Palhoça - Santa Catarina - Informações sobre a cidade

Município de Palhoça
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Brasão Bandeira
Hino
Aniversário 24 de abril de 1894 (116 anos)
Fundação 31 de julho de 1793
Gentílico palhocense
Lema
Prefeito(a) Ronério Heiderscheidt (PMDB)
(2009 – 2012)
Localização

27° 38' 42" S 48° 40' 04" O27° 38' 42" S 48° 40' 04" O
Unidade federativa  Santa Catarina
Mesorregião Grande Florianópolis IBGE/2008
Microrregião Florianópolis IBGE/2008
Região metropolitana Florianópolis
Municípios limítrofes São José, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz, Paulo Lopes
Distância até a capital 15 km
Características geográficas
Área 394,662 km²
População 130.878 hab. est. IBGE/2009
Densidade 331,6 hab./km²
Altitude 3 m
Clima Temperado (Mesotérmico Úmido) Csh
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,816 elevado PNUD/2000
PIB R$ 719.013 mil IBGE/2005
PIB per capita R$ 5.787,00 IBGE/2005

Palhoça é um município brasileiro do estado de Santa Catarina.

Índice

História

Fundação e início da colonização

Em 31 de julho de 1793 o então governador Cel João Alberto de Miranda Ribeiro enviou o ofício nº 7 ao Conde Rezende, Vice-Rei do Brasil. Eis o ofício abaixo transcrito, considerado a "Certidão de Nascimento" de Palhoça.

"Illmo. Exmo. Sr. — Não havendo nesta Ilha muitos sujeitos, ou fallando com toda ingenuidade, não havendo nenhum que exceda a Caetano Silveira de Mattos, no meu conceito para os importantes fins a que o destino e de que já principiei a servir-me, julgo ser indispensavel da minha obrigação pôr na respeitavel presença de V. Exa. o seu mereciamento.

Este ornem é activo e Zeloso para o serviço, é muito trabalhador e bastantemente remediado, porque possue uns poucos de mil crusados: tem principiado um famoso estabelecimento no sertão digo no interior do sertão da Terra Firme, na estrada que vai para a villa de Lages, onde conserva bastante escravatura, e grandes derrubadas, para principiar as suas plantações.

Agora mesmo se acha actualmente empregado na factura de um armazem ou Palhoça, que mandei construir nos mattos da Terra Firme, para fazer um deposito de farinha, com que possa subsistir naquelle lagar, caso me seja na precisão de me retirar a ele, depois de fazer na Ilha toda a oposição que me for pocivel aos inimigos. Para aceitar desta comição não foi necessario mais, do que perceber a minha vontade, e seguro a V. Exa. que o acho com desposição de remover quaesquer dificuldade, empregando para as vencer, a sua pessoa, ou seus escravos e tudo quanto tem; queira V. Exa. ter a bondade de ponderar agora por um pouco, e tenho bastantes motivos para me persuadir, que será muito da grandeza de V. Exa. premeiar um vassalo de tão excellentes qualidade. Já tenho noticias que o meu antecessor tinha proposto á V. Exa. este omem para Capitão do forte de São Francisco Xavier da praia de fora desta villa, com a condição de que á sua custa reedificaria o dito forte, que se acha bastantemente arruinado.

Esta mesma graça é a que supplico novamente a V. Exa. pelos motivos que deixo referidos, maz quando aja nisto alguma contradição ao gosto de V. Exa. que prevalecer a tudo, occorre-me que V. Exa. o pode atender ainda, fazendo-o capitão da companhia da infantaria auxiliar da freguezia de S. José, que se acha vago porque João Marcos Vieira que o era, consta que pasara para a corte de Lisbôa onde se cazou e estabeleceu. Desta fórma Exmo. Sr. pode V. Exa. animar um omem, que virá a ser muito util, ao real serviço, e que desde já o é principalmente nas circumstancias actuaes em que me acho; porque tendo aberto o caminho do sertão debaixo do melhor e mais judicioso Plano de defensa que se pode adotar a respeito desta Ilha, avendo uma absuluta precisão de promover a sua cultura e sendo esse omem o de maiores forças, que o pode intentar e que já o principiou ou fazendo, é muito digno de que V. Exa. o attenda; e eu só terei o merecimento de fazer com que V. Exa. o reconheça, para o premiar, deixando este premio de me constituir na maior obrigação a V. Exa.

