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Produtos Agrícolas em mucajai-RR

Detalhes sobre a cidade de Mucajaí

O cidade é originária da antiga colônia agrícola do Mucajaí, fundada a 1951, nomeada de Colônia Agrícola Fernando Costa.

Foi criado pela Lei Federal Nº 7.009, de julho de 1982, com terras desmembradas da Capital do Estado.

Durante o primeiro governo de Getúlio Vargas o país as bases da nova política de Integração Nacional da Amazônia, buscando ampliar suas áreas de colonização, a fim de preservar a sua soberania.

Nesse período é criado, através de Decreto - Lei nº. 5.812, o Território Federal do Rio Branco (Hoje Estado de Roraima), desmembrando terras do Estado do Amazonas, no dia 13 de Setembro de 1943.

O primeiro Governado do Território Federal do Rio Branco, Ene Garcez Reis, visava promover um verdadeiro desenvolvimento agrícola. Durante uma das tentativas surge (na região do atual Município de Mucajaí) o nucleamento de famílias de emigrantes nordestinos, dando origem em 1951 à Colônia Agrícola Fernando Costa, atual Município de Mucajaí (Significa: Coco Pequeno; Mucaja – Coco e í – Pequeno).

O motivos mais visado era o de que o governo se via forçado a importar de Manaus e Belém (respectivamente capitais do Estado do Amazonas e Para) cerca de 80% do alimento a ser consumido pela população, sendo a carne uma das únicas a não ser importada, pois a pecuária e o extrativismo mineral (diamante e ouro) foram as principais atividades econômicas na época.

Pode-se dividir a história da colonização do município em três fase:

Primeira Fase (De 1943 a 1946) – Período em que não houve um apoio efetivo por parte do governo do território, é o período de experiências.

No fim de 1943, foram criadas duas colônias agrícolas destinadas ao abastecimento dos mercados da Capital do Território Boa Vista, a Braz de Aguiar e Fernando Costa.

Os colonos, cerca de oito famílias (Raimundo Germiniano de Almeida, Joaquim Estevão de Araújo, Chagas “Pintor”, Genésio Rufino, Lindolpho Braga Pires, Firmino – Primeiro enfermeiro e Caboclo “Rancho”), foram levados de barco através dos rios Branco e Mucajaí e deixados à margem direita do Rio Mucajaí, pouco acima de onde está construída a ponte sobre a BR-174.

Com a missão de produzir gêneros agrícolas suficientes para abastecer o mercado de Boa Vista, capital do território, os colonos recebiam uma área de vinte hectares, o que era praticamente impossível.

Com a finalidade de manter os colonos na localidade e fazê-los produzir os alimentos que a Capital necessitava, no dia 17 de Março de 1945, os agricultores foram indicados a assinarem um Termo de Acordo celebrado entre o Governo do Território Federal do Rio Branco, representado pela Divisão de Produção, tendo como diretor geral o senhor Valério Caldas Magalhães e o diretor da comissão daquela divisão, o senhor Joaquim Cardoso Corrêa de Miranda. Tendo em vista que uma vez por mês o Governo mandava entregar os alimentos, remédios e materiais necessários, providos pela Secretaria de Produção. Todo o material era trazido alternadamente pelos senhores Francisco Câncio da Rocha e Armando.

O processo de colonização começou na década de 50, com a criação de três colônias agrícolas oficiais, Fernando Costa (Mucajaí), Braz de Aguiar (Cantá) e Coronel Mota (Taiano), chegando a quarenta no início de 1980. Nessas colônias desenvolvia-se uma agricultura de subsistência, itinerante e rudimentar.

Segunda Fase (De 1946 a 1951) – É o período em que o Governo do Território dá certo apoio as famílias da colônia, traz mais famílias dando a essas, um auxilio financeiro, assentando-as no local onde hoje está localizada a sede do município.

Mesmo com a ajuda financeira do governo, as novas famílias continuavam em sua maioria a se retirar, entre 1947 e 1948 foram trazidos mais agricultores, no entanto, todos eles abandonavam a colônia. No ano de 1949, o governo voltou a trazer colonos, desta vez apenas seis famílias permaneceram na região. De março a novembro de 1950, a colônia tinha como residentes apenas às famílias do senhor Raimundo Germiniano e as dos recém-chegados: Leonília, José Firmino Azevedo (Congo), as dos irmãos Pedro e Aniceto Barros.



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