| Município de Tuneiras do Oeste | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 25 de junho | ||||
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| Fundação | 1960 | ||||
| Gentílico | tuneirense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Genival Alves de Lima(Interino) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Paraná | ||||
| Mesorregião | Noroeste Paranaense IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Cianorte IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | |||||
| Distância até a capital | |||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 698,870 km² | ||||
| População | 8.777 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 10,3 hab./km² | ||||
| Altitude | m | ||||
| Clima | |||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,707 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 53.246 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 7.118,00 IBGE/2005 | ||||
Tuneiras do Oeste é um município brasileiro do estado do Paraná.
Tuneiras do Oeste antes de ser colonizado já era frequentado por tropeiros deste o início do século XX em razão do município ser cortado pela famosa estrada boiadeira, a qual até hoje não foi asfaltada. Na década de quarenta iniciou-se a colonização através de títulos de terras concedidos pelo Estado do Paraná e muitos paranaenses da região sul do Estado emigraram para Tuneiras, desbravando a floresta. A empresa Companhia Melhoramentos Norte do Paraná passou a colonizar parte considerável do município, tanto da zona rural como da zona urbana. A Estrada Boiadeira dividia as terras colonizadas pelo Estado do Paraná daquelas colonizadas pela empresa citada. A partir da década de cinquenta a colonização se intensificou drasticamente, com emigrantes vindos dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, ainda, de vários Estados do Nordeste. A economia se baseava na extração da madeira e cultura do café e o município encontrou seu auge na década de sessenta, quando chegou a ter 40.000 habitantes, quase todos morando na zona rural. A partir da década de setenta veio a decadência. A exploração de madeira já havia perdido força e um intenso inverno arrasou a lavoura cafeeira. Tuneiras, então, deixou de receber emigrantes e passou a perder população. Os tuneirenses iam embora principalmente para as cidades de São Paulo e Curitiba. Na década de oitenta os tuneirenses passaram a desbravar os estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia, tendo em vista o alto valor das terras tuneirenses e o baixo preço da terra naqueles Estados, bem como o incentivo governamental para que fossem colonizados. Assim, os tuneirenses vendiam suas pequenas propriedades rurais e compravam áreas maiores naqueles Estados. Na década de noventa passaram a se mudar para Cuitiba. E assim a população reduziu-se para menos de 8.000 habitantes. A falta de opção de emprego de qualidade para a população continua a expulsar os jovens tuneirenses para outros centros urbanos, até mesmo para cidades próximas como Tapejara, Cianorte e Maringá. Tudo isso é resultado de uma falta de visão das próprias pessoas que colonizaram o município, pois, se desde o início da povoação tivessem pensado em ali se intalar e permanecer, construindo uma sociedade ideal e voltada para o bem estar e o futuro da população, com uma visão empreendedora e produtiva, talvez existiria uma sociedade mais complexa e competitiva, a qual teria grandes possibilidades de prosperar, a exemplo de cidades como Cianorte, entre outras. Importante anotar que o decréscimo populacional ocorrido em Tuneiras também se abateu sobre outros quarenta municípios paranaenses, e em todos se observa um ponto em comum: os colonizadores teriam potencial para fazer do município respectivo um lugar melhor, mas não souberam canalizar suas forças no momento oportuno e o município acabou sendo superado por muitos outros, a exemplo do que ocorre com muitas empresas do ramo privado.
Sua população estimada em 2004 era de 7.758 habitantes. Foi criada a Reserva Biológica das Perobas nos municípios de Tuneiras do Oeste e Cianorte, no estado do Paraná, com o objetivo de preservar os ecossistemas naturais existentes, com destaque para os remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual e sua fauna associada, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades controladas de educação ambiental.
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