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Álvares Machado/SP

Aveia Preta - MATSUDA

Avena strigosa ( AVEIA PRETA )Fertilidade do solo: Média e alta (bem drenado)Forma de crescimento: Ereto, cespitosaAltura: 1,0 a 1,2 m.Utilização: Pastejo, produção de grãos, fenação e adubação verdeDigestibilidade: Muito boaPalatabilidade: Muito boa Teor de proteína: 13 a 15% na MSPrecipitação pluviométrica: Acima de 700 mm anuaisTolerância a seca: BoaTolerância ao frio: MédiaConsorciação: Trevo, ervilhacaProfundidade de plantio: 2 a 4 cmCiclo vegetativo: Anual (140 a 160 dias)Produção de forragem: 5 a 8 t MS/ha/ano ORIGEM Europa.CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS Gramínea cespitosa, com colmos cilíndricos, eretos e glabra ou pouco pilosa, e raiz fasciculada ou em cabeleira. Inflorescência em panícula com glumas aristadas, e o grão é uma cariopse indeiscente encoberto pela lema e páleas. CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS Apesar de ser conhecida como planta de clima frio, trabalhos de melhoramento têm criado cultivares adaptados a regiões mais quentes, como o Centro-Oeste do Brasil com suprimento adequado de água. Temperaturas baixas na fase inicial de desenvolvimento favorecem o perfilhamento.Vegeta bem em solo com pH de 5,0 a 7,0.A aveia não é muito exigente em relação a solos; entretanto, responde bem à adubação nitrogenada, fosfatada e potássica. Não tolera solos encharcados ou água estagnada. A aveia pode ser utilizada com a finalidade de cobertura do solo (viva ou morta), forragem ou produção de grãos. Os três principais tipos cultivados são a preta ( Avena strigosa ), a branca ( Avena sativa ) e a amarela ( Avena byzantina ).A aveia-preta, além de sua precocidade, rusticidade e resistência às principais enfermidades, produz uma elevada quantidade de massa verde. A sua produção de grãos é menor do que nas demais, servindo para sementes e/ou preparo de concentrados para animais. Quando manejada sob cortes, apresenta excelente produção de forragem no primeiro corte, baixando a produção nos seguintes. As aveias branca e amarela comportam-se inversamente, com bom rendimento no segundo e terceiro cortes.A aveia-preta é mais rústica, possui maior capacidade de perfilhamento, panícula mais aberta e semente menor, quando comparada à branca e à amarela. É bastante resistente à incidência de ferrugem e ao ataque de pulgões. Além disso, é mais resistente à seca e menos exigente em fertilidade sendo, portanto, mais indicada do que as outras duas para adubação verde.A aveia-preta pode ser cultivada solteira ou consorciada com azevém, ervilhaca, centeio, trevo, tremoço, etc. Além de melhoradora de solos, é empregada como regeneradora da sanidade diminuindo a população de patógenos, além de aumentar os rendimentos das culturas de verão. Por isso, é recomendada para rotação dentro do sistema de produção. É altamente eficiente na reciclagem de nutrientes.A época do plantio desta gramínea de inverno é a partir de março, podendo estender-se até maio em regiões mais quentes e em regiões mais frias pode ser semeada até junho. "A semeadura poderá ser realizada a lanço ou em linhas. Quando em linhas, recomenda-se utilizar um espaçamento de 20 cm, empregando-se em torno de 60 a 70 kg de sementes/ha. Quando for a lanço, será necessário 30 a 50% a mais de sementes. A profundidade é de 3 a 4 cm. O peso de 1.000 sementes é de 14 a 15 g" (Derpsch, 1.985).Quando o objetivo é a cobertura do solo ou a adubação verde, o manejo da fitomassa deve ser realizado na fase do grão leitoso. Isso ocorre entre 120 a 140 dias após a semeadura. Nessa fase normalmente não há grãos viáveis e ocorre o menor índice de rebrota após o manejo. Conforme o caso, a aveia pode ser incorporada (aração), cortada sobre o solo (rolo-faca) ou dessecada com herbicida com manejo posterior (aração, rolo-faca, roçadeira). Na produção de sementes é recomendável um espaçamento de 30 a 50 cm entre linhas, utilizando-se em torno de 40 a 50 kg de sementes/ha.Geralmente a colheita é efetuada mecanicamente, obtendo-se 500 a 1.000 kg/ha (aveia-preta) e 1.500 a 2.500 kg/ha (aveia-branca). O ciclo da cultura normalmente varia de 140 a 180 dias.            VANTAGENS         - Forrageira para os animais;- Melhoria das características físicas e biológicas do solo;- Diminuição da população de nematóides (gênero Meloidogyne);- Efeito supressor e/ou alelopático a diversas invasoras;- Efeito residual favorável aos rendimentos da soja e do feijão.- A principal limitação relacionada com a adubação verde está na época de manejo que se não for seguida rigorosamente, poderá ocorrer rebrota. 
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Preço: R$ 0,01

