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 Leguminosas por estado

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Leguminosas em Adamantina Leguminosas em Adolfo Leguminosas em Aguaí Leguminosas em Águas da Prata Leguminosas em Águas de Lindóia Leguminosas em Águas de Santa Bárbara Leguminosas em Águas de São Pedro Leguminosas em Agudos Leguminosas em Alambari Leguminosas em Alfredo Marcondes Leguminosas em Altair Leguminosas em Altinópolis Leguminosas em Alto Alegre Leguminosas em Alumínio Leguminosas em Álvares Florence Leguminosas em Álvares Machado Leguminosas em Álvaro de Carvalho Leguminosas em Alvinlândia Leguminosas em Americana Leguminosas em Américo Brasiliense Leguminosas em Américo de Campos Leguminosas em Amparo Leguminosas em Analândia Leguminosas em Andradina Leguminosas em Angatuba Leguminosas em Anhembi Leguminosas em Anhumas Leguminosas em Aparecida Leguminosas em Aparecida d`Oeste Leguminosas em Apiaí Leguminosas em Araçariguama Leguminosas em Araçatuba Leguminosas em Araçoiaba da Serra Leguminosas em Aramina Leguminosas em Arandu Leguminosas em Arapeí Leguminosas em Araraquara Leguminosas em Araras Leguminosas em Arco-Íris Leguminosas em Arealva Leguminosas em Areias Leguminosas em Areiópolis Leguminosas em Ariranha Leguminosas em Artur Nogueira Leguminosas em Arujá Leguminosas em Aspásia Leguminosas em Assis Leguminosas em Atibaia Leguminosas em Auriflama Leguminosas em Avaí Leguminosas em Avanhandava Leguminosas em Avaré Leguminosas em Bady Bassitt Leguminosas em Balbinos Leguminosas em Bálsamo Leguminosas em Bananal Leguminosas em Barão de Antonina Leguminosas em Barbosa Leguminosas em Bariri Leguminosas em Barra Bonita Leguminosas em Barra do Chapéu Leguminosas em Barra do Turvo Leguminosas em Barretos Leguminosas em Barrinha Leguminosas em Barueri Leguminosas em Bastos Leguminosas em Batatais Leguminosas em Bauru Leguminosas em Bebedouro Leguminosas em Bento de Abreu Leguminosas em Bernardino de Campos Leguminosas em Bertioga Leguminosas em Bilac Leguminosas em Birigui Leguminosas em Biritiba-Mirim Leguminosas em Boa Esperança do Sul Leguminosas em Bocaina Leguminosas em Bofete Leguminosas em Boituva Leguminosas em Bom Jesus dos Perdões Leguminosas em Bom Sucesso de Itararé Leguminosas em Borá Leguminosas em Boracéia Leguminosas em Borborema Leguminosas em Borebi Leguminosas em Botucatu Leguminosas em Bragança Paulista Leguminosas em Braúna Leguminosas em Brejo Alegre Leguminosas em Brodowski Leguminosas em Brotas Leguminosas em Buri Leguminosas em Buritama Leguminosas em Buritizal Leguminosas em Cabrália Paulista Leguminosas em Cabreúva Leguminosas em Caçapava Leguminosas em Cachoeira Paulista Leguminosas em Caconde Leguminosas em Cafelândia Leguminosas em Caiabu Leguminosas em Caieiras Leguminosas em Caiuá Leguminosas em Cajamar Leguminosas em Cajati Leguminosas em Cajobi Leguminosas em Cajuru Leguminosas em Campina do Monte Alegre Leguminosas em Campinas Leguminosas em Campo Limpo Paulista Leguminosas em Campos do Jordão Leguminosas em Campos Novos Paulista Leguminosas em Cananéia Leguminosas em Canas Leguminosas em Cândido Mota Leguminosas em Cândido Rodrigues Leguminosas em Canitar Leguminosas em Capão Bonito Leguminosas em Capela do Alto Leguminosas em Capivari Leguminosas em Caraguatatuba Leguminosas em Carapicuíba Leguminosas em Cardoso Leguminosas em Casa Branca Leguminosas em Cássia dos Coqueiros Leguminosas em Castilho Leguminosas em Catanduva Leguminosas em Catiguá Leguminosas em Cedral Leguminosas em Cerqueira César Leguminosas em Cerquilho Leguminosas em Cesário Lange Leguminosas em Charqueada Leguminosas em Chavantes Leguminosas em Clementina Leguminosas em Colina Leguminosas em Colômbia Leguminosas em Conchal Leguminosas em Conchas Leguminosas em Cordeirópolis Leguminosas em Coroados Leguminosas em Coronel Macedo Leguminosas em Corumbataí Leguminosas em Cosmópolis Leguminosas em Cosmorama Leguminosas em Cotia Leguminosas em Cravinhos Leguminosas em Cristais Paulista Leguminosas em Cruzália Leguminosas em Cruzeiro Leguminosas em Cubatão Leguminosas em Cunha Leguminosas em Descalvado Leguminosas em Diadema Leguminosas em Dirce Reis Leguminosas em Divinolândia Leguminosas em Dobrada Leguminosas em Dois Córregos Leguminosas em Dolcinópolis Leguminosas em Dourado Leguminosas em Dracena Leguminosas em Duartina Leguminosas em Dumont Leguminosas em Echaporã Leguminosas em Eldorado Leguminosas em Elias Fausto Leguminosas em Elisiário Leguminosas em Embaúba Leguminosas em Embu Leguminosas em Embu-Guaçu Leguminosas em Emilianópolis Leguminosas em Engenheiro Coelho Leguminosas em Espírito Santo do Pinhal Leguminosas em Espírito Santo do Turvo Leguminosas em Estiva Gerbi Leguminosas em Estrela d`Oeste Leguminosas em Estrela do Norte Leguminosas em Euclides da Cunha Paulista Leguminosas em Fartura Leguminosas em Fernando Prestes Leguminosas em Fernandópolis Leguminosas em Fernão Leguminosas em Ferraz de Vasconcelos Leguminosas em Flora Rica Leguminosas em Floreal Leguminosas em Florínia Leguminosas em Flórida Paulista Leguminosas em Franca Leguminosas em Francisco Morato Leguminosas em Franco da Rocha Leguminosas em Gabriel Monteiro Leguminosas em Gália Leguminosas em Garça Leguminosas em Gastão Vidigal Leguminosas em Gavião Peixoto Leguminosas em General Salgado Leguminosas em Getulina Leguminosas em Glicério Leguminosas em Guaiçara Leguminosas em Guaimbê Leguminosas em Guaíra Leguminosas em Guapiaçu Leguminosas em Guapiara Leguminosas em Guará Leguminosas em Guaraçaí Leguminosas em Guaraci Leguminosas em Guarani d`Oeste Leguminosas em Guarantã Leguminosas em Guararapes Leguminosas em Guararema Leguminosas em Guaratinguetá Leguminosas em Guareí Leguminosas em Guariba Leguminosas em Guarujá Leguminosas em Guarulhos Leguminosas em Guatapará Leguminosas em Guzolândia Leguminosas em Herculândia Leguminosas em Holambra Leguminosas em Hortolândia Leguminosas em Iacanga Leguminosas em Iacri Leguminosas em Iaras Leguminosas em Ibaté Leguminosas em Ibirá Leguminosas em Ibirarema Leguminosas em Ibitinga Leguminosas em Ibiúna Leguminosas em Icém Leguminosas em Iepê Leguminosas em Igaraçu do Tietê Leguminosas em Igarapava Leguminosas em Igaratá Leguminosas em Iguape Leguminosas em Ilha Comprida Leguminosas em Ilha Solteira Leguminosas em Ilhabela Leguminosas em Indaiatuba Leguminosas em Indiana Leguminosas em Indiaporã Leguminosas em Inúbia Paulista Leguminosas em Ipaussu Leguminosas em Iperó Leguminosas em Ipeúna Leguminosas em Ipiguá Leguminosas em Iporanga Leguminosas em Ipuã Leguminosas em Iracemápolis Leguminosas em Irapuã Leguminosas em Irapuru Leguminosas em Itaberá Leguminosas em Itaí Leguminosas em Itajobi Leguminosas em Itaju Leguminosas em Itanhaém Leguminosas em Itaóca Leguminosas em Itapecerica da Serra Leguminosas em Itapetininga Leguminosas em Itapeva Leguminosas em Itapevi Leguminosas em Itapira Leguminosas em Itapirapuã Paulista Leguminosas em Itápolis Leguminosas em Itaporanga Leguminosas em Itapuí Leguminosas em Itapura Leguminosas em Itaquaquecetuba Leguminosas em Itararé Leguminosas em Itariri Leguminosas em Itatiba Leguminosas em Itatinga Leguminosas em Itirapina Leguminosas em Itirapuã Leguminosas em Itobi Leguminosas em Itu Leguminosas em Itupeva Leguminosas em Ituverava Leguminosas em Jaborandi Leguminosas em Jaboticabal Leguminosas em Jacareí Leguminosas em Jaci Leguminosas em Jacupiranga Leguminosas em Jaguariúna Leguminosas em Jales Leguminosas em Jambeiro Leguminosas em Jandira Leguminosas em Jardinópolis Leguminosas em Jarinu Leguminosas em Jaú Leguminosas em Jeriquara Leguminosas em Joanópolis Leguminosas em João Ramalho Leguminosas em José Bonifácio Leguminosas em Júlio Mesquita Leguminosas em Jumirim Leguminosas em Jundiaí Leguminosas em Junqueirópolis Leguminosas em Juquiá Leguminosas em Juquitiba Leguminosas em Lagoinha Leguminosas em Laranjal Paulista Leguminosas em Lavínia Leguminosas em Lavrinhas Leguminosas em Leme Leguminosas em Lençóis Paulista Leguminosas em Limeira Leguminosas em Lindóia Leguminosas em Lins Leguminosas em Lorena Leguminosas em Lourdes Leguminosas em Louveira Leguminosas em Lucélia Leguminosas em Lucianópolis Leguminosas em Luís Antônio Leguminosas em Luiziânia Leguminosas em Lupércio Leguminosas em Lutécia Leguminosas em Macatuba Leguminosas em Macaubal Leguminosas em Macedônia Leguminosas em Magda Leguminosas em Mairinque Leguminosas em Mairiporã Leguminosas em Manduri Leguminosas em Marabá Paulista Leguminosas em Maracaí Leguminosas em Marapoama Leguminosas em Mariápolis Leguminosas em Marília Leguminosas em Marinópolis Leguminosas em Martinópolis Leguminosas em Matão Leguminosas em