| Município de Vicentina | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 20 de junho | ||||
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| Fundação | 8 de dezembro de 1952 | ||||
| Gentílico | vicentinense | ||||
| Lema | Vicentina para os vicentinenses | ||||
| Prefeito(a) | Marcos Benedetti Hermenegildo (PT) (2009 – 2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | Mato Grosso do Sul | ||||
| Mesorregião | Sudoeste de Mato Grosso do Sul IBGE/2008 | ||||
| Microrregião | Dourados IBGE/2008 | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Fátima do Sul, Juti, Cabeceira do Oculto,
Jateí e Glória de Dourados |
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| Distância até a capital | 252 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 310,216 km² | ||||
| População | 5.783 hab. est. IBGE/2009 | ||||
| Densidade | 17,89 hab./km² | ||||
| Altitude | 368 m | ||||
| Clima | subtropical | ||||
| Fuso horário | UTC-4 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,727 médio PNUD/2000 | ||||
| PIB | R$ 26.733 mil IBGE/2005 | ||||
| PIB per capita | R$ 5.527,00 IBGE/2005 | ||||
Vicentina é um município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul.
Índice |
A antiga Comunidade Vicentinense teve origem em 1951 no governo de Eurico Dutra, a partir de colonizações agrícolas realizadas às margens do rio Dourados na altura da BR 376.
Os primeiros ocupantes eram principalmente migrantes do interior paulista que vieram atraídos pela atraídos pela excelente qualidade da terra. Aqui eles construíram e viveram de muita fartura.
Seu Eutácio Caetano Braz, que chegou em 1952 jogava fora de 10 a 20 sacas de feijão por safra, pois era pouco o consumo e não tinha para quem vender. Aqui era só mato e para construir sua casa, o migrante tinha que entrar na mata virgem e derrubar árvores.
A distribuição de terras naquela época era feita com a presença do colono, que também ajudava a abrir picadas e em seguida recebia o protocolo do seu lote.
Por Vicentina estar situada a 10 km da margem direita do Rio Dourados e possuidora de solos férteis atraiu muito interesse de fixação dos que por aqui passavam.
Uma família tradicional, que chegou aqui em 1953 diz que naquele tempo no centro de Vicentina havia um agrupamento de casinhas, ou seja, eram 04 (quatro) casinhas de pau-a-pique que eram de Antonio Roberto Dias, Jubelino Mamédio, Erço Carlos do Nascimento e outro lote era dos catarinenses que foi comprado pela missão Palotina através do Pe José Daniel que por aqui passava.
Estas 04 (quatro) casinhas também eram conhecidas como Subsede que eram onde faziam as compras e vendiam o que produziam,compras e vendas só de cereais. A casa da qual vendia cereal era do seu Antônio Roberto Dias.Era ali na Subsede que aconteciam as festas.
Em uma dessas esquinas da Subsede tinha uma casa que funcionava como escola, igreja, casa do padre, centro de reuniões, etc. Dina Morishita diz que na escola tinha muitos alunos, mas poucos professores. Os professores daquela época eram D. Luzia e D. Lurdes que eram professoras municipais.
Seu Morishita chegou a Vicentina no ano de 1959 e já estava aqui José Ferreira Nascimento, Antônio Roberto Dias, Pedro Marcelino, Jubelino Mamédio e Kikujy Yasunaka.
Seu Morishita ao chegar, logo abriu sua casa de comércio com o nome Casa Adamantina, a casa era de tábua e tinha 02 (duas) portinhas pequenas.
De Vicentina até a Linha do Barreirão era toda feita de picadas, mas de lá em diante era só mata.
Os meios de transportes eram a pé ou de bicicleta, pois havia muitos tocos e não dava para andar a cavalo. Nos dias de festa a chamada Subsede era muito movimentada.
Na Casa Adamantina vendia só o que as pessoas mais precisavam, principalmente ferramentas agrícolas, mas o povo pedia mais e cada vez mais.
