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Veja mais detalhes de Pancas
Município de Pancas
Pancas.jpg
"Cidade Poesia"
Brasão de Pancas
Bandeira de Pancas
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário
Fundação 13 de maio de 1963
Gentílico panquense
Lema
Prefeito(a) Luiz Pedro Schumacher (DEM)
(2005 – 2008)
Localização
Localização de Pancas
Localização de Pancas no Espírito Santo
Localização de Pancas em Brasil
Pancas
Localização de Pancas no Brasil
19° 13' 30" S 40° 51' 03" O19° 13' 30" S 40° 51' 03" O
Unidade federativa  Espírito Santo
Mesorregião Noroeste Espírito-santense IBGE/2008 [1]
Microrregião Colatina IBGE/2008 [1]
Região metropolitana
Municípios limítrofes Norte: Alto Rio Novo, Mantenópolis e Águia Branca; Sul: Colatina e Baixo Guandu; Leste: São Domingos do Norte; Oeste Resplendor(MG)
Distância até a capital 180 km
Características geográficas
Área 823,834 km²
População 18.497 hab. est. IBGE/2009 [2]
Densidade 24,2 hab./km²
Altitude m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,667 médio PNUD/2000 [3]
PIB R$ 89.711 mil IBGE/2005 [4]
PIB per capita R$ 4.480,00 IBGE/2005 [4]

Pancas é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Sua população estimada em 2004 era de 20.093 habitantes.

Índice

Turismo

  • Pincipais pontos turísticos panquenses são:
  • Pedra Camelo - Considerado o principal cartão postal da cidade; possui 720 metros de altura;
  • Pedra Agulha - Um morro parecido com uma chaminé é a segunda maior chaminé do Brasil com 500 metros de altura;
  • Cachoeira do Bassani - Localizada a 3 km do centro da cidade
  • Cachoeira de Santa Ana - Um pouco mais distante, a 40 km da sede;
  • Cachoeira e Prainha do São Luís - Esta bem próximo a cidade, a 2 km da sede;
  • Cachoeira do Moraes - Vila Verde, um distrito próximo;
  • Rampa de Vôo Livre - "Rampa da Colina" - uma das melhores rampas para voo livre do Brasil; de carro, são 18 km, mas é possível subir a pé por uma trilha de aproximadamente 2 km, porém perigosa, desaconselhada para quem não conhece o caminho;

A cidade tem grande potencial nos esportes radicais, como voo livre (parapente e asa delta já difundidos), trekking, enduros, rapel, entre outros, proporcionando sempre um contato direto com a natureza. Porém, a infraestrutura do local ainda é inapropriada para o tamanho potencial da cidade.

Como chegar?

É muito simples. Pancas situa-se cerca de 180 km ao norte de Vitória. Siga pela BR 101 até João Neiva. De lá, simplesmente siga as indicações para Pancas. Você sairá da BR 101 e entrará na "Rodovia do Café". É só seguir a rodovia e as placas. Não tem erro.

Você passará por Colatina. De Colatina a Pancas são 52 km. Próximo à metade deste trecho, há o trevo de Ângelo Frechiani. Faça o trevo. Aí são mais 23 km. A viagem a partir do Rio de Janeiro é de aproximadamente 750 km. De avião a melhor opção é até Vitória. Depois, de ônibus, a ligação com Vitória é feita duas vezes ao dia pelas viações Pretti e Águia Branca ao custo aproximado de R$ 29,00 (07/2010), nos horários de 7:15 e 15:30. O telefone da agência de passagens local é (27) 3726-1245. Para entrar em contato direto com a empresa Águia Branca, no disque passagem, ligue para 4004-1010.

História

Pancas é uma cidade jovem.

