| Município de Primeiro de Maio | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 1 de maio | ||||
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| Fundação | |||||
| Gentílico | |||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Jerubaal Matusalem Arruda (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Paraná | ||||
| Mesorregião | Norte Central Paranaense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Porecatu IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Ao Norte: Iepê (SP), Ao Sul: Sertanópolis, A Leste: Sertaneja, A Oeste: Alvorada do Sul e Bela Vista do Paraíso. |
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| Distância até a capital | 453 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 414,442 km² | ||||
| População | 11.126 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 23,8 hab./km² | ||||
| Altitude | 330 m m | ||||
| Clima | subtropical Mesotérmico s m | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,747 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 92.843 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 9.296,00 IBGE/2005 | ||||
Primeiro de Maio é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população estimada em 2009 era de 11.126 habitantes.
Índice |
Rodeada pelas águas da represa da Usina Hidrelétrica de Capivara, o município possui um grandioso potencial turístico. Sua atração Principal é o espaço turístico chamado Paranatur, a ilha no meio do rio chamada Ilha do Sol, além da pescaria esportiva em geral.
Habitam a região algumas espécies remanescentes da fauna original; entre os mamíferos, pode se encontrar capivaras, quatis, pacas, preás, macacos e outros pequenos animais. Quanto às aves, a diversidade de espécies é notável; é possível encontrar Patos, Marrecos, Siriemas, Beija-Flores, Quero-Queros, Pombos, Codornas e etc. Já os peixes mais comuns nos rios da região e na represa são popularmente conhecidos como: Corvina, Tucunaré, Pacu, Mandiuva, Piau, Barbado, Piapara, Lambari e Tilápia.
Cerca de apenas 1% das matas nativas do município estão preservadas. Entre as espécies mais abundantes estão: Peroba, Coração, Pau d'Alho, Angico, Guaritá, e Cedro.
Cultura primaiense pode ser entendida pelo conjunto de manifestações comportamentais, artísticas, sociais e lingüísticas adotadas por sua população, pautada na preocupação do resgate da memória, diretamente ligada à formação da sociedade de Primeiro de Maio por diversos povos e reordenada através da construção da represa Capivara, e da criação de uma sociedade renovada, em que a maneira como a população interage entre si e se expressa, seja por meio dos hábitos, da música, dos rituais religiosos, das danças, dos eventos e festividades, do teatro, da arquitetura, das invenções, dos pensamentos, das formas de organização social, etc. devem ser continuamente melhorados e refletir um desejo de formar um valor de cidade e de cidadão primaiense ligado tanto a sua tradição agrícola, quanto pelo seu potencial humano e turístico, em equilíbrio com a natureza.
A Folia de Reis se constitui como “uma encenação popular de uma prática religiosa que tem suas raízes assentadas numa representação teológica do nascimento de Cristo” (Machado, 1998: 216), e se organiza dentro de estruturas hierárquica que permanecem ao longo do tempo e determinam todas as funções entre os participantes. Ao capitão cabe a responsabilidade sobre a Folia, o alferes carrega a bandeira e gerencia os gastos da Folia, os foliões tocam e acompanham o cortejo e ao palhaço fica destinado o papel cômico, símbolo do deboche, da diversão e da alegria contidas na festividade. Em Primeiro de Maio, essa é uma das mais antigas manifestações populares, que tem como coordenador o Sr. João Rosa do Vale, que conta unicamente com o apoio da Paróquia Nossa Senhora Aparecida para manter essa tradição. A Folia de Reis anualmente participa em Assis (SP), de uma das mais importantes festas dessa manifestação popular e representa a cidade de Primeiro de Maio e a região. Contudo, conforme relato do Sr. João, é uma manifestação que corre perigo de desaparecer visto que a juventude não se vê motivada em participar da Folia de Reis, muito por vergonha ou por desconhecimento de sua importância. O que existe são os remanescentes e o neto de um folião falecido, que cumprindo a característica do palhaço foi prometido para tal função.