Quando seu Morishita chegou aqui comprou suas terras por 150 mil réis, era muito dinheiro, mas naquele tempo como era de fartura dava até para comprar mais.
Naquele tempo também tinham autoridades que eram: o sargento Anastácio, o delegado era seu Pedro (sapateiro).
Médicos eram da associação dos japoneses e para maiores urgências era preciso se deslocar para Dourados, onde quem atendia era o D. Alemão.
Se os moradores Vicentinenses quisessem obter maiores compras tinha que ir ate Dourados, que era uma cidade pequena, mas vila de muita abundância e tinha grandes oportunidades de compra e venda isto de 1956 a 1959.
Kikujy Yasunaka que chegou aqui em Vicentina no ano de 1954, veio morar dentro do mato, desmatando para construir sua casa, era só toco.
O único poço d’água existente pelas proximidades era dentro do terreno dele.
O povo da vizinhança inclusive seu Eutácio saiam de suas casas e iam até a casa de seu Kikujy para se abastecerem de água que era de boa qualidade.
Pe José Daniel promoveu a assistência social fundando a escola, instruindo os agricultores e implantando a fé. Em 1963 foi fundada aCasa Paroquial.
Mas um dos grandes sonhos do Padre era construir uma igreja grande e alta como a fé do povo Vicentinense, sonho que se tornou realidade pouco tempo depois.
E o Pe José Daniel junto ao jipe, amigo inseparável, pois arrastando madeira com seu jipe construiu a igreja de tábua a mesma foi derrubada quando a atual já estava em fase de acabamento. Passaram por nossa paróquia muitos padres nos quais podemos citar alguns: 1955 – Pe Amadeu Amadori; 1959 – Pe José Pascoal Bussato, Pe Roberto Fulco do Nascimento, Pe Genésio, Pe Mateus; 1960 – Pe Bonfilho e Pe Antônio Segato.
Pe José Daniel se vê maravilhado vendo ao meio da mata os alicerces da sua escola, com verbas vindas de outras províncias, de pequenas promoções e com ajuda de seu Bernardo Baur que ganhava algum dinheiro vindo da Europa, assim conseguiu erguer o Colégio em 1962, fundar o colégio chamado Ginásio Comercial “Vicente Palotti” que passou a se chamar Escola Estadual de 1º e 2º Graus “Rainha dos Apóstolos” e hoje em sua homenagem Escola Estadual Pe José Daniel, contendo 02 (dois) andares e25 salas confortáveis.
Em 1968 foram fundados e os Cursos Técnicas de Comércio e o Curso Normal.
Desde 1963 começaram a ser feitos os primeiros desfiles para aumentar a animação e a cultura do povo vicentinense.
Naquele tempo não tinha muitas alegorias e sim mais pelotões de alunos. Os desfiles eram feitos nas ruas ainda cheias de mato, mas já com bastantes casas.
No decorrer dos anos novas casas foram sendo construídas, estas de madeiras e telhas que eram transportadas de carroças puxadas por boi em 1965, foi feita a primeira montagem de uma caldeira que pertencia ao Sr. João Kintschev com a finalidade de industrializar madeiras para a fabricação de moradias e de casas comerciais em Vicentina.
No dia 9 de julho de 1974, com a entrega do Presidente Geisel e o Governador Garcia Neto houve uma grande festa, pois foi ligada a energia para todos os habitantes de Vicentina e um posto telefônico onde a 1ª recepcionista foi Maria Helena Xavier Marangão.
Antes os meios de comunicações eram muitos difíceis, era somente por cartas e demorava de 10 a 20 dias para chegarem ao seu destino.
