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Detalhes sobre a cidade de Ubá

Ubá é o centro econômico da sua microrregião e de microrregiões próximas, atuando como centro subregional de nível A. No passado, foi um grande produtor e distribuidor de fumo, que ornamentam a bandeira do município. Hoje, concentra médias e grandes indústrias, principalmente de móveis e confecções, um comércio abundante e variado, além de um forte crescimento na prestação de serviços. É um dos municípios que mais crescem no interior do estado, sendo assim um dos que mais criam empresas e geram empregos.

A cidade também é um centro cultural e de formação técnica e superior subregional, possuindo importantes instituições de ensino superior.


Etmologia

Não há consenso sobre a origem do nome da cidade. Na língua Tupi-Guarani, Ubá significa "canoa de uma só peça escavada em tronco de árvore".

Entretanto, acredita-se que o nome da cidade é proveniente de uma gramínea de folha estreita, longilínea e flexível (Gynerium sagittatum), comumente chamada de Ubá. Essa gramínea, hoje em extinção, existia em abundância em toda extensão das margens da ribeira que corta a cidade e era utilizada na confecção de cestos, gaiolas e outros objetos similares.


História
A colonização da Bacia do Rio Pomba

É paradoxal, mas não se tem notícias da existência de tribos indígenas vivendo nesta região decorridos 100 anos do descobrimento do Brasil. Histórias mais vivas, todavia, levam-nos a acreditar que, no final do século XVII, Capuchinhos Franceses ocupavam nove missões indígenas nos distritos dos índios Coroados, Coropós e Puris, dispostas desde a Serra do Geraldo até o Porto dos Diamantes. Os Capuchinhos, porém, foram expulsos do Brasil em 1617.

Versões diversas dizem que os jesuítas, a partir daquela data, tomaram para si tais missões e prosseguiram, com métodos mais brandos e suaves, à catequização dos Silvícolas. É quase forçoso apreender tal variante ou mesmo seguir a narrativa "sinuosa" de que os Tamoios, imensa e poderosa família indígena, predominante em parte do Litoral Brasileiro, perseguindo sistematicamente outras tribos nativas, fizeram-nas debandar a esta parte.

As várias tentativas dos portugueses na colonização dos Coroados, Coropós, Puris e Botocudos, habitantes das matas da região, terminavam sempre em sangrentas batalhas entre os verdadeiros donos da terra e os invasores brancos. Nos confrontos, utilizando flechas e machados contra armas de fogo, os índios eram gradativamente massacrados ou tornados prisioneiros para o trabalho escravo, principalmente em se tratando de jovens e mulheres.

As fortes pressões internacionais contra o genocídio convenceram o Rei de Portugal a determinar que o Governador Luís Diogo Lobo da Silva organizasse uma expedição na tentativa da aproximação amistosa com os índios. Dessa tarefa difícil participaria aquele que conhecia as trilhas das matas, os costumes indígenas, e tinha familiaridade com eles: Capitão Francisco Pires de Farinho, que seria um guia especial com função de comando. O desafio maior, porém, caberia a um vigário formado no Seminário de Mariana em 1757, padre Manoel de Jesus Maria, filho de um português com uma escrava índia, sua função seria catequizar os silvícolas.

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