Detalhes sobre a cidade de Primeiro de Maio
Turismo
Rodeada pelas águas da represa da Usina Hidrelétrica de Capivara, o município possui um grandioso potencial turístico. Sua atração Principal é o espaço turístico chamado Paranatur, a ilha no meio do rio chamada Ilha do Sol, além da pescaria esportiva em geral.
Fauna
Habitam a região algumas espécies remanescentes da fauna original; entre os mamíferos, pode se encontrar capivaras, quatis, pacas, preás, macacos e outros pequenos animais. Quanto às aves, a diversidade de espécies é notável; é possível encontrar Patos, Marrecos, Siriemas, Beija-Flores, Quero-Queros, Pombos, Codornas e etc. Já os peixes mais comuns nos rios da região e na represa são popularmente conhecidos como: Corvina, Tucunaré, Pacu, Mandiuva, Piau, Barbado, Piapara, Lambari e Tilápia.
Flora
Cerca de apenas 1% das matas nativas do município estão preservadas. Entre as espécies mais abundantes estão: Peroba, Coração, Pau d'Alho, Angico, Guaritá, e Cedro.
Cultura
Cultura primaiense pode ser entendida pelo conjunto de manifestações comportamentais, artísticas, sociais e lingüísticas adotadas por sua população, pautada na preocupação do resgate da memória, diretamente ligada à formação da sociedade de Primeiro de Maio por diversos povos e reordenada através da construção da represa Capivara, e da criação de uma sociedade renovada, em que a maneira como a população interage entre si e se expressa, seja por meio dos hábitos, da música, dos rituais religiosos, das danças, dos eventos e festividades, do teatro, da arquitetura, das invenções, dos pensamentos, das formas de organização social, etc. devem ser continuamente melhorados e refletir um desejo de formar um valor de cidade e de cidadão primaiense ligado tanto a sua tradição agrícola, quanto pelo seu potencial humano e turístico, em equilíbrio com a natureza.
FOLIA DE REIS
A Folia de Reis se constitui como “uma encenação popular de uma prática religiosa que tem suas raízes assentadas numa representação teológica do nascimento de Cristo” (Machado, 1998: 216), e se organiza dentro de estruturas hierárquica que permanecem ao longo do tempo e determinam todas as funções entre os participantes. Ao capitão cabe a responsabilidade sobre a Folia, o alferes carrega a bandeira e gerencia os gastos da Folia, os foliões tocam e acompanham o cortejo e ao palhaço fica destinado o papel cômico, símbolo do deboche, da diversão e da alegria contidas na festividade. Em Primeiro de Maio, essa é uma das mais antigas manifestações populares, que tem como coordenador o Sr. João Rosa do Vale, que conta unicamente com o apoio da Paróquia Nossa Senhora Aparecida para manter essa tradição. A Folia de Reis anualmente participa em Assis (SP), de uma das mais importantes festas dessa manifestação popular e representa a cidade de Primeiro de Maio e a região. Contudo, conforme relato do Sr. João, é uma manifestação que corre perigo de desaparecer visto que a juventude não se vê motivada em participar da Folia de Reis, muito por vergonha ou por desconhecimento de sua importância. O que existe são os remanescentes e o neto de um folião falecido, que cumprindo a característica do palhaço foi prometido para tal função.
JOSE LUIZ NEIA MARTINI
Jose Luiz Neia Martini (artista plástico, agricultor, crítico de cinema, filósofo, escritor e historiador) nasceu em 8 de março de 1961, enveredou nas artes plásticas a partir dos 13 anos de idade, mas sua história de amor à arte e à natureza já tenha sido influenciada por sua inventividade ainda criança, quando expedicionava pelos rios e mananciais da Fazenda Martini, de propriedade de seu pai José Martini, localizada na Água de São Xavier, no município de Primeiro de Maio (PR). Viveu sua adolescência e a fase adulta em Londrina e outras cidades, mas em 2006 mudou-se para Primeiro de Maio (PR) a fim de cuidar das propriedades da família. Autodidata, sua primeira exposição de artes plásticas aconteceu em 1978, na Escola de Artes Paulo VI em Ibiporã (PR), hoje Fundação Cultural de Ibiporã. Apesar de ter passado pela pintura, entalhe em madeira, e além de ter uma infindável coleção de produções artísticas, objetos antigos, livros e filmes, principalmente da I e II Guerras Mundiais, sua produção atual está pautada nas esculturas com ferro-velho soldado, que buscam expressar suas emoções através do expressionismo e surrealismo. Tem como projeto a conclusão do museu para receber suas obras e de outras artísticas, como também de proporcionar um espaço para leitura e fruição e formação de leitores e apreciadores do cinema de qualidade, e intenta no futuro criar
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