Álvares Machado/SP

Elefante Paraíso - MATSUDA

Pennisetum purpureum x Pennisetum glaucum cv. Paraíso Matsuda(CAPIM ELEFANTE PARAÍSO)Nome científico: Pennisetum glaucum x Pennisetum glaucumCultivar: Paraíso MatsudaOrigem: Estados UnidosFertilidade do solo: AltaForma de crescimento: Touceira eretaAltura da planta: Até 3,0mUtilização: Pastejo direto, silagem e forragem verde picadaDigestibilidade: ExcelentePalatabilidade: ExcelentePrecipitação pluviométrica: Mínimo de 1.200 mm anuaisTolerância à seca: MédiaTolerância ao frio: AltaTeor de proteína: 8% no inverno e 18% no verão na MSProfundidade de plantio: 0,5 a 1,0cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragens: 30 a 50t/ha/ano de matéria seca (MS)Solos úmidos: Baixa tolerânciaAltitude tolerável: Do nível do mar até 2.500mConsorciação: Todas as leguminosas, principalmente as de hábito trepadorPrimeiro corte: Após 90 a 100 dias após a germinaçãoAltura de corte: 20 a 50cm de altura. Quanto mais alto melhorIntervalo de corte: a cada 70 diasAdubação de cobertura: após cada corte aplicar pelo menos 80kg/ha de nitrogênio e a cada 20t de forragem verde repor 160kg/ha de KClINTRODUÇÃO      O híbrido hexaplóide Paraíso Matsuda é resultado do cruzamento do pasto  elefante (Pennisetum purpureum Schum.) com o milheto (Pennisetum glaucum (L.). Este cruzamento agregou a qualidade nutricional do milheto com o potencial de alta produção de forragem do capim elefante. Esse híbrido foi  obtido  através da duplicação de cromossomos por meio de uma substância química denominada Colchicina, que promove o rompimento citoplasmático no momento da meiose, tornando viáveis o cruzamento e obter híbridos superiores, inclusive plantas que produzem sementes viáveis.      O capim elefante híbrido foi introduzido no Brasil em 1995, pela MATSUDA. Desde esta época diversos trabalhos de pesquisas nas áreas de melhoramento genético, fisiologia vegetal, valor nutritivo da forragem, formas e modos de conservação da forragem, manejo da planta sob cortes e pastejo, adaptação aos diversos solos brasileiros, respostas a vários níveis de nitrogênio, fósforo e potássio e ainda, métodos de utilização da forragem, todos os trabahos foram feitos pelos  técnicos da Matsuda, além de convênios com centros renomados de pesquisas (Universidades Federais, Estaduais e Particulares, Institutos de Pesquisas, etc) e também em propiedades particulares.    PLANTIOa) Preparo do solo      Antes do preparo de solo recomenda-se amostragem do solo para análises. Com os resultados procure um técnico capacitado para fazer as recomendações de calagem e adubação, respeitando a exigência do capim elefante Paraíso aos resultados obtidos.      O calcário deve ser aplicado no solo pelo menos 60 a 90 dias antes do plantio das sementes, para que tenha de reagir no solo, neutralizando o alumínio tóxico e elevando o pH. A incorporação deste calcário deverá ser o mais profundo possível. Recomenda-se para esta incorporação o uso de arado ou grade aradora. Para quantidade superiores a 3t/ha, os melhores resultados são obtidos com o parcelamento da aplicação, metade antes da aração e a outra metade depois da primeira gradeação.     O preparo de solo deve ter como objetivo eliminar a vegetação existente, eliminar as ervas daninhas e preparar o terreno para que as sementes germinem e se desenvolvam normalmente. Se houver problemas com compactação, este também deve ser eliminado. Para estas operações diversos equipamentos podem ser utilizados tais como arado, grade aradora, grade niveladora, subsolador, etc.     O fertilizante fosfatado normalmente utilizado no plantio, pode ser aplicado antes da última niveladora, ou durante o plantio, podendo ser inclusive misturado com as sementes, desde que utilizado no mesmo dia.b)    Distância entre as linhas de plantio:A finalidade de uso é que define a distância entre as linhas de plantio:- se vai ser utilizado como pasto de corte e o corte é mecânico, para fornecer forragem verde picada, para silagem, o espaçamento deve ser de: 0,80 a 1,00m- se vai ser utilizado como pasto de corte e o corte é manual, para fornecer forragem verde picada, para silagem, o espaçamento deve ser de: 0,50 a 0,70mc)    Plantio:- Plantio mecânico:Pode ser feita com plantadeiras de diversas marcas e modelos, desde que permita uma distribuição uniforme das sementes e a profundidade de plantio não exceda 0,5 a 1,0cm. As sementes podem ser misturadas com fertilizantes fosfatados, desde que a mistura seja utilizada no mesmo dia. Nunca utilizar fertilizantes nitrogenados e potássicos junto com as sementes, no plantio estes nutrientes também não devem estar em contato com as sementes. Para facilitar o processo de plantio sugerimos que as sementes ou mesmo a mistura de sementes+fertilizantes sejam colocadas no reservatório de adubo e não na caixa de sementes. Isso facilita o escoamento das sementes durante o plantio.- Plantio semi-mecanizado:Esse tipo de plantio é feito com uma plantadeira para distribuir o fertilizante na linha de plantio e em seguida as sementes são semeadas manualmente nos "sulcos" deixados pela plantadeira. Neste caso cuidado com a incorporação das sementes e a profundidade de plantio. A incorporação das sementes pode ser feita manualmente se a área for pequena ou com o rolo compactador se a área for grande.-    Plantio manual:O plantio manual é recomendado para áreas pequenas e consiste em estender uma linha no solo para marcar onde será o "sulco" de plantio. Na verdade se for feito um sulco há o risco das sementes ficarem muito profundo no solo comprometendo a sua germinação. Neste processo é importante cobrir as sementes após a semeadura, pode ser feito com os pés ou um rolo compacatador pequeno.MANEJO DA PASTAGEMPASTO DE CORTE - FORRAGEM VERDE PICADA        Os cortes no capim elefante Paraíso devem iniciar quando as plantas estiverem bem estabelecidas, com um bom desenvolvimento do sistema radicular, isso deverá ocorrer cerca de 90 a 100 dias depois da germinação das sementes.Depois deste primeiro corte é importante a adubação de manutenção, ou seja, a aplicação de pelo menos 80 kg/ha de nitrogênio e 160 kg/ha de KCl a cada 20t de forragem verde produzida. Esta adubação deverá ocorrer durante o período chuvoso.Após este primeiro corte os seguintes serão realizados em intervalos de 70 dias aproximadamente.  Estes cortes dependem exclusivamente do fator climático (luz, temperatura e água). A adubação de manutenção / cobertura poderá ser dividida a cada corte.PASTO DE CORTE - PARA ENSILAGEM        Igual que a recomendação anterior, o primeiro corte deverá ser feito após 90 a 100 dias da germinação das sementes e depois em intervalos de 70 dias aproximadamente. A adubação de manutenção deve ser a mesma que foi recomendada anteriormente e nas mesmas condições.        A altura de corte das plantas do cultivar Paraíso deve ser em torno de 30 a 40 cm do solo. Esta altura é a que mais favorece a rebrota do capim. O corte para silagem deverá ser o menor possível, sendo 2 a 3 cm o recomendado, pois isso facilita o processo de compactação, que é um dos segredos de sucesso na confecção de silagem de forrageira.Para melhorar a qualidade da silagem recomendamos o uso de aditivos que auxiliam no processo de fermentação e diminuem os riscos durante o processo de confecção. O problema consiste na baixa porcentagem de matéria seca das pastagens. A outra opção é utilizar produtos que absorvem a umidade e aumentam a porcentagem de matéria seca, como são os casos de farelos de milho, farelo de soja ou de qualquer outro grão.PASTEJO DIRETO       No caso de pastejo direto a recomendação é a mesma, isto é, devemos colocar os animais quando as plantas já estiverem devidamente fixadas no solo, com um bom desenvolvimento do sistema radicular. A partir de 90 dias da germinação das sementes já podemos averiguar a possibilidade de colocar os animais para pastejo.É importante que o pastejo seja de forma intensiva, onde o pasto tenha um período de 1 a 5 dias de pastejo e outro período de 30 a 35 dias de descanso. Estes dias podem variar, tanto nos dias de uso como nos dias de descanso, dependendo sempre do fator climático e do nível de fertilidade do solo. Por isso é importante também a adubação de manutenção conforme já citado anteriormente.PRODUÇÃO DE FORRAGEM        A produção de forragem do capim elefante Paraíso varia em função da idade da planta, conforme citado no Quadro 1. O rendimento forrageiro, quando a planta possui 35 dias de idade é de 5,2t/ha de matéria seca, possui cerca de 19,2% de proteína bruta e digestibilidade de 66,5%. Palntas com 105 dias a produçaão de forragem é de 14,5 t/ha de matéria seca por cada corte, mas o teor de proteína abaixa para 10,2% e a digestibilidade para 58,5%.QUADRO 1 - Altura da planta, produção de matéria seca (PMS t/ha), teor de proteína bruta (% PB), fibra detergente neutra (% FDN) e digestibilidade "in vitro" da materia seca (% DIVMS) da forragem do capim elefante Paraíso em quatro idades de rebrota (VILELA et al, 2001).  Nas idades superiores a estas, o valor nutritivo é menor, mesmo que se obtenha altíssima produção de forragem. Pode verificar no quadro 1, que o valor nutritivo da planta diminui progressivamente com a idade da planta. Analizando eses resultados, pode-se concluir que a idade recomendável dos cortes para confecção de silagem é em torno de 100 dias, onde se obtém maior quantidade de forragem digerível por hectare.Com uma boa fertilização e irrigação, pode-se obter 4 a 5 cortes por ano, com uma produção de forragem total de 210 t/ha/ano de matéria verde. O primero corte sempre deve ser feito em torno de 90 dias depois  da germinação das sementes, para  obter o enraizamento satisfatório.
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Atlas - MATSUDA

Panicum maximum cv. Atlas(ATLAS)Nome científico: Panicum maximum Jacq.Cultivar: AtlasRegistro no SNPC/MAPA: 16057Cultivar Protegido sob o no: 21806.000673/2003-15 em 26/05/2003Certificado de Proteção: 00499Fertilidade do solo: AltaForma de crescimento: Touceira cespitosaAltura: De 1,5m a 2,0mUtilização: Pastejo direto e silagemDigestibilidade: ExcelentePalatabilidade: ExcelentePrecipitação pluviométrica: Acima de 800 mm anuaisTolerância à seca: Muito boaTolerância ao frio: BoaTeor de proteína: 10 a 12% na MSProfundidade de plantio: 0,5 a 1,0cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragens: 20 a 22 t/ha/ano de matéria secaSolos úmidos: Baixa tolerânciaConsorciação: Todas as leguminosas CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS É uma planta cespitosa de ciclo perene, com altura entre 1,5 a 2,0m, alto perfilhamento basal, colmo de diâmetro médio, comprimento do internódio curto, colmo com pouca cerosidade, folha apresentando pouca pilosidade na bainha, comprimento da lâmina também médio e de coloração verde-clara. O ciclo de florescimento é médio, com período definido para florescer (florescimento determinado).  ORIGEM O cultivar híbrido de forrageira Atlas é oriundo de cruzamento artificial, realizado em 1993, em casa-de-vegetação pela Matsuda, cruzando materiais fêmeas sexuadas de Tobiatã com K-68, acesso originário da Costa do Marfim/África, que nunca chegou a ser um cultivar comercial.Em 1994 foi realizada a seleção de genótipos superiores, em progênies segregantes para apomoxia e sexualidade e no ano seguinte o teste de progênies para separação de progênies para separação de híbridos F1 apomíticos dos híbridos F1 sexuais.Após esta etapa de seleção, foram montados diversos ensaios regionais em Álvares Machado-SP, Mirante do Paranapanema-SP e Jateí-MS, com o objetivo de selecionar os melhores híbridos F1 apomíticos (que não cruzam), analisando os diversos caracteres morfo-agronômicos e valor nutritivo.Nos anos de 1998 e 1999 foi avaliada a resistência deste híbrido quanto à resistência ao alumínio (presente em solos ácidos) tanto em condições de laboratório (em soluções nutritivas) como de campo (em solos comprovadamente ácidos com presença de alumínio).Os dois anos seguintes, o cultivar foi avaliado em testes com animais verificando a capacidade de suporte, resistência ao pisoteio, potencial de rebrota, persistência, tolerância à seca, potencial de produção de sementes, etc.   CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS Como qualquer cultivar de Panicum maximum, o Atlas é exigente em fertilidade de solo, mesmo que tenha boa tolerância à saturação de alumínio no solo. Possui intenso perfilhamento basilar, rebrota vigorosa, boa tolerância à seca e excelente qualidade nutricional.Apesar de ser obtido através de cruzamento de plantas sexuadas, o cultivar Atlas é apomítica, isto é, não pode ser cruzada e produz sementes viáveis. Isto foi devido à seleção de plantas apomíticas e eliminação das plantas sexuadas.Nos testes realizados apresentou digestibilidade em torno de 65 a 70% "in vitro", os teores de proteína variaram em torno de 10 a 12%, com produção de forragem (matéria seca) de 20 a 22t/ha/ano.O potencial de produção de sementes foi de 600kg/ha/ano com valor cultural em torno de 20%, em uma única colheita.Até o momento não se verificou nenhum problema com insetos e doenças de importância econômica em áreas de pastagem de Atlas. Por se tratar de cultivar de P.maximum pode ser infestado por Claviceps e Ustilago, afetando a produção de sementes. UTILIZAÇÃO E MANEJO  Recomendado para bovinos em fase de cria e engorda, assim como para eqüinos. Devido a sua tolerância ao alumínio do solo, desenvolve bem o sistema radicular, conferindo ao cultivar uma ótima rebrota e bom comportamento na seca.Em pastejo rotacionado, recomendamos de 1 a 5 dias de pastejo por um intervalo de 28 a 35 dias de descanso, durante o período chuvoso e de 45 a 50 dias no período seco (dependendo das condições climáticas). Evite deixar o pasto muito tempo vedado, principalmente durante o período chuvoso, pois este se torna maduro, fibroso e os animais o refugam devido a baixa palatabilidade e digestibilidade.A tendência da touceira do Atlas é ir aumentando de diâmetro a cada pastejo ou corte, porque aumenta a quantidade de perfilhos.O quadro abaixo mostra um ensaio, realizado em 2001/2002, na fazenda MG em Mirante do Paranapanema-SP, região de Cerrado, Latossolo Vermelho Amarelo, com novilhas para se verificar o ganho de peso.  QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIO Para o cálculo da quantidade desta semente no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para Panicum maximum  abaixo e a fórmula:FATOR  = kg/ha de sementes   VC   As condições de plantio referem-se ao preparo de solo, as condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e fertilizado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há problemas com a infestação de ervas daninhas, etc.  Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário ou o administrador, pois são estas pessoas que conhecem melhor a região, para recomendarmos a quantidade necessária de sementes no plantio, assim como a forma em que será plantada. Por exemplo: condições ideais de plantio, utilizando-se uma distribuidora de calcário e sementes com VC de 25%.FATOR =  200  = 8,0 kg/ha de sementes de VC 25% VC           25
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MG-5 Vitória - MATSUDA