Extraído da íntegra do Jornal Pancas Hoje

Foi às 15 horas e 30 minutos do dia 13 de maio de 1963 que Pancas se emancipou, desmembrando do município de Colatina, pela lei número 1837 de 21 de fevereiro de 1963. A emancipação se deu no governo do Dr. Franscisco Lacerda de Aguiar, então governador de estado do ES. Ficando assim o município de Pancas com os seguintes distritos: Laginha, Alto Rio Novo, Vila Verde, e em 1980 São Lourenço passa a ser distrito chamado Palmerindo. Em 1987 Alto Rio Novo passa a ser município com o distrito de Palmerindo.

Dados históricos importantes

Os Primeiros Colonizadores: Carlos Roos, Januário Pedro Ribeiro, Franz Onesorge, Rodolfo Pereira de Mendonça, José Alves de Souza, Alexandrino de Abreu e Silva, Antônio Olímpio da Rocha, Maria Melado Vogt, José Nunes de Miranda, Laurindo Barbosa, Theotônio Pereira de Vasconcelos, Joaquim Pinto, José Sodré de Souza, João Ribeiro de Barelos, entre outros.

Primeiros Prefeitos Nomeados:

1963/1964 Antônio Mário Eugênio Ruschi.

1964/1966 Laurindo Barbosa.

1966/1967 Nilton Sá.

Prefeitos Eleitos:

1969/1971 José Nunes de Miranda.

1971/1973 Wilson Haese.

1973/1977 Laurindo Barbosa.

1977/1983 Walace dos Santos Alcure.

1983/1988 Walter Haese.

1989/1992 Walace dos Santos Alcure.

1993/1996 Walter Haese.

1997/2000 Walace dos Santos Alcure.

2001/2004 Walter Haese.

2005/2008 André Cardoso.

2009/2012 Luiz Pedro Shumacher.

Primeiros Vereadores: Dr. Ostílio Alves de Souza, Gilberto de Souza, Sebastião Alves Ribeiro, Claudiomar Ferreira Ramos, Altamiro Nova de Oliveira, João Leandro Neto, Galdino Pereira de Vasconcelos, Elizário Martins e Orlando Anselho Pereira.

Primeiros moradores: Sebastião Cândido Barbosa e Sebastião Luiz de Souza.

Hora, dia, mês e Ano em Pancas emancipou-se: Às 15 horas e 30 minutos do dia 13 de maio de 1963.

Nomes que Pancas teve: 1º - Nossa Senhora da Penha, 2º - Santa Luzia, 3º - Vila Pancas e por último Pancas.

Distrito que Pancas teve: Alto Rio Novo e São Lourenço que passou a se chamar Palmerindo em 1980.

Primeiro Juiz de Direito Governo da Época da Emancipação: Paulo Nicola Copolio.

Primeiro Promotor de Justiça: Luiz Silva Ferreira Neves.

Primeira Professora Nomeada:Hilda Figueredo da Silva.

Primeira Professora Leiga: Eunice Gomes Almeida.

Primeiro Médico: Ovídio de Abreu.

Primeiros Farmacêuticos: Armando Melado e Washington Pinto de Cerqueira.

Primeiro Prefeito Nomeado: Antônio Eugênio Ruschi.

Primeiro Prefeito Eleito: José Nunes de Miranda.

Primeiros Comerciantes: João Betelho, José Domingos, Antero Juffo, Sebastião Pereira - isto à partir de 1930.

Primeiros Ônibus: Proprietário era Matias Cheffer.

Primeiro Padre: Benedito Fizzel.

Primeiro Posto Telefônico: Instalado em 1970, e em 1982 foi instalado o sistema de discagem direta a distância e DDI.

Primeiras Ruas Pavimentadas: Rua Ametista e José Nunes de Miranda.

Primeiro carro a trafegar pelo calçamento: Uma Toyota de cor azul piscina com uma lista branca, no dia 6 de março de 1969, veículo de chapa ES 7 - 10 - 21, pertencia a Sebastião Feliz Medeiros, residente na Av. Jones dos Santos Neves, 585 - São Francisco.

Nome do Fórum: Fórum Desembargador José Cupertino de Castro Filho..

Subdivisões

Pancas é dividida em três distritos sendo: Sede, Laginha e Vila Verde.

