| Município de Taquaritinga | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 16 de agosto | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 8 de junho de 1868 | ||||
| Gentílico | taquaritinguense | ||||
| Lema | Corvnvm |
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| Prefeito(a) | José Paulo Delgado Júnior (DEM) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | São Paulo | ||||
| Mesorregião | Ribeirão Preto IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Jaboticabal IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Jaboticabal, Monte Alto, Guariba, Santa Ernestina, Dobrada, Matão, Itápolis, Fernando Prestes e Cândido Rodrigues | ||||
| Distância até a capital | 333 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 595,84 km² | ||||
| População | 55.662 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 94,0 hab./km² | ||||
| Altitude | 565 m | ||||
| Clima | tropical de altitude Aw | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,778 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 427.305 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 7.729,00 IBGE/2005 | ||||
Taquaritinga é um município brasileiro do estado de São Paulo situado na região de Ribeirão Preto e na região administrativa central (região de Araraquara).
Índice |
O nome Taquaritinga tem origem no tupi-guarani e significa “taquara branca e delgada”, tipo de vegetação comum na região da cidade.
Fundado em 8 de junho de 1868, com a doação de terras por proprietários rurais, liderados por Bernardino José de Sampaio, de uma área de sessenta e quatro alqueires encravada em uma propriedade denominada Fazenda Boa Vista, nas proximidades do Ribeirão dos Porcos. As terras, avaliadas Rs 180$000 (cento e oitenta mil réis), foram doadas a São Sebastião dos Coqueiros, porque havia abundância desta árvore frutífera na região. O marco a partir do qual a doação de Taquaritinga foi feita é onde atualmente se encontra a Praça Dr. Waldemar d'Ambrosio (antiga Praça Centenário), embora ela não seja mais a referência para as medidas do perímetro urbano do município, sendo utilizada para esse fim desde 1992 a Praça 1º de maio.
Os doadores com as respectivas doações foram os seguintes: Bernardino José Sampaio e sua Senhora Francisca Olegário da Silva, 15 alqueires; Antonio Pais de Camargo e sua mulher dona Maria Antonieta de Ataíde, 8 alqueires; Manuel Luís de Sousa e sua mulher dona Ana Rita de Faria, 2 alqueires; José Joaquim Esteves e sua mulher dona Maria Umbelina de Jesus, 5 alqueires; Joaquim Pedro da Fonseca e sua mulher dona Rita Pereira Guimarães, 2 alqueires; Joaquim Pereira da Costa e sua mulher, dona Emerécia Anacleta de Jesus, 5 alqueires; Isaías Joaquim de Santana e sua mulher dona Francisca Maria de Jesus, 2 alqueires; dona Joaquina Maria do Espírito Santo, 6 alqueires; dona Gertrudes Florinda de Castro, 10 alqueires; João Ferreira da Costa, 4 alqueires; Joaquim Alves da Silva Leite e sua mulher dona Ana Luísa de Jesus, 5 alqueires.
O principal doador de terras que vieram a constituir o patrimônio de Taquaritinga foi Bernardino José de Sampaio. Nascido em 13 de novembro de 1831, em Araraquara, filho de Luís Caetano de Sampaio e Ana Teixeira de Camargo, Bernardino Sampaio teve 15 irmãos: José Luís, Joaquim Caetano, Francisco Caetano, Antînio Caetano, João Caetano, Filipe Caetano, Luís Caetano, Virgílio Caetano, Manuel Caetano, Ambrosina Caetano, Emiliana Caetano, Ana Caetano, Matilde Caetano, Cândida Caetano, Maria Luísa; foi casado com Francisca Olegária da Silva e não teve filhos conhecidos. Ele doou 15 dos 64 alqueires doados em 1868. Em 1870, já morava na Fazenda Paraguaçu, local em que iniciou a primeira cultura de café. Em 25 de julho de 1892, foi eleito o primeiro Juiz de Paz. Depois, em 22 de dezembro de 1892, foi eleito primeiro Presidente da Câmara. Faleceu em 22 de abril de 1896, aos 65 anos, sendo sepultado no dia seguinte. Seu corpo foi o primeiro a ser sepultado na atual necrópole.