O povo e as lideranças nunca perderam as esperanças de que a nossa região que um dia Subsede poderia ser um município, desmembrando-se de Fátima do Sul que pouco queria e desejava o nosso progresso. As lideranças que se pronunciaram e trabalharam foram: Lucas Mamédio do Nascimento, Pe José Daniel, Professor Bernardo Baur, Jacinto Galego, Odilson Roberto Dias,Eutácio Caetano Braz, José Ferreira do Nascimento, Pe Roberto Fulco do Nascimento, Pedro Marcelino e Levy Dias.
O núcleo urbano se expandiu e foi levada a categoria de distrito, daí em diante foi quando aconteceram plebiscitos, como grande parte dos eleitores tinham mudado outros falecidos, quase que o quorum era impossível de ser alcançado com as pressões das lideranças políticas, o Governador Garcia Neto (MT), fez com que através da Lei n.º 4.999 torna-se Vicentina um município.
Vieram as primeiras eleições, concorrendo ao cargo de prefeito arena 1 – Júlio Ferreira Bastos, e arena 2 – não houve concorrente, pois não conseguiu registrar candidatura o MDB através do candidato Arnaldo Agostinho, saindo eleito Júlio Ferreira Bastos que administrou Vicentina por 10 meses quando ocorreu a queda do município e frustração geral da população.
Finalmente em 1986 através do recenseamento eleitoral determinada pelo então Presidente Sarney, fez desaparecer todos aqueles eleitores cadastrados e que não mais existiam em nosso município.
Foi criada em Vicentina a Associação de Amigos de Vicentina, que tinha como objetivo a qualquer preço conseguir a independência de Vicentina, como município, foi uma espécie de sangue novo onde todos lutaram sem pretensões pregando a união como forma de vencer todas as dificuldades futuras.
Foi eleita a primeira diretoria da Associação Amigos de Vicentina (AAV) que assim ficou composta, Presidente: José Ferreira do Nascimento, Secretário: Gerson Pereira de Souza, Tesoureiro Jacinto Galego, Conselho Deliberativo: Levy Dias, Odilson Roberto Dias e José Salustiano de Souza, Suplentes: Manoel Severino Fernandes, José Martins Neto e Carlos Farinha, diretoria esta na quais os membros faziam inúmeras viagens e incansáveis não perdiam o desejo nem a esperança de conseguir apoio político para a realização do plebiscito e o possível apoio da Assembléia Legislativa do Estado.
O projeto de lei da criação de Vicentina foi de autoria do Deputado Ivo Cerzócimo, que em conjunto com os demais parlamentares aprovaram por unanimidade.
O plebiscito ocorreu no dia 7 de fevereiro de 1987, que obteve a maioria esmagadora de votos pelo SIM.
Graças ao trabalho da diretoria da Associação de Amigos de Vicentina que fez 18 reuniões em todas as partes do Município mostrando a população os documentos os quais estavam garantidos nossos direitos e a necessidade de sermos independentes, para que não acontecesse o continuísmo do estado de abandono que a população estava mergulhada sem estradas, sem assistência medica, sem transporte para estudantes e ignorados pelo poder público.
O exgovernador Marcelo Miranda veio à praça pública e sancionou a lei n.º 725 de 20 de junho de 1987 e publicada a 22 de junho de 1987 no D. O. n.º 2091 que põe fim a esta polêmica de desenvolver ao povo vicentinense a sua liberdade e seus próprios destinos. Houve então as eleições municipais a 15 de novembro de 1988 saindo vitorioso o candidato a prefeito Sr. Odilson Roberto Dias e vice o ex-presidente da AAV, José Ferreira do Nascimento e também eleita a primeira câmara de vereadores do município, de 89 a 92, que teve como primeiro presidente o Sr. José Nunes Filho.
A origem do município de Vicentina está diretamente ligada ao núcleo Colonial de Dourados.
A antiga comunidade de Vicentina teve origem a partir de colonizações agrícolas realizadas a margem esquerda do Rio Dourados na altura da BR 376. Os seus primeiros ocupantes eram principalmente migrantes do interior paulista que para ali eram atraídos pela excelente qualidade das terras.