Mauá Leguminosas em Mendonça Leguminosas em Meridiano Leguminosas em Mesópolis Leguminosas em Miguelópolis Leguminosas em Mineiros do Tietê Leguminosas em Mira Estrela Leguminosas em Miracatu Leguminosas em Mirandópolis Leguminosas em Mirante do Paranapanema Leguminosas em Mirassol Leguminosas em Mirassolândia Leguminosas em Mococa Leguminosas em Mogi das Cruzes Leguminosas em Mogi Guaçu Leguminosas em Moji Mirim Leguminosas em Mombuca Leguminosas em Monções Leguminosas em Mongaguá Leguminosas em Monte Alegre do Sul Leguminosas em Monte Alto Leguminosas em Monte Aprazível Leguminosas em Monte Azul Paulista Leguminosas em Monte Castelo Leguminosas em Monte Mor Leguminosas em Monteiro Lobato Leguminosas em Morro Agudo Leguminosas em Morungaba Leguminosas em Motuca Leguminosas em Murutinga do Sul Leguminosas em Nantes Leguminosas em Narandiba Leguminosas em Natividade da Serra Leguminosas em Nazaré Paulista Leguminosas em Neves Paulista Leguminosas em Nhandeara Leguminosas em Nipoã Leguminosas em Nova Aliança Leguminosas em Nova Campina Leguminosas em Nova Canaã Paulista Leguminosas em Nova Castilho Leguminosas em Nova Europa Leguminosas em Nova Granada Leguminosas em Nova Guataporanga Leguminosas em Nova Independência Leguminosas em Nova Luzitânia Leguminosas em Nova Odessa Leguminosas em Novais Leguminosas em Novo Horizonte Leguminosas em Nuporanga Leguminosas em Ocauçu Leguminosas em Óleo Leguminosas em Olímpia Leguminosas em Onda Verde Leguminosas em Oriente Leguminosas em Orindiúva Leguminosas em Orlândia Leguminosas em Osasco Leguminosas em Oscar Bressane Leguminosas em Osvaldo Cruz Leguminosas em Ourinhos Leguminosas em Ouro Verde Leguminosas em Ouroeste Leguminosas em Pacaembu Leguminosas em Palestina Leguminosas em Palmares Paulista Leguminosas em Palmeira d`Oeste Leguminosas em Palmital Leguminosas em Panorama Leguminosas em Paraguaçu Paulista Leguminosas em Paraibuna Leguminosas em Paraíso Leguminosas em Paranapanema Leguminosas em Paranapuã Leguminosas em Parapuã Leguminosas em Pardinho Leguminosas em Pariquera-Açu Leguminosas em Parisi Leguminosas em Patrocínio Paulista Leguminosas em Paulicéia Leguminosas em Paulínia Leguminosas em Paulistânia Leguminosas em Paulo de Faria Leguminosas em Pederneiras Leguminosas em Pedra Bela Leguminosas em Pedranópolis Leguminosas em Pedregulho Leguminosas em Pedreira Leguminosas em Pedrinhas Paulista Leguminosas em Pedro de Toledo Leguminosas em Penápolis Leguminosas em Pereira Barreto Leguminosas em Pereiras Leguminosas em Peruíbe Leguminosas em Piacatu Leguminosas em Piedade Leguminosas em Pilar do Sul Leguminosas em Pindamonhangaba Leguminosas em Pindorama Leguminosas em Pinhalzinho Leguminosas em Piquerobi Leguminosas em Piquete Leguminosas em Piracaia Leguminosas em Piracicaba Leguminosas em Piraju Leguminosas em Pirajuí Leguminosas em Pirangi Leguminosas em Pirapora do Bom Jesus Leguminosas em Pirapozinho Leguminosas em Pirassununga Leguminosas em Piratininga Leguminosas em Pitangueiras Leguminosas em Planalto Leguminosas em Platina Leguminosas em Poá Leguminosas em Poloni Leguminosas em Pompéia Leguminosas em Pongaí Leguminosas em Pontal Leguminosas em Pontalinda Leguminosas em Pontes Gestal Leguminosas em Populina Leguminosas em Porangaba Leguminosas em Porto Feliz Leguminosas em Porto Ferreira Leguminosas em Potim Leguminosas em Potirendaba Leguminosas em Pracinha Leguminosas em Pradópolis Leguminosas em Praia Grande Leguminosas em Pratânia Leguminosas em Presidente Alves Leguminosas em Presidente Bernardes Leguminosas em Presidente Epitácio Leguminosas em Presidente Prudente Leguminosas em Presidente Venceslau Leguminosas em Promissão Leguminosas em Quadra Leguminosas em Quatá Leguminosas em Queiroz Leguminosas em Queluz Leguminosas em Quintana Leguminosas em Rafard Leguminosas em Rancharia Leguminosas em Redenção da Serra Leguminosas em Regente Feijó Leguminosas em Reginópolis Leguminosas em Registro Leguminosas em Restinga Leguminosas em Ribeira Leguminosas em Ribeirão Bonito Leguminosas em Ribeirão Branco Leguminosas em Ribeirão Corrente Leguminosas em Ribeirão do Sul Leguminosas em Ribeirão dos Índios Leguminosas em Ribeirão Grande Leguminosas em Ribeirão Pires Leguminosas em Ribeirão Preto Leguminosas em Rifaina Leguminosas em Rincão Leguminosas em Rinópolis Leguminosas em Rio Claro Leguminosas em Rio das Pedras Leguminosas em Rio Grande da Serra Leguminosas em Riolândia Leguminosas em Riversul Leguminosas em Rosana Leguminosas em Roseira Leguminosas em Rubiácea Leguminosas em Rubinéia Leguminosas em Sabino Leguminosas em Sagres Leguminosas em Sales Leguminosas em Sales Oliveira Leguminosas em Salesópolis Leguminosas em Salmourão Leguminosas em Saltinho Leguminosas em Salto Leguminosas em Salto de Pirapora Leguminosas em Salto Grande Leguminosas em Sandovalina Leguminosas em Santa Adélia Leguminosas em Santa Albertina Leguminosas em Santa Bárbara d`Oeste Leguminosas em Santa Branca Leguminosas em Santa Clara d`Oeste Leguminosas em Santa Cruz da Conceição Leguminosas em Santa Cruz da Esperança Leguminosas em Santa Cruz das Palmeiras Leguminosas em Santa Cruz do Rio Pardo Leguminosas em Santa Ernestina Leguminosas em Santa Fé do Sul Leguminosas em Santa Gertrudes Leguminosas em Santa Isabel Leguminosas em Santa Lúcia Leguminosas em Santa Maria da Serra Leguminosas em Santa Mercedes Leguminosas em Santa Rita d`Oeste Leguminosas em Santa Rita do Passa Quatro Leguminosas em Santa Rosa de Viterbo Leguminosas em Santa Salete Leguminosas em Santana da Ponte Pensa Leguminosas em Santana de Parnaíba Leguminosas em Santo Anastácio Leguminosas em Santo André Leguminosas em Santo Antônio da Alegria Leguminosas em Santo Antônio de Posse Leguminosas em Santo Antônio do Aracanguá Leguminosas em Santo Antônio do Jardim Leguminosas em Santo Antônio do Pinhal Leguminosas em Santo Expedito Leguminosas em Santópolis do Aguapeí Leguminosas em Santos Leguminosas em São Bento do Sapucaí Leguminosas em São Bernardo do Campo Leguminosas em São Caetano do Sul Leguminosas em São Carlos Leguminosas em São Francisco Leguminosas em São João da Boa Vista Leguminosas em São João das Duas Pontes Leguminosas em São João de Iracema Leguminosas em São João do Pau d`Alho Leguminosas em São Joaquim da Barra Leguminosas em São José da Bela Vista Leguminosas em São José do Barreiro Leguminosas em São José do Rio Pardo Leguminosas em São José do Rio Preto Leguminosas em São José dos Campos Leguminosas em São Lourenço da Serra Leguminosas em São Luís do Paraitinga Leguminosas em São Manuel Leguminosas em São Miguel Arcanjo Leguminosas em São Pedro Leguminosas em São Pedro do Turvo Leguminosas em São Roque Leguminosas em São Sebastião Leguminosas em São Sebastião da Grama Leguminosas em São Simão Leguminosas em São Vicente Leguminosas em Sarapuí Leguminosas em Sarutaiá Leguminosas em Sebastianópolis do Sul Leguminosas em Serra Azul Leguminosas em Serra Negra Leguminosas em Serrana Leguminosas em Sertãozinho Leguminosas em Sete Barras Leguminosas em Severínia Leguminosas em Silveiras Leguminosas em Socorro Leguminosas em Sorocaba Leguminosas em Sud Mennucci Leguminosas em Sumaré Leguminosas em Suzanápolis Leguminosas em Suzano Leguminosas em Tabapuã Leguminosas em Tabatinga Leguminosas em Taboão da Serra Leguminosas em Taciba Leguminosas em Taguaí Leguminosas em Taiaçu Leguminosas em Taiúva Leguminosas em Tambaú Leguminosas em Tanabi Leguminosas em Tapiraí Leguminosas em Tapiratiba Leguminosas em Taquaral Leguminosas em Taquaritinga Leguminosas em Taquarituba Leguminosas em Taquarivaí Leguminosas em Tarabai Leguminosas em Tarumã Leguminosas em Tatuí Leguminosas em Taubaté Leguminosas em Tejupá Leguminosas em Teodoro Sampaio Leguminosas em Terra Roxa Leguminosas em Tietê Leguminosas em Timburi Leguminosas em Torre de Pedra Leguminosas em Torrinha Leguminosas em Trabiju Leguminosas em Tremembé Leguminosas em Três Fronteiras Leguminosas em Tuiuti Leguminosas em Tupã Leguminosas em Tupi Paulista Leguminosas em Turiúba Leguminosas em Turmalina Leguminosas em Ubarana Leguminosas em Ubatuba Leguminosas em Ubirajara Leguminosas em Uchoa Leguminosas em União Paulista Leguminosas em Urânia Leguminosas em Uru Leguminosas em Urupês Leguminosas em Valentim Gentil Leguminosas em Valinhos Leguminosas em Valparaíso Leguminosas em Vargem Leguminosas em Vargem Grande do Sul Leguminosas em Vargem Grande Paulista Leguminosas em Várzea Paulista Leguminosas em Vera Cruz Leguminosas em Vinhedo Leguminosas em Viradouro Leguminosas em Vista Alegre do Alto Leguminosas em Vitória Brasil Leguminosas em Votorantim Leguminosas em Votuporanga Leguminosas em Zacarias Leguminosas em São Paulo

