seqüência de horizontes A, B, e C com horizonte A do tipo proeminente ou moderado, de textura argilosa e ocasionalmente média e estrutura granular. O horizonte B apresenta cores Bruna forte ou vermelho-amarelo nos matizes 5YR a 7,5YR, valor 4 a 6 e croma 6 a 8. A textura é argilosa e muito argilosa e a estrutura em blocos sub-angulares pequena a média, fraca a moderada, e quando ocorre cerosidade, esta é fraca, ou moderada, ou pouca. Apresentam relação silte/argila normalmente baixa, em torno de 0,17 a 0,50, argila com alto grau de floculação, relação ki no horizonte B situando-se ente 1,8 a 2,1 e o teor de ferro (Fe2O3) na faixa de 5,0 a 13,0. São solos de baixa fertilidade natural, com baixos teores de bases trocáveis e teores de alumínio trocáveis em níveis prejudiciais às plantas. Ocorrem no município em altitudes relativamente baixas onde o relevo dominante é o fortemente ondulado (morros mais baixos de Luís Alves - área central do município e um prolongamento para o norte).

Glei Pouco Húmico distrófico. Solos hidromórficos com elevado teor de matéria orgânica no horizonte superficial quando húmico e horizonte glei dentro de 60 cm da superfície de coloração geralmente acinzentada. São horizontes pouco espessos que apresentam de média a boa fertilidade natural. Ocorrem em relevos planos e margeando rios, principalmente na região distal do Rio Luís Alves no território municipal(sul). São limitados para o uso em função da má drenagem, por isso são utilizados para o cultivo de hortaliças, arroz irrigado e cana de açúcar. Apresentam associação complexa de Gley pouco húmico distrófico, com argila de baixa atividade textura moderada do horizonte A; quando o horizonte A é proeminente a textura é argilosa mas de baixa e alta atividade Cambissolo distrófico e eutrófico, com argila de baixa atividade com textura moderada ocorrente em relevos suavemente ondulados.

Fonte: Prefeitura Municipal de Luís Alves

Geografia

A geografia de Luís Alves apresenta em sua maioria uma topografia ondulada a forte ondulado, com uma declividade média de 26%, sendo que a cidade esta situada a uma altitude de 70 metros. O morro mais alto de Luiz Alves é o Morro do Cachorro que apresenta altitude média de 600 metros.

Vegetação

Os remanescentes vegetacionais do município de Luís Alves serão classificados de acordo com o Sistema de Classificação da Vegetação Brasileira proposto pelo IBGE (1992); as ocorrências de estágios sucessionais da Floresta Ombrófila Densa (Floresta Atlântica) na região serão classificadas de acordo com o procedimento de RODERJAN (2006) para a classificação de vegetação, que considera a seguinte legenda para o mapeamento da cobertura vegetal: Floresta atlântica do início das encostas (Floresta Ombrófila Densa Sub-montana) Várzeas (Áreas de Formações Pioneiras com Influência Flúvio-lacustre herbáceo-arbustiva). Áreas Antropizadas Sucessão Vegetal Estágio Intermediário (capoeiras). Estágio Inicial da Sucessão Vegetal (capoeirinhas) está compreendido na categoria Agropecuária em função de seu caráter efêmero, ou seja, passível de ser transformado a qualquer momento em atividade antrópica, agrícola. Agropecuária (cultivos agrícolas, principalmente banana e Fase Inicial da Sucessão Vegetal - capoeiras). Reflorestamentos (povoamentos ou plantios de monoculturas arbóreas).


Caracterização dos Tipos de Vegetação Ocorrentes no Município de Luís Alves: Floresta atlântica (floresta ombrófila densa) Floresta atlântica do início das encostas (Floresta Ombrófila Densa Sub-montana)

Essas formações florestais ocupam praticamente todo o Município de Luís Alves. Estão situadas entre aproximadamente 20 e 600 m s.n.m. Apresentam a maior diversidade vegetal das formações da Floresta Atlântica e são muito significativas no município (morraria e demais áreas), resultante da melhor característica de seus solos (Argissolos, Latossolos e Cambissolos) e, até certo ponto, maior dificuldade para o uso dos terrenos com relevos mais energéticos.

