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Município de Vigia
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"Pérola do Salgado"
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido Bandeira desconhecida
Hino
Aniversário
Fundação 16 de janeiro de 1616
Gentílico vigiense
Lema
Prefeito(a) Noé Xavier Rodrigues Palheta (PSL)
(2009 – 2012)
Localização
Localização de Vigia
Localização de Vigia no Pará
Localização de Vigia em Brasil
Vigia
Localização de Vigia no Brasil
00° 51' 28" S 48° 08' 31" O00° 51' 28" S 48° 08' 31" O
Unidade federativa  Pará
Mesorregião Nordeste Paraense IBGE/2008 [1]
Microrregião Salgado IBGE/2008 [1]
Região metropolitana
Municípios limítrofes Norte: Atlântico e São Caetano de Odivelas Leste: São Caetano de Odivelas e Castanhal Sul:Santo Antônio do Tauá Oeste: Colares e Baía do Marajó.
Distância até a capital 77 km
Características geográficas
Área 533,855 km²
População 46.205 hab. est. IBGE/2009 [2]
Densidade 79,1 hab./km²
Altitude 6 m
Clima equatorial Af
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,731 médio PNUD/2000 [3]
PIB R$ 97.853 mil IBGE/2005 [4]
PIB per capita R$ 2.335,00 IBGE/2005 [4]

Vigia é um município brasileiro do estado do Pará.

Índice

História

O município foi criado em 6 de janeiro de 1616, seis dias antes da fundação da também paraense Belém do Pará poe Francisco Caldeira Castelo Branco durante sua expedição de conquista do Grão-Pará. Os primitivos habitantes da região foram os índios Tupinambá. Viviam na aldeia Uruitá. Neste aldeamento, os colonizadores construíram um posto fiscal para fiscalizar as embarcações que abasteciam Belém. Esta é a origem do nome do local.