 

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Álvares Machado/SP

Leucena - MATSUDA

Leucaena leucocephala ( LEUCENA ) Fertilidade do solo: Baixa, média a alta (solos bem drenados)Forma de crescimento: Arbóreo-arbustivoAltura: 2,0 a 8,0 mUtilização: Pastoreio, silagem e adubação verdeRestrição: É tóxico para monogástricosPrecipitação pluviométrica: Acima de 700 mm anuaisDigestibilidade: BoaPalatabilidade: ExcelenteTolerância a seca: Alta Tolerância ao frio: MédiaTeor de proteína: 21 a 24% na MSProfundidade de plantio: 1 a 3 cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragem: 15 a 20 t MS/ha/anoFixação de Nitrogênio: 300 kg/ha/ano. ORIGEMAmérica Central - nativa da Península de Yucatã, no México, espalhando-se ao redor do Golfo do México e ilhas do Sul do Caribe. CARATERÍSTICAS MORFOLÓGICASLeguminosa de arbustiva a arbórea, com folhas bipinadas, com 15 a 25 cm de comprimento, ráquis pubescentes, 4 a 8 pares de pinas de 5 a 10 cm de comprimento, 10 a 15 pares de folíolos oblongo-lineares, agudos e inequiláteros, estípulas triangulares, glabras; flores brancas agrupadas em uma cabeça globular, solitária, axilar, longo-pedicelada; vagens finas, achatadas, acuminadas, com 15 a 25 sementes. As sementes são elípticas, comprimidas, de coloração marrom brilhante; sistema radicular profundo e bem desenvolvido, com elevada capacidade de fixação de nitrogênio. CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICASLeguminosa perene de clima tropical e subtropical, crescendo bem em regiões úmidas, embora desenvolvam-se também em locais secos. Suporta geadas leves. Desenvolve-se em altitudes de 150 m, nas regiões chuvosas, até 300 m, no locais mais secos, chegando até 1.500 m. A precipitação poderá variar de 700 a 4.000 mm/ano. É sensível à temperatura, preferindo locais quentes.Em regiões que ocorrem geadas severas, as plantas poderão queimar, apesar de ter grande capacidade de rebrota. Normalmente, em condições favoráveis, tem desenvolvimento vegetativo em todo o transcorrer do ano (diminuindo o crescimento no outono/inverno). A leucena contém um aminoácido de propriedades fenólicas, a mimosina, cuja concentração varia de 2 a 5% (na matéria seca) em coleção mundial de linhagem. Na Austrália, para evitar a ocorrência de queda de pêlos nos bovinos, recomenda-se o uso de iodeto de potássio ou inoculação de bactéria específica que degrada a mimosina no rúmen. Por isso, é recomendável controlar a quantidade de leucena a ser administrado aos animais. Adapta-se aos diferentes tipos de solos, não tolerando encharcamento e áreas com elevados teores de alumínio trocável. Tolera a acidez, mas exige Ca e Mg como nutrientes em doses altas, crescendo bem em condições de baixa fertilidade. O plantio é recomendado de setembro até dezembro. Poderá ser feito manual ou mecanicamente (sementes), ou por mudas (covas). Utiliza-se um espaçamento de 1,5 m entre linhas e 18 a 20 sementes/metro linear, com um consumo de 8 kg/ha de sementes. O peso de 1.000 sementes é de 42 a 50 g.Quando o objetivo é a formação de pastagens, utiliza-se espaçamento de 2 a 5 m, plantando-se uma gramínea no intervalo. Pode-se optar por filas duplas de leucena (1 m entre linhas), espaçadas de 2 a 5 m entre cada fila dupla. Pode-se adotar o mesmo espaçamento para adubação verde, efetuando-se o corte e esparramando-se a cobertura morta na superfície do solo. Pode ser utilizada ainda como lenha, cabo de ferramentas, etc. Para quebrar a dormência recomendável que as sementes de leucena sejam previamente tratadas com água quente (60 a 80º C por 15 a 30 minutos) para quebra de dormência. Após isso, deve-se efetuar a inoculação com rizóbio específico, utilizando cerca de 5 g de inoculante/kg de sementes. Pode-se efetuar a peletização das sementes com calcário (125 g/kg de leucena).A leucena é de crescimento inicial lento, devendo ficar livre de competição com invasoras até atingir um bom desenvolvimento. O manejo dependerá do que se pretende fazer com a leucena. Normalmente após o quinto mês de crescimento (1,5 m de altura), pode ser feita a 1ª poda (pastejo direto ou corte para ensilagem ou para adubação verde). Quanto ao pastejo direto, deve-se tomar precaução no sentido de que a leucena não exceda a 20% da dieta alimentar dos animais. Deve-se observar intervalos para rebrota das plantas, do contrário poderão sofrer sérios danos. Quando cortada, deve-se observar uma altura de 5 cm acima do solo (1º corte). O segundo corte, 5 cm acima do primeiro (ramos com 6 a 8 mm de diâmetro), e os demais sempre 5 cm acima do anterior. Os cortes deverão ser estabilizados a  50  cm  do  solo;  quando  isso ocorrer, os ramos que crescerem abaixo deste ponto não deverão ser cortados, para que não seja prejudicada a rebrota, A forma de utilização na alimentação animal poderá ser:ü    Pura: cortada e distribuída no campo, sem desintegrar;ü    Desintegrada: mistura com cana ou napier (2,5 kg/100 kg de peso vivo);ü    Farinha: desintegrada, desidratada em terreiros (13% de umidade), acondicionada em recipientes herméticos (sacos plásticos, etc.). Posteriormente pode ser servida no cocho em mistura com cana, napier.ü    Silagem: cortada de manhã, ensilada à tarde com milho, sorgo ou outra gramínea na proporção de até 30% da mistura.Quando para adubação verde, ramos com as folhas (cobertura morta) deverão ser deixados na superfície do solo para posterior plantio da cultura principal (milho, feijão), em plantio direto (matraca); ou incorporados pela aração para posterior plantio convencional. Neste último caso principalmente, a leucena é plantada em filas duplas, sendo cortada e jogada nos intervalos para posterior incorporação. É bastante promissora quando intercalada ao cafeeiro, melhorando a fertilidade do solo, funcionando como quebra-vento e sombreando as plantas.  Normalmente não tem apresentado problemas que comprometam o seu desenvolvimento. Na produção de sementes é bastante eficiente, chegando a render de 300 a 800 kg/ha (viabilidade de 2 a 3 anos). Há variedades que produzem sementes em julho/agosto, enquanto outras produzem o ano todo.VANTAGENS E LIMITAÇÕESÉ uma leguminosa bastante rústica, altamente produtiva, com boa capacidade de rebrota, elevada fixação de nitrogênio (400 a 1.000 kg/ha/ano) que poderá ser aproveitado pelo café, pelo milho e outras culturas. Além do emprego como adubo verde, produz forragem de elevado valor protéico (20 a 34%), chegando a produzir mais de 100 ton./ha/ano de massa verde.Possui um sistema radicular bastante profundo que além de absorver água nas camadas mais inferiores, promove a reciclagem dos nutrientes, que de outra forma não seriam aproveitados pelas culturas anuais.    É uma planta tolerante à seca, altamente nutritiva, com elevado teor de caroteno (precursor da vitamina A), eficiente na alimentação de aves, coelhos, ovinos e bovinos.
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Preço: R$ 0,01

Álvares Machado/SP

Alfafa - MATSUDA

Alfafa (Crioula)Origem: Ásia Central e ArmêniaNome científico: Medicago sativaFertilidade do solo: AltaForma de crescimento: HerbáceoAltura: 0,35 a 0,70Utilização: Pastejo e FenoDigestibilidade: ExcelentePalatabilidade: ExcelentePrecipitação pluviométrica: Acima de 800 mm anuaisTolerância a seca: médiaTolerância ao frio: AltaTeor de proteína na matéria seca: 15 a 20%Profundidade de plantio: 1 a 2 cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragem: 14 a 24 ton. MS/ ha/ anoFixação de Nitrogênio: 127 a 333 Kg N/ ha/ ano A alfafa é uma cultura que produz bastante MS, entorno de 20-30t/ha/ano. Só que para isto requer bastantes tratos culturais (adubação, correção do solo, controle de ervas daninhas, pH elevado etc). Ela exige solo bem profundo e com boa drenagem, e seu VC é de  80%. É recomendado que as adubações de manutenção em alfafa seja alanço, em toda a área cultivada. PlantioEspç: 15 a 30cm numa densidade de 20kg/ha de semente, entorno de 140 a 150 planta por metro linear.A época de semeadura é no outono. Maio a Agosto.O norte do Paraná e a maior região produtora de feno da alfafa e a maioria dos alfafais são plantados alanco, porque a produtividade do alfafal deve ser maior e melhor se houver uma distribuição uniforme das plantas, porem e recomendado que os solos sejam menos infestados por ervas daninhas.A)    Plantio manual, devera ser realizado por pessoas com experiências, caso contraria, devera parcelar a área em lotes menores e fazer o teste, calculando sementes por área, por exemplo, se a recomendação de sementes e de 20kg\ha (10.000m2), prepare-se um lote de 100m2 (10 x 10 ) e semeia-se 200g de sementes e verifique-se assim a distribuição das sementes. B)    Semeadura mecânica,  e realizada através de equipamento de distribuição de calcário ou adubos, que devem ser acoplados ao hidráulico dos tratores. Como na maioria dessas maquinas a sua regulagem mínima não chega a 20kg\ha, e necessário fazer a mistura com material inerte, como areia, de preferência usar produtos que possuem densidade semelhante às sementes e poderá ser utilizado o calcário.C)    Plantio em linha, espaçamento ideal 20 - 30 cm de acordo com a capina manual que será utilizada, utiliza-se de 150 - 200 sementes por metro linear. Manejo pós-semeaduraA persistência da alfafa está diretamente ligada ao seu manejo.A alfafa devera ser cortada quando estiver, com a área florescida em torno de 50%, sendo o primeiro cortado de 8-10cm de altura, (entorno de 90 a 120dias após a germinação), pois assim lhe proporcionará maior desenvolvimento do seu sistema radicular, o que resultara maior captação de nutriente, maior resistência à seca e principalmente maior produção de matéria seca MS. Durante o inverno a alfafa não floresce muito, devendo ser cortada quando a  brotação estiver superior a 5cm.Os corte devem ter o espaço de descanso entorno de 35 a 42dias.    
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Álvares Machado/SP

