Detalhes sobre a cidade de Limoeiro do Norte
O topônimo limoeiro é uma alusão as plantações de limoeiros feitas pelos índios Paiacu. Sua denominação original era Vila de São João do Jaguaribe, depois Limoeiro e, desde 1943, Limoeiro do Norte.[5]
História
As terras da ilha fluvial formada pelos rios: Jaguaribe e Banabuiú e ás suas respectivas margens eram habitadas por diversas etnias Tapuias, entres elas os Paiacu.[6][7]
Com a definitiva ocupação do territótio do Ceará na segunda metade do século XVII, chegaram os portuguees oriundos do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco nesta região, a qual a exploraram em seus mínimos detalhes.[8] Depois de combates que fizeram parte da Guerra dos Bárbaros, a construção da Fortaleza Real de São Francisco Xavier da Ribeira do Jaguaribe e o deslocamentos dos índigenas, nestas terras foram implementadas a pecuária, o que foi o impulso decisivo para o estabelicimento e surgimento deste núcleo agrapecuário. O desenvolviemnto urbano deu-se ao redor da capela de Nossa Senhora da Conceição, que foi construída a partir de 1845, quando Limoeiro do Norte pertencia a São Bernando de Russas.
Geografia
Clima
Tropical semi-árido,[9] com temperatura variando de 27º a 33°C e com pluviometria média de 724,3 mm [10] com chuvas concentradas de janeiro à abril.[11]
Hidrografia e recursos hídricos
As principais fontes de água fazem parte da bacia dos rios: Baixo Jaguaribe e Banabuiú, sendo seus principais afluentes o rio Quixeré. Existem ainda diversos açudes, dentre eles Gado Bravo, da Ingarana, Barracão e Santa Fé.[12][13]
Relevo e solo
Os relevos de Limoeiro do Norte fazem parte da Depressão Sertaneja, da (cuesta) rebaixada da Chapada do Apodi e da planície e terraços fluviais próximos ao Rio Jaguaribe. As principais elevações não ultrapassam os 200 m. Os solos mais comuns: Solos Aluviais, Cambissolos, litossolos, Planossolo, Solódico, Vertissolo e Podzólico Vermelho-Amarelo.[12]
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