Apesar das características fitofisionômicas e florísticas apresentarem semelhanças com a Ombrófila de Terras Baixas, esta formação se mostra mais exuberante na região devido ao maior grau de conservação, resultante de condicionantes legais e inacessibilidade às áreas mais elevadas e de encostas, APP's Topos de Morros, apesar do uso intenso dessas regiões para o cultivo da banana e reflorestamentos, em locais mais próximos às áreas de núcleos urbanos e rurais.

Apresenta uma cobertura tipicamente florestal, com uma estratificação bem diferenciada, principalmente nas regiões mais altas e nas encostas mais preservadas, chegando a atingir até 35 metros de altura (dossel). A composição florística é representada por canela preta (Ocotea catharinensis - Lauraceae), sapopema (Sloanea guianensis - Elaeocarpaceae), guapuruvu (Schizolobium parahyba - Caesalpiniaceae), bocuva (Virola bicuhyba - Myristicaceae), tapiá, licurana (Hyeronima alchorneoides - Euphorbiaceae), jequitibá (Cariniana estrellensis -Lecythidaceae), caoví (Pseudopiptadenia warmingii - Mimosaceae), cangerana (Cabralea canjerana), cedro (Cedrela fissilis - Meliaceae) e guaricica (Vochysia bifalcata - Vochysiaceae).

Nos estratos inferiores distingüem-se bacoparí (Garcinia gardneriana - Clusiaceae), Guapira opposita (Nyctaginaceae), macuqueiro (Bathysa meridionalis), e pimenteiras (Psychotria nuda e P. suterella -Rubiaceae), palmiteiro, guaricanas (Geonoma schottiana e G. Elegans -Arecaceae) e xaxim (Cyathea hirsuta - Cyatheaceae).

Acompanhando estas espécies, nas regiões mais baixas da bacia do rio Luís Alves, pode ocorrer uma variação das mesmas, ou seja, podem apresentar características de Floresta Submontana Aluvial (ciliar ou próxima ao corpo hídrico), com elementos florísticos mais hidrófilos. Nas regiões em que o rio perde suas energia e forma áreas de planícies mais extensas (parte mais ao sul do município), podem aparecer algumas formações de várzeas, com seus componentes genuinamente herbáceos e arbustivos, muito adaptados às áreas úmidas (banhados, planície aluvial, etc).

Seus remanescentes na região de Luís Alves cobrem a maioria dos morros e suas encostas. Com poucas exceções foi explorada seletivamente, o que resultou na existência predominante de florestas secundárias, determinada pela presença significativa de guapuruvús e embaúbas e raras áreas com florestas primárias alteradas. Em muitos locais, sua retirada foi total para implantação de agricultura e reflorestamentos, para e a extração madeireira em topo de morros e encostas sem vegetação.

De uma forma geral, a vegetação de Luís Alves ainda apresenta remanescentes arbóreos representativos da Floresta Atlântica (Floresta Ombrófila Densa), em áreas mais afastadas dos usos agrícolas, em topos de morros e encostas mais íngremes. Ressalta-se que o caráter agrícola do município determina uma série de pressões sobre seus componentes naturais, principalmente sobre a cobertura vegetal, relacionada ao avanço da fronteira agrícola nos morros, encostas e outros terrenos protegidos. Dessa forma há que se avaliar as reais necessidades da expansão da agricultura para essas áreas, uma vez que a proteção e conservação das mesmas garante alguma estabilidade, fertilidade e produtividade nos terrenos limítrofes. Cabe ainda salientar que essas áreas não apresentam características edáficas, que possam suportar as culturas por muito tempo. Para que se possa avaliar o uso do território do município pela agricultura.