Mucuna Preta - MATSUDA

Mucuna aterrima( MUCUNA-PRETA ) Fertilidade do solo: Baixa e média (Bem drenados)Forma de Crescimento: Rasteiro, trepadorUtilização: Adubação verde, controle de erosão e nematóidePrecipitação pluviométrica: Acima de 700 mm anuaisTolerância a seca: AltaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína: 18% na MSProfundidade no plantio: 3 a 4 cmCiclo vegetativo: Anual (210 a 260 dias)Produção de forragem: 6 a 10 t MS/ha/anoFixação de Nitrogênio: 210 a 220 kg/ha/ano ORIGEMSudeste da Ásia, sendo difundida na maioria dos países tropicais.        CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICASLeguminosa robusta, de crescimento rasteiro e indeterminado, ramos trepadores, folhas trifolioladas, de folíolos grandes e membranosos; inflorescência em racemos axilares, compostos por muitas flores grandes e brácteas caducas; cálice com 4 lóbulos, campanulado, corola violácea ou branca, estames diadelfos; vagem alargada, com 3 a 6 sementes que são globosas ou elípticas e comprimidas, exalbuminadas, duras, de coloração preta, com hilo branco, deiscentes após a completa maturação. CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS     É uma planta anual resistente à seca, à sombra, às temperaturas elevadas e ligeiramente resistente ao encharcamento. De clima tropical e subtropical, é bastante rústica, desenvolvendo-se bem em solos ácidos e pobres em fertilidade.A época de plantio recomendável deve ser a partir de setembro, podendo estender-se até início de janeiro nos locais onde ocorrem geadas a partir de abril/maio; em locais onde não ocorrem geadas, o plantio pode ser feito até março. Pode ser solteiro ou consorciado com milho (principalmente), mandioca, café e outras culturas perenes. Quando intercalada às culturas perenes, deve-se proceder ao manejo dos ramos, para que não se agarrem nem subam nas plantas, prejudicando o seu desenvolvimento.A semeadura poderá ser efetuada a lanço, em linhas ou em covas (matraca). Em linhas, normalmente recomenda-se um espaçamento de 50 cm, com 6 a 8 sementes por metro linear (60 a 80 kg/ha de sementes). A lanço, o gasto com sementes poderá ser mais ou menos 20% superior ao do plantio em linhas.  Quando utiliza-se matraca, é recomendado um espaçamento de 40 cm entre covas (2 a 3 sementes por cova). O peso de 1.000 sementes varia de 503 a 680 g.A mucuna-preta tem demostrado ser susceptível à cescosporiose e a algumas viroses, não apresentando problemas com ataque de pragas.    O manejo deve ser feito no florescimento - enchimento das vagens (140 a 170 dias), com rolo-faca, incorporação pela aração ou por herbicidas. Caso a fitomassa seja excessiva, recomenda-se uma passada de roçadeira, e 2 a 3 dias após, a incorporação através de aração.Para produção de sementes recomenda-se o plantio de 3 a 4 sementes por metro linear, com um espaçamento de 1 m entre linhas (15 a 20 kg/ha de sementes). Deve-se preferencialmente proceder o tutoramento (plantas de milho, hastes de madeira, etc.), para uma produção de sementes com maior quantidade e de melhor qualidade, em função da maior aeração e insolação das inflorescências. Deve-se efetuar a colheita manualmente quando as vagens estiverem secas, levando-as para completar a secagem em terreiro ladrilhado para posterior beneficiamento (trilhadeira ou "mangual").Pode-se obter em torno de 2.000 kg/ha de sementes. O ciclo completo da cultura é de 210 a 260 dias.VANTAGENSÉ uma planta utilizada como adubação verde, podendo ainda, em algumas situações, ser empregada como forragem ou seus grãos aproveitados como suplemento protéico para animais.Uma das limitações da mucuna-preta é a suscetibilidade que possui em relação à cescosporiose e às viroses. Atua no impedimento da multiplicação das populações de nematóides.
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Puerária - MATSUDA

Origem: Sudeste da Ásia, Malásia e IndonésiaNome científico: Pueraria phaseoloidesFertilidade do solo: Baixa, média e altaForma de crescimento: Rasteiro e trepadorUtilização: Pastejo, feno, ensilagem e adubo verdeDigestibilidade: Muito boaPalatabilidade: Muito boaPrecipitação pluviométrica: Acima de 900 mm anuaisTolerância a seca: AltaTolerância ao frio: BaixaTeor de proteína na matéria seca: 14 a 16%Consorciação: Com todas as gramíneas forrageirasProfundidade de plantio: 1 a 2 cmCiclo vegetativo: PerenePlantio: A lanço ou em linha espaçadas de 0,5 a 1,0 mProdução de forragem: 8 a 10 ton. MS/ ha/ anoFixação de Nitrogênio: 100 Kg/ N/ ha/ anoQuantidade de semente: Consorciado 3 a 5 Kg/ha
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Mineirão - MATSUDA

Origem: América Central e do SulNome científico: Stylosanthes guianensis cv. MineirãoFertilidade do solo: Baixa, média e altaAltura: 1,2 a 1,6 mUtilização: PastejoDigestibilidade: BoaPalatabilidade: Muito boaPrecipitação pluviométrica: Acima de 700 mm anuaisTolerância a seca: AltaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína na Matéria Seca: 8 a 12%Consorciação: Brachiarias e AndropogonProfundidade de plantio: 1 a 2 cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragem: 10 a 13 ton. MS/ ha/ anoFixação de Nitrogênio: 30 a 196 Kg N/ ha/ano
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Soja Perene - MATSUDA

Origem: ÁsiaNome científico: Neonotonia wightiiFertilidade do solo: AltaForma de crescimento: Rasteiro e trepadorAltura: 40 a 60 cmUtilização: Adubo verde, feno e pastejoPrecipitação: Acima de 700 mmTolerância à seca: MédiaTolerância ao frio: BoaPalatabilidade: ÓtimaTeor de Proteína na Matéria seca: 11 a 20%Consorciação: Todas as gramíneas forrageirasProfundidade de plantio: 1 a 2 cmCiclo vegetativo: PerenePlantio: A lanço ou  em linha espaçadas de 0,5 a 1,0 mProdução de matéria seca: 6 a 10 ton. MS/ ha/ anoFixação de Nitrogênio: 180 a 200 Kg N/ ha/ ano
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Arachis Pintoi - MATSUDA

O Arachis Pintoi é indicado para cobertura de solos em culturas perenes como pomares, com o objetivo de controlar erosões, competir com as ervas daninhas e fixar nitrogênio atmosférico, além de servir como forrageira. Novo científico: Arachis pintoi Krapov. & W. C. Greg. Origem: América do SulNome comum: Amendoim Forrageiro PereneProdução de forragem: 5 a 8 ton. MS/ha/anoFixação de Nitrogênio: 60 a 150 Kg N/ha/anoTeor de Proteína na matéria seca: 15 a 22%Digestibilidade: 62 a 73%Quantidade de semente: 8 a 12% Kg/ha
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Crotalária - MATSUDA

Crotalaria juncea cv. Comum ( CROTALÁRIA JUNCEA )Origem: Índia e Ásia TropicalNome científico: crotalaria junceaeCiclo vegetativo: Anual (210 a 240 dias)Fertilidade do solo: Média a alta (solos bem drenados)Forma de crescimento: Ereto, subarbustivoUtilização: Tóxica aos animais pode ser usada para adubação verde, prod. de fibras e controle de nematóidesAltura: 2,0 a 3,0 mPrecipitação pluviométrica: Acima de 800 mmTolerância a seca: AltaTolerância ao frio: MédiaTolerância ao encharcamento: BaixoProfundidade de plantio: 2 a 3 cmProdução de forragem: 30 t MS/ha/anoProdução de fibra: 2,5 t/haFixação de Nitrogênio: 150 kg/ha/ano ORIGEM    Originária da Índia tropical (explorada como planta têxtil).CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS Leguminosa subarbustiva, de porte alto (2,0 a 3,0 m), pubescente de caule ereto, semilenhoso, ramificado na parte superior, com talos estriados. Folhas unifolioladas (simples), com pecíolo quase nulo, sésseis, elípticas, lanceoladas e mucronadas; nervura principal fortemente pronunciada. Flores de 2 a 3 cm de comprimento (15 a 50 por inflorescência). Vagens longas, densamente pubescentes, com 10 a 20 grãos de coloração verde-acinzentado, reniformes, de face lisa.      CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS É uma leguminosa anual, de crescimento inicial rápido, com efeito alelopático e/ou supressor de invasoras bastante expressivo. Planta de clima tropical e subtropical, não resistindo a geadas. Tem apresentado bom comportamento nos solos argilosos e arenosos.Semear de setembro até dezembro, nas regiões onde ocorrem geadas a partir de abril/maio; em locais onde não ocorrem geadas, pode ser semeada até março/abril.Pode ser cultivada solteira, consorciada com milho, mandioca, etc, ou intercalada ao cafeeiro e outras culturas perenes. Semeia-se a lanço, em linhas ou, em alguns casos, com matraca (registro todo fechado). Quando em linhas, recomenda-se um espaçamento de 25 cm, com 20 sementes por metro linear (40 kg/ha de sementes). O peso de 1.000 sementes é de 50 gramas.A Crotalária em algumas situações apresenta problemas com a lagarta Utetheisa ornatrix, que ataca as inflorescências e as vagens, e alguns casos de Fusarium sp. que causa a murcha e o tombamento das plantas.Para os problemas com Fusarium recomenda-se a rotação de cultivos ou a utilização de variedades resistentes.No estado de São Paulo é empregada principalmente nas áreas canavieiras com problemas de nematóides obtendo-se bastante êxito na diminuição das populações desses organismos do solo.O manejo deverá ser feito na fase de plena floração (110 a 140 dias), com rolo-faca, incorporação através da aração, roçadeira, ou corte com enxada ou gadanho. Para produção de sementes, recomenda-se o plantio de 15 a 20 sementes por metro linear, com um espaçamento de 40 a 50 cm entre linhas (20 a 30 kg/ha de sementes). A colheita poderá ser feita manualmente ou através de colheitadeira, quando mais de 70% das vagens estiverem secas. O ciclo completo varia de 210 a 240 dias.VANTAGENS  Crescimento relativamente rápido e um importante efeito supressor e/ou alelopático às invasoras. Tem produzido elevada fitomassa, adaptando-se bem em diferentes regiões. Por seu rápido desenvolvimento é um cultivo de notável valor para cobertura do solo e adubação verde. Nos EUA tem sido empregada para silagem.Quando cultivada por muito tempo no mesmo local, intensificam-se os problemas fitossanitários (especialmente com Fusarium spp). Às vezes, ventos fortes poderão causar o tombamento das plantas.
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Campo Grande - MATSUDA

