ADUBO PÓ DE ROCHA MELHOR EM QUALIDADE MAIS NUTRIENTES MACRO E MICRO NUTRIENTES E MENOR CUSTO
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VALOR A COMBINAR COLOCADO NA FAZENDA.ADUBO PÓ DE ROCHA MELHOR EM QUALIDADE MAIS NUTRIENTES MACRO E MICRO NUTRIENTES E MENOR CUSTO
No lugar do adubo convencional, ele começou a aplicar basalto moído e se surpreendeu com oresultado. Os custos de produção caíram e, hoje, ele planta milho, feijão, soja e cebola no sistemaagroecológico usando basalto misturado com adubo orgânico.Wilfrit associa essa técnica com adubação verde de inverno, plantio direto e rotação de culturas. Osistema tem aumentado a p rodutivide: no primeiro ano com pó de rocha, o agricultor colheu 180sacas de milho por alqueire. No ano seguinte, colheu 220 sacas na mesma área.Para o agrônomo Daniel Dalgallo, extensionista do Escritório Municipal da Epagri, o pó de basaltopode substituir com vantgens a adubação sintética. “Com o adubo químico, o produtor se limita a 6ou 7 nutrientes. O basalto tem 108 elementos químicos. Desses, 42 são importantes para ometabolismo da planta. Com uma nutrição equilibrada, a planta fica mais resistente a doenças”,destaca. Em Porto União, também há testes de aplicação do pó com adubo orgânico em pastagens,no plantio de grãos e na fruticultura. Na região, mais de 400 agricultores já usam a técnica.De acordo com o biólogo Bernardo Knapik, que há mais de 20 anos estuda o pó de basalto, análisesfoliares das plantas que receberam a técnica apontam que elas são mais ricas em nutrientes. “O póde rocha não agride o meio ambiente porque não se dissolve rapidamente. Ele é trabalhado pelosmicrorganismos e pelas raízes e, assim, o solo se regenera. Já o adubo sintético é solúvel, a plantaaproveita o que pode, e o que ela não absorve pode causar problemas ambientais”, compara.Em Guaraciaba, no Extremo-Oeste, o basalto é usado misturado com adubo orgânico em pastagensperenes de verão. “Houve um desenvolvimento de rebrota em menor período de tempo e diminuiu aincidência de pragas”, conta o agrônomo Clístenes Guadagnin, extensionista do EscritórioMunicipal da Epagri. Os resultados estão associados a um melhor manejo do gado, da pastagem edo solo, com a divisão em piquetes. Em testes realizados com lavouras de arroz sequeiro e milho,houve menor incidência de doenças foliares, maior produção e rsisência das plantas a períodos deestresse hídrico.Em Ituporanga, no Vale do Itajaí, o pó de ardósia é usado na produção de cebola. “Usamos essematerial associado à adubação verde e percebemos que o teor de potássio subiu rapidamente. Alémdisso, a acidez do solo diminuiu”, conta o agrônomo Hernandes Werner, pesquisador da EstaçãoExperimental de Ituporanga.Para ser usada na agricultura, a rocha é moída até se transformar em um pó semelhante ao cimento.Mas antes de usar esse material na lavoura, o agricultor deve fazer uma análise do solo e buscar oacompanhamento de um engenheiro agrônomo ou técnico agrícola.