Brachiaria brizantha cv. MG-5 Vitória(MG-5, VITÓRIA)Nome científico: Brachiaria brizantha (Hochst.) Stapf.Cultivar: MG-5 Vitória (CIAT 26110 - BRA 004308), registrada em 22/03/2000Fertilidade do solo: Média e altaForma de crescimento: Touceira decumbenteAltura: 1,0 a 1,6mUtilização: Pastejo direto, silagem e fenaçãoDigestibilidade: ExcelentePalatabilidade: BoaPrecipitação pluviométrica: De 800 mm a 3.000mm anuaisTolerância à seca: BoaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína: 8 a 13% na MSProfundidade de plantio: 1 a 2 cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragens: 10 a 18 t/ha/ano de matéria secaCigarrinha das pastagens: Média resistênciaConsorciação: Arachis pintoi, Soja perene, Puerária, Calopogônio e JavaFungos de solo: Boa resistência (fonte: CIAT - Dr. Pedro Argel)Sinonímia (Data de Registro): Toledo (02/06/00) e Xaraés (11/09/01)ORIGEM    Em 1996 a Matsuda iniciou o trabalho de avaliação e seleção de alguns acessos do Banco de Germoplasma de Brachiaria do CIAT (Centro Internacional de Agricultura Tropical), realizando ensaios e seleção destes materiais em diversos locais do Brasil.    O primeiro resultado desta seleção foi o cultivar MG-5 Vitória de Brachiaria brizantha, que nos acessos do CIAT tem o número 26110.    Este material foi coletado por Keller-Grein do CIAT, em convênio com a ISABU (Instituição Nacional de Pesquisa de Burundi) da África, entre as cidades de Bubanza e Bukinanyama, no estado de Cibitoke / Burundi, nas coordenadas 020 53' S e 260 20' W na África.    Este local está localizado a 1510m acima do nível do mar com uma precipitação média anual de 1710mm de chuvas.CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS        Este cultivar é uma gramínea perene, poliplóide de reprodução apomítica, pode ser pentaplóide segundo alguns trabalhos realizados, isto é, com cinco conjuntos de cromossomos, diferente do Marandu e MG-4 que são tetraplóides. Este conjunto a mais de cromossomo pode conferir a este cultivar excelente vigor vegetativo e alta produtividade.Crescimento entouceirado com talos prostrados que podem se enraizar quando em maior contato como o solo, pode atingir até 1,60m de altura, as folhas são lanceoladas com pouca pubescência, com inflorescência em forma de panícula que mede de 40 a 50cm e geralmente com 4 racemos.    CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS        A MG-5 Vitória possui uma ampla adaptação edafoclimática e pode ser recomendada para regiões com 4 a 5 meses de seca e regiões com precipitações de mais de 3.000 mm anuais.        Mesmo que adapte a solos ácidos e arenosos, este cultivar apresentou as melhores produções em solos de média a alta fertilidade, vegeta muito bem em solos arenosos e possui boa adaptação a solos de má drenagem. Durante as secas apresentaram mais folhas verdes que as cultivares Marandu e MG-4 de B. brizantha.        A rebrota após o pastejo da cultivar MG-5 Vitória superou a rebrota da Brachiaria brizantha cultivar Marandu.        Uma das características mais importante deste cultivar, além de apresentar ciclo mais tardio, é a boa produção de matéria seca. Em experimentos realizados, foram obtidos os seguintes resultados:QUADRO 01: Avaliação da produção de forragem (matéria seca), em quatro locais, de Brachiaria brizantha cv. MG-5 Vitória, nos períodos de seco e de chuvas. Os cortes foram realizados a cada 7 e 4 semanas respectivamente.* Cortes a cada 4 semanas       ** Cortes a cada 7 semanasQUADRO 02: Resultado de análise bromatológica de diversas avaliações realizadas, em diferentes épocas do ano, na matéria seca, do cultivar MG-5 Vitória.QUADRO 03: Resultado de avaliação na fazenda MG, em Mirante do Paranapanema-SP, de ganho de peso de animais de engorda pastejando a MG-5, durante o período chuvoso e seco.UTILIZAÇÃO E MANEJO        Utilizada para pastejo direto pelos animais, silagem e fenação, sendo indicada para cria, recria e engorda de bovinos, não é aceita por eqüinos, ovinos e caprinos. Os melhores resultados da MG-5 foram obtidos em pastagens rotacionados. Após 50 a 60 dias, aproximadamente, após a germinação das sementes, recomendamos, realizar o primeiro pastejo na MG-5, evitando o "acamamento" da  grande quantidade de forragem produzida, prejudicando a sua rebrota. Este primeiro pastejo deverá ser feita por uma grande quantidade de gado, mas por pouco tempo (até a altura de 30cm do solo).        No rotacionado os piquetes devem ficar entre 25 a 30 dias em descanso durante o período chuvoso e quente do ano, com 1 a 5 dias de utilização. Na seca e frio o tempo de descanso da área é bem maior. Em caso de pastejo contínuo a altura mínima de pastejo é cerca de 20cm, altura esta em que a  quantidade de talos  é maior  do que a quantidade de folhas.        Por ser um cultivar de ciclo tardio (demora a florescer) o uso desta pastagem durante o período chuvoso deve ser bastante intensificada, com alta pressão de pastejo (produção de forragem x quantidade de animais). Por apresentar florescimento tardio, a sua adaptação ao período seco é bem melhor também.        O quadro 04 apresenta resultado comparativo, realizado pelo CIAT, de três cultivares de Brachiaria brizantha:QUADRO 04: Comparativo das principais características de três cultivares de Brachiaria brizantha.QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIO        Para o cálculo da quantidade desta semente no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para Brachiaria sp. abaixo e a fórmula:FATOR  = kg/ha de sementes   VC        As condições de plantio referem-se ao preparo de solo, as condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e fertilizado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há problemas com a infestação de ervas daninhas, etc.        Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário para recomendarmos a quantidade necessária de sementes no plantio, assim como a forma em que será plantada.        Por exemplo: condições adversas de plantio, utilizando-se uma distribuidora de calcário e sementes com VC de 40%.FATOR = 380 = 9,5 kg/ha de sementes de VC 40%   VC        40
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MG-11 Tijuca - MATSUDA

CARACTERÍSTICASNome científico: Setaria sphacelataOrigem: Matsuda GenéticaFertilidade do solo: Média a baixaForma de crescimento: Touceira eretaAltura da planta: Até 1,65 mUtilização: Pastoreio diretoDigestibilidade: Boa (51 a 53%)Palatabilidade: Muito boaTolerância à seca: Muito boaTolerância ao frio: Muito boaTeor de proteína na matéria seca: 7,9 a 8,7%Produção de forragem: 10 a 12 t/ha/ano de MSTolerância a solos mal drenados: Muito boaEssa cultivar foi originária de cruzamentos de diversos acessos de Setaria sphacelata originários da Matsuda Genética e posterior seleção (trata-se de uma população híbrida obtida pelo método de policross). Os cruzamentos tiveram início em 2004 e a seleção de plantas com boa produção de forragem, maior quantidade de folhas, porte mais baixo e menores teores de oxalato, características superiores a cultivar Kazangula, comercializada há anos.DESCRIÇÃO DA PLANTAA cultivar MG11 Tijuca é uma gramínea tetraplóide, de ciclo perene, planta entouceirada de crescimento ereto, altura em torno de 1,65m, com folhas de coloração verde-azulada, folhas com mais de 30 cm de comprimento e mais de 1,0 cm de largura, colmo fino com 0,38 cm de diâmetro. A planta possui bom desenvolvimento do sistema radicular e presença de rizomas.RECOMENDAÇÕES DE USOPossui boa qualidade nutricional, tolera solos de média a baixa fertilidade, recomendada para bovinos nas fases de cria, recria e engorda. Pode ser utilizada também para equinos. A boa tolerância aos solos mal drenados faz com que a MG11 Tijuca seja uma boa opção para substituir a Humidicola nestas áreas. Além disso, possui a vantagem de apresentar melhor qualidade nutricional e as sementes não apresentam dormência.O pastejo deve ocorrer com plantas de 60 a 70 cm, até a altura de 20 cm do solo.TEORES MAIS BAIXOS DE OXALATOO Oxalato de Cálcio é um composto químico que pode ocorrer em algumas plantas forrageiras. Quando consumido pelos animais através do pastejo, pode causar intoxicação, caracterizado por andar cambaleante, tetania, diarréia e corrimento nasal, em alguns casos sanguinolento. Outro problema é a deficiência de cálcio, principalmente nos equinos. A MG11 Tijuca foi selecionada visando a diminuição desses teores de oxalato na planta. Apresenta teores em torno de 4%, enquanto que a cultivar Kazangula esses chegam a 7% na matéria seca.
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MG-7 Tupã - MATSUDA

