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Goma de mandioca (polvilho doce)

Goma de mandioca (polvilho doce)

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Rio Pardo de Minas/MG

Mandioca

Mandioca

Vendo roça de mandioca( Farinha e polvilho), norte de minas gerais, Rio Pardo de Minas, com aproximadamente 11 mil hectares, R$ 0,50. 

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Rio Pardo de Minas/MG

Polvilho

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Preço: R$ 200,00

Rio Pardo de Minas/MG

Farinha

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Preço: R$ 200,00

Rio Pardo de Minas/MG

Polvilho doce artesanal

Polvilho doce artesanal

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Preço: R$ 4,50

Rio Pardo de Minas/MG

POLVILHO DOCE E AZEDO

POLVILHO DOCE E AZEDO

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Preço: R$ 0,00

Rio Pardo de Minas/MG
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Detalhes sobre a cidade de Rio Pardo de Minas

Rio Pardo de Minas é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2004 era de 27.965 habitantes.

Rio Pardo possui atrativos turísticos belíssimos,como por exemplo:parque estadual de serra nova,situado no distrito de mesmo nome no município de rio pardo;cachoeira denominada sete quedas uma verdadeira obra da natureza que encanta a todos que a visitam. Recentemente, foi descoberta uma jazida de ferro e manganês que pode ser comparada ao Quadrilátero Ferrífero. Estas reservas podem mudar o perfil sócio-econômico da própria cidade e das cidades vizinhas, como Porteirinha, Grão-Mogol e Salinas, que também possuem minério em menor quantidade. Outras cidades próximas, como Santo Antônio do Retiro, Montezuma, Taiobeiras e Mato Verde também poderão ser beneficiadas com geração de empregos e renda. Como a produção requer escoamento por mineroduto ou via férrea, é bastante provável que se construa um ramal ferróviário ligando a área produtora no município ao entroncamento com a linha férrea da FCA em Catuti, Monte Azul ou Espinosa, que são as estações ferroviárias mais próximas, e de lá o minério é levado ao porto de Aratu (Salvador); poderá também ser feito o escoamento através de um ramal ferroviário até o porto de Ilhéus, que não é muito viável; ou ainda, construir um mineroduto até um porto na Bahia, que é interessante economicamente, afinal a região possui rios subterrâneos que favorecem esse meio de transporte.

A infra-estrutura no município ainda é bastante precária. Atualmente, a cidade só possui uma rodovia de ligação asfaltada, a rodovia municipal Rio Pardo de Minas - Taiobeiras, que foi inaugurada em 2006. Fora isso, as estradas restantes são vicinais e a maior parte está em ruins ou péssimas condições, o que afeta a produção agrícola do município. A cidade é bastante velha, pois possui mais de 170 anos, porém o potencial histórico não é aproveitado, já que a cidade não foi tombada como patrimônio histórico pelo IPHAN e, consequentemente, os casarões mais antigos vão às ruínas. Dessa forma, não é possível aproveitar o potencial turístico-histórico da cidade, que geraria uma renda favorável.

As terras do atual município de Rio Pardo de Minas estiveram ligadas, durante o século XVIII, à antiga Comarca de Sabará, depois à Comarca de Serro, e posteriormente ao município de Minas Novas. Das suas terras, desmembraram-se os seguintes município:

  • Monte Azul, sendo que deste foram desmembrados Espinosa, que por sua vez desmembrou Mamonas; Mato Verde, que por sua vez desmembrou Catuti; Gameleiras; e parte do município da Jaíba (antigo território do distrito de Otinolândia).
  • Salinas, sendo que deste foram desmembrados Taiobeiras, que por sua vez desmembrou Berizal; Rubelita; Santa Cruz de Salinas; Novorizonte; e Fruta de Leite.
  • São João do Paraíso, sendo que deste foi desmembrado Ninheira.
  • Montezuma.
  • Santo Antônio do Retiro.
  • Vargem Grande do Rio Pardo.
  • Indaiabira.

Apesar do imenso território, as terras, muitas vezes, são improdutivas devido ao relevo com aclives acentuados, grande quantidade de rochas e minerais, além de alta salinidade em parte de terrenos. A energia elétrica ainda é inexistente em comunidades remotas, que se localizam longe da sede urbana e em locais de difícil acesso. Água potável então, é um sonho que parece que nunca vai se realizar, mesmo que o município possua dois grandes rios, o Rio Pardo e o Rio Negro, cujo potencial não é tão grande nessas localidades porque estes rios ainda não contam com grande volume de água, principalmente em épocas de estiagem.

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