Rampa de vôo livre

Altitude: 658m Desnível: 538m

Local / Place: Rampa da Colina - Pancas - ES

Altitude: 658 metros / 2358 ft

Desnível / Vertical Drop: 538 metros / 1765 ft

Quadrante / Wind Direction: N, NE, L

Acesso / Access: Distancia de Pancas a Vitória: 180 km. 75 km até João Neiva pela BR-101 norte, mais 45 até Colatina, pela BR-259, depois pegar a Rodovia do Café e no km 38, trevo até Pancas (mais 22 km), todos de asfalto.Acesso a rampa bom, a 14 km de Pancas. A partir da estrada Pancas a Alto do Rio Novo, sendo os últimos 11 km de estrada de terra, inclinação pouco acentuada, qualquer carro sobe. / 180 to Vitória, 75 km to João Neiva by BR 101 North, plus 45 to Colatina BR 101,by BR-259 ,go to Café's Road and at km 38 ,take direction Pancas (plus 22 km), good road ./ Good access, to 14 km to Pancas. Road Pancas to Alto do Rio Novo, last 11 km, god dirt road, to any regular car.

Decolagem / Take-off: Ótima. Gramada, possibilidade de várias decolagens simultâneas./ Good grass ramp ,several take offs simultaneos.

Pouso / Landing:Pouso oficial ao lado do Bar do Degas, no centro da cidade / Oficial Land to the Dega's Bar.

Melhor Época / Best Season: setembro, com possibilidades de vôo o ano inteiro.

September but it's possible to fly all year round.

Clube Responsável / Official Club: AVLP - Associação de Vôo Livre de Pancas

Prós / Advantages: Um dos mais belos points de vôo do pais, Possibilidade de vôos de cross country, térmicas fortes. Cross em direção a Colatina e Linhares.A rota de Valadares tem sido tentada por pilotos experientes ./ Very nice place, one of more bealtiful in Brazil, XC possibilities to Colatina and Linhares direction and also experience pilot have been tried Valadares route.

Contras / Disvantages: Região excessivamente montanhosa, cercada por cordilheiras, dificultando um pouco o voo na presença de ventos fortes. A lot mountains, became dificult to fly, with strong wind.


Unidade de Conservação Parque Nacional dos Pontões Capixabas

Pancasp.jpg


PANCAS - Quem chega às cidades de Pancas e Águia Branca, no norte do Espírito Santo, deve se perguntar: por que essas maravilhosas e gigantescas montanhas de granito não fazem parte de um parque? Na verdade, elas fazem, ao menos no papel. O Parque Nacional dos Pontões Capixabas é fruto de um decreto para preservar a mata atlântica e as formações rochosas, mas cuja única conseqüência até agora foi causar um grave problema social. Se já estivesse em vigor, milhares de famílias de imigrantes teriam de sair de suas terras. Pequenos agricultores virariam sem-terra. Indignados e sem saber o que pode lhes acontecer, eles prometem resistir. "Não concordamos que as famílias saíam das propriedades", avisa Erivaldo Bergamaschi, coordenador do Movimento de Pequenos Agricultores de Águia Branca. Foi essa organização que, no ano passado, conseguiu interromper o cadastro de terras e lavradores, etapa necessária para o Ministério do Meio Ambiente decidir o futuro dessa área de proteção. "Por que o governo cria vários parques para preservar e ao mesmo tempo financia o plantio em larga escala de eucalipto no Estado?"

No fim do seu governo, Fernando Henrique Cardoso assinou um decreto para criar o parque de 17,4 mil hectares. A intenção inicial proposta pelo Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica era proteger todos os pontões rochosos (um dos maiores complexos de inselbergs do mundo), numa área de 110 mil hectares, e o que restou da mata atlântica.

Resultado: dezenas de mineradoras continuam destruindo os pontões. Carretas com pedras de 30 toneladas saem dali direto para o Porto de Vitória. O granito brasileiro vai requintar casas e prédios da Itália e da China. Como foi criado, o parque poupa os destruidores desse patrimônio. "Infelizmente, pedras símbolos da região ficaram de fora, como os Três Pontões", critica o prefeito Jaílson José Quiuqui (PMDB), de Águia Branca, cujas terras comporão 30% da área do parque. Os outros 70% ficam em Pancas.