ESTILOSANTES CAMPO GRANDEOrigem: América do SulHábito de crescimento: Arbustivo, semi-eretoFertilidade do solo: BaixaTolerância ao frio: MédiaTolerância a seca: AltaTolerância a encharcamento: BaixaTeor de proteína: 8 a 12%Profundidade para plantio: 1,0 a 2,0 cmUtilização: pastejo, adubo verdeFixação de Nitrogênio: 180 MS/kg/ha/ano ESTABELECIMENTO, MANEJO E PRODUÇÃO ANIMALEmbrapa Gado de CorteHistórico/DescriçãoOs trabalhos para a geração do estilosantes Campo Grande tiveram início em 1990 na Fazenda Maracujá, município de Campo Grande, MS. Naquela propriedade, com predominância de solos Areia Quartzosa, foram encontradas plantas de Stylosanthes capitata e Stylosanthes macrocephala remanescentes de um experimento conduzido em anos anteriores, sobrevivendo sob alta pressão de pastejo, baixos níveis de fertilidade natural e com alto grau de resistência à antracnose, importante doença causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides.Sementes das espécies foram colhidas separadamente e levadas ao Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Corte, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Gado de Corte) para estudos mais detalhados, onde se identificou em sua composição uma mistura expontânea de 20% de S. macrocephala e 80% de S. capitata.Ao final do mesmo ano, visando à obtenção de plantas mais produtivas e com elevado grau de resistência a doenças, sobretudo à antracnose, iniciou-se um trabalho de melhoramento genético das plantas colhidas na fazenda. Para tanto, dez novos acessos de S. capitata e cinco de S. macrocephala, pré-selecionados na Embrapa Gado de Corte, quanto às produtividades de forragem e de sementes e alta resistência à antracnose, foram semeados em linhas intercaladas com as sementes colhidas na Fazenda Maracujá, para o cruzamento natural entre plantas da mesma espécie.As sementes colhidas de cada espécie foram novamente semeadas no ano seguinte, repetindo-se a mesma metodologia durante seis gerações. Plantas selecionadas de cada espécie, obtidas após os ciclos de estudos, demonstraram boa produtividade, com uniformidade de florescimento e de maturação de sementes, o que possibilitou o uso de automotriz para a colheita. Também as plantas apresentaram certa variabilidade genética, sobretudo para resistência à antracnose, reduzindo a pressão de seleção do patógeno.Para a composição do estilosantes Campo Grande, após a sexta geração, realizou-se a mistura física das sementes das duas espécies, na proporção de 20% de S. macrocephala e 80% de S. capitata, em conformidade com as observações realizadas no início da pesquisa. O estilosantes Campo Grande é composto de duas espécies de leguminosa, o S. capitata e a outra o S. macrocephala. O S. capitata tem hábito de crescimento cespitoso, podendo atingir até um metro de altura. A cor das flores varia do bege ao amarelo.O florescimento, nas condições de Campo Grande, MS, ocorre a partir da segunda quinzena de maio. A maturação das sementes ocorre no final de junho, podendo-se iniciar a colheita quando mais de 90% das mesmas encontram-se maduras. O S. macrocephala possui hábito de crescimento decumbente em estande puro, podendo tornar-se mais ereto em condições de competição por luz. A sua altura pode também atingir um metro e suas folhas são mais estreitas que as de S. capitata e mais pontiagudas.O florescimento, nas condições de Campo Grande, MS, ocorre a partir da segunda quinzena de abril. As flores são, em sua maioria, amarelas, podendo ser encontrados exemplares com tonalidade bege. A maturação das sementes ocorre no final da segunda quinzena de maio e a colheita deve ser iniciada quando houver o máximo de sementes maduras, antes do início da queda dos capítulos, fenômeno muito comum nesta espécie. Adaptação a clima e solo Para conhecer a amplitude de adaptabilidade do estilosantes Campo Grande, foram implantados ensaios com a leguminosa nos municípios de Campo Grande, MS, Chapadão do Sul, MS, Goiânia, GO, Sete Lagoas, MG, Planaltina, DF e Teresina, PI. Os estudos evidenciaram que os melhores níveis de produtividade de forragem e de sementes ocorreram nos quatro primeiros municípios, atingindo-se produtividades anuais de forragem e de sementes com casca superiores a 13 t/ha de matéria seca e 300 kg/ha, respectivamente.Esta leguminosa tem apresentado bom desempenho em solos com textura arenosa e média, como os Latossolos textura média e Areias Quartzosas. Nessas classes de solos, tem-se verificado uma maior persistência da leguminosa em consorciações com Brachiaria decumbens, em virtude da ressemeadura natural ser mais efetiva. Por ser uma leguminosa, o estilosantes Campo Grande tem capacidade de absorver o nitrogênio do ar pela associação com bactérias (rizóbio) em suas raízes.Nas condições de solo e clima da Fazenda Ribeirão, MS, 88% do nitrogênio dos tecidos do estilosantes Campo Grande foi obtido da fixação atmosférica. Para uma produção de 7.400 kg/ha de matéria seca, 180 kg/ha do N dos tecidos foi obtido pela simbiose com os rizóbios. Esse nitrogênio que o estilosantes coloca no solo melhora as condições das pastagens consorciadas. Estabelecimento No plantio de novas pastagens do estilosantes Campo Grande, a taxa de semeadura da leguminosa deve ser de 2 a 2,5 kg/ha de sementes puras viáveis (SPV) e a taxa de semeadura das gramíneas é reduzida em 20% a 30%. Os métodos de plantio podem ser realizados em várias combinações em função das características da gramínea utilizada na consorciação. As sementes de estilosantes são pequenas, portanto, a profundidade de plantio não deve ser maior do que 2 centímetros.Com gramíneas que apresentam baixa emergência em plantios mais profundos do que 4 centímetros, como o Andropogon gayanus, recomenda-se a distribuição a lanço das duas forrageiras, seguida de compactação com rolo.  Para as gramíneas dos gêneros Brachiaria e Panicum, que são passíveis de plantio mais profundo, pode-se fazer a semeadura da gramínea a lanço e incorporar as sementes com uma grade niveladora, em abertura média; logo após, semear a leguminosa, também a lanço, na superfície e compactar. Pode-se fazer a semeadura da leguminosa com semeadeira-adubadeira com plantio superficial, favorecendo a leguminosa com adubação localizada para esta e compactando a seguir.O plantio das duas espécies também pode ser feito numa única operação, com o uso de semeadeira com duas saídas de sementes, colocando-se a semente da gramínea na caixa da frente, na profundidade recomendada de 4 centímetros a 6 centímetros e a leguminosa na segunda caixa, deixando-a na superfície e, a seguir, compactar com rolo. O espaçamento deve ser de 30 centímetros a 40 centímetros entre as linhas. Em equipamentos mais modernos que apresentam caixas independentes por linha, o plantio pode ser feito em linhas alternadas de 20 centímetros a 30 centímetros da gramínea e da leguminosa.Em áreas infestadas com invasoras anuais (áreas de culturas), é importante realizar o plantio depois da ocorrência de chuvas, que estimulam a germinação das sementes invasoras, e após estas terem sido eliminadas com duas ou três passadas de grade niveladora ou herbicida. Na recuperação de pastagens devem ser consideradas duas situações básicas de introdução da leguminosa.A primeira é quando a recuperação é realizada com o preparo total do solo que visa a controlar invasoras e incorporar calcário e fertilizantes e a leguminosa é implantada após o preparo completo do solo. A leguminosa é semeada a lanço ou em linhas, como descrito na formação de novas pastagens, e a gramínea retorna espontaneamente do banco de sementes existentes no solo. Neste caso, se o banco de sementes for muito elevado é necessário controlar o excesso de plantas da gramínea (mais comum em braquiárias), da mesma forma que as invasoras. Em áreas com poucas sementes da gramínea no solo, como ocorre com Panicum, pode ser necessário adicionar sementes da mesma. A segunda situação é a introdução sobre pastagens em plantio direto, quando recomenda-se a aplicação de 1,5 a 2,0 litros por hectare de herbicida dessecante à base de glifosato, para fazer uma supressão da gramínea, para reduzir o seu crescimento e possibilitar o estabelecimento da leguminosa. Essa prática é mais recomendada em pastagens em início de degradação. A calagem, quando necessária, é feita na superfície e a adubação é realizada com a introdução da leguminosa. Os sulcos podem ser feitos com um subsolador com caixa de sementes e a leguminosa distribuída a lanço e compactada. Para a adubação e semeadura podem também utilizar equipamentos de plantio direto.