| Município de Rio Pardo é de Minas | |||||
| [[Ficheiro:|270px|none|center|]] | |||||
|
|||||
| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 13 de outubro de 1831 | ||||
| Gentílico | riopardense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Antônio Pinheiro da Cruz (2005 – 2008) |
||||
| Localização | |||||
|
|
|||||
| Unidade federativa | Minas Gerais | ||||
| Mesorregião | Norte de Minas IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Salinas IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Mato Verde, Porteirinha, Serranópolis de Minas, Riacho dos Machados, Grão-mogol, Padre Carvalho, Fruta de Leite, Novorizonte, Salinas, Taiobeiras, Indaiabira, Vargem Grande do Rio Pardo, Montezuma e Santo Antônio do Retiro. | ||||
| Distância até a capital | 732 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 3.118,672 km² | ||||
| População | 29.947 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 9,1 hab./km² | ||||
| Altitude | 1790 m | ||||
| Clima | semiárido Bsh | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,633 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 75.283 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 2.677,00 IBGE/2005 | ||||
Rio Pardo de Minas é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2004 era de 27.965 habitantes.
Rio Pardo possui atrativos turísticos belíssimos,como por exemplo:parque estadual de serra nova,situado no distrito de mesmo nome no município de rio pardo;cachoeira denominada sete quedas uma verdadeira obra da natureza que encanta a todos que a visitam. Recentemente, foi descoberta uma jazida de ferro e manganês que pode ser comparada ao Quadrilátero Ferrífero. Estas reservas podem mudar o perfil sócio-econômico da própria cidade e das cidades vizinhas, como Porteirinha, Grão-Mogol e Salinas, que também possuem minério em menor quantidade. Outras cidades próximas, como Santo Antônio do Retiro, Montezuma, Taiobeiras e Mato Verde também poderão ser beneficiadas com geração de empregos e renda. Como a produção requer escoamento por mineroduto ou via férrea, é bastante provável que se construa um ramal ferróviário ligando a área produtora no município ao entroncamento com a linha férrea da FCA em Catuti, Monte Azul ou Espinosa, que são as estações ferroviárias mais próximas, e de lá o minério é levado ao porto de Aratu (Salvador); poderá também ser feito o escoamento através de um ramal ferroviário até o porto de Ilhéus, que não é muito viável; ou ainda, construir um mineroduto até um porto na Bahia, que é interessante economicamente, afinal a região possui rios subterrâneos que favorecem esse meio de transporte.
A infra-estrutura no município ainda é bastante precária. Atualmente, a cidade só possui uma rodovia de ligação asfaltada, a rodovia municipal Rio Pardo de Minas - Taiobeiras, que foi inaugurada em 2006. Fora isso, as estradas restantes são vicinais e a maior parte está em ruins ou péssimas condições, o que afeta a produção agrícola do município. A cidade é bastante velha, pois possui mais de 170 anos, porém o potencial histórico não é aproveitado, já que a cidade não foi tombada como patrimônio histórico pelo IPHAN e, consequentemente, os casarões mais antigos vão às ruínas. Dessa forma, não é possível aproveitar o potencial turístico-histórico da cidade, que geraria uma renda favorável.
As terras do atual município de Rio Pardo de Minas estiveram ligadas, durante o século XVIII, à antiga Comarca de Sabará, depois à Comarca de Serro, e posteriormente ao município de Minas Novas. Das suas terras, desmembraram-se os seguintes município:
Apesar do imenso território, as terras, muitas vezes, são improdutivas devido ao relevo com aclives acentuados, grande quantidade de rochas e minerais, além de alta salinidade em parte de terrenos. A energia elétrica ainda é inexistente em comunidades remotas, que se localizam longe da sede urbana e em locais de difícil acesso. Água potável então, é um sonho que parece que nunca vai se realizar, mesmo que o município possua dois grandes rios, o Rio Pardo e o Rio Negro, cujo potencial não é tão grande nessas localidades porque estes rios ainda não contam com grande volume de água, principalmente em épocas de estiagem.
Nós usamos cookies necessários para fazer o nosso site e sua navegação funcionarem. Também gostaríamos de coletar cookies de análise de desempenho e outros que nos ajudem a fazer melhorias medindo como você usa o nosso site. Política de Cookies.
Você pode aceitar todos os cookies clicando em “Aceitar todos” ou rejeitar os que não são necessários clicando em “Rejeitar cookies não necessários”.
Para visualizar e alterar suas preferências, clique em Definições de cookies.