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Diversos na cidade de Cajati em São Paulo

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Detalhes sobre a cidade de Cajati

Cajati, em idioma Tupi significa "árvore de folhas compridas". O município foi fundado em 1930, pelo índio Botujuru e o português Matias de Pontes, com o intuito de explorar a mata em busca de ouro.

A história de Cajati tem sua origem na segunda década do século XIX, com a chegada, no porto de Cananeia, de alguns jovens portugueses, dentre eles, Matias de Pontes. Na sua busca por ouro, Matias e um índio chamado Botujuru, foram desbravando e explorando a mata adentro, por onde ninguém jamais havia passado. Para poder caminhar, precisava abrir muitas picadas, pois a mata era muito densa e sua vegetação cruzava sobre o rio estreito e profundo, impedindo, assim, a sua penetração. Daí surgiu a ideia de construírem uma canoa para navegarem sobre o rio, que mais tarde se chamaria Canha. Logo descobriram que esse rio mais parecia um ribeirão, pois desembocava em outro rio bem maior e mais fundo. Ao subirem o rio, encontraram uma bela praia, onde surgiu a ideia de montar um acampamento. Durante uma noite turbulenta sob um temporal, tiveram que abandonar o acampamento às pressas, dirigindo-se para o alto (esse lugar é atualmente a Praça Matriz de Jacupiranga).

A aventura continuou e desta vez, pelo rio adentro. Matias queria conhecer a região, porém Botujuru, ao contrair maleita (malária), veio a falecer, sendo o primeiro ser humano a ser enterrado no lugar. Matias e outros apossaram-se de duas glebas de terras: o acampamento e outra localizada rio acima, onde havia uma pequena cachoeira, que por essa razão, passou a ser chamada Cachoeira (atualmente Cajati). Logo em frente, estava a Serra do Guaraú. Matias prosseguiu as investidas nas proximidades do rio, colocando nome nos lugares, sendo Cachoeira o seu favorito. Para a canoa se deslocar, tiveram que abrir um canal, hoje, o atual município de Cajati, local em que Matias residiu por mais de 50 anos. Outros lugares foram denominados, como: Pouso Alto, pelo fato de dormirem numa árvore por medo das feras, rio Azeite, por encontrarem uma enorme pedra, na qual um garrafão de azeite de mamona foi quebrado e ao se referirem ao rio, vinha a lembrança do azeite derramando, Lavras, pelo fato de encontrarem vestígios de pessoas que lá haviam passados e lavrados uma canoa (eram o termo atribuído, quando se fazia uma canoa trabalhando a madeira bruta).

Na década de 30 o Brasil tinha grande falta de cimento e fertilizantes e suas necessidades eram atendidas por importação. A comprovação da existência de magnetita e apatita nas rochas de um vulcão extinto, feita por Theodoro Knechit, levou o grupo Moinho Santista, que naquela época fabricava apenas tecidos, a pedir autorização do governo brasileiro para explorar o calcário das jazidas locais. Em 1938, foi lhe concedido o direito de lavra (exploração) de calcário e apatita no Morro da Mina, iniciando no ano seguinte as suas atividades.

A Serrana S/A de Mineração começou, construindo uma vila de operários onde apenas existiam casas feitas de barro dos trabalhadores dos bananais. Foi necessário construir uma estrada de ferro, que levasse a apatita da mina, pela margem esquerda do rio Jacupiranga, a sede do município. Numa segunda etapa, era transportada até o porto de Cubatão, em Cananeia e, em seguida levada em barco de Santos para novamente por ferrovias, chegar a São Paulo.

Mais detalhes sobre Cajati

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