Animais na cidade de Guaíba no Rio Grande do Sul

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Guaíba
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Vacas

São 3 novilhas holandesas puras prontas pra ensiminar a partir de junho 2019, 2 novilhas prontas pra ensiminar hj, se caso até a venda ao estiverem ensiminadas, e 2 vacas adultas m...

Preço: R$ 2.500,00

Guaíba/RS

Calopsita

Vendo pelo valor simbólico de 100$ e pelo único motivo que é falta de tempo. Calopsita fêmea. Mansa, e de estimação da família. Animalzinho c 3 anos. Criada sempre solta, desde a p...

Preço: R$ 100,00

Guaíba/RS

Tilapias

Vendo tilápias grandes entre 890g e 1,300 kl aproximadamente uns 3.000 kls.O valor de por kl é $ 9,50.  Viva, inteira sendo acima e de 300 kl retirada no local, se tiver entregas c...

Preço: R$ 9,50

Guaíba/RS

Venda de burro

Burro bem mansoTem 8 anosBom para laçar, lida de campoBom para cavalgar

Preço: R$ 15.000,00

Guaíba/RS
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Detalhes sobre a cidade de Guaíba

O município criado em 14 de outubro de 1926 (83 anos), foi batizado de Guaíba em homenagem ao lago Guaíba. Esta denominação aparecia em antigos textos e mapas do século XIX. Segundo Teodoro Sampaio, a palavra Guaíba é de origem tupi, gua-ybe e tem o sentido de "baía de todas as águas". A grafia arcaica era Guahyba.

No atual território do município de Guaíba, encontramos sítios arqueológicos representativos da cultura guarani. Segundo Laroque (2002), a primeira e mais antiga tradição localizada nos campos abertos ao longo da borda do rio Sinos, Caí, Taquari, Pardo, Jacuí e Laguna dos Patos é a tradição umbu, conhecida também, como o povo da flecha. Estas populações indígenas teriam vivido entre 10.000 e 6.000 a.C.

Os guaranis, pertencentes à família lingüística tupi-guarani e portadores da tradição ceramistas tupi-guarani ocupavam as várzeas dos grandes rios como o Uruguai, Jacuí e seus afluentes ou junto à Laguna dos Patos totalizavam a maior parte da população. Eram horticultores e ótimos ceramistas, mas também se dedicavam à caça e à pesca, além de praticarem a antropofagia.

É possível afirmar que nas terras onde temos o município de Guaíba, ocorreram muitos confrontos entre índios e colonizadores, tanto espanhóis como portugueses. Estas populações sofreram violenta redução demográfica, lutando por seu espaço. Porém, o avanço colonial e nacional os empurrou para a desestruturação cultural e a redução física de seu território, causando sérias conseqüências que atingem seus descendentes até hoje.

A disputa de fronteiras travada nos domínios sul-americanos entre Portugal e Espanha envolveu, também, a área que compreende o atual município de Guaíba. A distribuição das sesmarias foi um sistema utilizado pela coroa portuguesa durante o Brasil Colônia, para que terras devolutas, no sul do Brasil, fossem ocupadas. O sesmeiro, de origem portuguesa ou açoriana, deveria ocupar as terras com a criação do gado vacum, cavalar e muar, erguer a sede da sesmaria e benfeitorias como olaria, charqueadas, galpões, senzalas, capela, cemitério e arvoredos. Além de organizar economicamente suas terras, deveria também defendê-las militarmente a favor de Portugal a fim de evitar a ocupação espanhola e guarani.

Sesmarias

Depois da vitória sobre os espanhóis (1776), todo o território ao sul do Rio Jacuí foi ocupado pelos portugueses, até os limites determinados, em 1777, pelo Tratado de Santo Ildefonso. Foram distribuídas sesmarias em toda esta área.

As terras, pertenceram à sesmaria de Antônio Ferreira Leitão. Concedida oficialmente em 1793, possuía três léguas de comprimento e uma légua de largura (13 km²). Ferreira Leitão era casado com Maria Meireles de Meneses, neta de Jerônimo de Ornelas, sesmeiro que se estabeleceu nos altos do Morro Santana, em Porto Alegre, em 1732.

Mais detalhes sobre Guaíba

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