É importante que os sulcos de semeadura tenham pelo menos de 8 a 10 cm de largura para favorecer o estabelecimento da leguminosa. Assim, é necessária uma bota mais larga nos sulcadores da plantadeira. Na recuperação de pastagem, a taxa de semeadura do estilosantes Campo Grande deve aumentar para 2,5 a 3,0 kg/ha SPV (sementes puras viáveis). Em qualquer sistema de plantio, as sementes podem ser misturadas com adubo não granulado, para facilitar a sua distribuição. Neste caso o plantio deve ser realizado no mesmo dia ou no máximo no dia seguinte. Não misturar com adubos cuja formulação contenha potássio.O manejo de formação deve ser dado de forma a evitar o crescimento acentuado da gramínea e que esta abafe a leguminosa. Portanto, os pastejos devem ser iniciados 30 a 40 dias após a introdução da leguminosa na recuperação de pastagens e 40 a 50 dias após a semeadura no plantio de pastagens novas. Doenças e Pragas O estilosantes Campo Grande tem apresentado elevado grau de resistência à antracnose, característica altamente desejável, tendo em vista tratar-se da principal doença que afeta o gênero Stylosanthes no Brasil.Essa enfermidade, causada pelo fungo C. gloeosporioides, provoca manchas nas folhas e hastes, podendo ocasionar desfolha severa de plantas suscetíveis, levando-as à morte.  Em observações realizadas na Embrapa Gado de Corte, foi constatada incidência esporádica de outras doenças neste estilosantes, porém não apresentaram expressão econômica. São elas: mancha foliar de cercospora (Cercospora stylosanthis), mancha nas folhas e hastes (Colletotrichum truncatum) e em alguns casos envassouramento (entrenós curtos), causado por Potyvirus.O controle das doenças até então encontradas no estilosantes Campo Grande tem sido via resistência genética das plantas. Quanto ao uso de fungicidas, ainda não existem registros de produtos recomendados para Stylosanthes no País.  Não foram constatados, até o presente momento, danos de expressão causados por insetos nas áreas estabelecidas com o estilosantes Campo Grande. É de se esperar, no entanto, que com o tempo, à medida que novas e maiores áreas sejam estabelecidas com essa forrageira, problemas dessa ordem venham a ocorrer.Na literatura há registros de vários insetos associados com o gênero Stylosanthes, destacando-se duas lagartas: a do pescoço vermelho (Stegasta bosquella) e a broca do talo (Caloptilia sp.). A primeira, causa danos perfurando os botões florais, podendo reduzir a produção de sementes; enquanto que, a segunda, ao se desenvolver no interior dos talos (geralmente no terço basal da planta de Stylosanthes), destrói os tecidos vasculares da planta, restringindo o fluxo de nutrientes.Outros insetos, incluindo sugadores (diferentes espécies de homópteros) e mastigadores (várias espécies de coleópteros), bem como ácaros são, também, referidos na literatura, porém, responsáveis por danos de menor expressão. Na Embrapa Gado de Corte, há grande interesse por informações sobre possíveis ataques de insetos no estilosantes Campo Grande. Ressalta-se, no entanto, que na eventual necessidade de se controlar, quimicamente, qualquer inseto ou praga nessa leguminosa, a escolha do produto deverá recair sobre os inseticidas com registro junto ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento (MAA), para aplicação em pastagens (tendo em vista que não há produto registrado, até o momento, para uso especificamente em Stylosanthes). Produção de Sementes e Colheita O plantio do estilosantes Campo Grande para a produção de sementes, segue as mesmas orientações de implantação de uma cultura de grãos. O terreno escolhido deverá ser plano e bem drenado para possibilitar a colheita mecânica. Deverá, também, ser isento de gramíneas e de outras leguminosas, sem infestação de pragas, como formigas, percevejos-castanhos e cupins.Por ser o estilosantes Campo Grande formado por duas espécies e de proporções diferentes de sementes, estas são plantadas em áreas separadas e na relação que permita a sua mistura física final. Nas condições de Brasil Central, o plantio deve ser efetuado no final de outubro até o início de dezembro, utilizando-se de 2 a 3 kg/ha de sementes puras viáveis (SPV), com espaçamento de 35 a 40 cm entre linhas.O plantio poderá ser superficial ou com 1 a 2 cm de profundidade, com ligeira compactação. Deve-se tomar todos os cuidados para evitar a proliferação de plantas invasoras nos campos de produção. É recomendável fazer um levantamento das espécies que ocorrem na área e de sua densidade, planejando o manejo e seu controle. Dentre as espécies de invasoras, as que demandam maior atenção são as que pertencem à mesma família dos estilosantes, ou seja, as leguminosas, como Desmodium tortuosum (desmódio), Senna obtusifolia e S. ocidentalis (fedegoso) e Vigna unguiculata (feijão miúdo). Também deve-se evitar as gramíneas, como o Cenchrus echinatus (capim-carrapicho), a Brachiaria decumbens (capim-braquiária), Brachiaria plantaginea (capim-marmelada), Eleusine indica (pé-de-galinha) e Digitaria insularis (capim-amargoso), além de plantas de outras famílias, como Ipomoea grandifolia, I. hederifolia, I. nil, I. purpurea, I. quamoclit (corda de viola) e Spermacoce latifolia (erva quente). Na maioria dos campos de produção de sementes utilizam-se produtos químicos no controle de invasoras, complementando com outras práticas, como o "hoeing", que consiste na retirada manual de plantas indesejáveis. Na produção do estilosantes Campo Grande, esta é uma fase muito importante, pois, com o plantio em dois campos diferentes, um de S. capitata e outro de S. macrocephala, a retirada de espécies diferentes de dentro da área, eleva o grau de pureza das sementes.O manejo dessas invasoras por meio de herbicidas ainda está sendo pesquisado, e cada situação deverá ser analisada isoladamente. Alguns testes preliminares com herbicidas de pré-emergência como o Metolachlor, e outros de pós-emergência como o Bentazon, Fomesafen, Lactofen, Setoxidin, Fluazifop P-Butyl, Clotodin, Aloxifop R-Methyl e o Chlorimuron-Ethyl foram realizados e os resultados são bastante promissores. Por serem produtos ainda não registrados oficialmente junto ao Ministério da Agricultura para essa cultura, devem ser utilizados com acompanhamento técnico adequado, e com atenção aos possíveis riscos. Nas condições do Brasil Central o S. macrocephala atinge o ponto de colheita no início de junho, e o S. capitata entre junho e julho.Quando chegar essa fase, a planta terá cerca de 80% dos capítulos maduros e os 20% restantes em fase adiantada de maturação. A coloração das sementes em seu estágio de colheita tende a oscilar entre os tons palha e marrom. O ponto de colheita pode ser identificado pelo amarelecimento da planta no início da queda de capítulos. Também é identificado quando, ao se bater na planta, o capítulo se desprende facilmente e, esfregando-o entre as duas mãos, verifica-se que suas sementes soltam-se com facilidade. A maior produção de sementes é na primeira florada.A colheita poderá ser mecanizada, utilizando-se qualquer máquina de colheita de soja com a mesma plataforma de barras. A altura de corte deve ficar em torno de 10 cm e deve-se utilizar velocidade lenta na máquina, com um rendimento médio de 4 h/ha. A produtividade de sementes na colheita do primeiro ano, está ao redor de 150 kg/ha e no segundo ano aumenta para 250 kg/ha. Este aumento entre uma colheita e outra, é devido ao crescimento vegetativo natural da espécie. Por isso, não se recomenda a colheita de varredura, a fim de permitir um maior retorno de plantas por ressemeadura natural e favorecer a produção de sementes no ano seguinte. Após a colheita, as sementes são peneiradas para eliminar o excesso de restos vegetais e facilitar sua secagem à sombra, onde deve-se baixar o teor de umidade para 10% a 12%. Depois de secas, as sementes são encaminhadas para o beneficiamento, onde passam por processo de pré-limpeza, são ventiladas e preparadas para a escarificação. A utilização de máquina beneficiadora de arroz é recomendada com o objetivo de "descascamento" e escarificação numa única operação.A escarificação das sementes de estilosantes se faz necessária devido à presença de tegumento impermeável das sementes, o que dificulta a germinação das mesmas. Esse método de escarificação apresenta vantagens de segurança e rapidez em relação ao método químico (ácido sulfúrico) ou físico (água quente), comumente utilizados para a superação de dormência em sementes de forrageiras. Detalhes sobre o processo de escarificação, utilizando-se beneficiadora de arroz, estão presentes no Comunicado Técnico 60 da Embrapa Gado de Corte.
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Calopogônio - MATSUDA