Deus guarde a V. Exa. Venerador de N. Sa. do Desterro da Ilha de S. Catharina, ao 31 de Julho de 1793.

Com a assignatura do Sr. Governador, João Alberto de Miranda Ribeiro. Illmo. Exmo. Sr. Conde de Rezende, Vice Rei e Capitão-General de Mar e Terra do Estado do Brasil"

Observe-se que a real intenção do ofício era solicitar uma patente militar para Caetano Silveira de Mattos, que, conforme mapas da época, possuía uma fazenda a oeste do local onde foi construído o entreposto comercial. No entanto, pelo que se conhece, é este o primeiro documento que se refere a Palhoça.

É evidente que, antes de Caetano Silveira de Mattos, já havia construções rústicas construídas por pescadores como abrigo ou depósito. Mas, construção permanente, com escravos e intenção de comércio, só o entreposto comercial. No entanto, conforme coloca Wilson Francisco de Farias, se o estabelecimento do entreposto comercial " ocorreu, tudo indica que fracassou, pois até meados do século XIX, não há qualquer referência ao arraial de Palhoça, mas tão somente as comunidades de entorno".(Passa-vinte, Aririú, Barra do Aririú e Mirim)

Observe-se também que na relação de sesmarias doadas pelo governador da capitania no séc. XVII,entre 1753 e 1800, no atual ,município de Palhoça, não consta o nome de Caetano Silveira de Matos como benfeitor, o que pode significar que sua fazenda ( e sesmaria) se localizava no atual município de São José.

Sesmarias

Sesmarias doadas pelo governador da capitania no atual município de Palhoça no séc. XVIII.

Obs: A medida da sesmaria era feita sempre de frente para algum acidente geográfico: rio, mar, lagoa, etc. O fundo não era medido, donde, dependendo da localização, tinham fundo ilimitado.

Mas, para todos os efeitos, no entanto, Caetano Silveira de Mattos foi considerado o fundador de Palhoça. 

É de se destacar que ele, conforme o ofício, já estava iniciando a plantação quando ele foi escrito. Isso quer dizer que as benfeitorias já existiam anteriormente à missiva.

Dado e passado no Palácio do Governo da Província de Santa Catarina, aos oito de novembro do ano de mil oitocentos e oitenta e dois.

(Ass.) Antônio Gonçalves Chave, Presidente da Província. “ Em 1886, a Lei 1141, datada de 27 de setembro, transforma o distrito policial em Distrito de Paz. No entanto, ela não foi executada, por não ter sido feita a eleição recomendada. Só em 1891 é que ela se instalou através de uma segunda Lei, a de nº 44, de 29 de janeiro.

Divisão político-administrativa

Conforme o Prof. José Lupércio Lopes ( Palhoça: notícia estatístico descritiva, 1939, p. 15), o Município de Palhoça, em 1938, tinha uma área de 3.145 km2 . Esta área foi aumentada para aproximadamente 4.770 km2 com a anexação de Garopaba.

Do antigo Município de Palhoça surgiram, com o tempo, outros municípios que, por sua vez, deram origem ou não a outros novos. O quadro abaixo mostra essa evolução, assim como se explica as emancipações que aconteceram e de onde se originou cada município que fazia parte do território inicial de Palhoça. A fonte das gravuras e das explicações foram retiradas ou deduzidas do Atlas Escolar da Santa Catarina, 1991 e da obra do Prof. Lupércio Lopes.

