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Detalhes sobre a cidade de Igaratinga

O povoado que deu origem ao município surgiu próximo à fazenda Inhozé, no caminho percorrido pelas bandeiras, na região de Pitangui, às margens do rio São João. Foi formado em volta da capela filiada à freguesia de Pitangui, recebendo o nome de São João Acima e, em 1754, Santo Antônio de São João Acima. O distrito foi criado em 1846, pertencendo a Pitangui, sendo elevado a freguesia em 1883, incorporado, agora, ao município de Pará de Minas. Em 1923, adotou a denominação de Igaratinga, que, em tupi, significa "canoa pequena". Igaratinga foi elevada à categoria de município em 1962.

Fundação da cidade

A cidade de Igaratinga encontra-se localizada dentro da área da propriedade dos Mateus, fazenda esta que foi abandonada pelos proprietários, segundo moradores antigos. O advogado, Aristides Milton, de Pará de Minas, ao saber desta propriedade procurou pelos herdeiros da fazenda que residiam em vários locais do estado, e decidiram fazer a divisão da fazenda, sendo remunerado com a metade destas terras, onde estava localizado o Arraial de Santo Antônio da Pedra, primeiro nome de Igaratinga. Por decisão dos herdeiros, foi doada uma área de 20 alqueires para a Capela de Santo Antônio da Pedra, marcando os limites da atual cidade.

As primeiras famílias que chegaram ao local foram: a Ferreira Guimarães, a Mendes e a Ferreira da silva, que era descendente de escravos. O arraial de Santo Antônio da Pedra foi elevado a Distrito pela Lei Provincial nº 882 em 08.06.1858, com o nome de Santo Antônio de São João Acima e passou a Freguesia por força da Lei 3.141 de 18.10.1883, pertencendo agora ao município de Pará de Minas. Em 1911, o distrito teve alterada a sua denominação, passando a chamar-se Santo Antônio do Rio São João Acima. Em 1923, pela Lei 843 de 7 de setembro, a longa denominação foi substituída por Igaratinga, que em tupi-guarani, significa “Igara” – pequena embarcação e “Tinga” – branca, alva; portanto CANOA BRANCA. Foi com esta denominação que o distrito tornou-se município através da Lei 2.764 de 28.12.1962, desmembrando-se de Pará de Minas e instalando-se município em 01.03.1963. Nesta época os meios de comunicação eram precários, feitos por trilhos de cavaleiros, tropas de burros e estradas de carros-de-bois, até meados do ano de 1920.

A primeira estrada construída por empreitadas dadas pelo então Governador do Estado, Benedito Valadares, foi de Belo Horizonte ao Triângulo Mineiro, passando por Pará de Minas, Igaratinga e São Gonçalo do Pará, por volta de 1933. No trecho de Igaratinga à São Gonçalo do Pará, João Guimarães, farmacêutico local, ajudou na construção. Este trecho facilitou o acesso a Divinópolis. Nesta época começou a transitar por aqui o 1º ônibus vindo de Pará de Minas passando por São Gonçalo do Pará e seguindo destino ao Triângulo Mineiro. Também foi instalado o primeiro telefone público, no sobrado do “Nem”, uma das primeiras casas do município. Na década de 40 foi construída pela Cia Industrial Paraense, no Rio São João, uma Usina Hidrelétrica, denominada “Usina dos Britos”. Por volta de 1950, essa usina passou a fornecer energia para o Distrito de Santo Antônio do Rio São João Acima, com horário restrito de fornecimento. Tal usina foi comprada pela Cia de Tecidos Santanense, de Itaúna. Entre 1965 e 1967, a CEMIG se responsabilizou pelo fornecimento de energia elétrica ao já denominado município de Igaratinga. O serviço da CEMIG foi implantado em 25.03.1969.

História religiosa

Por provisão datada de 6 de abril de 1754, foi erigida na paragem de São João Acima, filial de Pitangui, uma Capela em honra a Santo Antônio. Este foi o embrião da futura Paróquia de Igaratinga. Naquela época, a elevação à categoria de Freguesia implicava na criação automática da Paróquia. Mas, para que isto se tornasse realidade era necessário que a comunidade fosse capaz de oferecer um templo com todo o material necessário ao Culto e uma Casa Paroquial em ordem. Seria Paróquia Centenária, a hoje jubilar paróquia, se o povo houvesse conseguido o intento. Mas, ao que tudo indica não conseguiram. Assim, por faltar esses pressupostos, a Lei perdeu sua validade e a paróquia não foi criada, a exemplo do que aconteceu com a paróquia de Carmo da Mata. Ao contrário, São Joaquim de Bicas, em Igarapé, criada pela mesma Lei, teve a Paróquia confirmada, o que indica ter o povo conseguido cumprir os pressupostos da Lei.

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