Proteger é uma necessidade num Estado que devastou o mais ameaçado bioma do País, com suas diversas orquídeas, bromélias, meriânias e árvores frondosas como jequitibás, perobas-rosa, ipês e jacarandás, além da variedade de animais. O paisagista Burle Max considerou os pontões capixabas como o lugar mais bonito do mundo, com a série de pedras de mais de 500 metros de altura torneadas pelas matas. "Os pontões e a mata não estão sendo preservados", atesta Clayton Ferreira Lino, presidente do conselho.

Outra ameaça vem dos próprios lavradores, que aos poucos foram avançando sobre a mata. Plantar em pequenas propriedades no Brasil é caro e rende pouco. Isso, aliado à crescente divisão de terras entre as gerações que iam surgindo, fez com que áreas de mata atlântica fossem destruídas para ceder espaço a culturas de café, milho e subsistência e ao pasto. "Quem está desmatando é porque não tem mais condições de subsistência própria", diz o prefeito de Pancas, André Cardoso (PMN).

Só que a área delimitada pelo parque nacional guarda os poucos restos de vegetação preservados. Estima-se que até 16% do verde está intacto - menos que os 20% exigidos por lei, porém mais que os 7% da cobertura original em todo o País. Fora dele, a devastação foi quase total, com enormes cafezais e pastos avançando sobre a mata e os morros. Os minifúndios da agricultura familiar que deu certo estão sendo sacrificados pelos destruidores.


PRESERVAÇÃO

A história de Cristiano Gerhske, de 50 anos, um camponês pomerano é um exemplo dessa contradição. Herdeiro de terras desbravadas pelo avô, recebeu do pai um patrimônio inestimável, uma árvore peroba-rosa. "Ele dizia que se precisasse seria um trunfo para minha vida. É um pau que tem muito valor, dá para fazer uma casa inteira. Mas agora não vale nada." Com o decreto do parque, ele e todos os proprietários atingidos estão proibidos de cortar madeira - ao contrário dos que ficaram fora dos limites.

Gerhske não foi o único que preservou a mata. Muitos outros fizeram o mesmo, como Juliberto Stur, um pomerano de 52 anos. Ele e a mulher, Nair, levam uma vida pacata em Pancas. No seu terreno de 28 alqueires, mais da metade é preservado. "Gosto muito de plantar e colher, mas admiro mesmo é ver essa floresta de pé", diz com uma sinceridade comprovada no quintal.

Sagüis-de-cara-branca, bugios, macacos-prego, jaguatiricas, pacas e quatis são vistos com freqüência nas terras dos Sturs. Estão ali porque há perobas, jequitibás, sapucaias, ipês preto e amarelo, angelins e sucupiras em abundância. Stur caminha descalço, bebe água deitado numa das rochas onde brotam nascentes, veste roupas simples e fala com os animais e plantas. Cuida da roça, do gado e do criatório de peixes, mas gosta mesmo é de ver como crescem as 1.500 árvores de replantio. O decreto prefere vê-lo fora dali.

DEMARCAÇÃO

"Quando a gente viu um helicóptero vermelho sobrevoando a região, achamos que era o avião do Lula", diz Stur. "Disseram que era para caçar bandidos, mas depois soubemos que era para demarcar o parque." O sobrevôo ocorreu em novembro de 2002. Em Brasília, onde as coisas são decididas por meio de despachos e circulares, passou a consulta pública para a criação do Parque Nacional dos Pontões Capixabas.

Pessoas de todo o Brasil palpitaram. Alguns do Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraíba. Ambientalistas defenderam a nova área de conservação. Justificativas bizarras foram anexadas ao processo, como a que defendia a criação do parque por ser "de extrema relevância, uma vez que estamos no ano 'simbólico' das montanhas". Só os moradores de Pancas e Águia Branca não foram consultados. Nenhuma audiência pública foi realizada. "O erro foi da incompetência de técnicos que não respeitaram os trabalhos de criação do parque que estávamos fazendo", diz Ferreira Lino.