CARACTERÍSTICASNome científico: Andropogon gayanusOrigem: Matsuda GenéticaFertilidade do solo: Média a baixaForma de crescimento: Touceira eretaAltura de planta: até 2,60 mUtilização: Pastejo diretoDigestibilidade: BoaPalatabilidade: BoaTolerância a seca: AltaTolerância ao frio: Média a baixaTeor de proteína na matéria seca: 7 a 10%Produção de forragem: 16 a 20 t/ha/ano de MSORIGEMO trabalho de cruzamento de diversos acessos de Andropogon iniciou-se em 2004 (trata-se de uma população híbrida obtida pelo método de policross). Esses materiais vieram do germoplasma da Matsuda Genética. Em seguida o processo foi de seleção de plantas com características superiores desejáveis como a maior produção de forragem, melhor qualidade nutricional, porte mais baixo e plantas de ciclo mais tardio. Os testes de distinguibilidade, de homogeneidade e de estabilidade foram feitos em 2010 e 2011.DESCRIÇÃO DA PLANTATrata-se de uma gramínea tetraplóide de ciclo perene, forma touceira com vários perfilhos, planta de porte médio, colmo com 0,47 cm de diâmetro, folha com 90 cm de comprimento e 3,0 cm de largura, de coloração verde e média pilosidade. O ciclo de florescimento é de aproximadamente 110 dias.RECOMENDAÇÕES DE USOA MG 7 Tupã é uma planta forrageira para solos de média a baixa fertilidade, para solos poucos profundos e também com cascalho. É uma ótima opção para regiões mais secas. Recomendado para bovinos nas fases de cria, recria e engorda e também pode ser consumido pelos equinos.Essa cultivar apresenta fácil manejo pelo porte menor, talo mais fino, folhagem mais intensa e ciclo mais longo. O pastejo deve ocorrer quando as plantas atingirem 50 a 60 cm, até a altura de 18 a 20 cm do solo.CICLO MAIS TARDIOO ciclo mais tardio faz com que a planta demore mais o seu florescimento, mantendo por mais tempo o seu ciclo vegetativo, ou seja, o período em que a planta mais cresce, mais produz forragem e mantém por mais tempo a qualidade nutricional.
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MG 13 Braúna - MATSUDA

Nome científico: Brachiaria brizanthaOrigem: Genética MatsudaFertilidade do solo: Média a AltaForma de crescimento: Touceira decumbenteAltura da planta: 0,9 mUtilização: Pastejo direto e fenaçãoDigestibilidade "in vitro": 51 a 53%Palatabilidade: BoaTolerância à seca: ExcelenteTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína na matéria seca: 8 a 12%Produção de forragem: 8 a 12 t/ha/ano de MSCiclo vegetativo: PereneA cultivar MG13 Braúna, segundo o departamento de Pesquisa e Desenvolvimento, é uma cultivar de Brachiaria brizantha de rápida rebrota, com boa produção de forragem, bem distribuída e boa qualidade nutricional. Apresenta ainda melhor adaptação à seca e ao ve-ranico quando comparada à MG-4.Seu hábito de crescimento mais prostrado proporciona melhor cobertura do solo. Recomenda-se seu uso para as fases de cria, recria e engorda, não recomendada para e-quídeos.Esta cultivar perene apresenta crescimento decumbente, recomendada para solos de média a alta fertilidade com excelente tolerância a solos arenosos, possui intenso perfilhamento e boa relação folha-talo, com perfilhos finos, característica que permite facilidade de manejo e aceitabilidade pelos animais. Isso permite ainda a utilização para produção de feno.Outra aplicação importante da Braúna é a utilização no mercado agrícola para a formação de palhada, devido ao seu crescimento mais prostrado, talos finos e susceptibilidade ao glifosato, semelhante à Brachiaria ruziziensis, podendo ser utilizada também no sistema de integração Lavoura-Pecuária (iLP).
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MG 12 Paredão - MATSUDA

Nome científico: Panicum maximumOrigem: Genética Matsuda Fertilidade do solo: AltaForma de crescimento: Touceira eretaAltura da planta: 1,80 a 2,00 mUtilização: Pastejo direto e silagemDigestibilidade "in vitro": 55 a 59%Palatabilidade: ExcelenteTolerância à seca: AltaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína na matéria seca: 7 a 16%Produção de forragem: 30 a 35 t/ha/ano de MSCiclo vegetativo: PereneCigarrinha das pastagens: Tecnicamente tolerante, devido à antibiose e a presença de joçal na baseA cultivar MG12 Paredão, tem como principal característica a alta produção de forragem, com folhas bastante compridas e largas, quando comparada à Mombaça,. Apresenta rebrota vigorosa, rápida e uniforme, além de boa tolerância à seca, quando comparada a outras cultivares de Panicum existentes no mercado. Outra característica importante é a alta palatibilidade, resultando em altas produções de carne e leite. Durante os anos de testes sob pastejo e de corte, não foi verificado sintomas de ataques nas plantas, e muito menos a presença de ninfas e adultos de cigarrinhas.  A explicação técnica para este fato é a ocorrência de antibiose e a maciça presença de joçal na base das plantas, o que, acredita-se, confere a esta cultivar determinada tolerância ao ataque desse inseto. A presença do joçal também contribui no manejo da forrageira, evitando o superpastejo pelos animais.É recomendada tanto para pastejo direto como para corte, bem como, em face da grande quantidade de folhas, para silagens. 
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Ruziziensis - MATSUDA

Brachiaria ruziziensis cv. Braquiária ruziziensis(RUZIZIENSIS)Nome científico: Brachiaria ruziziensis (R. Germ & Evrard)Cultivar: Braquiária ruziziensis (CIAT 00605, BRA 000281)Fertilidade do solo: Média a altaForma de crescimento: Touceira decumbenteAltura: 1,0 a 1,5mUtilização: Pastejo direto, silagem, fenação e cobertura vegetalDigestibilidade: Boa (50 a 57%)Palatabilidade: ExcelentePrecipitação pluviométrica: Acima de 800 mm anuaisTolerância à seca: BoaTolerância ao frio: BoaTeor de proteína: 8 a 11% na MSProfundidade de plantio: 1 a 2 cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragens: 12 a 15 t/ha/ano de matéria secaCigarrinha das pastagens: Altamente susceptívelConsorciação: Arachis pintoi, Soja perene, Calopogônio e JavaORIGEM         Esta forrageira é nativa do Vale Ruzi no Zaire (Congo) e Burundi. A ruziziensis atualmente está difundida em vários países tropicais. As primeiras sementes vieram de Ruanda, que foram estudadas e disseminadas no Quênia, pelo Institut National pour I'étude Agronomique du Congo Belge (INEAC) em Rubona, nos anos 60, daí se espalhou por todo o continente Africano.         As primeiras sementes que chegaram na Austrália (CPI 30623) vieram em 1961 da ilha de Madagascar, da Estación de Agronomia de Lac Alastra, e foram lançadas com o nome comercial "ruzigrass", no ano de 1966. Provavelmente este tenha sido o caminho percorrido pelas sementes comercializadas no Brasil, as quais vieram da Austrália.CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS        Gramínea perene, rasteira, atingindo até 1,5m de altura, com rizomas curtos. Colmos decumbentes e geniculados com 3 a 4mm de diâmetro e dotado de entrenós curtos. Folhas macias com 6 a 15mm de largura e 10 a 25cm de comprimento, possuindo aspecto aveludado devido a grande quantidade de pêlos nela presente. A inflorescência é uma panícula ereta de 5 a 7 racemos.        Racemos curtos e com fileiras duplas de sementes, ráquilas aladas e bastante largas, tornando-se uma característica que distingue das outras espécies de braquiária. Espiguetas bifloras, sendo a inferior masculina e a superior hermafrodita.    CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS        Forrageira de solos de média a alta fertilidade, requerendo boa drenagem e clima de regiões tropicais. Não resiste à geada e em condições ideais suas sementes germinam e estabelecem muito bem. É bastante palatável e bem aceita pelos animais. Porém deve ter cuidado com o pastejo devido essa boa palatabilidade, que pode comprometer a sua rebrota, principalmente se for sobrepastejada (rapada). A qualidade nutricional de sua forragem é muito boa, apresentando de 8 a 11% de proteína na matéria seca.        A ruziziensis apresenta alta susceptibilidade às cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta  e Zulia entreliana).        Apresenta adaptação climática até 2.000m acima do nível do mar. A temperatura ótima para o crescimento é de 28 a 33oC, sendo afetada por temperaturas baixas e não resistente à geada.UTILIZAÇÃO E MANEJO        A ruziziensis pode ser indicada para bovinos de recria e engorda. Devido a sua qualidade de forragem, além do pastejo direto, pode ser utilizada para prática de fenação. Quando em pastejo direto, deve-se ter muito cuidado, com a altura de pastejo, evitando a sua degradação.        Devido a algumas características, a ruziziensis, deixou de ser utilizada pelos pecuaristas, principalmente a sua susceptibilidade às cigarrinhas e a baixa capacidade de rebrota, principalmente quando sobrepastejada. Porém, devido a grande capacidade de germinação de suas sementes, principalmente em sobresemeadura, ou seja, plantio em área com outros cultivos (exemplo: em área de soja) e sobre uma cobertura vegetal (palhada para plantio direto), as suas sementes tem sido recomendada por vários técnicos em áreas de plantio direto e em áreas de integração lavoura-pecuária. Diversos agricultores tem utilizado as sementes de ruziziensis, em áreas de cultivo de soja, para cobertura vegetal no período de entressafra da cultura e como pasto para o inverno, mesmo antes da colheita do grão, nos meses de fevereiro e março, utilizando o plantio aéreo, com bons resultados.        A forrageira proporciona excelente cobertura do solo, podendo ser utilizado a área como piquete para os animais durante o período de inverno (entressafra da cultura de soja), e em setembro-outubro as plantas de ruziziensis são "queimadas" com um herbicida a base de glifosato, proporcionado uma boa cobertura (palhada) para o plantio de soja novamente. Informações de produtores citam que a produção de grãos, em área de braquiárias, tem apresentado melhores rendimentos do que a produção de grãos em área exclusivamente agrícola (por exemplo: soja plantada em área de soja).QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIO        Para o cálculo da quantidade desta semente no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para Brachiaria sp. abaixo e a fórmula:FATOR  = kg/ha de sementes   VC         As condições de plantio referem-se ao preparo de solo, as condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e fertilizado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há problemas com a infestação de ervas daninhas, etc.        Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário para recomendarmos a quantidade necessária de sementes no plantio, assim como a forma em que será plantada.        Por exemplo: condições médias de plantio, utilizando-se uma plantadeira de milho e sementes com VC de 40%.FATOR = 280 = 7,0 kg/ha de sementes de VC 40%  VC         40        Para as áreas destinadas à integração lavoura-pecuária ou áreas cujo objetivo seja a cobertura vegetal (palhada) com a ruziziensis, a quantidade de sementes a serem utilizadas para o plantio, segue o mesmo padrão anteriormente citado.
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Andropogon - MATSUDA