Geologia

A característica mais marcante da geologia do município de Luís Alves é o denominado Complexo Luís Alves que inclui diferentes tipos de litologias, geradas no Arqueano (mais de 2,5 bilhões de anos). No Complexo Luís Alves, que ocorre em quase 95% do território do município, principalmente nas áreas de morros) predomina uma assembléia petrotectônica de rochas metamórficas da fácies granulito com composição básica-intermediária. As rochas desta fácies se expressam por: gnaisses noríticos, gnaisses enderbíticos, gnaisses cálcicos-silicáticos, gnaisses kinzigíticos, anortositos, charnoquitos, quartizitos, ultramafitos, migmatitos, anortositos e quartizitos ferríferos. As rochas pertencentes a outras fácies ocorrentes, mas em menor significância (fácies anfibolito, epidoto-anfibolito e xistos-verdes) são as seguintes: biotita-gnaisses, hornblendabiotida-gnaisses, metatonalitos, metadioritos, metagabros, anfibolitos, diatexito, metatexito, serpentinitos, xistos magnesianos e rochas catacláticas.

Próximo às divisas com Penha e Navegantes ocorre à presença de Grupo Itajaí (regiõespróximas ao rio e seus afluentes). O Grupo Itajaí é uma Unidade litoestratigráfica que pode ser dividida em unidades informais: Inferior: arcóseos, arenitos arcoseanos, siltitos, conglomerados e tufáceos, distinta coloração roxo-avermelhada. Intermediária: siltitos laminados, coloração cinza-azulada. Superior: arcóseos, arenitos arcoseanos, siltitos, conglomerados e estratos tufáceos, coporação roxo-avermelhada. O grupo transpõe os limites tectônicos setentrionais da fossa e repousa sobre os tratos granulíticos do Complexo Luís Alves. Seus limites meridionais com os contrafortes metamórficos da Faixa Arco-Fossa Tijucas são de natureza tectônica. Em Penha ocorrem na porção mais Oeste do município. O grupo Itajaí comporta-se, apesar das perturbações por dobras adiastróficas, falhas e intrusões graníticas, como uma avantajada estrutura monoclinal basculada para sudeste. Datações radiométricas realizadas em rochas do Grupo Itajaí revelaram idade isocrônica de 541 mais ou menos 48 milhões de anos (rocha total) e 556 mais ou menos 44 milhões de anos (fração final). O primeiro valor sugere a idade de deposição do sedimento.

Junto à planície do Rio Luís Alves ocorrem de forma marcante, em área de ocupação urbana, as Coberturas Recentes (Quaternário - Holoceno) representadas no município pelos Depósitos Aluvionares. São depósitos sedimentares não consolidados, formados por ambiente fluvial da bacia do Rio Itajaí-Açu (rio Luís Alves- afluente da margem esquerda). Esses depósitos destacam-se facilmente nas imagens de satélite e aéreas, pela suas morfologia plana, vegetação característica e seu contato com os morros. São constituídos por areias, argilas, cascalhos e material síltico-argiloso, localizando-se os sedimentos mais grosseiros preferencialmente nas regiões próximas ao o rio Luís Alves e seus afluentes em sua porção ritral (distal).

Fonte: Prefeitura Municipal de Luís Alves

Altimetria - geomorfologia

Nos domínios morfo-estruturais do município de Luís Alves predominam os Embasamentos em Estilos Complexos oriundos das Serras do Leste Catarinense do Tabuleiro/Itajaí com ocorrência nas regiões justapostas à Bacia do Rio Luís Alves, principalmente em sua porção Potamal (distal) de um modelo de acumulação fluvial. A geomorfologia pode ser vista no mapa 2 - Geomorfologia e corroborada pelos mapas 3 - Hipsometria e 4 - Declividades.