Fato curioso ocorreu em 23 de agosto de 1902, quando o movimento monarquista tentou restaurar o regime no país para coroar o príncipe dom Luís de Orleans e Bragança. Em Ribeirãozinho, como era chamada a cidade na época, às três horas da manhã a cidade foi cercada, a delegacia foi tomada e seu delegado Virgilio Nogueira deposto, deixando Tomás de Mendonça como interino. A estação ferroviária foi tomada por Avelino Nogueira que então emitiu mensagens de telégrafo para diversos locais informando o fato. Dentre os monarquistas estavam Alberto Costa Osório de Sousa, Avelino de Negreiros, dr. Augusto de Castilho, dr. Eulógio de Matos Pitombo, coronel Gustavo Augusto de Morais, coronel João Ferreira de Castilho, João de Toledo Lara, Joaquim Mateus Correia, José Ferreira Leite, Leonardo Botelho, Pedro Paulo Correia, Tomás Sebastião de Mendonça, entre outros.
Duzentos homens armados aguardavam notícias do comando central na capital, quando no dia seguinte chegou um telegrama informando que o Governo Republicano não aceitara a notícia da revolta e havia preparado uma ação de contenção. No comunicado estava escrito: “Não venham mais. Revolta fracassou. Segue trem especial 400 praças”
A restauração da monarquia na cidade ficou conhecida como Revolta de Ribeirãozinho e durou apenas um dia. Somente no município de Espírito Santo do Pinhal fato semelhante aconteceu.
A partir do final do século XIX e, sobretudo, nas primeiras décadas do século XX, a cidade recebeu grande influxo de imigrantes europeus meridionais. Os mais numerosos foram, de longe, os italianos, seguidos dos espanhóis e portugueses. A cidade também recebeu sírios e libaneses, algumas famílias de origem germânica, mas as principais minorias são formadas por Afro-descendentes, japoneses e pequena população vinda de outros Estados para o trabalho rural a partir da década de 1980.
No presente, é visível a marca européia, em especial, italiana, na população local e suas tradições.
A economia da cidade é baseada na agronegócio e, cada vez mais, nos serviços. Já foi a maior produtora mundial de goiaba, uma das maiores de tomate, o que, aliado a outros produtos gerou na cidade uma concentração de indústrias alimentícias, as quais - a partir dos anos 1980 - se transferiram para o Centro-Oeste devido a incentivos fiscais. Durante a década de 1980, vivenciou enriquecimento associado à laranja, mas a partir da década de 1990 sua economia se diversificou sem que alcançasse as antigas taxas de crescimento econômico e populacional. O estabelecimento de cursos superiores e o desenvolvimento dos serviços vieram acompanhados de relativa estagnação populacional e econômica em relação às cidades vizinhas. A população do município pouco variou de 1990 até 2009 configurando clara queda de taxa de natalidade associada a imigração de jovens para outras cidades e Estados em busca de melhores oportunidades de trabalho.
A cidade possui três instituições de nível superior, sendo duas particulares (ITES e UNIESP) e uma pública (FATEC). O ITES oferece os cursos de Administração de Empresas, Psicologia, Pedagogia e Ciências Contábeis. A UNIESP - Faculdade de Taquartinga é voltada para os cursos da área de saúde e a FATEC local possui os cursos de Tecnologia de Produção, Tecnologia em Agronegócios e Tecnologia em Processamento de Dados. Também possui uma antiga e regionalmente conhecida escola de música e artes, o Conservatório Santa Cecília e uma Escola Técnica Estadual(ETEC) Dr. Adail Nunes da Silva, onde são ministrados os cursos de Ensino Médio especializados: Técnico em Alimentos, Técnico em Informática, Técnico Administração, Técnico em Enfermagem, Técnico em Química e Técnico em Redes de Computadores.
Clube Atlético Taquaritinga, fundado em 1942, é o clube de futebol da cidade. A "casa" do time, o Estádio Municipal Adail Nunes da Silva, com capacidade máxima de aproximadamente 32 mil pessoas foi construído em apenas 90 dias com ajuda e esforço de toda população.
Localiza-se a uma latitude 21º24'21" sul e a uma longitude 48º30'18" oeste, estando a uma altitude de 565 metros, o ponto mais alto é o Monte do Broa na Serra do Jabuticabal com 718 metros.
