| Município de Rio Bonito | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 7 de maio | ||||
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| Fundação | 7 de maio de 1846 (164 anos) | ||||
| Gentílico | riobonitense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | José Luis Alves Antunes(Mandiocão) (DEM) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Rio de Janeiro | ||||
| Mesorregião | Metropolitana do Rio de Janeiro IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Macacu-Caceribu IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Casimiro de Abreu, Cachoeiras de Macacu, Silva Jardim, Saquarema e Tanguá | ||||
| Distância até a capital | 72 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 462,176 km² | ||||
| População | 55.051 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 114,8 hab./km² | ||||
| Altitude | 40 m | ||||
| Clima | Tropical úmido | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,772 (RJ: 37º) – médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 675.097 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 12.852,00 IBGE/2005 | ||||
Rio Bonito é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro. Localiza-se a uma latitude 22º42'31" sul e a uma longitude 42º36'35" oeste, estando a uma altitude de 40 metros. Sua população estimada em 2008 era de 54.596 habitantes. Possui uma área de 463,32 km².
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Conta a história que o "batismo" da localidade com nome de Rio Bonito se deveu ao fato dos "Sete Capitães", ao se dirigirem a Macaé, ficarem impressionados com um belo riacho que atravessava região. Porém, as informações sobre o povoamento de Rio Bonito datam da segunda metade do século XVIII.
Em 1755, o sargento-mor Gregório Pereira Pinto, ou Gregório Pinto da Fonseca, mandou construir em sua fazenda, posteriormente chamada "Bernarda", uma capela em homenagem à "Madre de Deus", figurando como um dos primeiros colonos da região. O entorno do templo religioso não tardou a ser habitado por pessoas. Em 1768, o pequeno povoado era elevado à categoria de freguesia, sob a denominação de Nossa Senhora da Conceição do Rio d'Ouro. Mais tarde, a sede da freguesia foi transferida de local, passando a ser conhecida por Nossa Senhora da Conceição do Rio Bonito. Arruinado o templo, outro foi construído a cerca de uma légua do primeiro, mantido sob a proteção da mesma padroeira, passando a freguesia a ser conhecida como "Nossa Senhora da Conceição do Rio Bonito".
Após certo período de participação no ciclo de cana-de-açúcar, a economia local foi envolvida pela expansão do café, que passou a ocupar as melhores terras da região, tornando-se em pouco tempo uma de suas maiores fontes de riqueza. O progresso apresentado pela freguesia induziu governo, em 1846, a criar o município de Nossa Senhora da Conceição do Rio Bonito, cuja emancipação deu-se com o advento da Lei provincial n° 381, de 7 de maio daquele ano, e a instalação em 1° de outubro, cujas terras foram desmembrada dos municípios de Saquarema e Capivari (atual Silva Jardim), sendo elevada à categoria de vila.
A autonomia administrativa e a escolha de Rio Bonito como terminal de um ramal da Companhia de Ferro-Carril Niteroiense fizeram localidade o verdadeiro entreposto da produção e do comércio da região. O desenvolvimento da vila motivou sua elevação à categoria de cidade em 1890.
Devido à topografia acidentada, foram ocupadas, inicialmente, as áreas planas existentes entre a BR-101 e a Serra do Sambê. As áreas urbanizadas e com maior adensamento estendem-se, principalmente, ao longo e nas adjacências do Rio Bonito e na Estrada de Ferro Leopoldina, com ocupação de encostas na região noroeste da cidade.
Rio Bonito pertence à Região das Região metropolitana, especificamente na Microrregião de Macacu-Caceribu que também abrange o município de Cachoeiras de Macacu . Não possui praias, mas possui muitas quedas de água, rios e muito verde, com muito mato e árvores entorno da cidade. É uma típica cidade do interior.
A rodovia BR-101 é o principal acesso à cidade, de Tanguá, a oeste, a Silva Jardim, a nordeste. A Via Lagos, RJ-124, alcança Araruama a oeste e, por variante, a Saquarema ao Sul. A RJ-120 segue em leito natural rumo norte até a RJ-116, próxima ao distrito de Papucaia, em Cachoeiras de Macacu. O município conta com estação ferroviária e opera a linha Rio-Vitória.
Com relação à rodovia BR-101 (Norte), a Rio – Vitória, a FIRJAN pleiteia a duplicação entre Rio Bonito e a divisa com o estado do Espírito Santo, compreendendo os municípios de Silva Jardim, Casimiro de Abreu, Macaé, Conceição de Macabu, Quissamã e Campos dos Goytacazes; implantação de variante em Campos; privatização do trecho e revisão dos estudos sobre localização e número de praças de pedágio.
De acordo com o censo de 2000, Rio Bonito tinha uma população de 49.691 habitantes, correspondente a 7,8% do contingente da Região das Baixadas Litorâneas, com uma proporção de 100,2 homens para cada 100 mulheres. A densidade demográfica era de 110 habitantes por quilômetro quadrado, contra 111 habitantes por quilômetro quadrado de sua região. Sua população estimada em 2003 é de 51.087 pessoas.
O município apresentou uma taxa média geométrica de crescimento, no período de 1991 a 2000, de 1,07% ao ano, contra 4,13% na região e 1,30% no estado. Sua taxa de urbanização corresponde a 65,3% da população, enquanto que, na Região das Baixadas Litorâneas, tal taxa corresponde a 85,5%.
Rio Bonito tem um contingente de 39.508 eleitores, aproximadamente 77% da população. O município tem um número total de 16.382 domicílios, com uma taxa de ocupação de 84%. Dos 2.567 domicílios não ocupados, 20% têm uso ocasional.
A faixa etária predominante encontra-se entre os 10 e 39 anos, e os idosos representam 10% da população do município, contra 17% de crianças entre 0 e 9 anos.
Há uma predominância de pessoas que se declaram afrodescendentes, representando 51,4% da população, contra 47,4% de brancos e que o número de católicos, 46%, é superior à soma dos praticantes de outras religiões.
Seu primeiro jornal editado foi "O Rio Bonito", do major João Hilário de Meneses Drumond, e circulou de 6 de março até 28 de agosto de 1887. Fato curioso é que, em seu último número, reza que "Será inaugurada a casa da Câmara desta villa, em predio reedificado, devendo na mesma data ser também inaugurado o serviço de iluminação pública pelo sistema belga". Não são conhecidos colecionadores que ainda possuam um exemplar sequer desse jornal. Atualmente circulam cerca de meia dúzia de jornais no município, a maior parte deles tem circulação regional. Dentre os veículos jornalísticos de maior expressão, destaca-se o jornal Folha da Terra (semanal) e o Jornal Face, que tem periodicidade quinzenal e pauta diversificada, tratando de assuntos que vão da conservação do meio ambiente à espiritualidade.
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