Jose Luiz Neia Martini (artista plástico, agricultor, crítico de cinema, filósofo, escritor e historiador) nasceu em 8 de março de 1961, enveredou nas artes plásticas a partir dos 13 anos de idade, mas sua história de amor à arte e à natureza já tenha sido influenciada por sua inventividade ainda criança, quando expedicionava pelos rios e mananciais da Fazenda Martini, de propriedade de seu pai José Martini, localizada na Água de São Xavier, no município de Primeiro de Maio (PR). Viveu sua adolescência e a fase adulta em Londrina e outras cidades, mas em 2006 mudou-se para Primeiro de Maio (PR) a fim de cuidar das propriedades da família. Autodidata, sua primeira exposição de artes plásticas aconteceu em 1978, na Escola de Artes Paulo VI em Ibiporã (PR), hoje Fundação Cultural de Ibiporã. Apesar de ter passado pela pintura, entalhe em madeira, e além de ter uma infindável coleção de produções artísticas, objetos antigos, livros e filmes, principalmente da I e II Guerras Mundiais, sua produção atual está pautada nas esculturas com ferro-velho soldado, que buscam expressar suas emoções através do expressionismo e surrealismo. Tem como projeto a conclusão do museu para receber suas obras e de outras artísticas, como também de proporcionar um espaço para leitura e fruição e formação de leitores e apreciadores do cinema de qualidade, e intenta no futuro criar
A Companhia Louca Expressão surgiu em abril de 2006, de um encontro entre jovens, professores e comunidade do Colégio Estadual Marechal Castelo Branco – EFM, na cidade de Primeiro de Maio, Estado do Paraná. Mas tenha realmente começado, um pouco antes, na confluência de objetivos e necessidades, de um lado, com Marcos Savae, buscando se expressar plenamente como artista, de outro, com Maria Lucia Salgado Chicareli, que manifestava a ânsia de ampliar seu papel como educadora na cultura surda, ambos utilizando um único instrumento: o Teatro. Partindo dessa idéia, surge o trabalho voluntário junto ao Colégio Estadual Marechal Castelo Branco – EFM, em que os produtores culturais propõem em contra-turno a jovens entre 12 e 16 anos, ouvintes e surdos, conceitos relativos ao Teatro e sua atuação efetiva na sociedade. Apesar de recente, muito já se alcançou e produziu. A peça “Primeiro de Maio: do sonho ao encontro com as águas” que reinventa e analisa a formação da cidade de Primeiro de Maio (PR), baseada na expressão corporal, rendeu elogios no Festival de Arte da Rede Estudantil - FERA/ 2006 em Cornélio Procópio. No mote ambiental, o grupo concorreu com 54 outros grupos estudantis de escolas estaduais uma das seis vagas, apresentando a produção “Emília reciclada” nas praias do Paraná, para integrar o projeto “Viva o Verão 2007” promovido pelo Instituto Ambiental do Paraná - IAP com inúmeros órgãos do Governo do Estado do Paraná. Além disso, o “Louca Expressão” intervêm junto a comunidade escolar, com a adaptação da peça “Salomé” de Oscar Wilde e a performance popular em processo de implantação “PalhAção”, que visa formar no público o reconhecimento da cultura clown, do palhaço, do cômico e do grotesco no cotidiano da cidade, semeando a diversidade expressiva no grupo. Outra produção infanto-juvenil de sucesso é “O Rapto da Máquina Dessalinizadora” que amplia a temática ambiental, trazendo à tona a questão da escassez de águas e as soluções para esse dilema ambiental. Já em “EJA no elevador” (2009), destinado exclusivamente ao seminário organizado pela UFPR– Cornélio Procópio (PR), o foco foi tratar, de forma inusitada, em um mini-musical, da Educação de Jovens e Adultos. O resultado da produção mostrou que nossa linguagem consegue transpor para o teatro qualquer assunto, sendo acessível a qualquer público, pois visa fazer pensar, divertindo.
A companhia objetiva ampliar a pesquisa com a temática ambiental, além de pesquisar sobre a cultura paranaense e os povos que a representam, buscando formar uma linguagem e expressão “loucas”, no sentido artístico, quanto original. Ensejamos também trabalhar produções artísticas adultas e entrar em novas searas, como o teatro empresa. Tem-sem também como foco a formação de um público consciente, capaz de apreciar o teatro como instrumento de informação, instrução e lazer, além de capacitar seus integrantes tanto na atuação quanto na produção teatral.
A arte não é uma linguagem, que comunique conceitos. Antes, é expressão de sentimentos. É a tentativa de concretizar, numa forma, o mundo dinâmico e inefável dos sentimentos humanos. Numa obra de arte são os sentimentos que nos são apresentados, para que possamos contemplá-los, revivê-los e senti-los em sua natureza. (DUARTE JR., 1981:81 apud NESSIMIAN, 2001)
A companhia tem como compromisso, proporcionar ao público, com vontade, humildade e determinação, a beleza, o encantamento e a reflexão que o Teatro propicia ao homem desde os primórdios da humanidade.
- 1 de Maio: Data de comemoração em homenagem ao município. - 12 de Outubro: Dia de Nossa Senhora Aparecida - Padroeira do município. - 8 de Dezembro: Dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição.
A maioria da população é católica. Contudo é expressiva a comunidade evangélica formada por presbiterianos, independentes, assembleianos e Testemunha de Jeová. Cerca de 30 pessoas Testemunha de Jeová fazem o serviço de pregação na cidade. O Salão do Reino local está situado na Rua 19 - Conjunto Popular Velha. Há também grupos espíritas kardecistas e umbandistas.
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