Atualmente, Palhoça faz parte da Microrregião Geográfica de Florianópolis, juntamente com os municípios de Biguaçu, São José, Florianópolis, Governador Celso Ramos, Antônio Carlos, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz e Paulo Lopes. Essa Microrregião ocupa uma área de 2515 km2 e seus municípios integrantes possuem características naturais e sócio econômicas semelhantes.

Faz parte ainda, juntamente com os municípios de Águas Mornas, Alfredo Wagner, Angelina, Anitápolis, Antônio Carlos, Biguaçu, Canelinha, Florianópolis, Garopaba, Governador Celso Ramos, Leoberto Leal, Major Gercino, Nova Trento, Paulo Lopes, Rancho Quimado, Santo Amaro da Imperatriz, São Bonifácio, São João Batista, São José, São Pedro de Alcântara e Tijucas, da Associação dos Municípios da Grande Florianóplis.

Distrito Enseada de Brito

Enseada de Brito, único distrito além da sede que sobrou da divisão do antigo território de Palhoça, foi fundada pelo vicentino Domingos Peixoto de Brito, em 1650, que ali ficou somente por dois anos, mas deixou seu nome ligado à povoação.

Ela foi elevada à categoria de Distrito Policial em 13 de abril de 1750 e à Freguesia em 13 de maio do mesmo ano.

Por muito tempo ficou isolada do restante do Município, havendo comunicação somente por mar. Apesar disto, já no início de sua colonização se destacou pela pesca e pela agricultura. Há mesmo relato da existência de vinhedos e fabricação de vinho na região. Durante o ápice do desenvolvimento palhocense, possuiu muitos engenhos de farinha e olarias, exportando, juntamente com o pescado e frutas, a maior parte de sua produção para Desterro.

Destaque deve ser feito para o fato de que Enseada foi uma das regiões onde primeiro se estabeleceram imigrantes açorianos.

Primeira Capela

Praça 15 de Novembro em Palhoça 1928

A primeira capela de Palhoça foi edificada com invocação de Nossa Senhora do Parto. Na foto de 1928 observa-se a capela integrada ao pequeno centro comercial entorno da Praça 15 de Novembro onde atualmente encontra-se o Jardim Governador Ivo Silveira.

Em 2008 Palhoça foi considerada a cidade mais dinâmica do Brasil, que cresce a cada dia. Em 2010 foi considerada a melhor cidade para se investir e morar, ignorando os altos índices de violência e o fato de a cidade sequer ter um hospital.

Nova Palhoça

Em outubro de 2008, logo após ser reeleito prefeito de Palhoça, Ronério Heiderscheidt propôs a mudança do nome do município de Palhoça para "Nova Palhoça", alegando que a cidade havia mudando drasticamente nos últimos anos. A reprovação da opinião pública através dos veículos de comunicação desencorajou o avanço do processo de mudança de nome, que ficou caracterizado como um egocentrismo do prefeito.

Divisão

O prefeito Ronério Heiderscheidt (PMDB), anunciou no dia 11 de março, uma proposta de dividir o município em dois. De acordo com a assessoria de imprensa, a emancipação da parte sul de Palhoça, onde ficam as praias, tem fins de investimento turístico.

Ainda de acordo com a assessoria, a proposta será encaminhada para uma audiência pública. Dos 150 mil habitantes de Palhoça, cerca de 30 mil habitam a região sul, que vai do Centro até a Baixada Maciambu, passando pelas praias do Sonho, Pinheira, Guarda do Embaú e de Fora.

Geografia

Localizado na Grande Florianópolis, faz divisa com São José, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz e Paulo Lopes. As tradições são majoritariamente de origem açoriana. É a cidade que mais cresce na Grande Florianópolis.

Palhoça possui ainda um dos maiores mangues da América do Sul. O município possui um litoral bem recortado e cheio de belezas naturais, propício para o desenvolvimento de turismo na alta temporada de verão, entre os meses de dezembro e fevereiro.

