| Município de Porto de Moz | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
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| Fundação | |||||
| Gentílico | |||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Edilson Cardoso de Lima (2005 – 2008) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Pará | ||||
| Mesorregião | Baixo Amazonas IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Almeirim IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | |||||
| Distância até a capital | |||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 17.422,876 km² | ||||
| População | 28.091 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 1,7 hab./km² | ||||
| Altitude | 15 m | ||||
| Clima | |||||
| Fuso horário | UTC-4 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,65 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 52.964 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 1.831,00 IBGE/2005 | ||||
Porto de Moz é um município brasileiro do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 01º44'54" sul e a uma longitude 52º14'18" oeste, estando a uma altitude de 15 metros. Sua população estimada em 2004 era de 28 091 habitantes. Possui uma área de 17504,89 km².
Cidade de origem indígena chamada de Porto de Mó(Porto de Pedra) pelos índios Monturús.
Em 1635 uma expedição dos Jesuias liderada por Pedro Teixeira fundou a vila de Porto de Mós. A aldeia indígena ficou conhecida como o bairro de Maturu.
Em 1758, foi criado o Município pelo governador e capitão-general Francisco Xavier de Mendonça Furtado.
As origens da atual sede do Município são encontrados no aldeamento Muturu, estabelecido pelos capuchos de São José, em data que a tradição indica, como 1639.
O governador e capitão-general Francisco Xavier de Mendonça Furtado, em 1758, deu-lhe a categoria de vila, com a denominação de origem portuguesa, de Porto de Moz, em cumprimento à Lei de 6 de julho de 1775 e fazendo a instalação em 16 de julho do mesmo ano.
Seus limites foram estabelecidos pelo ouvidor Madeira Fernandes, assim permanecendo até 1801, quando foi incluído em seu território, o lugar Boa Vista.
Nas sessões do Conselho de Governo do Pará, de 10 a 17 de maio de 1833, pertenceu como vila, ficando à frente dos termos de Veiros, Pombal e Souzel, que haviam perdidos a categoria de vila. Pelo Decreto nº 218, de 9 de novembro de 1890, o governo do Estado concedeu o título de cidade a Porto de Moz.
Em cumprimento ao Decreto nº 6, de 4 de novembro de 1930, o município foi suprimido e foi incorporado ao território de Gurupá, recuperando a sua autonomia pelo Decreto nº 2.805, de 10 de dezembro de 1937.
Segundo o quadro de divisão territorial, de 31 de dezembro de 1937, oito distritos compunham Porto de Moz: o da sede e os de Alto Xingu, Aquiqui, Souzel, Tapará, Pombal, Veiros e Vilarinho do Monte. Pelo quadro anexo ao Decreto-Lei nº 2.972, de 31 de março de 1938, era constituído de 4 distritos: Porto de Moz, Souzel, Vilarinho do Monte e Veiros.
Em face do Decreto-Lei nº 3.131, de 31 de outubro de 1938, que estabeleceu a divisão para o período 1939-1943, pertenceu como os mesmos distritos, apesar de o distrito-sede haver perdido para Vilarinho do Monte o território da zona de Tapará.
Atualmente, possui somente 3 distritos: Porto de Moz (sede), Vilarinho do Monte e Veiros.
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