Detalhes sobre a cidade de Pacajus
O topônimo Pacajus tem origem na tribos Tapuia dos Jaracu, ou Paiacu, que habitavam a região. Sua denominação original era Guarani, depois Missão dos Paiacu, Monte-Mor, Monte-Mor-o-velho, Guarani e, desde 1943, Pacajus.[5]
História
A região entre às margens do rio Choró e rio Acarape era habitada por índios como os Jenipapo, Kanyndé,[6] Choró e Quesito.[7]
As origens de Pacajus, remontam ao início do século XVIII (provavelmente 1707),[8] quando nestas terras foi instalada a Missão dos Paiacu. A instalação desta missão pelos jesuítas foi possível com a doação de uma légua de terras situadas nas margens do rio Choró, tendo como intermediário o desembargador Cristóvão Soares Reimão. Este reduto teve uma certa configuração urbana, edificando-se casas residenciais e uma capela de taipa e chão batido, admitindo-se como padroeira Nossa Senhora da Conceição.
Com a transferência dos índios para Portalegre, no Rio Grande do Norte em 1762, o local no qual foi construído uma capela de taipa e algumas casas passou a ser sítio Monte-Mor-o-Velho, que teve como administradores dois moradores de Cascavel: o sargento-mor Jerônimo de Antas Ribeiro e o padre José de Sousa.[8]
Através da missão, depois sesmarias e ao redor da Igreja Velha (construída pelos índios no século XIX e que ainda existe) surgiu o núcleo urbano que hoje chama-se Pacajus.
Geografia
Relevo e solos
O relevo é plano e de baixas altitudes, nunca ultrapassando 100 m de altitude. Acidentes Geográficos: Serrotes Salgado, dos Porcos e Pascoal.
Clima
Devido sua proximidade com o litoral o clima varia entre tropical quente semi-árido brando e tropical quente subúmido, com pluviometria média anual de 1.277 mm
Hidrografia e recursos hídricosRios: Acarape/Pacoti, Choró, ErerêRiachos: Arerê e do LagamarLagoas: Itaipaba, Cavalaria, Pauliceia e PascoalAçudes: Pacoti, Ererê, do Povo.Vegetação
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