Andropogon gayanus Kunth cv. Planaltina(ANDROPOGON)Nome científico: Andropogon gayanus KunthCultivar: Planaltina (CIAT621)Registro no MAPA: nº 01711 em 22.04.99Fertilidade do solo: para solos pobres, medianos e de alta fertilidadeForma de crescimento: Touceira cespitosa semi-eretaAltura: Até 1,3m a 1,8mUtilização: Pastejo direto e silagemDigestibilidade: Boa (54,4% "in vitro" - Laredo, 1982)Palatabilidade: BoaPrecipitação pluviométrica: Acima de 700 mm anuaisTolerância à seca: AltaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína: 6 a 9% na MS (matéria seca)Profundidade de plantio: 0,5 a 1,0cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragem: 8 a 14 t/ha/ano de matéria secaSolos úmidos: Baixa tolerânciaConsorciação: Todas as leguminosas, principalmente as trepadeirasCigarrinha-das-pastagens: possui resistência física (pêlos) CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICASO Andropogon gayanus Kunth var. bisquamulatus (Hochst.) Hack. é uma gramínea forrageira de ciclo perene, de porte alto, que forma touceiras e possui excelente adaptação a regiões de secas prolongadas.As folhas possuem coloração verde claro, a maioria pubescentes, a coloração pode sofrer alteração principalmente nas secas tornando violáceo. Os talos são bastante fibrosos (exige-se bom manejo), as plantas atingem altura média de 1,3 a 1,8m, produzem raízes profundas e altamente ramificadas.  ORIGEMEm 1973 o Dr. Bela Grof, pesquisador do CIAT (Centro Internacional de Agricultura Tropical), introduziu na Colômbia sementes deste cultivar, proveniente da Estação Experimental Shika da Nigéria.  Esta planta forrageira é nativa da África Ocidental, onde se encontra distribuída amplamente na maioria das savanas tropicais e sub-tropicais, regiões caracterizadas por secas bastante intensas.Este cultivar foi liberado comercialmente em vários países no mundo conforme o quadro abaixo: CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICASO andropogon possui boa produção de forragem, mesmo em solos de baixa fertilidade, pastejado a cada 5 a 6 semanas (ICA, 1980). A espécie suporta bem as queimadas e devido às características agronômicas da espécie é recomendado, de acordo com as necessidades, um rebaixamento drástico do pasto (sobrepastejo) para eliminação do material fibroso, lignificado e seco, que vai acumulando com o tempo.Este pasto apresenta como principal característica a boa tolerância ao período seco, mantendo boa quantidade de folhas neste período. Além disso, adapta-se a vários tipos de solos, desde os arenosos até os solos cascalhados, os de baixa fertilidade até os mais férteis. UTILIZAÇÃO E MANEJOO andropogon pode ser recomendado para várias categorias e espécies animais. Apresenta mediana qualidade nutricional, principalmente por serem estabelecidas em áreas mais pobres da fazenda, porém se bem manejado apresenta boa produção de forragem para bovinos de cria, recria e engorda.Pode ser pastejado por eqüinos, sendo uma das opções para solos de baixa fertilidade e ácidos.Este cultivar apresenta talos que podem lignificar rapidamente se não forem bem manejadas. Outro cuidado com este cultivar é o seu ciclo muito precoce que faz com que amadureça rapidamente. Por apresentar bom perfilhamento e talos vigorosos, o andropogon deve ser pastejado baixo, diferente de espécies eretas como os Panicum maximum.Recomendamos o pastejo por 1 a 5 dias, com uma alta pressão de pastejo (oferta de forragem/quantidade de animais), podendo ser pastejado até uma altura de 15cm de altura, eliminando assim boa quantidade de talos. O período de descanso varia de acordo com o clima, mas em média é de 25 a 30 dias no período chuvoso e de 30 a 50 dias no período seco (dependendo sempre das condições climáticas). * Experimento realizado nos anos de 1986 e 1987, na Fazenda Cadeado em Rio Brilhante-MS, avaliando ganhos de peso de novilhos nelorados em pastagens de Andropogon gayanus cv. Planaltina e Brachiaria brizantha cv. Marandu.*média ponderada nos períodos                                                                                              Fonte: EMBRAPA, 1989 Este experimento apresenta resultados onde o Marandu (braquiarão) foi superior ao andropogon nas secas. No período chuvoso ocorreu o inverso. Considerando a capacidade de suporte das pastagens, expressa pela carga animal média nos períodos, observa-se que foram relativamente baixas para as espécies utilizadas, especialmente no período seco, quando se mantiveram ao redor de 0,6 UA/ha. Esses dados são o reflexo dos baixos níveis de fertilidade natural verificados na área experimental. QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIOPara o cálculo da quantidade de semente desta cultivar no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para o Andropogon gayanus  e a fórmula abaixo:FATOR  = kg/ha de sementes   VCAs condições de plantio dependem do preparo de solo, das condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e adubado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há infestação de ervas daninhas, etc.Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário ou com o administrador, pois são eles que conhecem melhor a região e a área de plantio, para podermos recomendar a quantidade necessária de sementes, assim como a forma em que será plantada.Por exemplo: condições ruins de plantio, jogando as sementes com a mão, prática muito utilizada em andropogon, e sementes de VC de 15%.FATOR =  240  = 16,0 kg/ha de sementes  VC          15
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Llanero - MATSUDA

