| Município de Rio dos Cedros | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 19 de dezembro de 1961 | ||||
| Gentílico | riocedrense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Fernando Tomaselli (PP) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Santa Catarina | ||||
| Mesorregião | Vale do Itajaí IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Blumenau IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Benedito Novo, Corupá, Doutor Pedrinho, Jaraguá do Sul, Pomerode, Rio Negrinho e Timbó | ||||
| Distância até a capital | |||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 555,654 km² | ||||
| População | 10.170 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 16,5 hab./km² | ||||
| Altitude | 85 m | ||||
| Clima | Temperado, com temperatura média de 22°C | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,817 elevado PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 98.448 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 10.789,00 IBGE/2005 | ||||
Rio dos Cedros é um município brasileiro do Estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 26º44'18" sul e a uma longitude 49º16'27" oeste, estando a uma altitude de 1085 metros. Sua população estimada em 2004 era de 6 091 habitantes.
Índice |
A maioia da população de Rio dos Cedros é de origem trentina, ou seja, tiroleses de língua italiana. O imigrantes tiroleses eram oriundos do do Trentino no Estado do Tirol, região do antigo Império Austro-húngaro. Incentivados pelo Dr. Blumenau, entraram no Vale do Itajaí a partir de 1875 e fundaram várias localidades, como Nova Trento, Rodeio e Rio dos Cedros.
Rio dos Cedros, antes do início da colonização trentina de 1875 e 1876, era uma vasta floresta inexplorada, recortada por um grande número de córregos, afluentes do mesmo rio.
O nome desse rio aparece desde 1863, quando um grupo de desbravadores dos sertões de Blumenau, chefiados por August Wunderwald, indivíduo estudado e verdadeiro bandeirante de toda a região, subia pelo Rio Itajaí-Açu, de canoa, entrando em seguida pelos Rios dos Cedros e Benedito.
Devido à grande quantidade de cedros, com mais 50 metros de altura, de madeira preciosa de lei existente na barra dos dois rios, deu a um deles esse nome. O outro rio recebe o nome de Benedito, provavelmente por existir um morador com esse nome, que teria chego antes da imigração européia.
O cedro mais alto encontrado possuia 86 metros e foi apelidado de Grande General Cedro e foi derrubado em uma tempesdade no ano de 1917. Seu tronco continua exposto no Museu Natural do Cedro. Hoje as árvores que restaram no parque municipal possuem uma altura média de 40 a 60 metros. A madeira do cedro sempre foi considerada por todos os povos matéria-prima de excelente qualidade para a indústria de móveis e de construção. Sua utilidade já era famosa entre os povos antigos.
A primeira exploração do Rio dos Cedros, desde a barra com o Rio Benedito foi realizada, portanto, numa viagem de canoa por aqueles destemidos homens, que penetraram com dificuldade rio acima, num percurso de 15 km. Depois voltaram para trás, na impossibilidade de avançar, por causa do rio se tornar impraticável à canoa e pela escassez de alimentos.
Aquele grupo descobriu, entretanto, que a região vista do alto de um morro era muito extensa e fértil. Perceberam também que, para além das montanhas que circulavam o vale, poderia existir um grande planalto, o que realmente se verificou mais tarde.
Hoje Rio dos Cedros é um lugar aprazível, bom para se morar, habitado por gente ordeira e progressiva. Tem cerca de 10.000 habitantes. Suas colônias praticamente são as mesmas traçadas nos tempos da imigração, com 200 metros de largura por 1.000 de fundo. Medidas pelos Irmãos Deeke e adquiridas pelo preço de 200$000, pagas em longo prazo.
Sua população é composta por descendentes de alemães, trentinos (tiroleses italianos) e búlgaros. Embora o centro da cidade tenha colonização basicamente trentina, no interior a população descendente de alemães é numerosa, existindo localidades exclusivamente alemãs. Os búlgaros estão instalados no alto da serra, no vilarejo de Lovech, mas há também famílias que residem no centro da cidade.
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