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Detalhes sobre a cidade de Santana de Pirapama

A história do município começa em 1834, com a fundação do distrito de Traíras, nome dado pela tradição de usar nomes de peixes em comum com a região, sendo a traíra um deles. Em 1948, desmembrada de Codisburgo, Pirapama foi elevada a status de município.

Não se conhece registros sobre o povoamento inicial do Arraial de Traíras, que deu origem a atual cidade de Santana de Pirapama. Segundo Teodoro Sampaio, 'Assentada em uma colina, à margem direita do rio das Velhas, em terrenos da sesmaria de Nossa Senhora da Conceição dos Gerais, junto à barra do córrego Traíras, bom porto àquele tempo, começou, provavelmente há uns duzentos anos, a povoação com o nome desse córrego -Tarahira'.

Sabe-se apenas que a povoação nasceu há mais de dois séculos, junto a um dos portos do Rio das Velhas, em terras pertencentes ao Padre Antônio de Ávila Corvelo (ou Padre Jorge Martins Curvelo de Ávila), dono de extensas sesmarias na região central das Minas Gerais.

Em 1831, segundo Cunha Matos, já existia no lugar uma capelinha dedicada a Santana, residindo no arraial uma população de 1814 habitantes.

Em princípios de 1834, foi criado o distrito de Traíras, que se estendia até a barra do rio Paraúna no rio das Velhas.

Em 19 de junho de 1834, foi aberto o primeiro livro do Cartório de Paz.

Sempre subordinado ao município de Curvelo, Traíras foi elevado à condição de paróquia de Santana de Traíras pela Lei Provincial No. 471, de 1º de junho de 1850, pertencendo ao Arcebispado da Bahia e Comarca de Sabará.

Pela Lei No. 1.294, de 30 de outubro de 1866, sofreu o distrito sua primeira mutilação em território, para ser criado o distrito de Ponte do Paraúna (hoje município de Presidente Juscelino).

Em 1891, a Lei Estadual No dois, de 14 de setembro de 1891, confirmou a criação do distrito de Traíras, jurisdicionado ao município de Curvelo.

Segundo a Divisão Administrativa, em 1911, e os quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1920, o referido distrito continuou subordinado ao município de Curvelo.

No texto da Lei Estadual No. 843, de 7 de setembro de 1923, nos quadros da divisão administrativa relativa a 1933 e nos quadros de divisão territorial datados de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, bem como no anexo ao Decreto-lei Estadual No. 88, de 30 de março de 1938, estava estabelecido que o distrito de Traíras continuava jurisdicionado ao município de Curvelo.

Pelo Decreto-lei Estadual No 1.058, de 17 de dezembro de 1938, o distrito de Traíras foi transferido do município de Curvelo para o recém criado município de Cordisburgo, sofrendo para isso nova mutilação em território. No qüinqüênio 1939-1943, o distrito de Traíras figurou no município de Cordisburgo. Não foi do agrado dos trairenses o Ato governamental agregando o distrito ao município de Cordisburgo.(EMB)

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