Unidade Geomorfológica Serra do Leste Catarinense Este conjunto de relevo constitui um prolongamento da Serra do Mar. As feições Morfológicas ocorrem na forma de estruturas de serra formada por morrais com topo convexo, cristas alongadas lineares na direção geral NE, vertentes íngremes voltadas para SE e NW. Leitos de drenagem sulcando vales em V, geralmente encaixados nas estruturas geológicas. Compreende esta unidade de rochas cristalinas e cristalofilianas tanto magmáticas quanto metamórficas, conforme figura 13 e os mapas temáticos 3 - Hipsometria e 4 - Declividades.

Modelo de Acumulação Fluvial O modelo de acumulação fluvial é caracterizado por áreas planas resultantes da acumulação fluvial, sujeitas a inundações periódicas, correspondentes às planícies e terraços de várzeas. Representam na região de Luís Alves as áreas mais planas do município, onde se intensificou a ocupação urbana e a agricultura. São áreas predominantemente mais úmidas e recebem todo o aporte de sedimentos das serras do município.

Fonte: Prefeitura Municipal de Luís Alves

Clima

A Classificação Climática de Thorthwaite, que é baseada na série de índices tais como: hídrico, vapotranspiração total anual, aridez e concentração de verão da evapotranspiração potencial, inclui o Município de Luís Alves na classificação de Mesotérmico Úmido (Índice Hídrico entre 60 e 40%) com pouco ou nenhum déficit de água (índice de aridez entre 0 - 16,7) com evapotranspiração potencial entre 997 - 1140 mm e com a concentração da Evapotranspiração Potencial de verão abaixo de 48%.

As temperaturas médias anuais variam entre 18 e 20ºC, sendo a temperatura média em julho (inverno) entre 14 e 16ºC e em janeiro (verão) entre 24 e 26ºC. O total anual de insolação expresso em horas varia entre 1.600 e 1.800 horas/ano, sendo que na parte mais ao sul do município atinge 2.000 horas/ano.

O número de dias de chuva está entre 140 a 150 dias/ano na região mais ao norte do município, ficando entre 130 e 140 dias/ano na área sul e central e aumentando em direção a oeste, atingindo 150 dias/ano. O total anual de precipitação está entre 1600 a 1800 mm na porção leste do município e, apesar do número de dias de chuva ser maior na região oeste, a precipitação total anual é menor que na região leste (entre 1.400 e 1.600 mm), podendo sofrer variações significativas na série histórica.

A umidade relativa do ar anual em Luís Alves apresenta valores entre 80 e 85% na porção norte do município, aumentando para mais de 85% em direção ao sul. Os excedentes hídricos estão entre 400 e 600mm na porção sul e de 600 a 800mm na porção norte, não ocorrendo, pois, deficiência hídrica.


  • Resumindo: O Clima é Mesotérmico úmido, onde os meses mais frios (junho e julho) apresentam temperatura média entre 15°C, já os meses mais quentes chegam a passar os 30°C.

As chuvas são regulares e bem distribuídas sem estação seca definida e com precipitações totais anuais aproximadamente de 2000 mm.

Fonte: Prefeitura Municipal de Luís Alves

Hidrografia

O Sistema Hídrico do Município de Luís Alves, dominado pelo rio do mesmo nome, insere-se aos rios da Vertente Atlântica ou Bacia de Leste, sendo um dos afluentes principais do rio Itajaí-Açu. O Rio Luís Alves drena, juntamente com seus afluentes, os terrenos cristalinos, apresentando um perfil longitudinal razoavelmente acidentado em seu curso superior, perdendo esta característica na planície de acumulação junto à área urbana, aonde chega a formar alguns meandros. Os rios que ocorrem no município de Luís Alves são os seguintes:


Rios de Luís Alves:

Número Rio ou Ribeirão Extensão (Km)
01 Rio Luís Alves 38,5
02 Rio Novo 13,5
03 Rio Canoas 16,0
04 Ribeirão Miguel 11,0
05 Ribeirão Elza 5,0
06 Ribeirão Braço Comprido 3,0
07 Ribeirão do Padre 3,0
08 Riberão Braço Cunha 4,5
09 Córrego Arataca 4,5
10 Córrego Braço Gavião 3,5
11 Ribeirão Sorocaba 6,5
12 Ribeirão Laranjeira 5,0
13 Ribeirão Canharana 2,0
14 Ribeirão da Anta 4,0
15 Ribeirão Rio do Peixe 2,2
16 Ribeirão Boa Vista 6,5
17 Ribeirão Belgo 5,0
18 Ribeirão Máximo 10,0
19 Ribeirão Francês (Máximo) 3,5
20 Ribeirão Serafim 15,0
21 Ribeirão Braço Bugre 3,0
22 Ribeirão Braço joaquim 3,0
23 Ribeirão Braço Costa 2,5
24 Ribeirão Cede 4,5
25 Ribeirão Francês (Serafim) 7,0
26 Ribeirão Paula Ramos 11,0
27 Córrego Canoinhas 3,0
28 Ribeirão Lagoa 7,0
29 Córrego Serrinha 8,5
30 Córrego Braço Serrinha 4,0
31 Córrego Engenho 2,0

Total: 212,2 Km


A bacia hidrográfica do Rio Luís Alves é composta por 11 microbacias hidrográficas em função da drenagem principal de cada uma delas.

Microbacias do Rio Luís Alves

Microbacia Área (ha) Localização
Ribeirão Braço Miguel 2033,7 Margem esquerda
Rio Novo 1008,7 Margem esquerda
Ribeirão Braço Elza 1749,2 Margem esquerda
Ribeirão do Padre 790,2 Margem esquerda
Rio Canoas 5957,5 Margem esquerda
Ribeirão da Lagoa 722,5 Margem esquerda
Ribeirão Braço Serafim 5852,7 Margem direita
Ribeirão Máximo 2288,7 Margem direita
Ribeirão Braço do Baú 77,2 Margem direita
Ribeirão Belgo 872,5 Margem direita
Ribeirão Sorocaba 3681,4 Margem direita
Ribeirão da Anta 635,1 Margem direita
Córrego Fruteira 373,0 Margem direita


O estado de conservação da bacia hidrográfica principal e de seus afluentes é razoável, com algumas ressalvas para os usos inadequados, como a ausência de vegetação ciliar nas áreas urbanas e nas proximidades de cultivos florestais e de banana. A deficiência dos sistemas de coleta e tratamento de esgotos nas áreas urbanizadas, também tem contribuído para a degradação das bacias.


Fonte: Prefeitura Municipal de Luís Alves

Turismo

Localizado no centro do triângulo formado por Blumenau, Joinville e Itajaí, Luiz Alves é um dos maiores produtores de cachaça do Estado e a aguardente do município está classificada entre os melhores do Brasil. Todos os anos, no mês de julho, a cidade festeja a safra de cana-de-açúcar e a produção da aguardente com a Festa Nacional da Cachaça, que leva milhares de visitantes ao município. Vale conferir o processo de industrialização e destilação da cachaça, obtida através da cana-de-açúcar e da banana, nos cerca de 50 alambiques do município. Visite também a Igreja Matriz São Vicente de Paulo, a Gruta Nossa Senhora da Imaculada Conseição, recantos naturais e pesque – pagues.

  • Infra-estrutura turística - A cidade conta com boa infra-estrutura turística, embora com um único hotel localizado no centro do município o Hotel Colinas. Especialmente nos dias de festa, várias alternativas de hospedagem são oferecidas aos visitantes pelos moradores.

Afinal, Luiz Alves é a própria para quem busca um local aconchegante para relaxar e que aprecia o ar puro e as belíssimas paisagens naturais que o município oferece!

