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Detalhes sobre a cidade de Ubatuba Fundação e Origens

Ubatuba aparece desde os primórdios na História do Brasil. Os índios tupinambá foram os primeiros habitantes da região. Quem nos dá esta notícia é Hans Staden, que capturado pelos autóctones na metade do século XVI, quase foi devorado num ritual de canibalismo, tendo ficado preso numa aldeia em Angra dos Reis chamada de Uwatibi (Ubatuba), cujo nome também era o do local da atual cidade de Ubatuba.[5] Tanto Hans Staden como os autores Jean de Lery[6] e André Thevet[7] mencionam ter sido Cunhambebe (pai, figura diversa daquela do filho, o qual teria alcançado Anchieta)[8] o chefe supremo dos tupinambás, cujo território ia desde o Rio Juqueriquerê em Caraguatatuba, até o Cabo de São Tomé, no Rio de Janeiro, abrangendo não somente o local da cidade, assim como todo território ao longo do Rio Paraíba do Sul (São José dos Campos, Taubaté, etc).

Em Ubatuba, parece não ter havido ao menos nos primórdios, nenhuma aldeia (nenhuma menção na obra de Hans Staden); teria sido inicialmente somente o lugar onde os índios se reuniam com "muitas canoas" em expedições de guerra para a região de Bertioga (paratyoca) e São Vicente (upaunema). Contudo, na época de Anchieta, muito posterior à Hans Staden, noticia-se a existência da aldeia de Iperoig[9] nos relatórios do missionário José de Anchieta ao Provincial da Ordem dos Jesuítas, contando sobre os conflitos existentes na região.

Confederação dos Tamoios e a Paz de Iperoig

Os índios tupinambás, aqui chamados de tamoios (os mais velhos, os pais) eram excelentes canoeiros e caçadores. Viviam em paz, embora sempre em conflito com os irmãos tupiniquins, habitantes da região mais ao sul, desde São Vicente e Itanhaém até Cananeia. Com a chegada dos portugueses que escravizaram os índios para utlizá-los no trabalho escravo em engenhos de cana-de-açúcar em São Vicente, destruindo as famílias indígenas, os tupinambás fizeram firme aliança com os mairs (franceses) da França Antártica na Guanabara (o Rio de Janeiro sequer havia sido fundado), se organizando numa Confederação com invejável poderio de guerra, sob a chefia de Cunhambebe (filho) Confederação dos Tamoios, colocando pois, em risco, a posse da terra pelos perós (portugueses). Contudo, nunca houve um conflito direto.

Em 1563, após José de Anchieta ter passado a quaresma em Itanhaém que na época abrangia Peruíbe, ambos os jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta partiram de São Vicente no barco de José Adorno com destino a Aldeia de Iperoig, numa missão articulada pelos portugueses para pacificar os índios fronteiros, haja vista que a maior parte das aldeias tupinambás localizava-se em torno da Baía da Guanabara. Como os Confederados Tamoios desconfiaram da palavra dos portugueses, Anchieta ficou como refém durante vários meses em Ubatuba (Iperoig), enquanto Nóbrega voltou a São Vicente acompanhado de Cunhambebe (filho) para finalizar o Tratado de Paz que passou a figurar na História do Brasil como "A Paz de Iperoig" (O Primeiro Tratado de Paz Das Américas). Anchieta, enquanto prisioneiro, escreveu, na areia da Praia de Iperoig, o célebre "Poema à Virgem", com 4.072 versos em latim.

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