Brachiaria humidicola cv. Llanero (ex-dictyoneura)(LLANERO, DICTYONEURA)Nome científico: Brachiaria humidicola (Rendle.) Schweickerdt.Cultivar: Llanero (CIAT 6133, CPAC 3139, BRA 001449)Fertilidade do solo: Baixa a médiaForma de crescimento: Planta estoloníferaAltura: Até 1,0mUtilização: Pastejo direto e fenaçãoDigestibilidade: BoaPalatabilidade: BoaPrecipitação pluviométrica: Acima de 700 mm anuaisTolerância à seca: BoaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína: 4 a 7% na MSProfundidade de plantio: 1 a 2 cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragens: 8 a 10 t/ha/ano de matéria secaCigarrinha das pastagens: ToleranteSolos úmidos: Média tolerânciaConsorciação: Arachis pintoi ,  Puerária e JavaORIGEM Este cultivar foi liberado comercialmente na Colômbia pelo ICA (Instituto Colombiano Agropecuário) em 1987, cujas sementes (CPI 59610) vieram do Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO) da Austrália, que foi introduzido pelo CIAT em 1978 sob o no CIAT 6133.A ex-dictyoneura foi coletado originalmente no Zimbabwe (ex-Zâmbia) em 1971. Atualmente é comercializada em todo o Brasil e na América Latina.CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS Gramínea de ciclo perene, semi-ereta a prostrada, estolonífera e rizomatosa, de 40 a 90cm de altura, estolões compridos de cor púrpura com pilosidade de cor branca, folhas lanceoladas de 4 a 6cm de comprimento e 0,8cm de largura, raízes adventícias superficiais.As folhas são lineares lanceoladas, eretas, glabras, de cor púrpura, com uma das bordas denticuladas. Os talos e as nervuras das folhas são verdes com manchas púrpuras. A inflorescência é uma panícula com três ou quatro racemos de 4 a 6cm de comprimento, cada um com 10 a 22 espiguetas alternas, sobre uma raque de cor púrpura  verde em forma de ziguezague.CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS Adapta-se bem a solos ácidos e de baixa fertilidade, é tolerante a seca e se recupera bem depois de queimadas. Tem boa tolerância a cigarrinha-das-pastagens, boa capacidade de rebrota e boa palatabilidade. Ataques esporádicos de cigarrinha podem ocorrer, principalmente em áreas manejadas com baixas lotações de animais, sendo que a pastagem normalmente se recupera satisfatoriamente.  As sementes deste cultivar apresentam dormência, chegando, inclusive, a até um ano depois de colhidas. Recomenda-se deixar a semente exposta, durante pelo menos um dia todo, espalhado a pleno sol sobre uma lona preta ou um terreiro, remexendo a cada hora com os pés, para que o aquecimento seja uniforme. Este aquecimento da semente, que pode alcançar até 50oC, auxilia na quebra da dormência.   A dormência pode acarretar problemas durante o estabelecimento da pastagem, pois como a semente demora a germinar (mesmo em condições normais de temperatura, luminosidade e umidade), sementes de ervas daninhas e a vegetação nativa germinam primeiro e "domina" a área de plantio. Isto provoca o sombreamento do solo que não recebe mais luz e se torna frio, afetando ainda mais a germinação das sementes da dictyoneura. Se isto ocorrer deve proceder a roçada da área.A recomendação para evitar este problema, além do aquecimento das sementes de dictyoneura, é semeá-la associada, com 15% da dosagem normal, com ruziziensis ou outra braquiária. Outra opção é misturar com 5kg/ha (no máximo) de sementes de milheto. Este cultivar pode ser consorciado com Pueraria phaseoloides , Macrotyloma axillare (Java) e Arachis pintoi.UTILIZAÇÃO E MANEJO        O valor nutritivo do cultivar Llanero pode ser considerado como moderado a pobre (4 a 7% de Proteína). Em pastagens associadas com Arachis pintoi, foram obtidos ganhos de peso vivo por animal por ano de 124 a 183 kg e ganhos por hectare variando de 267 a 540 kg de peso vivo.        No desenvolvimento inicial deste pasto, assim como a humidícola, o primeiro pastejo deve ser efetuado de forma suave para estimular o perfilhamento e o enraizamento dos estolões. A dictyoneura sofre do mesmo problema que a humidícola e perde a qualidade nutricional mais rapidamente que outras braquiárias se deixarmos ela amadurecer. Recomendamos utilizar altas cargas animais ou maior freqüência de pastejo, pois desta maneira os animais patejam uma forragem mais tenra e de melhor qualidade nutricional e de melhor digestibilidade.         Em solos ácidos, arenosos e pobres em fertilidade, este cultivar é uma das melhores opções de pastagem para eqüinos, ovinos e caprinos.        QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIO         Para o cálculo da quantidade desta semente no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para Brachiaria sp. abaixo e a fórmula:FATOR  = kg/ha de sementes   VC  As condições de plantio referem-se ao preparo de solo, as condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e fertilizado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há problemas com a infestação de ervas daninhas, etc.Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário ou o administrador, pois são estas pessoas que conhecem melhor a região, para recomendarmos a quantidade necessária de sementes no plantio, assim como a forma em que será plantada. Por exemplo: condições médias de plantio, utilizando-se uma distribuidora de calcário e sementes com VC de 25%.FATOR =  340  = 13,6 kg/ha de sementes de VC 25%  VC          25
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Brachiaria Marandu - MATSUDA

Brachiaria brizantha cv. Marandu (BRIZANTÃO, BRAQUIARÃO)Nome científico: Brachiaria brizantha (Hochst.) Stapf.Cultivar: Marandu (CIAT 6294 - IRI 822 - BRA 000591)Registro no MAPA: nº 02250 em 10.05.99Fertilidade do solo: Média a altaForma de crescimento: Touceira semi-eretaAltura: 1,0 a 1,5mUtilização: Pastejo direto, silagem e fenaçãoDigestibilidade: BoaPalatabilidade: BoaPrecipitação pluviométrica: Acima de 800 mm anuaisTolerância à seca: MédiaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína: 11% na MSProfundidade de plantio: 1 a 2 cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragens: 10 a 14 t/ha/ano de matéria seca (MS)Cigarrinha das pastagens: ResistenteFormigas cortadeiras: ResistenteRestrição: não tolera solos encharcados e de má drenagemConsorciação: Arachis pintoi, Soja perene, Calopogônio e Java CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICASPlanta cespitosa e muito robusta, de 1,5 a 2,0 m de altura, com colmos iniciais prostrados, mas produzindo afilhos predominantemente eretos. Possui rizomas muito curtos e encurvados. Os colmos floríferos são eretos, freqüentemente com afilhamento nos nós superiores, que leva a proliferação de inflorescências, especialmente sob regime de corte e pastejo. Bainhas pilosas e com cílios nas margens, geralmente mais longas que os entre nós, escondendo os nós, o que confere a impressão de haver densa pilosidade nos colmos vegetativos.As lâminas foliares são lineares lanceoladas, esparsamente pilosas na face ventral e glabras na face dorsal. Inflorescência de até 40 cm de comprimento, geralmente com 4 a 6 racemos, bastante eqüidistantes ao longo do eixo, medindo de 7 a 10 cm de comprimento, mas podendo alcançar 20 cm nas plantas muito vigorosas. Espiguetas unisseriadas ao longo da raque, oblongas a elíptico-oblongas, com 5,0 a 5,5 mm de comprimento por 2,0 a 2,5 mm de largura, esparsamente pilosas no ápice. ORIGEMA cultivar Marandu tem origem na África Tropical, foi liberado comercialmente no Brasil pela EMBRAPA em 1984, e sua origem foi o germoplasma introduzido na região de Ibirarema-SP, proveniente da Estação Experimental de Pastagem de Zimbabwe, em Marondera - África.O nome Marandu significa "novidade". CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICASEsta gramínea se desenvolve bem em condições tropicais, desde o nível do mar até 2.000 m de altitude, em regiões com boa precipitação pluvial anual superior a 700 mm e cerca de 5 meses de seca. Adapta-se bem a solos de média a alta fertilidade. Textura média ou arenosa é a mais adequada para este cultivar, que não tolera solos argilosos e siltosos. Apresenta média proteção ao solo, podendo ser indicada para áreas de relevo plano a ondulado. O cultivar Marandu tem boa tolerância ao sombreamento, ao fogo e a seca. Não tolera solos encharcados e é suscetível a geadas. Este cultivar tem boa resposta à adubação e as consorciações podem ser feitas com Arachis pintoi, estilosantes, calopogônio, soja perene, java e puerária.Este cultivar tem também como característica a alelopatia, que é a produção de substâncias, que quando liberadas no ambiente, pode afetar o desenvolvimento de outras plantas.Em regiões com problemas de formigas cortadeiras, a Marandu é uma das boas opções de plantio, uma vez que as formigas não atacam esta planta e são eliminadas por inanição. Outra importante característica desta cultivar é a sua resistência a cigarrinha-das-pastagens (Zulia entreriana e Deois flavopicta). Existem informações, principalmente no norte do Brasil, que a cigarrinha do gênero Mahanarva está atacando este cultivar e este tem se mostrado susceptível.Em média, um grama de sementes contém cerca de 120 sementes puras e viáveis e no plantio as sementes devem ser incorporadas a 1,0 a 2,0 cm de profundidade. UTILIZAÇÃO E MANEJOUtilizada para pastejo direto pelos animais, silagem e fenação, sendo indicada para cria e engorda de bovinos, não é aceita por eqüinos, ovinos e caprinos. Recomendamos o uso do Marandu em pastagens rotacionados ou em piquetes pequenos, onde o pasto possa ser vedado para sua recuperação após o uso.Em caso de novo estabelecimento, a área pode ser pastejada cerca de 90 dias depois da germinação das sementes, dependendo sempre das condições climáticas.No pastejo rotacionado os piquetes devem ficar entre 30 a 35 dias em descanso durante o período chuvoso e quente do ano, com 1 a 5 dias de utilização. Na seca e frio o tempo de descanso da área é bem maior. Em caso de pastejo contínuo a altura mínima de pastejo é cerca de 20 a 25cm, altura esta em que, a quantidade de talos  é maior  do que a quantidade de folhas. QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIOPara o cálculo da quantidade desta semente no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para Brachiaria sp. abaixo e a fórmula:FATOR  = kg/ha de sementes   VCAs condições de plantio referem-se ao preparo de solo, as condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e fertilizado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há problemas com a infestação de ervas daninhas, etc.Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário para recomendarmos a quantidade necessária de sementes no plantio, assim como a forma em que será plantada.Por exemplo: condições ideais de plantio, utilizando-se uma distribuidora de calcário e sementes com VC de 40%.FATOR = 300 = 7,5 kg/ha de sementes de VC 40%   VC         40
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Tanzânia - Panicum maximum cv. Tanzânia - I - MATSUDA