As origens do município de Vigia, remontam à ocupação do território pelos índios Tupinambás que no local fizeram uma aldeia denominada Uruitá. Entretanto, a colonização do território, realizada entre os anos de 1645 e 1654, é atribuída a D. Jorge Gomes d’Alamo, que recebera de Dom João V as terras onde se situa a atual sede municipal. Devido a posição do território, o Governo Colonial percebeu a necessidade criar um posto fiscal para proteger as embarcações que vinham de Belém. Desta utilidade adveio-lhe o nome atual de Vigia. Em 1693, foi outorgado a Vigia foros de Vila e constituído o respectivo Município, cujo patrimônio territorial foi-lhe concedido por carta de data de Sesmaria, em 25 de agosto de 1734. Contudo, segundo o historiador Palma Muniz, foi o padre José Lopes, provincial da Companhia de Jesus, de acordo com o Ato Régio, de 11 de maio de 1731, quem obteve permissão para construir a primeira casa, no local que depois transformou-se em templo e que ainda hoje perdura, com suas pinturas afrescos, quadros e imagens. Com a expulsão dos jesuítas, pelo efeito da Lei Pombalina, uma Carta Régia de 11 de junho de 1761, transformou Vigia em Paróquia secular, para qual foram doados os livros da Companhia de Jesus. Vigia conservou a sua categoria de Vila até a Independência do Brasil. O primeiro Senado da Câmara de Vigia data de 1753 e a primeira Câmara Municipal eleita, segundo a Lei Geral de 1828, foi presidida por Carlos Sebastião Delgado. O período da Cabanagem passou-se durante o exercício da segunda Câmara (1833-1836), tendo como presidente Serafim dos Anjos Ferreira. Com a criação dos Termos e Comarcas da Província do Pará, em 1833, o Município de Vigia constituiu um Termo compreendendo a área de São Caetano, a Vila Nova d’El Rei e a Vila de Colares. Em 1824, pelo Decreto Lei nº 207, de 1º de agosto, constitui Termo separado sob a jurisdição de um juiz municipal. Vigia não escapou aos horrores do vandalismo do interior. Por volta de 1835, um grupo de bandidos, chefiados por Bento Ferrão, atacou a Vila. Nos dias 23 e 24 de julho daquele ano, tomaram-na de assalto, não obstante uma resistência heróica, em que foram sacrificados os seus líderes. Após a carnificina, saquearam as casas de comércio e se retiraram, deixando para trás lágrimas e desolação. No dia 6 de fevereiro de 1836, o marechal Soares Andréa ordenou que partisse para Vigia, com seu batalhão de caçadores, o major Francisco Sérgio de Oliveira; este, já no dia 10, tomou a Vila, fortificando-a e perseguindo os rebeldes que haviam fugido para as matas. Com os vereadores sobreviventes reuniu-se a Câmara Municipal pela primeira vez, em sessão extraordinária, no dia 8 de março seguinte, depois dessas tristes ocorrências, para comunicar ao marechal Andréa o restabelecimento da ordem e do regime legal. Os habitantes voltaram pouco a pouco aos seus labores e o Município renasceu, dando continuidade ao desenvolvimento do lugar. A Lei Provincial nº 252, de 2 de outubro de 1845, elevou o Município de Vigia à condição de Cidade, sendo instalada de imediato. Em 1871, com a Lei Provincial nº 6774, de 21 de setembro, obteve a categoria de Comarca, classificada de 2ª entrância. Em 1873 a cidade de Vigia teve sua ordem novamente perturbada. Criou-se um conflito entre o vigário, padre Mâncio Caetano Ribeiro, e o juiz municipal e de capelas, por causa dos negócios de Nossa Senhora de Nazaré. A discussão chegou ao ponto de desacatos públicos entre os partidários do vigário e do juiz, dando lugar às arruaças e prisões, chegando-se, inclusive, ao fechamento do Cemitério Público. Para dar fim ao conflito a Câmara interveio, juntamente com o Governo Provincial. Com a Lei nº 1152, de 4 de abril de 1883, Vigia perdeu a Freguesia de Colares, constituída em Município, depois extinto e, de novo, incorporado ao primitivo, em 1901. Com a proclamação da República, a Câmara Municipal de Vigia fez sua adesão ao novo regime. Pelo Decreto nº 32, de 5 de fevereiro de 1890, o Governo Provisório do Estado extinguiu a Câmara Municipal e, na mesma data, criou o Conselho de Intendência Municipal; segundo o Decreto nº 33, do mesmo ano, nomeou como presidente Francisco de Moura Palheta. Pela Lei nº 752, de 25 de fevereiro de 1901, o Município de Vigia recuperou o território que havia perdido para Colares, devido à extinção deste último. Já pelo Decreto Estadual nº 78, de 27 de dezembro de 1930, Vigia teve o seu território ampliado em função da extinção de São Caetano de Odivelas. No quadro da divisão administrativa relativo ao ano de 1933, o Vigia figura constituído, somente, pelo distrito-sede. Pelo Decreto-Lei de 1938, o Distrito de Santo Antônio passou a chamar-se de Santo Antônio do Tauá. O Município de Vigia teve o desmembramento de parte de suas terras para constituir o Município de Santo Antônio do Tauá, conforme Lei nº 1127, de 11 de março de 1955, a qual foi considerada inconstitucional, no mesmo ano, pelo Supremo Tribunal Federal. Porém, segundo a Lei Estadual nº 2460, de 29 de dezembro de 1961, esse desmembramento concretizou-se para criar os Municípios de Santo Antônio do Tauá e Colares. Atualmente, o Município é constituído pelos distritos de Vigia (sede) e Porto Salvo.


Localização

Localiza-se na Zona do Salgado. Possui uma área de 533,855 km².

O Município de Vigia pertence à Mesorregião Nordeste Paraense e à Microrregião do Salgado. A sede municipal apresenta as seguintes coordenadas geográficas: 00º 51’ 12” de latitude sul e 48º 08’ 41 de longitude oeste de Greenwich.

LIMITES

Ao Norte - Oceano Atlântico e Município de São Caetano de Odivelas A Leste - Municípios de São Caetano de Odivelas e Castanhal Ao Sul - Município de Santo Antônio do Tauá A Oeste - Município de Colares e Baía do Marajó

População

Sua população estimada em 2009 era de 46.205 habitantes.



Quem nasce em Vigia é vigiense


Fonte: Wikipedia

Produtos em Vigia





Alimentos em Geral Defensivos Agrícolas Implementos Ônibus Serviços
Alimentos para Nutrição Animal Diversos Instalações Rurais Peças/Aditivos/Acessórios Shopping MF Rural
Animais Embalagens Máquinas Pesadas Pneus Tratores Agrícolas
Caminhões Exportação/Importação Máquinas/Equipamentos Procuro/Compro/Troco Utensílios Agropecuários
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