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Detalhes sobre a cidade de Poté Fundação: 17 de dezembro de 1938 (71 anos)

( - Criação do Vilarejo: 1837 )

A história da cidade está diretamente ligada com a história de Minas Gerais. Antes de sua fundação em 1938, índios potenis, de origem tupi*, e outros, descendentes de botocudos, habitavam essa terra. Os potenis eram índios amistosos de boas relações com habitantes de cidades e vilas vizinhas. Sobreviviam através da agricultura, e também da caça e da pesca, mas mantinham rivalidades com tribos de índios botocudos (que eram selvagens e viviam da guerra), como os karacatãs, paranãs e mandassaís. O cacique dos potenis ao tempo da colonização, era chamado de "Poté", herdando o nome do Ribeirão que passa próximo à cidade. "Poté", em tupi, pode significar abelha negra (que inclusive está representada na bandeira do município), ou caramujo de água doce (origem mais provável para o nome do rio, já que àquele tempo era muito comum encontrar às margens do Ribeirão Poté, uma espécie bem peculiar de caramujo negro).

O cacique dos potenis foi apelidado de 'Capitão Poté' por Teóphilo Benedicto Ottoni, fundador da cidade vizinha de mesmo nome, com quem mantinha cordiais relações. O povoado indígena foi fundado em 1837, pelo índio Poté, considerado por historiadores como um líder regional, com habilidades de intermediação e relacionamento entre os potenis e outras tribos rivais, e também entre índios e brancos.

Erradamente costuma-se associar os índios potenis aos botocudos (informação veiculada pela Prefeitura Municipal de Poté).

Inicialmente viveram grandes proprietários de terras nessa região, como Antônio Gomes Leal - membro das expedições de Teófilo Otoni pelo Vale do Mucuri - e sua família, considerada a primeira a se estabelecer no território do atual município, cerca de 20 anos antes das demais famílias. Àquele tempo, o engenheiro Victor Renault, a serviço do Império, relatou ter observado que indígenas trabalhavam na fazenda da família de Antônio Gomes Leal. Percebeu-se que eram índios amistosos e facilmente domesticados, não podendo tratar-se de botocudos (extremamente selvagens). A origem dos nomes desses índios, como "Poté", "Sucanga" e "Ecaporanga" (estas duas últimas, as filhas do "Capitão" Poté) está no dialeto tupi. Na verdade, os potenis, fundadores do povoado, eram mesmo de origem tupi. Seus rivais karacatãs, paranãs e mandassaís, eram botocudos, predominantes na região. Mas uma tribo tupi aqui se instalou (não se sabe a que tempo e em que circunstâncias), dando origem à tribo dos potenis.

Mais tarde, os índios da região (inclusive os potenis) foram deslocados para Itambacuri, onde Frei Serafim de Gorízia e Frei Ângelo de Sassoferrato iniciaram o processo de catequização. Os dois religiosos foram enviados pelo Vaticano, a pedido de D. Pedro II, pois tribos botocudas dificultavam a exploração de pedras preciosas.

A partir daí mais famílias vieram a se instalar no vilarejo. Aos poucos cresceu o que viria a ser um distrito da cidade de Teófilo Otoni. O primeiro jornal ("O POTÉ", que circulou até 1929), foi criado por Lafayette Freire (escrivão do distrito), antes mesmo da fundação do município.

Quando foi criado o município, em 17 de dezembro de 1938, este passou a abranger os distritos de Ladainha (que posteriormente tornou-se uma cidade vizinha), Valão e Sucanga (que ainda são distritos do município de Poté). O primeiro prefeito da recém-criada cidade de Poté foi Arthur Rauch.

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