| Município de Triunfo Potiguar | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | |||||
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| Fundação | 1 de janeiro de 1997 | ||||
| Gentílico | triunfense potiguar | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Gildenor da Fonseca (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Rio Grande do Norte | ||||
| Mesorregião | Oeste Potiguar IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Médio Oeste IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | |||||
| Distância até a capital | |||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 268,706 km² | ||||
| População | 3.327 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 13,9 hab./km² | ||||
| Altitude | m | ||||
| Clima | |||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,577 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 10.953 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 2.948,00 IBGE/2005 | ||||
Triunfo Potiguar, município no estado do Rio Grande do Norte (Brasil), localizado na microrregião do Médio Oeste.
Índice |
No final do século XIX, na localidade chamada Sítio Tapera, situada em terras pertencentes ao município de Campo Grande, teve início um povoamento incentivado pelo patriarca local Felipe Neri.
Numa relação direta com sua origem, o novo arruado recebeu o nome de Tapera. A denominação posterior, Triunfo, foi herdada do nome do município sede, que passou a se chamar Augusto Severo no ano de 1903.
A primeira missa no povoamento Triunfo foi celebrada no dia 1º de junho de 1922, na residência de Felipe Neri, pelo Padre Abel. Nesse mesmo ano teve início a construção da capela da localidade, que contou com o esforço e a dedicação de seus moradores, que juntos fabricaram tijolos, telhas e trabalharam dia e noite na edificação do templo.
No dia 7 de junho de 1930, no curso de seu desenvolvimento, o povoado realizou sua primeira feira livre, com a participação de comerciantes de várias partes da região.
Triunfo continuou crescendo lentamente, com suas atividades de criação de gado e do cultivo das lavouras, chegando à condição de distrito no dia 8 de novembro de 1963, pela Lei nº 2.977.
A capela erguida pela força do povo, que atravessou os anos, servindo à fé da comunidade, foi restaurada e ampliada, em meados de 1963, sob o patrocínio de Sebastião Felinto, católico devotado da localidade.
Teve início então a luta pela emancipação política, que começou a se tornar realidade pela favorável decisão popular tomada no plebiscito realizado no dia 21 de abril de 1992. No dia 26 de junho do mesmo ano, através da Lei nº 6.303, Triunfo desmembrou-se de Campo Grande, tornando-se município do Rio Grande do Norte, com o nome de Triunfo Potiguar.
Caatinga Hiperxerófila - vegetação de caráter mais seco, com abundância de cactáceas e plantas de porte mais baixo e espalhado. Entre outras espécies, destaca-se a jurema-preta, mufumbo, faveleiro, marmeleiro, xique-xique e facheiro.
Carnaubal - vegetação natural onde as espécies predominantes são a palmeira e a carnaúba. Os carnaubais são espaçados e iluminados.
Solos predominantes e características principais:
Bruno Não Cálcico Vértico - fertilidade alta, textura arenosa/argilosa, fase pedregosa, relevo suave ondulado.
Uso: pecuária extensiva, de maneira precária, recomenda-se intensificar o cultivo de palma forrageira para garantir alimento para o rebanho no período de estiagem e algum cultivo de milho, feijão e agave.
Aptidão Agrícola: regular e restrita para pastagem natural, apta para culturas de ciclo longo, como algodão arbóreo, sisal, caju e coco, algumas áreas indicadas para preservação da flora e da fauna ou para recreação.
Sistema de Manejo: médio e baixo nível tecnológico em que as práticas agrícolas dependem do trabalho braçal e da tração animal, com implementos agrícolas simples.
De 200 a 400 metros de altitude.
Serras: João do Vale, das Carnaúbas, do Vital, dos Cajueiros, das Pinturas e Cabeço do Ererê.
Depressão sub-litorânea - terrenos rebaixados, localizados entre duas formas de relevo de maior altitude. Ocorre entre os Tabuleiros Costeiros e o Planalto da Borborema.
Planalto da Borborema - terrenos antigos, formados pelas rochas Pré-Cambrianas como o granito, onde estão localizadas as serras e picos mais altos.
Geologicamente a área do município abrange terrenos pertencentes ao Embasamento Cristalino, representado por rochas dos Grupos Caicó e Seridó com idade do Pré-Cambriano Médio a Inferior (1.000 a 2.500 milhões de anos), caracterizado por migmatitos variados, granitos e granitóides, gnaisses, xistos, anfibolitos, cortados localmente por veios de quartzo, (pegmatitos com idade de 500 milhões de anos). Ao Sul encontra-se a serra João do Vale com elementos da Formação Serra do Martins é composta por arenitos médios à conglomeráticos, avermelhados ou amarelados, com níveis pelíticos locais, associados a sistemas fluviais. Geomorfologicamente trata-se de uma superfície tabular erosiva que é caracterizada por relevo residual de topo plano testemunho de superfície de erosão, geralmente limitada por escarpas erosivas, com diferentes níveis altimétricos.
Complexo Gnáissico-Migmetítico - rocha ornamental especialmente migmatitos utilizado em piso e revestimento; brita e rocha dimensionada utilizada para construção civil.
Formação Jucurutu - mármore, utilizado como piso e revestimento, na indústria de cal e cimento, e como corretivo agrícola; paragnaisse - rocha dimensionada utilizada na construção civil.
Depósitos aluvionares e Paleodunas - bancos de areias e cascalho, materiais utilizados para construção civil.
Formação Serra do Martins - caulim, material utilizado na industria de papel e de cerâmica; arenito silicificado, rocha ornamental utilizado para piso e revestimento; rocha dimensionada, utilizada para construção civil.
Aqüífero Cristalino - engloba todas as rochas cristalinas, onde o armazenamento de águas subterrâneas somente se torna possível quando a geologia local apresentar fraturas associadas a uma cobertura de solos residuais significativa. Os poços perfurados apresentando uma vazão média baixa de 3,05 m³/h e uma profundidade de até 60m, com água comumente apresentando alto teor salino de 480 a 1.400 mg/l com restrições para consumo humano e uso agrícola.
Aqüífero Aluvião: apresenta-se disperso, sendo constituído pelos sedimentos depositados nos leitos de terraços dos rios e riachos de maior porte. Estes depósitos caracterizam-se pela alta permeabilidade, boas condições de realimentação e uma profundidade média em torno de 7 metros. A qualidade da água geralmente é boa e pouco explorada.
O município encontra-se com 100% do seu território inserido na Bacia Hidrográfica Piranhas - Açu.
O município não dispõe de mananciais com qualidade e quantidade que permitam a implantação de obras de abastecimento. Portanto, fez-se necessário o beneficiamento de oferta d’água através do Sistema Adutor Médio Oeste, que tem como objetivo o abastecimento humano e dessedentação animal. Também conhecido como Adutora Dep. Arnóbio Abreu, o sistema possui uma extensão total de 153,300 km, a captação d’água bruta é feita na Barragem Eng. Armando Gonçalves, localizado no município de Jucurutu e possibilita uma vazão total de 89,50 l/s ou 322,20 m³/h.
De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano 2003 sua população era estimada em 3.678 habitantes.
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