O crescimento do núcleo urbano deve-se em função da demanda de mão-de-obra voltada principalmente, para os algodoeiros cultivados na região na época.
O núcleo urbano se expandiu rapidamente e ganhou a condição de Distrito em 1976, recentemente, em 20 de junho de 1987, passou a Município, a ser implantado a partir de janeiro de 1989.
O brasão do Município foi objeto de concurso proposto pela Associação de Amigos de Vicentina – AAV, e a comissão julgadora foram os vereadores da Comissão de ordem Social da Gestão 1989/1990. Os autores do Brasão vencedor foram os alunos, Daniel Pinhel Júnior e Neuma Moraes Ferreira. A Bandeira do Município também obedeceu ao mesmo critério anterior sendo vencedor o aluno Valdir Caetano.
O município de Vicentina esta situado ao Sul de Mato Grosso do Sul e pertence a Micro Região Geográfica-Dourados. Sua sede está distante 252 km da Capital do Estado,Campo Grande, indo através da Rodovia BR-376 até Dourados e depois por meio da rodovia BR-163, passando pelos municípios de Dourados, Rio Brilhante, Nova Alvorada do Sul. Fica próximo aos centros urbanos de Fátima do Sul, Gloria de Dourados, Jateí, Juti e Caarapó.
Localiza-se a uma latitude 22º24'33" sul e a uma longitude 54º26'08" oeste, estando a uma altitude de 368 metros.
Limita-se ao norte com o município de Fátima do sul, pela fundiação da Terceira Linha a distancia de 09 km, ao Sul com o município de Juti por uma Linha seca a 60 km, a leste com o município Cabeceira do Oculto e o Córrego Formoso a 60 km, a leste com o município de Jatei pela Linha do Travessão dos Dois Bolichos a 18 km e Glória de Dourados a 27 km, e por fim a oeste com o município de Fátima do Sul pelo Travessão do Cinco.
A Sede do Município localiza-se numa posição privilegiada, inserido em região de franco desenvolvimento, sendo cortada ao Centro pela BR 376 que possibilita acesso pavimentado a importantes centros, tais como: Fátima do Sul (6 km), Glória de Dourados (26 km) e Dourados (43 km).
Dispõe também de acesso pavimentado à BR 163, que liga o Município a Campo Grande (251 km) e ao Porto de Paranaguá, sempre por rodovia pavimentada.
Na área rural dispõem-se de rodovias municipais.
O município de Vicentina esta contida nos domínios da Bacia Sedimentar do Paraná e apresenta as seguintes unidades litoestratigráficas: A formação Caiuá – apresenta arenitos finos e grosseiros, bem selecionados coloração vermelha e arroxeados, bastante ferruginosos.
Apresenta um relevo de região de planaltos, com topografia suavemente ondulada em vales abertos.
As altitudes são modestas e quase uniformes, sua cota mínima é a noroeste, com 330 metros e a máxima 492 metros no estremo Sul do Município.
Verifica-se neste município a predominância dos solos Latossolo vermelho-escuro alico (LEA), em aproximadamente 60% do total da área do município e Latossolo roxo álico (Lra), em aproximadamente 30% da área total do município.
Os restantes da área contem outros tipos em pequenas proporções de solos, tais como: Podzólico vermelho-escuro distrófico (Ped), Areias Quartzozas álica (Aqa). Areia cerca de 10% do município.
Os solos predominantes podem ser assim descritos: LEa – Latossolo Vermelho-escuro álico São solos minerais, não hidromorficos, altamente intemperizados, caracterizados por apresentarem um horizonte B latossolico.
No geral são profundos e muito profundos, bem drenados, friávesis e bastante porosos. A estrutura é fracamente desenvolvida, a variação textural em profundidade é pequena e são encontrados em forma de relevos mais aplanados.
