Detalhes sobre a cidade de Campo Bom
A colonização da cidade começou em 1825, com a vinda dos imigrantes alemães. Os lotes foram distribuídos ao longo da Avenida Brasil. Eram de maioria protestantes de denominação luterana. Em 1829 construíram o primeiro templo evangélico do sul do Brasil, provavelmente uma casa de culto em enxaimel, que seria mais tarde substituída pelo prédio até hoje existente (1851)[5].
Inicialmente, a agricultura de subsistência era a única atividade econômica. Com o empobrecimento rápido do solo, começam a aparecer as atafonas e moinhos, como o Moinho Deuner, situado no bairro Rio Branco e atualmente em ruínas (houve um projeto de transformação deste moinho num museu e espaço cultural nos anos 80, mas foi abortado pelas administrações posteriores). O aparecimento da indústria calçadista, e também das olarias e casas de comércio, foram responsáveis pelo impulsionamento da economia do local.
A vila de Campo Bom foi elevada a distrito de São Leopoldo em 1926. A localidade se desenvolveu e conseguiu a emancipação em 31 de janeiro de 1959.
Patrimônio Histórico
Geografia
Localizada na encosta inferior do nordeste do estado, na latitude 29º40'44" sul e a na longitude 51º03'10" oeste, Campo Bom está a uma altitude de 29 metros acima do nível do mar. Sua população estimada em 2009 era de 59 366 habitantes.
É um município que conta com as águas do rio dos Sinos e registra as temperaturas mais quentes do Estado do Rio Grande do Sul no verão, e até mesmo algumas vezes durante o ano.
Está a 56,8 quilômetros do centro da capital Porto Alegre, por via asfáltica.A estação do Metrô mais próxima é a Estação São Leopoldo do Trensurb. Esta liga as cidades do Vale do Sinos à Porto Alegre e está a 25,9 quilômetros do centro de Campo Bom.
A cidade também está a apenas 53,9 quilômetros do Aeroporto Internacional Salgado Filho, principal aeroporto do Sul do País e entrada dos países do Mercosul.
Economia
Inicialmente, a agricultura de subsistência era a única atividade econômica. Com o empobrecimento rápido do solo, começaram a aparecer as atafonas e moinhos, como o Moinho Deuner, situado no bairro Rio Branco e, atualmente, em ruínas. Houve um projeto de transformação deste moinho num museu e espaço cultural nos anos 80, mas foi abortado pelas administrações posteriores.
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