| Município de Santa Clara do Sul | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
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| Fundação | 20 de março de 1992 | ||||
| Gentílico | santa clarense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Paulo Cezar Kohlrausch (PMDB) (2005 – 2008) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Rio Grande do Sul | ||||
| Mesorregião | Centro Oriental Rio-grandense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Lajeado-Estrela IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Lajeado, Mato Leitão, Sério, Venâncio Aires | ||||
| Distância até a capital | |||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 86,552 km² | ||||
| População | 5.868 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 61,5 hab./km² | ||||
| Altitude | 117 m | ||||
| Clima | |||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,788 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 62.386 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 11.888,00 IBGE/2005 | ||||
Santa Clara do Sul é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.
Índice |
A origem do nome do município de Santa Clara do Sul surgiu a partir da Fazenda Santa Clara, de propriedade de Antônio Fialho de Vargas.
A colonização do lugar teve início em 1869. Em 1945, o nome de Santa Clara do Sul foi mudado para Inhuverá através de lei governamental, nome indígena que significa campo Resplandecente, sendo que em 1949 foi novamente mudado para Santa Clara do Sul.
Localiza-se a uma latitude 29º28'08" sul e a uma longitude 52º05'15" oeste, estando a uma altitude de 117 metros.
Possui uma área de 88,862 km² e sua população estimada em 2009 era de 5 868 habitantes.
Santa Clara do Sul possuí um espaço voltado apenas para a cultura. O prédio de 1888, que já abrigou escola, hotel, delegacia e sub-prefeitura, foi completamente reformado e deu origem ao centro cultural, onde está instalado o museu e biblioteca pública municipal da cidade.
O prédio, localizado no centro da cidade, além de valorizar a arquitetura dos antepassados, facilita o acesso da população para retirada de livros e visita a exposições de arte e artesanato. As peças do museu foram todas catalogadas. Lá, a população vai encontrar instrumentos cirúrgicos, ferramentas de trabalho usada pelo agricultores nas décadas de 1940 e 1950, além de fotografias antigas e outras peças. O museu também guarda relíquias dos maragatos.
A peça mais antiga em exposição no museu é um fuzil usado no dia 28 de maio de 1895, na Revolução Federalista. A arma teria sido usada por maragatos que tentavam invadir a localidade de Picada Santa Clara, interior do município. A arma teria sido usada por um dos maragatos, mas falhou durante o combate, sendo substituída pela arma de um outro combatente que estava com a mão ferida. O maragato ferido pediu socorro a um morador das proximidades e deixou a arma como agradecimento pela acolhida. Posteriormente, o fuzil foi doado à família de Aloísio Schneider e, mais recentemente, passou às mãos do colecionador de armas antigas Leandro Lampert, que doou a arma em 1999 para o museu.
A guerra dos maragatos é um dos episódios mais marcantes da história de Santa Clara do Sul, e é lembrado em vários logradouros públicos. A principal avenida do município faz alusão ao episódio e leva o nome de Avenida 28 de Maio. Outras ruas ainda levam o nome de personagens históricos que participaram dos combates.
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