A Festa Nacional da Cachaça (histórico)

Em Julho de 1984, mês de aniversário do município, no mandato do prefeito José Simão, um grupo corajoso resolveu promover a I Festa Nacional da Cachaça (I FENACA), para a realização da festa todos se ajudaram como podiam, o governo do estado não mediram esforços para colaborar. Chegou à semana da festa, estavam todos retocando os últimos detalhes. Sexta – feira dia da abertura da festa, amanheceu chovendo e fazendo muito frio, todos que estavam à frente da organização da festa estavam desanimados, pois, pensavam que a festa ia ser um fracasso devido ao tempo ruim. Mas, para a alegria de todos de tarde o sol apareceu. O governador da época Esperidião Amin abriu a festa e todos os visitantes ficaram admirados com a organização e programação da festa. Foram 3 dias de festa, passaram aproximadamente 25 mil pessoas catarinenses, de outros estados e até mesmo algumas pessoas estrangeiras, todos prometendo voltar no ano seguinte.

A festa foi um sucesso tão grande e fez com que Luís Alves ficasse sendo conhecido nacionalmente. Até hoje a FENACA é comemorada, geralmente em datas próximas ao dia 18 de julho aniversário de Luís Alves, na qual continua atraindo milhares de pessoas ao pequeno município de Luís Alves!

Meios de Comunicação

  • O município não conta com emissoras de TV, Até hoje há apenas uma emissora de rádio no município, mas nem todos a valorizam. Mas, pela década de 70 a meados de 80 existia a repetidora da RBS TV canal 3, que distribuía imagem límpida para todo o município. Por questão nunca esclarecida, foi desativada. Então, na década de 80 após esta repetidora ter sido desativada a prefeitura colocou uma antena repetidora de canais no morro da onça que contava com as Redes de TV: a RBS (Globo) e a TV BV (Band) mais por problemas financeiros foi deixada de ser mantida no início da década de 90 pela prefeitura. E a solução era então a população adquirir uma parabólica. Atualmente em população Luís Alves é o Município que mais possui parabólicas no estado de Santa Catarina. Infelizmente, até hoje são poucos os canais que pegam sem a parabólica. E os únicos canais que pegam são a RBS TV – Blumenau, a RBS TV - Joinville e a RIC Record – Itajaí, dependendo do local e ainda por cima com uma péssima qualidade de imagem e som.
  • Além disso, há telefones celulares fixos que estão atingindo quase todos os bairros.
  • não havendo imprensa no município, circulam os jornais: Jornal de Santa Catarina, Diário Catarinense e A Notícia; Mas infelizmente são poucos os assinantes, por motivos que o povo não tem hábito de ler e outro porque pouco ou nada traz sobre Luís Alves. Luís Alves hoje tem necessidade de um jornal local, e quem sabe deveria ter mais rádios;
  • Em 1928 o município de Itajaí contratou com a Companhia Telefônica Catarinense, os serviços telefônicos para Luís Alves que se tornou realidade somente 50 anos depois.
  • Em 1927 foi contratado o serviço de força e luz.
  • E em 1930 foi à instalação dos correios e telégrafos que hoje funciona no bairro de Vila do Salto.

Notas

  1. ? Nota ortográfica: Segundo as normas ortográficas vigentes da língua portuguesa, este topônimo deveria ser grafado como Luís Alves. O nome é em homenagem a um colonizador da região, sendo também o nome de rio homônimo.


Quem nasce em Luiz Alves é luisalvense


Fonte: Wikipedia

Produtos em Luiz Alves





Alimentos em Geral Defensivos Agrícolas Implementos Ônibus Serviços
Alimentos para Nutrição Animal Diversos Instalações Rurais Peças/Aditivos/Acessórios Shopping MF Rural
Animais Embalagens Máquinas Pesadas Pneus Tratores Agrícolas
Caminhões Exportação/Importação Máquinas/Equipamentos Procuro/Compro/Troco Utensílios Agropecuários
Carrocerias/Furgões Fazendas/Imóveis Rurais Medicamentos Sementes Veículos
Colheitadeiras/Colhedoras Fertilizantes Agrícolas Mudas/Ramas
Atendimento Online MF Rural