3/8/2017 Critérios de classificação para regularização de defensivos agrícolas gera polêmica.

 

Critérios de classificação para regularização de defensivos agrícolas gera polêmica

 

Lista que indica quais defensivos agrícolas são prioridade para conquistar o registro e a liberação de comercialização, criada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), está sendo questionada por produtores por causa dos critérios de avaliação.

A justificativa da classificação é a necessidade de segurança da produção, priorizando os defensivos agrícolas indispensáveis para o combate de pragas. Autorizando que elas possam “furar a fila” nas avaliações.

Atualmente mais de mil produtos aguardam o registro, que pode sair em até oito anos. No ano passado apenas 227 registros foram liberados. 

A autorização de comercialização é concedida após comprovada a eficácia do produto, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Que não oferecem risco a saúde das pessoas, através de avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e por último, que não prejudicam o meio ambiente, verificado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (IBAMA).    

Nesta lista há produtos que já contam com vários concorrentes no mercado, outros que utilizam princípios ativos extintos na Europa e até substâncias que apenas funcionam como indutores de crescimento. 

Outro fator, é que autoriza escritórios de registro, que cuidam apenas da parte burocrática, a passar na frente, sendo contrários à proposta. Isso porque para obter o registro o defensivo passaria por toda a tramitação até que a importação fosse realizada.

Diante desta polêmica a Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura divulgou que durante a primeira listagem mais de 70 produtos foram escolhidos, através da seleção das pragas mais perigosas. Em um segundo momento um comitê de especialistas analisou os produtos.

“A gente desafia a empresa a apresentar suas alternativas. Os de baixa toxicidade ganham preferência. É uma fórmula, é mais complexo do que simplesmente dizer que o produto da empresa ‘A’ tem prioridade. Dá um trabalho danado”, disse o Secretário Luis Eduardo Rangel, da Defesa Agropecuária do MAPA.

O mercado de agroquímicos movimentou no Brasil em 2016 o equivalente a US$ 9 bilhões.

Por: Thaís Pompe



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