Em fevereiro de 2003, os habitantes da região souberam que teriam de sair. Desde então, e por pressão do deputado Fernando Gabeira (PV), que encampou essa briga ao visitar a comunidade pomerana no Estado, o Ministério do Meio Ambiente e Ibama tentam resolver o impasse. O levantamento fundiário e social está sendo feito. Mas nem isso assegura a permanência dos pequenos lavradores nas terras que foram de seus antepassados, desde que chegaram por volta dos anos 20.

"O que fizemos foi segurar o homem no campo", protesta Aguilar Godio, de 42 anos, filho de imigrantes italianos. Distribuindo terras entre os descendentes, eles sustentavam famílias em pequenas propriedades. E não faltaram dificuldades, como a falta de luz elétrica, que só chegou em 1975. Godio não entende como agora, quando acaba de construir uma nova casa com financiamento federal, se vê obrigado a abandonar suas terras. "As cidades hoje estão entupidas de gente. Aqui somos produtivos."


SAÍDA

"A nossa luta é pelo fim da desapropriação", diz Patrícia Stur, de 26 anos, filha de Juliberto e Nair e presidente da associação de amigos de proprietários dos dois municípios atingidos pelo parque. "A melhor solução seria a criação de uma Área de Proteção Ambiental (APA) ou uma nova delimitação em formato de mosaico." A APA permite que particulares permaneçam dentro delas, explorem as terras, mas preservem as matas nativas. A delimitação em mosaico prevê um parque nos pontões e na vegetação ao seu redor.

"O maior dano que causaram foi sentimental, pela falta de respeito ao nosso povo", acrescenta Patrícia. O seu empenho nessa causa é tão grande que em abril do ano passado ela decidiu se casar no estilo pomerano. Foi uma forma de mostrar que a cultura de seu povo deve ser respeitada. Na Pomerânia, as mulheres usavam vestidos pretos na cerimônia como um protesto pela violação sexual que sofriam dos senhores feudais antes do casamento.

Patrícia pesquisou em livros e museus, descobriu que a última vez que uma outra noiva se casou de preto no Espírito Santo foi em 1920, organizou a festa de três dias de duração, encontrou músicos para tocar a concertina, chegou de charrete, participou do baile de quebra-louças, e viu conterrâneos mais velhos declamarem versos em pomerano. Vestiu-se de preto, em protesto à criação do parque.

LEI Nº 11.686, DE 2 DE JUNHO DE 2008.

Altera a categoria da unidade de conservação Parque Nacional dos Pontões Capixabas para Monumento Natural dos Pontões Capixabas, nos Municípios de Pancas e Águia Branca, no Estado do Espírito Santo.

O VICE–PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Fica alterada a categoria da unidade de conservação Parque Nacional dos Pontões Capixabas, criado pelo Decreto s/no, de 19 de dezembro de 2002, para Monumento Natural dos Pontões Capixabas, nos Municípios de Pancas e Águia Branca, no Estado do Espírito Santo. Art. 2º O Monumento Natural dos Pontões Capixabas tem como objetivo básico preservar os pontões rochosos, a flora e a fauna associadas, bem como a paisagem formada pelos elementos naturais e culturais tradicionais. Parágrafo único. No Monumento Natural dos Pontões Capixabas é possível a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários, desde que não comprometam a preservação dos pontões, da fauna e da flora associadas e da paisagem, conforme o disposto no Plano de Manejo da unidade. Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação. Brasília, 2 de junho de 2008;

JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA

Telecomunicação

O municipio conta com 4 operadoras de Telefone movel: Vivo, Oi, Claro, Tim. Uma Emissora de Radio Comunitária, União Fm 87,9. Um jornal local: [O Pedregulho][1]



Quem nasce em Pancas é panquense


Fonte: Wikipedia

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