| Município de Moita Bonita | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 1963 | ||||
| Gentílico | |||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Glória Grazielle da Costa (PDT) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
| [[Ficheiro:|280px|center|Localização de Moita Bonita]]
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| Unidade federativa | Sergipe | ||||
| Mesorregião | Agreste Sergipano IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Agreste de Itabaiana IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Itabaiana | ||||
| Distância até a capital | 47,4 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 95,7 km² | ||||
| População | 11.269 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 124,2 hab./km² | ||||
| Altitude | 212 m | ||||
| Clima | Semi Árido | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,662 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 35.182 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 3.003,00 IBGE/2005 | ||||
Moita Bonita é um município brasileiro do estado de Sergipe.
A cidade de Moita Bonita originou-se de uma localidade chamada Alto do Coqueiro. Era uma pequena aglomeração de sítios, onde havia muitos coqueiros. O local era um pouco elevado, daí o nome Alto do Coqueiro, esta localidade pertencia ao município de Itabaiana. A população moitense é formada de brancos, negros e índios. O Branco (elemento vindo do continente Europeu, especialmente de origem portuguesa). O Índio (elemento nativo que por aqui também existia, a região do Capunga era uma aldeia indígena. A palavra Capunga é de origem Indígena). O Negro (de origem africana. Os negros viveram para trabalhar nos nossos engenhos de açúcar, já extintos na região). Por exemplo: no engenho pertencente ao Sr. Benvindo de Joana, localizado no pé da Serra do Carcará. Produzia açúcar em barra e o melaço (cabaú). A nossa maior influência do elemento negro está na região de Pai Mandú e Serrinha, localidades que no passado havia o predomínio do elemento negro, visto que o engenho de açúcar ficava próximo. Ainda hoje, há no local as ruínas do antigo engenho situado no sopé da Serra do Carcará, as antigas caldeiras, onde o açúcar e o melado eram produzidos. Os primeiros proprietários de sítios existentes no local onde hoje é a sede do município de Moita Bonita foram: Manoel de Vergílio, João de Clarinha, Agenor Lima, Miguel Orelha, Clara Pinto Frito (apelido), Humbelino Barreto, Barnabé, Sabino, Sérgio de Anjinho, etc. Algum tempo após foi construída a capelinha e deram a Santa Terezinha o título de padroeira. Os fundadores desta pequena igrejinha foram os antigos moradores do Alto do Coqueiro. Com a elevação do Povoado à categoria de vila, a capelinha foi ampliada. Com o desenvolvimento gradual da localidade, outras residências foram surgindo aos redores da capela, entre elas a casa de Zeca Carrapicho, Pedro Crescenço, Antônio Barreto, José Costa, Domingo Crescenço, Pedro Carrapicho, José Barbosa, o Mercado de Talho, Fabrisco, etc. A sede do município de Moita Bonita. Teve origem no local onde foi construída a igrejinha de Santa Terezinha, hoje praça Santa Terezinha. Outras ruas e avenidas foram surgindo aos arredores da praça, como: Avenida Eliziário Menezes, Rua Belizário Góis, Domingos Pereira, Nossa Senhora das Dores, Ribeirópolis, e outras. Foi construída a Escola Rural do Povoado Centro, hoje Escola Municipal Terezinha Santana dos Santos, que funcionava com uma sala de aula e dependências para professores (naquela época os professores vinham de outros lugares). As primeiras professoras foram: Cícera Santana, Leonor Costa, Lourdes Maciel, Maria Lourdes Barbosa, Luzinete, Albertina e Terezinha Santana dos Santos, vindos de outras localidades além de Maria da Glória Costa que depois passou a ensinar em prédio próprio “Escola Antônio Barbosa camponês”. Existia antes na comunidade, um professor particular conhecido por “Zé Mestre”. Em 24 de julho de 1957, o povoado de Moita Bonita foi elevado à categoria de vila, pela Lei Estadual nº 823/57. O local foi se desenvolvendo, porém pertencendo ao município de Itabaiana, que tinha naquela época como chefe político Euclides Paes Mendonça, natural de Serra do Machado (Ribeirópolis), grande rival político e inimigo do seu irmão Pedro Paes Mendonça, então Deputado Estadual, que foi o idealizador da Lei Estadual nº 1.165 de 12 de março de 1963 que criou o município de Moita Bonita, emancipando-o definitivamente do Município de Itabaiana. Toda área que hoje corresponde ao município de Moita Bonita, foi desmembrada do município de Itabaiana. Na zona rural do município existia naquela época, algumas escolas pertencentes ao Estado e ao município de Itabaiana. Existiam escolas Estaduais em: Capunga, Candeias, Campo Grande, Figueiras, Piabas. As escolas de Campo Grande, Piabas e Figueiras, foram extintas, Capunga e Candeias passaram a ser administradas pelo município alguns anos depois. Existiam escolas municipais pertencentes ao município de Itabaiana em: Oiteiros, Cova da Onça, Lagoa do Capunga, entre outros. Há diversas profissões no município como: agricultor, ou lavrador; pedreiros, professores, marceneiro, comerciante, comerciário, pintor, motorista, mecânico, técnico e outros. Os prefeitos que já passaram pela administração da cidade, eleito pelo voto direto popular através de eleições. Foram: Pedro Paes Mendonça, Josias Costa, José Barbosa de Oliveira, José Costa, João Ferreira Lima, (interventor), João Neres de Andrade, Manoel Batista dos Santos, José Barreto de Souza, João Bosco da Costa, Leda Maria Costa Barreto, Marcos Antonio Costa e atualmente Glória Grazielle da Costa.
Localiza-se a uma latitude 10º34'39" sul e a uma longitude 37º20'34" oeste, estando a uma altitude de 212 metros. Sua população estimada em 2004 era de 11.541 habitantes.
Possui uma área de 95,72 km².
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