Os principais destinos turisticos são a Praia do Sonho, Ponta do Papagaio, Praia da Pinheira e a Praia da Guarda do Embaú - sendo essa última conhecida nacionalmente pela pratica do surfe e eleita várias vezes entre as 10 praias mais bonitas do Brasil.

Bairros

Bairro Distrito

Bairros Denominados por Lei Municipal:

Bairros por denominação popular

Principais Loteamentos nos Bairros

Principais Vias Públicas

Imagem Centro Palhoça - Vias Públicas

Mosaico Imagem Palhoça 2005 - Wandir M Scharf

Centro

Ponte de Imaruim

Passa Vinte

Caminho Novo



A principal via de acesso ao vizinho município de São José que faz divisa com a capital (Florianópolis) é a rodovia BR-101, recentemente duplicada em direção ao Norte, até Joinville. É via de passagem de praticamente toda a carga que transita, pela orla litorânea, entre o estado do Rio Grande do Sul e o restante do país.

Hidrografia

Centro 1938

Hidrografia Palhoça - Centro 1938

Centro de Palhoça 1938

Economia

As grandes indústrias e o grande centro comercial da cidade estão localizados na região norte. O bairro da Ponte do Imaruim destaca-se pelo comércio, enquanto o bairro Jardim Eldorado destaca-se pelas indústrias. No sul de Palhoça, a economia baseia-se na pesca e no turismo.

Dia 20 de maio foi inaugurado o primeiro Shopping de Palhoça, sendo o primeiro da região do continente de Santa Catarina com salas com tecnologia 3D.

O mercado imobiliário também merece destaque, devido aos novos condominios fechados, como Parque da Pedra, Moradas Palhoça, Terra Nova Palhoça, Apoena, Vivare Grand Club e Mirante do Cambirela que visam atrair moradores com alto poder aquisitivo.

Cultura

Literatura

Carlos de Faria - Poeta

Carlos de Faria nasceu em Enseada de Brito, em 1839 e faleceu em Florianópolis, em 1890. Foi enfermeiro, farmacêutico e guarda-livros, tendo deixado centenas de poemas esparsos pelos jornais da Província. Os livros Meteoros e Alvoradas permanecem inéditos. Ele é Patrono da Cadeira nº 3 da Academia Catarinense de Letras.

Manuel dos Santos Lostada - Poeta

Manuel dos Santos Lostada nasceu na localidade de Furadinho-Palhoça, em 1860 e faleceu em Florianópolis em 1923.

Seus primeiros estudos foram feitos em Desterro, sendo que aos 23 anos já publicava poemas em jornais da Capital. Fez parte do grupo compreendido por Cruz e Souza, Virgílio Várzea e Araújo de Figueiredo, de quem seria protetor.

Em 1884 é indicado oficial de pelo Presidente da Província Gama Rosa. No ano seguinte já era promotor em Itajaí. A Proclamação da República faz com que perca seu cargo e ele passa a trabalhar em pequenos empregos de subsistência, e com alguns poemas publicados em jornais e revistas.

Com a posse de Hercílio Luz , sua situação melhora e ele passa a ocupar diversas funções públicas, entre elas as de deputado estadual em duas legislatura (1901-19060 e diretor do secretariado do Congresso Representativo do Estado.

Nunca publicou nenhum livro, mas suas obras, esparsas em jornais e revistas, o tornaram, merecedor do título de patrono da Cadeira nº 32 da Academia Catarinense de Letras.