Origem: América do Sul TropicalNome científico: Calopogonium mucunoidesFertilidade do solo: Baixa, média e altaForma de crescimento: Rasteiro e trepadorUtilização: Pastejo, feno e adubo verdePrecipitação: Acima de 900 mmTolerância a seca: AltaTolerância ao frio: BaixaPalatabilidade: Boa quando secoDigestibilidade: Muito boaTeor de proteína na matéria seca: 16 a 20%Consorciação: Todas as gramíneasProfundidade de plantio: 2 cmCiclo vegetativo: PerenePlantio: A lanço ou em linha espaçadas de 0,5 m com cerca de 40 sementes por metro linear (10 Kg/ ha de sementes)Consorciação com Gramíneas: 3 a 4 Kg/ ha de sementesProdução de matéria seca: 4 a 5 ton. MS/ha/anoFixação de Nitrogênio: 70 a 200 Kg/ha/ano
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Guandú -MATSUDA

Cajanus cajan cv. Caqui ( GUANDÚ )  Fertilidade do solo: Baixa, média e AltaForma de crescimento: ArbustivoAltura: 2 a 3 mUtilização: Pastoreio, banco de proteína, adubo verdeDigestibilidade: Muito boaPalatabilidade: Muito boaPrecipitação pluviométrica: Acima de 500 mm anuaisTolerância a seca: AltaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína: 10 a 14% na MSConsorciação: Depende da finalidadeProfundidade de plantio: 3 a 4 cmCiclo vegetativo: Anual, bianual ou semiperene até 3 anosProdução de forragem: 8 a 14 t MS/ha/anoFixação de Nitrogênio: 90 kg/ha/ano ORIGEM Da África Tropical Ocidental e cultivado na Índia desde a antigüidade. CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS Leguminosa arbustiva com folhas alternadas trifolioladas; folíolos largos e ovais (oblonco-elípticos), folíolo terminal peciolado, enquanto que os laterais são sésseis; pubescência acentuada em todos os folíolos, de coloração verde-escura (da parte posterior) e acinzentadas (parte anterior); inflorescências em racemos menores que as folhas, formando panículas sobre pedúnculos erguidos; flores amarelas ou amarelas com estrias castanhas e com várias sementes (4 a 7). Sementes de coloração variável: marrom (claro, escuro), acinzentada, às vezes com pintas avermelhadas, creme, roxa. Facilidade de polinização cruzada. CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS Planta anual, bianual ou semiperene, atingindo de dois a três anos quando podada anualmente, que cresce bem em solos tropicais e subtropicais, com bastante resistência à seca. Temperaturas médias mais favoráveis entre 20 e 30º C. Requer ao menos 500 mm anuais de precipitação. Algumas variedades têm apresentado certa resistência ao frio, embora não suportem geadas fortes. É planta de dias longos (fotoperíodo longo). Tem apresentado bom desenvolvimento em solos arenosos e argilosos. Não tolera umidade excessiva nas raízes. É pouco exigente quanto à fertilidade, desenvolvendo-se em solos com pH de 5,0 a 6,0. Condições de elevada fertilidade repercutem em altas produções de fitomassa. É planta rústica que pode ser utilizada como adubação verde, produtora de grãos ou forrageira rica em proteínas para a alimentação animal.É recomendável o plantio a partir de setembro até dezembro nos locais onde ocorrem geadas em abril/maio; e locais onde não ocorrem geadas pode ser plantado até o mês de março. Em condições de baixa temperatura(-3º C) perde as folhas e em condições mais extremas pode morrer.O plantio poderá ser exclusivo ou consorciado com milho, mandioca, etc. ou ainda, intercalado às frutíferas (Citrus, macieira, etc.) e a outras culturas perenes.O plantio em linha e sozinho, normalmente recomenda-se um espaçamento de 40 a 60 cm, com 15 a 20 sementes por metro linear, o que representa 50 a 70 kg de sementes/ha e consorciado usar espaçamento de 0,7 a 1,5 m entre linhas, com 10 a 18 sementes/m com 20-50 kg/ha. Quando a lanço, a quantidade de sementes poderá ser um pouco maior. No plantio com matraca, recomenda-se 2 a 3 sementes por cova, espaçadas em 20 cm uma da outra, com 25 kg/ha. Para consorciar com forrageira colocar 1,5 m entre linhas e 0,5 m entre plantas e 2-3 sementes por cova. O peso das sementes é de 134 gramas.Há possibilidades do ataque da lagarta das folhas e flores (Heliothis virescens) e das vagens (Acanthoscelides obtectus); em termos de doenças, algumas plantas poderão sofrer ataques de Fusarium sp.-  Para adubação verde, as plantas deverão ser manejadas no florescimento (140 a 180 dias) com roçadeira, rolo-faca ou incorporação pela aração;-  Para alimentação animal, segundo Seiffert e Salerno (1.986), os trabalhos experimentais de manejo para corte grande têm indicado que as melhores produções de forragem são obtidas quando a planta é colhida a cada 30 dias e o corte efetuado de 40 a 60 cm acima do solo (altura do joelho). Esse processo garante que ocorra abundante rebrota após cada colheita de forragem.-  Caso sejam plantados cultivares de guandú de porte alto (2,0 a 3,5 m) entreas fruteiras, em função da competição por luz, recomenda-se que, ao atingirem 1,0 a 1,2 m, se faça um corte de 15 a 20 cm na extremidade superior. Repete-se essa operação por 3 a 4 vezes e, após o último corte, a massa vegetal deverá, preferencialmente, ser deixada na superfície como cobertura morta.Para produção de semente deve-se utilizar um espaçamento de 0,6 a 1,5 m entre linhas com 10 a 15 sementes por metro linear. Plantando-se preferencialmente em janeiro, há uma tendência do lenho ficar mais fino facilitando a colheita mecânica.A maturação do guandú normalmente não é uniforme. Pode ser colhido através de automotriz (plantas de caules não muito grossos). Os cultivares de porte anão poderão ser colhidos mecanicamente sem qualquer problema. A colheita das vagens poderá, em algumas situações, ser manual. Posteriormente são secas em terreiros e trilhadas ou beneficiadas através da golpes de "mangual" ou haste de madeira, ou do movimento de vaivém de trator de pneu sobre as vagens.Produz em torno de 1.000 a 2.000 kg de semente/ha e pode ser armazenadas em condições ambientes por mais ou menos 1,0 a 1,5 ano. VANTAGENS O guandú é uma planta com capacidade de fixar elevada quantidade de nitrogênio e produzir uma fitomassa bastante satisfatória. Pode ser empregado:-  Como adubação verde;-  Em rotação e associação de cultivos;-  Em consorciação com gramíneas anuais;-  Em cultivo intercalar a culturas perenes (café, frutíferas);-  Como banco de proteína;-  Na alimentação animal (pastejo, corte da planta verde, silagem e fenação);-  Na produção de grãos (alimentação animal e alimentação humana).É uma planta que apresenta sistema radicular com grande capacidade de reciclar nutrientes no solo. Sua raiz pivotante, A sua forragem, bastante apreciada pelos animais, apresenta, na fase de florescimento, teores que variam de 10 a 16% de proteína bruta.As variedades de porte anão possuem caule tenro, razoável uniformidade de maturação e boa adaptabilidade, além das facilidades para a colheita mecanizada. O manejo do guandu-anão para adubação verde deve ser entre 90 a 100 dias. O ciclo completo é de aproximadamente 140 dias.
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Preço: R$ 0,01

Álvares Machado/SP

Lab-Lab - MATSUDA

Dolichos lablab cv. Rongai ( LAB-LAB ) Fertilidade do solo: Baixa a médiaForma de crescimento: Herbáceo, trepador se tiver apoioAltura: 50 cmUtilização: Pastoreio direto, adubação verde, fenação e silagemPrecipitação pluviométrica: Acima de 500 mm anuaisTolerância a seca: AltaTolerância ao frio: MédiaPalatabilidade: MédiaDigestibilidade: BoaRestrição: O consumo exclusivo causa timpanismoTeor de proteína: 18 a 22% na MSConsorciação: Milho, sorgo e milhetoProfundidade de plantio: 2 a 4 cmCiclo vegetativo: Anual ou bianualProdução de forragem: 8 t MS/ha/anoFixação de Nitrogênio: 180 kg/ha/ano ORIGEM       Espécie que se supõe originária da África e que é cultivada desde épocas remotas no Antigo Egito e na Índia. CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS Leguminosa de talos bastante longos, trepadores e cilíndricos; folhas compostas de 3 folíolos largos, com estipulas pequenas e pontiagudas; as flores apresentam-se em racemos axilares pedunculados e de cor branca, rosada ou violácea, com 1,5 a 2,0 cm. Frutos em vagens (legumes) pequenas, lineares com ponta recurvada, curtas, largas e deiscentes (3 a 10 cm), com 3 a 5 sementes elípticas ovais, hilo bastante saliente, de forma oblonga, cor branca e ocupando aproximadamente 1/3 do perímetro da semente. A frutificação ocorre em tempos diferentes, durante a fase produtiva, comportando dessa forma como planta anual ou bianual, sendo quase perene. CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS É uma leguminosa anual ou bianual, de hábito indeterminado, de clima tropical e subtropical, não tolerando geadas. Geralmente sensível ao fotoperíodo, sendo algumas variedades de dias curtos e outras de dias longos. Razoavelmente tolerante às secas prolongadas. Tem preferência por locais onde a temperatura média está entre 19 e 24º C.Adapta-se aos solos argilosos até os arenosos, com melhor desempenho em áreas drenadas e férteis. Em solos com fertilidade baixa e pH inferior a 5,5, normalmente o crescimento é mais lento.  Desde a antiguidade, é usado na alimentação humana e como forragem verde para bovinos e eqüinos. Algumas variedades, com suas vagens tenras e grãos, são bastante apreciadas no consumo humano.No estádio de floração, pode dar gosto desagradável ao leite. A época de plantio recomendável vai de setembro até dezembro, nos locais onde ocorrem geadas a partir de abril/maio; nas regiões onde não ocorrem geadas pode ser plantado até março. Pode-se efetuar o plantio solteiro, consorciado com milho, mandioca, etc., ou ainda plantado intercaladamente ao cafeeiro, citrus e outras culturas perenes. A semeadura poderá ser feita a lanço, em linhas ou em covas (matraca). Em linhas recomenda-se um espaçamento de 50 cm, com 8 sementes por metro linear (45 kg/ha de sementes). Quando plantado com matraca, recomenda-se duas a três sementes por cova, espaçadas 40 cm uma da outra. Quando a lanço, normalmente gasta-se um pouco mais de sementes. O peso de 1.000 sementes é de 239 a 251 g.      O lab-lab é susceptível ao ataque da vaquinha (Cerotoma sp, Diabrotica speciosa) sendo, nas regiões onde é feito o plantio do "feijão das águas" e "da seca, praticamente dizimado por essa praga nos plantios de dezembro/janeiro. Nesses locais é recomendável o plantio mais cedo do lab-lab (setembro/outubro). Não tem sido registrado problemas de doenças. O manejo deve ser feito no florescimento - início da formação de vagens (130 a 180 dias), com rolo-faca, roçadeira, incorporação através da aração, por meio de herbicidas, ou cortado por enxada ou gadanho, uma pequena percentagem de rebrota das plantas. Se for  utilizada  como  forrageira  no  inverno e se houver um bom manejo, pode rebrotar e permitir um novo pastoreio.   Para produção recomenda-se o plantio de 4 a 5 sementes por metro linear, com um espaçamento de 60 a 80 cm entre as linhas, com gasto de 15 a 25 kg/ha de sementes. As vagens, quando secas, deverão ser colhidas manualmente. Têm sido obtidos rendimentos de 500 a 1.000 kg/ha de sementes.  CICLO DA CULTURA O ciclo cultural é de 250 a 270 dias para o cultivar semente preta e 280 a 320 dias para o Rongai. VANTAGENS        É uma das plantas que se presta para ser ensilada juntamente com o milho ou o sorgo podendo, inclusive, ser semeado misturado com as sementes de milho.Quando as sementes são armazenadas, deve-se efetuar o seu tratamento em função do ataque de carunchos.     Pode ser multiplicador das populações de nematóides e as vezes não apresentar nodulação.É uma planta que se presta com bastante êxito para utilização forrageira, apesar de que o excesso de forragem na fase do florescimento do lab-lab ministrado aos animais poderá, além de provocar timpanismo, transmitir um gosto amargo ao leite.  
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Preço: R$ 0,01

