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Detalhes sobre a cidade de Ilhabela

Ilhabela é um dos quinze municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo governo do estado, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância balneária, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.


Galeria de prefeitos

A Galeria dos Prefeitos foi idealizada pelo historiador Nivaldo Simões e tem como objetivo resgatar a história e homenagear os homens políticos que dedicaram parte de suas vidas ao crescimento e desenvolvimento sócio econômico do município.

Na galeria estão dispostos 13 prefeitos:

Amadeu Fazzini; Paulo Barbosa Ribeiro; Ângelo Fazzini; Benedito Carlos de Oliveira; Benedito Santana de Moraes; Giorgio Storace; Geraldo Augusto Procópio da Cunha Junqueira; Leonardo Reale; Eurípedes da Silva Ferreira; Roberto Fazzini; Gilson Tangerino Fraciscone; Nilce Signorine e Manoel Marcos de Jesus Ferreira.

Mas existem lacunas entre eles. O estudo realizado foi baseado em registros encontrados na Câmara Municipal e no Cartório de Registro do município e em um livro de transição de cargos, encontrado na Garagem Municipal. No entanto durante a história político-administrativa da cidade, passaram muito mais prefeitos, mas os registros se perderam com o passar do tempo.


História

Pesquisas arqueológicas realizadas desde o final da década de 1990 mostram que pelo menos quatro das ilhas do arquipélago de Ilhabela foram habitadas muito antes da chegada dos europeus ao Brasil. Isso foi possível graças à descoberta de sítios arqueológicos pré-coloniais denominados "concheiros", "abrigos sob rocha" e "aldeias indígenas". Os "concheiros" permitiram aos arqueólogos concluírem que os primeiros habitantes do arquipélago foram os chamados "homens pescadores-coletores do litoral", indígenas que não dominavam a agricultura e nem a produção de cerâmica, sobrevivendo apenas do que encontravam na natureza, especialmente animais marinhos. Não existe ainda a datação de nenhum desses "concheiros". Também foi encontrada na Ilha de São Sebastião grande quantidade de cerâmica indígena da tradição Itararé, possivelmente produzida por indígenas do tronco lingüístico macro-jê. Não há, até o momento, nenhuma evidência arqueológica de que tenha existido no arquipélago alguma aldeia do tronco lingüístico tupi.

Em 20 de janeiro de 1502 a primeira expedição exploradora enviada ao Brasil pelos portugueses, comandada pelo navegador português Gonçalo Coelho e trazendo a bordo o cosmógrafo italiano Américo Vespúcio, encontrou uma grande ilha que, segundo o aventureiro alemão Hans Staden, era chamada pelos tupis de Maembipe ("lugar de troca de mercadorias e resgate de prisioneiros"). Essa ilha, assim como fora feito em outros acidentes geográficos importantes, foi batizada pelos membros da expedição com o nome do santo do dia, São Sebastião. Também se diz que era chamada pelos indígenas por Ciribaí (lugar tranquilo).

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