| Município de Santa Cruz do Sul | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
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| Fundação | 31 de março de 1877 | ||||
| Gentílico | santa-cruzense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Kelly Moraes (PTB) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Rio Grande do Sul | ||||
| Mesorregião | Centro Oriental Rio-grandense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Santa Cruz do Sul IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Rio Pardo, Vera Cruz, Venâncio Aires, Candelária | ||||
| Distância até a capital | 150 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 733,473 km² | ||||
| População | 122.451 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 158,0 hab./km² | ||||
| Altitude | 73 m | ||||
| Clima | subtropical Cfa | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,817 elevado PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 2.991.816 mil (BR: 97º) – IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 25.365,00 IBGE/2005 | ||||
Santa Cruz do Sul é um município brasileiro no estado do Rio Grande do Sul.
A cidade é conhecida por ser a sede da maior Oktoberfest do Rio Grande do Sul, ser a sede do maior festival de arte amadora, segundo a UNESCO, o Encontro de Arte e Tradição e, pelo Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul.
Índice |
Santa Cruz do Sul é um dos principais núcleos da colonização alemã do Rio Grande do Sul. A colônia foi fundada por lei provincial em 6 de dezembro de 1847. Os primeiros habitantes da cidade vieram dos distantes lugares nas regiões do Reno e da Silésia, em 1849. Eles se estabeleceram na Colônia Picada Velha, hoje conhecida como Linha Santa Cruz.
A povoação iniciou em 1849, no local então chamado de Faxinal de João Maria, em terras do barão de Cambaí, com a instalação de cinco famílias alemãs. O primeiro diretor foi Johann Martin Buff.
A cidade foi oficialmente fundada em 31 de março de 1877, emancipada de Rio Pardo.
Localiza-se na mesorregião do Centro Oriental Rio-Grandense e na Microrregião de Santa Cruz do Sul. Com uma população estimada, em 2009, em 122.451 habitantes, é o pólo de uma área denominada Vale do Rio Pardo.
A cidade esta situada no geoparque da Paleorrota.
O principal estímulo econômico da cidade vem das plantações de fumo, que trouxeram para a cidade inúmeros fabricantes de cigarro e distribuidoras de fumo, como Universal Leaf Tabacos, Philip Morris, Souza Cruz, Associated Tobacco Company e Alliance One, entre outras. A cidade também possui outros ramos fortes em sua economia, como o comércio e serviços.
Santa Cruz do Sul possui o maior complexo beneficiador de fumo em folha no seu Distrito Industrial. No município são industrializados cerca de 13.967 toneladas de fumo/ano. Possui em torno de 3.411 propriedades rurais, com média de 2,6 hectares de extensão, totalizando 6.535 hectares cultivados.
Com isto, o segmento comercial é hoje representado por aproximadamente 3.277 estabelecimentos e mais 2.793 empresas de prestação de serviços. Na totalidade o município tem 533 indústrias e 3.914 profissionais autônomos, formando uma rede bem estruturada.
As principais indústrias do fumo do Brasil — dentre as quais a mais importante é a Souza Cruz — instalaram-se em Santa Cruz do Sul, incentivando a produção nas áreas rurais da cidade e também nas cidades vizinhas como Venâncio Aires, Vera Cruz e Rio Pardo. No momento atual a produção de fumo é a principal fonte de renda para os agricultores locais.
Existe forte presença das indústrias do fumo na vida socioeconômica da região, especialmente oferecendo apoio técnico, financeiro e programas sociais para os fumicultores. Desta forma há um sistema de trocas e lealdades entre a maior parte de fumicultores e a indústria.
Entretanto, existem também um conjunto de iniciativas locais, regionais e nacionais de substituição da cultura do fumo, visto as projeções internacionais de redução mundial de consumo. Esta redução do consumo mundial obedece à crescente tomada de consciência no mundo dos comprovados riscos para a saúde dos produtos derivados do tabaco - tabagismo, tabagismo passivo, uso de agrotóxicos, doença da mão verde, etc.
Possui uma boa infra-estrutura para eventos, conquistando com isso o Selo Prioritário para o Desenvolvimento do Turismo. Tem dezesseis hotéis e cinco motéis, dispondo, assim, de 1900 leitos. Mais de trinta restaurantes, alguns cafés coloniais, mais de oito pizzarias além de um grande número de bares, oferecendo à comunidade a aos turistas uma variada gastronomia.
Também possui um autódromo, o Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, que foi inaugurado em 12 de junho de 2005 com um evento do Renault Speed Show. Já correram no autódromo as seguintes categorias:
O principal evento de Santa Cruz do Sul é a Oktoberfest, uma festa popular gêrmanica, que ocorre anualmente na cidade no mês de outubro. A Oktoberfest de Santa Cruz do Sul é a segunda maior do Brasil, apenas atrás da de Blumenau. A Oktoberfest é chamada de "a festa da alegria" e que contou na edição de 2008, por exemplo, com mais de 500.000 mil visitantes.
Fala-se o português (idioma falado pela maioria da população e também o oficial do Brasil), o alemão (incluindo dialetos como o Hunsrückisch) e, entre os negócios de fumo, é falado na sua maioria o inglês.
O jornal com maior circulação da cidade é a Gazeta do Sul, do Grupo Gazeta de Comunicações.
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Vista da zona norte de Santa Cruz do Sul |
Panorama de Santa Cruz do Sul |
Oktoberfest de Santa Cruz do Sul |
Desfile da Oktoberfest |
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Estação ferroviária de Santa Cruz do Sul no início da década de 1920. |
Casa de Artes (antiga sede do Banco Pelotense) |
Catedral de Santa Cruz do Sul |
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