Álvares Machado/SP

Java - MATSUDA

Macrotyloma axillare cv. Java(JAVA)Nome científico: Macrotyloma axillare E.Mey (Verdc)Cultivar: JavaRegistro no SNPC/MAPA: 16167Cultivar Protegido sob o no: 21806.000348/2004-33 em 29/04/2004Certificado de Proteção: 00605Fertilidade do solo: BaixaForma de crescimento: trepador volúvel e semi-eretoAltura: Em torno de 40cmUtilização: Em pastejo associado com gramíneasDigestibilidade: Alta Palatabilidade: Média a baixa (favorece a persistência na consorciação)Precipitação pluviométrica: Acima de 900 mm anuaisTolerância à seca: BoaTolerância ao frio: MédiaTeor de proteína: 18 a 23% na MSProfundidade de plantio: 2,0cmCiclo vegetativo: PereneProdução de forragens: 5 a 9 t/ha/ano de matéria secaSolos úmidos: Requer solos bem drenadosConsorciação: Com gramíneas, principalmente dos gêneros Brachiaria sp. e Panicum maximumORIGEM        O cultivar Java é uma leguminosa híbrida, de ciclo perene, obtida através do cruzamento artificial de dois cultivares de Macrotyloma axillare, realizado em 1999.        Foram cruzados em ambiente controlado, em casa-de-vegetação, os cultivares Archer e Guatá. O primeiro foi lançado comercialmente na Austrália, país que possui uma grande área árida e o segundo cultivar, o Guatá, é um lançamento do Instituto de Zootecnia (IZ) de Nova Odessa-SP.        Este Instituto colaborou com o desenvolvimento deste cultivar, conhecido mundialmente pela sua grande colaboração à pecuária paulista e brasileira, que no ano de 2005 comemorou o seu centenário de fundação.        Deste cruzamento foram selecionados indivíduos superiores, ou seja, plantas com as melhores características morfo-agronômicos. Desta seleção, deu-se início a produção de linhagens ou progênies puras dos genótipos superiores.        Nos anos de 1999 e 2000 foram estabelecidas parcelas experimentais em Álvares Machado-SP, Mirante do Paranapanema-SP e Jateí-MS, para avaliação das linhagens selecionadas.        O IZ auxiliou na avaliação de fixação de nitrogênio e da necessidade de Bradyrhizobium específico para este cultivar. Avaliou ainda o comportamento da Java em presença de nematóides, fungos, bactérias e insetos.                CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS        A Java é uma planta perene, herbácea, trepadora volúvel, com ramos de fina pubescência, folhas trifoliadas, com folíolos elípticos de 6,1cm de comprimento e 3,5cm de largura, de aparência carnosa e levemente pubescênte em ambas as faces, pecíolos de 5,2cm, pubescentes, folhas com estípolas e estipelas.        A inflorescência é racemosa com flores de cor amarela pálida esverdeada pedunculada tendo 2 a 6 por inflorescência, com cálice pubescênte, estandarte oblongo e auriculado na base com 13mm de comprimento e 10mm de largura, asas tão longas quanto a quilha com cerca de 12cm de comprimento, vagem de 3 a 5cm por 6 a 8mm de largura com pubescência e contendo 7 a 8 sementes de 3 a 4mm de comprimento por 2,5mm de largura.        CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS        Planta adaptada a clima tropical e subtropical com precipitação acima de 900mm anuais, sensível a geada, recuperando-se bastante bem após a ocorrência da mesma.        Outra característica importante desta leguminosa é sua boa adaptação a solos de baixa fertilidade, arenosos e ácidos, porém responde muito bem a adubação e em solos de boa fertilidade.        Apresenta palatabilidade média a baixa, fator que auxilia na persistência da leguminosa, principalmente em associações com gramíneas e cresce em qualquer tipo de solo, desde que bem drenados.        Tolera bem a seca e responde a adubação de fósforo e potássio. Planta bastante vigorosa e agressiva, produz flores e sementes durante todo o ano, concentrando o florescimento em junho.        As vagens são deiscentes e elásticas e na maturação "atiram" as sementes às distâncias consideráveis (até 1m), promovendo uma expansão natural do cultivar na área. O potencial de produção de sementes é em torno de 350 a 500 kg/ha/ano.        A Java produz mais biomassa que o cultivar australiana Archer (5 a 6t/ha/ano), sendo mais tolerante a ataques de nematóides. Outra importante característica desta leguminosa é a sua classificação como promíscua para Bradyrhizobium, isto é, utiliza-se de qualquer bactéria do solo para fixar nitrogênio.        UTILIZAÇÃO E MANEJO        O principal uso da Java é em associações com gramíneas forrageiras, principalmente as Brachiaria. Há inclusive uso desta leguminosa associada com humidícola, tido como um pasto bastante agressivo e estolonífero.        Não recomendamos o uso da Java como banco de proteína por causa da baixa palatabilidade deste material, fator este que favorece a sua persistência em associações com as gramíneas.        A disseminação de suas sementes e a capacidade de fixar nitrogênio com qualquer bactéria do solo favorece também esta associação com gramíneas. As pastagens consorciadas ou associadas com as leguminosas possuem a vantagem de melhorarem a sua qualidade nutricional, por conta do nitrogênio fixado, mesmo que não haja consumo por parte dos animais.            Caso haja o consumo involuntário pelos animais, uma vez que a Java possui hábito trepador, a dieta consumida pelo animal também aumenta, pois a leguminosa possui maior teor de proteína.        Isso ocorre, por exemplo, com a humidícola que possui cerca de 3% somente de proteína. Quando associamos coma a Java que possui de 18 a 23% de proteína, a dieta dos animais aumenta por causa do consumo da leguminosa, mesmo que seja em pouca quantidade. O teor de proteína consumida pelos animais depende da quantidade ingerida de Java, mas pode atingir facilmente de 6 a 10% nesta associação.QUANTIDADE DE SEMENTES NO PLANTIO        Para o estabelecimento da leguminosa Java em associação com as gramíneas, recomendamos que seja utilizada 2kg/ha de sementes. Não recomendamos o uso de Java em plantio solteiro, ou seja, como banco de proteína devido a sua baixa palatabilidade.        Estas sementes devem ser misturadas às sementes de gramíneas antes do plantio, procurando uniformizar muito bem esta mistura, para que a germinação seja uniforme e tenha a presença da Java em toda a área.         No caso de se implantar as sementes de Java em um piquete já estabelecido, a recomendação é a seguinte:Promover o sobrepastoreio ("rapar") da área, rebaixando o máximo possível a pastagem existente. Este procedimento deverá ocorrer antes do período chuvoso.Com a normalização do período chuvoso, com boa intensidade luminosa e calor promover o plantio das sementes de leguminosa nesta área.Este plantio poderá ser feito de várias maneiras. Uma das maneiras é utilizando uma plantadeira de plantio direto. Outra maneira é o plantio manual com a ajuda de uma matraca. Em ambos os casos a profundidade de plantio deverá ser em torno de 2 a 3cm.A terceira maneira de se promover este plantio é fazendo o plantio a lanço, utilizando-se um aplicador de calcário (ex. Vicon, Lancer, etc) ou mesmo manualmente. Neste caso o plantio deverá ocorrer obrigatoriamente com o solo molhado. A incorporação destas sementes é de suma importância e poderá ser feita através de animais. Com ajuda de dois ou três campeiros, pegue um lote de animais com 300 a 400kg e caminhe na área sobre as sementes, fazendo com que as patas destes animais incorporem as mesmas.Como o pasto está rapado devido o sobrepastoreio, as plantas irão demorar em rebrotar e este é o tempo necessário para que as sementes da Java germinem, originando novas plantas que transformarão o piquete solteiro em uma área associada.
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Leguminosas em alvares machado-SP
Detalhes sobre a cidade de Álvares Machado

O fundador de Álvares Machado, Manuel Francisco de Oliveira, natural de Alfenas, em 1919 chegou ao local denominado Brejão, próximo ao córrego do Leite, adquirindo as terras de propriedade da viúva de Manuel Pereira Goulart, na Fazenda Pirapó. Lá construiu sua casa e um estabelecimento comercial, que passou a atrair outros moradores para o local.

No mesmo ano os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana atingiram a região, Manoel diante do interesse dos povoadores, loteou as terras em 1921. O governo do estado alterou o nome da estação ferroviária de Brejão para Álvares Machado, em homenagem a Francisco Álvares Machado e Vasconcelos. O transporte ferroviário, aliado à fertilidade das terras, foram os fatores de desenvolvimento do núcleo que passou a Distrito de Paz em 26 de dezembro de 1927.


Cultura
Eventos

Dia da Independência Nacional e no dia da fundação do município, acontecem desfiles, onde alunos de escolas e academias, entre outros, desfilam pela Avenida das Américas, a principal da cidade, com fantasias e faixas.

Undo-kay - Em junho em homenagem ao imperador japonês.Shokon-say - Realizada no 2º domingo de julho, no cemitério japonês, desde 1920, em homenagem aos mortos.Festa do Asilo - No mês de julho, desde 1980. Toda renda é destinada ao Asilo São Vicente de Paulo.Torneio nacional de karatê Wadoryu - Realizado em julho no ginásio municipal de esportes.Semana da Criança - Realizada anualmente no mês de outubro, desde 1989, oferecendo lazer a todas as crianças do município.Semana do município - Realizada na última semana do mês de novembro, desde 1989. São desenvolvidas nesta semana :

- Exposição de artes; desfiles com todas as entidades do município e fanfarras das cidades vizinhas; shows musicais; Concurso de fanfarras; Gincanas esportivas e culturais.

Clube Costa & Cia Lazer - Motocross finais de semana, rota de ciclistas, aeromodelistas, e som automotivo.Pontos TurísticosCemitério JaponêsMuseu do Padre Monsenhor NakamuraPraça Getúlio VargasPraça da BandeiraPraça da Igreja Matriz (atualmente - 2009/2010) em ampliaçãoSantuário Morada de DeusHotel Resort Campo BeloAFRESP - Associação dos Funcionários da Receita do Estado de São PauloPraça do SolClube Luso-BrasileiroClube de Motocross e Aeromodelismo Costa & Cia Lazer
Geografia
HidrografiaRio Santo Anastácio

Diversos córregos: do Limoeiro; São Geraldo; do Macaco; do Matadouro; da Paca; do Brejão; Ouro Verde; e Pirapózinho.

Transporte

Linha de ônibus Jandaia, intermunicipal, que liga às cidades limítrofes e a seus distritos.

RodoviasSP-270 - Raposo TavaresSP-501 - Julio BudiskiEstrutura

Saneamento Básico (SABESP)



Mais detalhes sobre Álvares Machado
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