Possui uma área de 595,84 km².
O clima é tropical de altitude com inverno moderado e seco e, verão quente e chuvoso. Temperatura média anual de 24°C e precipitação pluviométrica de 1.600 mm.
O terreno é ondulado e o solo predominante é o Arenito Bauru datado da era cenozóica.
Período: 7 de Janeiro de 1893 a 11 de Janeiro de 1896
Período: 11 de Janeiro de 1896 a 6 de outubro de 1896
Período: 14 de outubro de 1896 a 15 de fevereiro de 1900
Período: 21 de fevereiro de 1900 a 26 de agosto de 1901
Período: 26 de agosto de 1901 a 17 de fevereiro de 1903
Período: 7 de fevereiro de 1903 a 17 de Janeiro de 1904
Período: 18 de Janeiro de 1904 a 12 de Janeiro de 1905
Período: 12 de Janeiro de 1905 a 9 de Janeiro de 1906
Período: 9 de Janeiro de 1906 a 7 de Janeiro de 1907
Período: 7 de Janeiro de 1907 a 6 de Janeiro de 1908
Período: 7 de Janeiro de 1908 a 15 de Janeiro de 1912
Período: 15 de Janeiro de 1912 a 15 de Janeiro de 1914
Período: 12 de dezembro de 1912 a 4 de fevereiro de 1913; 4 de fevereiro de 1913 a 15 de Janeiro de 1914; 15 de Janeiro de 1914 a 15 de Janeiro de 1915; 15 de Janeiro de 1915 a 16 de Janeiro de 1916
Período: 16 de Janeiro de 1916 a 15 de Janeiro de 1917
Período: 15 de Janeiro de 1917 a 1 de dezembro de 1917
Período: 1 de dezembro de 1917 a 15 de Janeiro de 1919
Período: 15 de Janeiro de 1919 a 5 de Janeiro de 1923
Período: 15 de Janeiro de 1923 a 14 de Janeiro de 1924
Período: 14 de Janeiro de 1924 a 4 de setembro de 1928
Período: 4 de setembro de 1928 a 15 de Janeiro de 1929
Período: 15 de Janeiro de 1929 a 27 de outubro de 1930
Período: 27 de outubro de 1930 a 17 de Janeiro de 1931
Período: 16 de Janeiro de 1931 a 2 de outubro de 1932
Período: 2 de outubro de 1932 a 4 de outubro de 1933
Período: 4 de outubro de 1933 a 3 de março de 1934
Período: 8 de Janeiro de 1934 a 14 de agosto de 1935
Período: 14 de agosto de 1935 a 30 de novembro de 1936
Período: 2 de agosto de 1936 a 22 de setembro de 1941
Período: 29 de setembro de 1941 a 6 de março de 1947
Período: 5 de abril de 1947 a 31 de dezembro de 1947
Período: 1 de Janeiro de 1948 a 31 de dezembro de 1951
Período: 1 de Janeiro de 1952 a 14 de março de 1955
Período: 14 de março de 1955 a 31 de dezembro de 1955
Período: 1 de Janeiro de 1956 a 8 de junho de 1959
Período: 8 de junho de 1959 a 31 de dezembro de 1959
Período: 1 de Janeiro de 1960 à 31 de dezembro de 1963
Período: 3 de setembro de 1962 a 8 de outubro de 1962
Período: 1 de Janeiro de 1964 a 1 de fevereiro de 1969
Período: 1 de fevereiro de 1969 a 31 de Janeiro de 1973
Período: 31 de Janeiro de 1973 a 31 de Janeiro de 1977
Período: 1 de fevereiro de 1977 a 14 de maio de 1982
Período: 14 de maio de 1982 a 31 de dezembro de 1982
Período: 1 de fevereiro de 1983 a 19 de novembro de 1986
Período: 24 de novembro de 1986 a 4 de julho de 1987
Período: 6 de julho de 1987 a 31 de dezembro de 1988
Período: 1 de Janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1992
Período: 1 de Janeiro de 1993 a 31 de dezembro de 1996
Período: 1 de Janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2000
Período: 1 de Janeiro de 2001 a 31 de dezembro de 2004
Período: 1 de Janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2008
Período: 1 de Janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012
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