Nicolau Nagib Nahas - Poeta

Nasceu em Campos-RJ, em 1898 e faleceu em Palhoça, em 1934. Foi Oficial de Registro Civil, escrivão do Juízo Federal, escrivão do Crime, oficial do registro de Títulos e Documentops e redator de vários jornais e revistas de Santa Catarina e do Paraná. Ator dramático, escreveu as peças A ilha dos casos raros (revista); A cruz (entre-ato), e Bendito Amor (melodrama). Suas obras publicadas foram: Hosanas ao Estdo de Santa Catarina (Tipografia Popular, Florianópolis, 1916); Canções incultas ( Livraria Central, Florianópolis, 1922); Boas festas ( Livraria Moderna, Florianópolis, 1932); Versos de minha vida, obra póstuma. (Ed. Particular, Florianópolis, 1947).

Folclore

Bandeira do Divino – Semanas antes da Festa do Divino Espírito Santo, um grupo de pessoas percorre a cidade visitando as casas e colhendo ofertas para a festa. Uma senhora ou moça conduz a Bandeira presa a um mastro de dois metros, tendo a figura de uma pombinha bem na ponta da haste, com várias fitas coloridas pendentes. Às vezes a Bandeira é acompanhada de canto com música de rabeca, violão, cavaquinho e tambor, cujas batidas anunciam a aproximação da Bandeira.

Símbolo comumente usado na Festa do Divino Espírito Santo

Festa do Divino Espírito Santo - A festa é uma representação da coroação dos imperadores dos tempos do Brasil Império. Uma família da cidade (com muita honra) é sorteada para ser a festeira. No dia da festa, o cortejo acompanhado da banda de música, percorre as ruas da cidade com o Imperador, Imperatriz e os pagens vestidos a caráter e vai se instalar num trono, onde permanece o dia todo presidindo o cerimonial. A festa é acompanhada de missa, barraquinhas, queima de fogos, leilão, baile e outras atividades. A sede do Município e Enseada de Brito são os locais onde anualmente se realiza a festa.

Boi-de-mamão - É a representação dramática de cenas da vida campestre. Boi, cavalo, cavaleiro, curandeiro, urubu e cantadores. Boi-de-mamão é o nome dado em Santa Catarina ao auto do Bumba-meu-boi. Entre as diversas origens do nome, a mais aceita é a que diz que, antigamente, era usado um mamão verde para confeccionar a cabeça do boi, donde teria surgido o nome do boi e se espalhado por todo o litoral catarinenses. O Grupo é formado essencialmente pelo boi, o vaqueiro Mateus, o urubu, o feiticeiro, que benze o boi depois deste ser derrubado por Mateus beliscado pelo urubu, o cavalinho, a cabra,o cabrito. Em alguns locais ainda aparece o urso e a maricota. A Bernúncia, típica de Santa Catarina, que para alguns representa o bicho-papão, termina a dança, que é representada ao ar livre, com um grupo de cantadores e acompanhamento de percussão, chocalhos, reco-recos e pandeiro, algumas vezes acrescidos de cavaquinho e acordeão. Para cada animal há um canto típico.

Pau-de-fitas - É apresentado por um grupo geralmente de quatro a oito casais, que executam evoluções em torno de um pequeno mastro com longas fitas. Durante as evoluções os casais fazem diversos trançados e destrançados com as fitas. Um grupo de músicos acompanha a apresentação com cantorias.

Terno-de-reis ou Folia de reis - Do Natal até 6 de janeiro (dia dos Reis Magos), costuma aparecer em Palhoça os “ternos-de-reis”, para reverenciar o nascimento de Jesus. O terno-de-reis é constituído por um grupo de geralmente quatro a oito pessoas, que percorre as casas pedindo ofertas em dinheiro ou bebidas. As músicas cantadas pelo Terno são de fundo religioso e folclórico.

Pão-por-Deus - Tradição quase desaparecida, o pão-por-Deus é um meio de comunicação romântica, onde as mensagens de amor, amizade e simpatia, escritas nas mais variadas figuras de papel, em recortes geométricos, transmitem os mais diversos pedidos.

Quem nasce em Palhoça é palhocense
Fonte: Wikipédia
Previsão do tempo em Palhoça/SC

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