Panicum maximum cv. Tanzânia - I(TANZÂNIA)Nome científico: Panicum maximum Jacq.Cultivar: Tanzânia-I (ORSTOM T 58; BRA 007218)Fertilidade do solo: AltaForma de crescimento: Touceira cespitosaAltura: Até 1,6mUtilização: Pastejo direto, silagem e fenaçãoDigestibilidade: ExcelentePalatabilidade: ExcelentePrecipitação pluviométrica: Acima de 800 mm anuaisTolerância à seca: MédiaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína: 12 a 16% na MSProfundidade de plantio: 0,5 a 1,0cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragens: 20 a 26 t/ha/ano de matéria secaConsorciação: Todas as leguminosas, principalmente as trepadeirasORIGEM        Cultivar introduzido no Brasil pela EMBRAPA, coletado em 1969 em Korogwe-Tanzânia (África) pelo ORSTOM (Institut Français de Recherche Scientifique pour le Developpement em Coopération) em 1969.        Foi avaliado além do Brasil, no México, Cuba e Colômbia. CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS        É uma planta cespitosa de ciclo anual, com altura média de 1,3m, folha decumbente com largura média de 2,6cm. Lâminas e bainhas são glabras, sem cerosidade. Os colmos são levemente arroxeados. As inflorescências são do tipo panícula, com ramificações primárias longas, e secundárias longas apenas na base. As espiguetas são arroxeadas, glabras e uniformemente distribuídas. O verticilo é glabro.CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS        É um cultivar de porte médio, atingindo 1,30m de altura e mesmo apresentando colmos velhos, não é rejeitada pelos animais, o que normalmente acontece com touceiras de Colonião e Tobiatã.        A produção forrageira deste acesso foi de 133t/ha/ano de matéria verde e 26 t/ha/ano de matéria seca foliar, chegando a produzir três vezes mais que o "Colonião" na seca (10,5% da produção anual). Sua produção no nível baixo de fertilidade do solo correspondeu a 80% do nível alto.        A planta apresentou durante o experimento 80% de folhas no ano, 82,7% na seca e 12,7% e 9,1% de proteína bruta nas folhas e colmos, respectivamente.UTILIZAÇÃO E MANEJO        O Tanzânia-I é uma planta exigente em fósforo (P) e potássio (K), principalmente na fase de implantação. Por ser planta exigente em fertilidade, recomendamos o monitoramento da fertilidade através de análise, principalmente a aplicação de nitrogênio em cobertura para manutenção da produtividade forrageira.        Em experimento de três anos de pastejo, ela foi superior aos cultivares Tobiatã e Colonião, tanto em ganho por animal quanto em ganho por área. O ganho diário por cabeça foi, em média, 720 g nas águas e 240 g na seca.  Solo LVE - distrófico, fase cerradão e textura argilosa, com uma adubação mínima no estabelecimento com fósforo             Em área corrigida e adubada, tem mostrado boa aceitabilidade pelos bezerros, com ganhos de peso superiores aos obtidos na Brachiaria brizantha cv. Marandu. Os melhores resultados são obtidos em pastagens rotacionados, com 1 a 5 dias de pastejo e 25 a 30 dias de descanso, durante o período chuvoso e 45 a 50 dias no inverno. Em diversos experimentos a taxa de lotação ultrapassou a 4,0 U.A.*/ha. Pode ser utilizada por bovinos em fase de engorda e cria. Pode ser consumida por eqüinos e ovinos.* U.A. = 450kg de peso vivoQUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIO        Para o cálculo da quantidade desta semente no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para Panicum maximum abaixo e a fórmula:FATOR  = kg/ha de sementes  VC         As condições de plantio referem-se ao preparo de solo, as condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e fertilizado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há problemas com a infestação de ervas daninhas, etc.        Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário ou o administrador, pois são estas pessoas que conhecem melhor a região, para recomendarmos a quantidade necessária de sementes no plantio, assim como a forma em que será plantada. Por exemplo: condições médias de plantio, utilizando-se uma distribuidora de calcário e sementes com VC de 25%.FATOR =  220  = 8,8 kg/ha de sementes de VC 25%  VC          25
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Mombaça - Panicum maximum cv. Mombaça - MATSUDA

Panicum maximum cv. Mombaça(MOMBAÇA)Nome científico: Panicum maximum Jacq.Cultivar: Mombaça (ORSTOM K190A; BRA 006645)Fertilidade do solo: AltaForma de crescimento: Touceira cespitosaAltura: Até 1,6mUtilização: Pastejo direto, silagem e fenaçãoDigestibilidade: ExcelentePalatabilidade: ExcelentePrecipitação pluviométrica: Acima de 800 mm anuaisTolerância à seca: MédiaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína: 12 a 16% na MSProfundidade de plantio: 0,5 a 1,0cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragens: 20 a 28 t/ha/ano de matéria seca (MS)Solos úmidos: Baixa tolerânciaConsorciação: Todas as leguminosas, principalmente as trepadeirasORIGEM        Cultivar introduzido no Brasil pela EMBRAPA, coletado em 1967 próximo a Korogwe na Tanzânia (África), pelo ORSTOM (Institut Français de Recherche Scientifique pour le Developpement em Coopération), em 1969.        Foi avaliado além do Brasil, no México, Cuba e Colômbia.CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS        É uma planta cespitosa de ciclo anual, com altura média de 1,65m, folhas quebradiças, com largura média de 3,0cm e sem cerosidade. As lâminas apresentam poucos pêlos, duros e curtos, principalmente na face superior. As bainhas são glabras. Os colmos são levemente arroxeados. A inflorescência é uma panícula, com ramificações primárias longas e secundárias longas apenas na base. As espiguetas são glabras e uniformemente distribuídas, de coloração arroxeada em aproximadamente 1/3 da superfície externa. O verticilo normalmente apresenta micropilosidade.CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS        Com relação à acidez e a fertilidade do solo, é exigente igual aos outros cultivares de Panicum maximum, no entanto, tem apresentado maior eficiência na utilização do fósforo do solo que os demais cultivares. Assim, para o mesmo teor de P extraível, o Mombaça tem apresentado maiores produções de matéria seca total e de folhas. Após dois anos, em solo de cerrado adubado, em condições de pastejo, quando comparada ao Tobiatã, além de proporcionar maior lotação, apresentou maiores produções de matéria seca e teores mais elevados de fósforo nas folhas.        Em um grama de sementes de Mombaça, existem aproximadamente 770 sementes puras, a mesma quantidade que o Colonião.        O Mombaça produziu 33 t/ha/ano de matéria seca foliar em parcelas sob cortes manuais, ou seja, 130% e 28% a mais que o Colonião e Tanzânia I, respectivamente. Apresentou menor estacionalidade de produção que o Colonião; enquanto o Mombaça e Tanzânia I produziram, na seca, 11% do total anual, a cv. Colonião produziu apenas 3%. O cultivar Mombaça apresentou também uma alta porcentagem de folhas (82%), semelhante à Tanzânia I (80%), porém muito mais elevada que o Colonião (62%). Os teores de proteína bruta nas folhas e nos colmos foram de 13,3% e 9,7%, respectivamente, e sem grandes variações ao longo do ano.        Com relação à cigarrinha, houve uma superioridade com relação ao cv. Tobiatã, mas inferior ao cv. Tanzânia, tendo, portanto, média resistência à cigarrinha.        Em três anos sob um sistema de pastejo flexível, o Mombaça e Tobiatã tiveram 14 dias de pastejo e 60 dias de descanso, durante o período seco. Durante as águas, no entanto, o Tobiatã possibilitou 12 dias de pastejo e 37 de descanso, enquanto que a Mombaça, 14 dias de pastejo e 35 dias de descanso. Estes resultados propiciaram estimativas da capacidade de suporte de 2,3 U.A. para a Mombaça e 2,0 U.A. para o Tobiatã.Esta diferença deve-se à maior porcentagem de folhas apresentadas pela Mombaça, que foi em média, durante o ano de 47% e para o Tobiatã de 38%.UTILIZAÇÃO E MANEJO                Recomendado para bovinos em fase de engorda e produção leiteira. Pode ser consumida por eqüinos e ovinos. O Mombaça por apresentar talos mais grossos que o Tanzânia, deve ser pastejado sempre verde. Se os animais forem colocados em pastagens, maduros e passados de Mombaça, irão refugar estes talos grossos e lignificados, acarretando um "envaretamento" das plantas e como conseqüência o início do processo de degradação da pastagem.        O Mombaça é uma forrageira que deve ser intensamente explorada durante o período chuvoso, época em que o crescimento é mais intenso e a qualidade nutricional também é maior. A distribuição da forragem produzida durante o ano, é mais bem distribuída nesta pastagem, que apresenta período de florescimento também mais tardio que os demais Panicum maximum.        No período chuvoso a quantidade de dias para a recuperação deste pasto após o pastejo deve ser de no máximo 30 dias.QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIO        Para o cálculo da quantidade desta semente no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para Panicum maximum  abaixo e a fórmula:FATOR  = kg/ha de sementes   VC        As condições de plantio referem-se ao preparo de solo, as condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e fertilizado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há problemas com a infestação de ervas daninhas, etc.        Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário ou o administrador, pois são estas pessoas que conhecem melhor a região, para recomendarmos a quantidade necessária de sementes no plantio, assim como a forma em que será plantada. Por exemplo: condições médias de plantio, utilizando-se uma distribuidora de calcário e sementes com VC de 25%.FATOR =  220  = 8,8 kg/ha de sementes de VC 25%  VC          25
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MG 4 - Brachiaria brizantha cv. MG-4 - MATSUDA