LRa – Latossolo Roxo álico Textura muito argilosa, relevo plano e relevo suave ondulado.
O município de Vicentina contem uma área total de 291,5492 km², apresentando vegetação natural totalmente descaracterizada pela ação do homem.
Em tempos passados predominava nesta região, a Floresta Semidecidual, que foi sendo destruída aos poucos, restando apenas alguns remanescentes. Estas áreas foram utilizadas para o plantio de agricultura e formação de pastagens.
O mesmo aconteceu nas áreas de contato entre a Floresta Estacional Semidecidual e a Savana (Área de Tensão Ecológica), onde se implantaram pastagens (Ap2).
Devido a sua pequena extensão geográfica, o município de Vicentina conta apenas com com as nascentes do Rio Guirai, no seu extremo meridional e alguns pequenos córregos cortando o município de sul a norte como o Oculto, Carajá, Água Limpa, Tapei e com o Rio Formoso, compõem a bacia hidrográfica do Rio Paraná. Pequenas lagoas ocupam a porção noroeste da área territorial, sendo algumas delas nascente de córregos.
Área total: 310,216 km²
Distritos: São José (10 km) e Vila Rica (18 km)
População Geral:5.552 habitantes(Censo 2007) (0) Homens e (0) Mulheres
População Urbana: (0) Total (0) homens e (0) Mulheres
A atividade comercial e de serviços são características de pequenos núcleos urbanos, predominando pequenos e micros estabelecimentos pouco diversificados, voltados para a comercialização de produtos de consumo básico.
A atividade comercial é pouco expressiva, destacando empresas de médio e pequeno porte como: oficinas, trituradeira de milho ebeneficiamento de arroz, fábrica de rações e metalúrgicas.
População Rural: (0) Total (0) homens e (0) Mulheres
A área rural é servida de 133 km de estradas divididos pelas comunidades rurais de Vila Rica, São José, Três Irmãs e Potreirito.
ÁREA RURAL EM HECTARES E POPULAÇÃO 20 de junho de 2005
De 0000 a 0001 ha = 14 propriedades = 5,59 ha total
de 0001 a 0002 ha = 26 propriedades = 34,71 ha total
de 0002 a 0005 ha = 201 propriedades = 728,79 ha total
de 0005 a 0010 ha = 121 propriedades = 915,85 ha total
de 0010 a 0020 ha = 154 propriedades = 2.018,48 ha total
de 0020 a 0050 ha = 219 propriedades = 6.854,35 ha total
de 0050 a 0100 ha = 71 propriedades = 5.022,53 ha total
de 0100 a 0200 ha = 33 propriedades = 4.549,21 ha total
de 0200 a 0500 ha = 16 propriedades = 4.265,85 ha total
de 0500 a 1000 ha = 03 propriedades = 2.508,85 ha total
de 1000 a 2000 ha = 01 propriedades = 728,79 ha total
Total de 859 propriedades existentes = 27.965,81 hectares totais
A principal atividade econômica do Município é a agricultura com maior participação na arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICM), voltada basicamente para a produção de soja, algodão e trigo. A pecuária bovina, pouco expressiva é voltada para aa produção de leite.
Verifica-se a presença marcante de pequenas propriedades, predominando áreas de 30 a 50 há que praticam agricultura mecanizada, contando, com a presença marcante de mão-de-obra de trabalhadores ambulantes no período de colheita do algodão. A pecuária é do tipo extensiva.
Soja = 3.465 ha
Milho = 2.930 ha
Mandioca = 350 ha
Feijão = 300 ha
Algodão = 150 ha
Arroz = 65 ha
Aves = 435.000 cabeças
Bovinos = 23.928 cabeças
Suínos = 12.000 cabeças
Eqüinos = 1.397 cabeças
Ovinos = 275 cabeças
Comércio Geral 41
Indústria 08
Cana de Açúcar = 1 Usina
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