Brachiaria brizantha cv. MG-4 (MG-4)Nome científico: Brachiaria brizantha (Hochst.) Stapf.Cultivar: MG-4 (CIAT 26646)Fertilidade do solo: Média a baixaForma de crescimento: Touceira decumbenteAltura: 1,0 a 1,5mUtilização: Pastejo direto, silagem e fenaçãoDigestibilidade: BoaPalatabilidade: BoaPrecipitação pluviométrica: Acima de 800 mm anuaisTolerância à seca: BoaTolerância ao frio: BoaTeor de proteína: 9 a 11% na MSProfundidade de plantio: 1 a 2 cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragens: 10 a 12 t/ha/ano de matéria secaCigarrinha das pastagens: Média resistênciaConsorciação: Arachis pintoi, Puerária, Calopogônio e JavaORIGEM  Cultivar liberado comercialmente em 1994 pela Matsuda e é utilizada em todo o Brasil e em diversos países latino americano. Este cultivar é o resultado de seleção realizada pela empresa, que tinha como objetivo, obter um cultivar de brizantha para solos ácidos, arenosos e de menor fertilidade.Este acesso foi introduzido da Austrália em 1975 e foi estabelecido inicialmente na região de Presidente Prudente-SP em pequenas áreas de pastagens, onde se destacou por sua produtividade, resistência à seca e capacidade de rebrota após o pastejo. A partir de 1988 se iniciaram os trabalhos sistemáticos de pesquisa com este genótipo, visando a sua liberação comercial.CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS  Gramínea de touceira vigorosa, com altura de 1,0 a 1,5m, apresenta rizomas horizontais curtos, duros e curvos, cobertos de escamas glabras de cor amarela ou arroxeada.Produz grande quantidade de raízes profundas de cor branca amarelada e de consistência branda. Os talos são vigorosos, eretos ou semi-eretos, com escassa ramificação e de cor verde intenso. Os nós são proeminentes, glabros, de cor verde ou amarelo pálido e escasso enraizamento. As folhas são glabras, geralmente mais curtas que os entre-nós, de cor verde intenso e de coloração arroxeada no extremo inferior. A lígula apresenta uma borda ciliada de cor branca, de aproximadamente 2mm de comprimento.As folhas são linear-lanceoladas, arredondadas na base e em forma de quilha, de 16 a 40 cm de comprimento e 10 a 20 mm de largura e de cor verde intenso a claro; são glabras, com margens denticuladas e de cor arroxeada e branca. As nervuras são numerosas e finas, sendo a central de cor clara. Os entrenós são aplanados, de cor verde intenso e arroxeado no extremo superior.A inflorescência é uma panícula racemosa de 10 a 20 cm de longitude com 2 racemos unilaterais retos, em forma de espiga. Os racemos unilaterais são de 4 a 10 cm de comprimento. A raque é estriada de cor arroxeada e verde, com cílios laterais de 2 a 4 mm de comprimento. As espiguetas são oblongas ou oblongo-elípticas de aproximadamente 6 mm de comprimento e 2,0 a 2,5 mm de largura, com pilosidade branca no ápice: as pontas geralmente são de coloração arroxeada.O cultivar MG-4 pode ser diferenciada facilmente da cultivar Marandu pela associação obrigatória das seguintes características:- Ausência de pêlos na porção apical dos entrenós;- Bainhas glabras com margem denticuladas de coloração arroxeada e verde- Raque estriada de coloração arroxeada e verde.    CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS             A MG-4 se adapta a regiões tropicais, desde o nível do mar até 1.800 m de altitude e regiões com precipitação anuais superior a 800 mm. Este cultivar apresentou bom comportamento em solos ácidos e de baixa fertilidade, de textura arenosa ou argilosa. Tolera seca prolongada, tem boa recuperação após a queimada e excelente capacidade de rebrota. Não tolera solos encharcados e "queima" com a geada, recuperando em seguida.Em média, um grama de sementes contem cerca de 120 sementes puras e viáveis e a profundidade de plantio destas sementes é cerca de 1 a 2 cm.  UTILIZAÇÃO E MANEJO              Pode-se utilizar para pastejo direto e fenação, recomendado para animais de cria, recria e engorda. O manejo da MG-4 em áreas de pastejo rotacionado, deverá ocorrer a cada 25 a 30 dias no máximo, durante a estação chuvosa e quente e de 45 a 50 dias no inverno (frio e seco), em ambos os casos de 1 a 5 dias de pastejo. Em patejo contínuo procurar manter a vegetação com porte mínimo de 15 a 20 cm.Este cultivar foi analisado em diversas condições de pastoreio, em diferentes tipos de manejo e com diferentes categorias animais. Em animais de cria e recria, nas diferentes épocas do ano, não se observaram quaisquer sintomas de intoxicação, mesmo quando a pastagem foi utilizada por longos períodos com animais jovens e vacas em lactação/gestação.Não foi observado também, qualquer tipo de sintomas referente a fotossensibilização, provocada pelo fungo Pithomyces chartarum.           Em condições de engorda, o desempenho da MG-4 foi considerado bastante adequado, proporcionando ganhos de peso e lotações satisfatórias comparáveis aos rendimentos da decumbens.Quadro I - Comparação da produção de forragem (matéria seca) por hectare no ano, entre Brachiaria brizantha cv MG-4 e B. decumbens cv. Basilisk, em cortes realizados a 5cm da superfície do solo, em período espaçado de 60 dias durante o verão e de 90 dias no inverno, totalizando em média 5 cortes/ano.   Este experimento foi realizado na Fazenda MG, em Mirante do Paranapanema-SP, em parcelas de 5.000m2, a bordadura foi eliminada, avaliando-se somente a parte central da parcela.Quadro II - Desempenho animal observado em pastejo contínuo, em áreas de MG-4, analisando ganho de peso durante o período chuvoso e o período seco. QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIO           Para o cálculo da quantidade desta semente no plantio recomendamos o uso do quadro de Fatores para Brachiaria sp. abaixo e a fórmula:FATOR  = kg/ha de sementes   VC            As condições de plantio referem-se ao preparo de solo, as condições climáticas da região (chuva, temperatura do solo e luminosidade), se o solo foi corrigido (calagem) e fertilizado, se há problemas com insetos (formigas, cupins, grilos, gafanhotos, lagartas, cigarrinhas, etc), se há problemas com a infestação de ervas daninhas, etc.        Estas informações deverão ser obtidas com o proprietário para recomendarmos a quantidade necessária de sementes no plantio, assim como a forma em que será plantada.        Por exemplo: condições médias de plantio, utilizando-se uma plantadeira de milho e sementes com VC de 40%.FATOR = 280 = 7,0 kg/ha de sementes de VC 40%   VC         40
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Gramíneas em alvares machado-SP
Detalhes sobre a cidade de Álvares Machado

O fundador de Álvares Machado, Manuel Francisco de Oliveira, natural de Alfenas, em 1919 chegou ao local denominado Brejão, próximo ao córrego do Leite, adquirindo as terras de propriedade da viúva de Manuel Pereira Goulart, na Fazenda Pirapó. Lá construiu sua casa e um estabelecimento comercial, que passou a atrair outros moradores para o local.

No mesmo ano os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana atingiram a região, Manoel diante do interesse dos povoadores, loteou as terras em 1921. O governo do estado alterou o nome da estação ferroviária de Brejão para Álvares Machado, em homenagem a Francisco Álvares Machado e Vasconcelos. O transporte ferroviário, aliado à fertilidade das terras, foram os fatores de desenvolvimento do núcleo que passou a Distrito de Paz em 26 de dezembro de 1927.


Cultura
Eventos

Dia da Independência Nacional e no dia da fundação do município, acontecem desfiles, onde alunos de escolas e academias, entre outros, desfilam pela Avenida das Américas, a principal da cidade, com fantasias e faixas.

Undo-kay - Em junho em homenagem ao imperador japonês.Shokon-say - Realizada no 2º domingo de julho, no cemitério japonês, desde 1920, em homenagem aos mortos.Festa do Asilo - No mês de julho, desde 1980. Toda renda é destinada ao Asilo São Vicente de Paulo.Torneio nacional de karatê Wadoryu - Realizado em julho no ginásio municipal de esportes.Semana da Criança - Realizada anualmente no mês de outubro, desde 1989, oferecendo lazer a todas as crianças do município.Semana do município - Realizada na última semana do mês de novembro, desde 1989. São desenvolvidas nesta semana :

- Exposição de artes; desfiles com todas as entidades do município e fanfarras das cidades vizinhas; shows musicais; Concurso de fanfarras; Gincanas esportivas e culturais.

Clube Costa & Cia Lazer - Motocross finais de semana, rota de ciclistas, aeromodelistas, e som automotivo.Pontos TurísticosCemitério JaponêsMuseu do Padre Monsenhor NakamuraPraça Getúlio VargasPraça da BandeiraPraça da Igreja Matriz (atualmente - 2009/2010) em ampliaçãoSantuário Morada de DeusHotel Resort Campo BeloAFRESP - Associação dos Funcionários da Receita do Estado de São PauloPraça do SolClube Luso-BrasileiroClube de Motocross e Aeromodelismo Costa & Cia Lazer
Geografia
HidrografiaRio Santo Anastácio

Diversos córregos: do Limoeiro; São Geraldo; do Macaco; do Matadouro; da Paca; do Brejão; Ouro Verde; e Pirapózinho.

Transporte

Linha de ônibus Jandaia, intermunicipal, que liga às cidades limítrofes e a seus distritos.

RodoviasSP-270 - Raposo TavaresSP-501 - Julio BudiskiEstrutura

Saneamento Básico (SABESP)



Mais detalhes sobre Álvares Machado
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